Questões de Português para Concursos

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Observe as afirmações abaixo e assinale a alternativa que contém uma informação INCORRETA.
  • A: O período “Serve, Xantós de boca cheia” , escrito sem a utilização da vírgula, torna a expressão ambígua e muda o sentido original do texto.
  • B: No trecho “Que há de melhor do que a língua?” , há exploração do sentido polissêmico da palavra “língua”.
  • C: Em “É realmente uma das melhores coisas do mundo.”, a palavra “coisa” tem uma relação de hiperonímia com a palavra “língua”, já que aquela possui sentido mais abrangente.
  • D: As palavras “bajula”, “destrói” e “calunia” estão no mesmo campo semântico, portanto, neste contexto, podem ser consideradas sinônimas.

Assinale a alternativa que apresenta classificação da  palavra “QUE” corretamente.
  • A: “(...) Esopo, com um prato que coloca sobre a mesa” - pronome demonstrativo.
  • B: “(...) faz um sinal para que Melita sirva Agnostos” - preposição.
  • C: “É a língua que ordena os exércitos à vitória (...)” - pronome relativo.
  • D: “Que há de melhor do que a língua?” - partícula de realce.

Leia o trecho abaixo e responda à questão a seguir.

“Mais língua? Não te disse que trouxesse o que há de melhor para meu hóspede? Por que só trazes língua? Queres expor-me ao ridículo?”

Em relação à análise morfossintática desse fragmento, assinale a alternativa correta.
  • A: Em “Não te disse que trouxesse (...)?”, é possível perceber o coloquialismo no uso concomitante de 2ª e 3ª pessoas gramaticais.
  • B: Em “Por que só trazes língua?”, o pronome interrogativo, deslocando-se para o final da oração, seria grafado junto e com acento.
  • C: Em “Queres expor-me ao ridículo?”, o pronome oblíquo poderá, de acordo com a norma padrão da Língua, vir antes do verbo ‘querer’.
  • D: Em “(...) o que há de melhor para meu hóspede?”, o pronome demonstrativo exerce a função sintática de sujeito da oração.

De acordo com o texto I, “a Grécia foi feita com a língua, a língua dos belos gregos claros falando para a eternidade.” Na visão de Esopo, para falar “para a eternidade” a língua deveria
  • A: servir para ações mais corriqueiras como comer (“comer vorazmente”, “comer com as mãos”) e soltar “grunhidos”.
  • B: produzir obras capazes de “tumultuar os pobres cérebros humanos para toda a eternidade.”
  • C: saber que “É a língua que mente, que esconde, que tergiversa, que blasfema, que insulta (...)”.
  • D: estar acima das ações menores e servir para criar, explicar, cantar, elogiar, descrever, etc. É a língua, podemos dizer, a serviço de ações elevadas.

Sobre o texto I, é INCORRETO afirmar que
  • A: há elementos estruturais utilizados pelo autor no intuito de apresentar informações pertinentes à atuação dos personagens.
  • B: existe a articulação de um discurso metalinguístico que ratifica a postura enaltecedora e inflexível do autor em torno da palavra.
  • C: se estabelece um conflito comunicativo entre os personagens Esopo e Xantós, o que expressa, de maneira simbólica, a versatilidade da língua.
  • D: se articula um jogo semântico ao longo do texto, responsável por trazer ao diálogo um grau de imprevisibilidade, que confere criatividade à peça.

Assinale a alternativa que apresenta uma análise morfossintática correta.
  • A: Em “...um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela...”, a crase obrigatoriamente deixará de existir caso o pronome “se” seja retirado da estrutura, sem mudança de sentido.
  • B: Em “À noite tirou do bolso uma rosa de cetim para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.”, a expressão “de cetim” e o pronome “lhe” possuem a mesma classificação sintática.
  • C: Em “...sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes...”, a vírgula é obrigatória para separar duas orações coordenadas.
  • D: Em “...permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos...”, todos os acentos tônicos se justificam pela mesma regra.

Os

 

Os textos I, II e III possuem como temática a questão da violência. Sobre isso é correto afirmar que
  • A: no texto I, o tema é tratado de forma teórica e analítica, observando a evolução quantitativa das diversas formas de violência ao redor do mundo.
  • B: o texto II discute o tema a partir da representação de situações de violência vividas pela população das comunidades das grandes cidades brasileiras.
  • C: no texto III, a situação retratada e exemplificada é a de um marido que agride a mulher arrancando-lhe tudo o que ela mais desejava.
  • D: os textos I e II fazem referências à violência com ênfase na violência física; entretanto, o foco do texto III está voltado para outra forma de violência, a psicológica.



Tendo como base as atitudes tomadas pelo ‘homem’ no texto, podemos atribuir-lhe características como as citadas abaixo, EXCETO
  • A: Inseguro e egoísta.
  • B: Autoritário e insensível.
  • C: Amoroso e preocupado.
  • D: Machista e desumano.

Assinale a alternativa que caracteriza corretamente a figura de linguagem em destaque.
  • A: “Tiroteio fechando a avenida outra vez” – Hipérbole
  • B: “O lamento de um povo que implora” – Antítese
  • C: “Muita bala voando e acertando” – Paradoxo
  • D: “O Rio que a gente adora comemora o carnaval” – Metonímia



Observa-se, na canção de Gabriel, o Pensador, o uso de linguagem oral, a utilização de rimas e interpelação ao leitor. Todos esses três elementos NÃO estão presentes somente em
  • A: “Que força você teria pra enterrar o seu garoto? / Que forças ainda temos? / Pra nos amar uns aos outros?”
  • B: “Por uma vitória do bem sobre o mal / Atenção: confusão, invasão / Tiroteio fechando a avenida outra vez”
  • C: “E cada vez mais gente boa tem vontade de ir embora / O Rio que a gente adora comemora o carnaval / E a violência apavora, ou você acha normal?”
  • D: “E os valores são invertidos / Se o desonesto é malandro / O menor também quer ser bandido / Alguns, né, a minoria.”

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