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O trecho do texto em que a presença do adjetivo destacado em negrito tem a função de expressar a opinião do autor é
  • A: “A produção científica movida simplesmente por essa curiosidade tem sido capaz de abrir novas fronteiras do conhecimento” (parágrafo 1)
  • B: “passando pela domesticação dos animais, pelo surgimento da agricultura e da indústria modernas” (parágrafo 2)
  • C: “Viver mais tempo e com mais saúde, trabalhar menos e ter mais tempo disponível para o lazer” (parágrafo 3)
  • D: “o movimento antivacinas ou mesmo a desconfiança sobre a fatalidade do aquecimento global” (parágrafo 4)
  • E: “a relação entre ciência, tecnologia e sociedade é muito mais complexa do que a pergunta simplória sobre qual seria a utilidade prática da produção científica.” (parágrafo 6)

Os adjetivos podem representar estados, características, qualidades ou relações.
Assinale a frase em que o adjetivo sublinhado indica um estado.
  • A: Profetizar o futuro não é difícil, mas é perigoso.
  • B: Para o homem trabalhador, o tempo é elástico.
  • C: Estamos sempre preocupados com o que vai acontecer.
  • D: O futuro é a mais valiosa fonte de renda da imaginação.

Observe os versos “Oh! Que saudade que eu tenho/Da aurora da minha vida/ Da minha infância querida/Que os anos não trazem mais!” e assinale a opção em que se destacou o pronome relativo.
  • A: Da minha infância querida.
  • B: Oh! Que saudade que eu tenho.
  • C: Da aurora da minha vida.
  • D: Que os anos não trazem mais.
  • E: Oh! Que saudade que eu tenho.

Em “A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida”, é correto afirmar que
  • A: encontro é uma palavra formada por derivação regressiva.
  • B: do encontro exerce o papel de um termo essencial da oração.
  • C: a segunda oração atribui uma relação de conformidade em relação à primeira.
  • D: tanto desencontro é um grupo nominal formado por adjetivo e substantivo.
  • E: o sujeito da segunda oração é tanto desencontro.

Uma das funções possíveis do advérbio é a modalização de discursos. Nesses usos, essa classe gramatical pode indicar atitude ou o estado psicológico com que o locutor se apresenta diante dos enunciados que produz.

Nos trechos a seguir, retirados do romance “Senhora”, de José de Alencar, assinale a opção em que se observa esta função do advérbio.
  • A: E lembrou-se quanto fora injusto duvidando da realidade desse casamento de que ali tinha a prova irrecusável.
  • B: Sr. Seixas arrependeu-se de não haver empregado melhor seu tempo.
  • C: Quando viesse a faltar-lhe a mãe, não estava infelizmente nas condições de receber o difícil encargo.
  • D: É certo que às vezes seu coração afagava uma esperança impossível.
  • E: Este sentimento, que apenas pronunciado ela repeliu com todas as forças de sua alma, deixou-lhe contudo um desgosto profundo.

Assinale a frase em que a locução adjetiva sublinhada foi substituída de forma adequada.
  • A: A natureza do homem ainda não é totalmente entendida / humanista.
  • B: Um feixe de luz que saía da nave atemorizou todos os que estavam no bosque / iluminado.
  • C: O nevoeiro do outono cobria toda a paisagem / outonal.
  • D: Os prospectos de turismo eram distribuídos na entrada do parque nacional / turistas.
  • E: As águas das chuvas inundaram o Rio Grande do Sul / fluviais.

Leia a frase abaixo com atenção: Ninguém fica velho apenas por viver, mas por perder o interesse em viver.

Assinale a afirmativa correta o significado ou a estruturação dessa frase
  • A: A relação entre os segmentos da frase não é de oposição, mas de diferença.
  • B: O adjetivo “velho”, no contexto da frase, tem alto valor pejorativo.
  • C: O segundo segmento da frase retifica algo dito erradamente no primeiro segmento.
  • D: O termo “fica velho” pode ser adequadamente substituído por “envelheceu”.
  • E: O emprego de “apenas” mostra uma visão negativa do ato de viver.

Considere as duplas de termos sublinhados nas reproduções abaixo de trechos do texto e assinale a alternativa cuja dupla NÃO apresenta a mesma classificação morfológica quanto à classe de palavras a que cada vocábulo pertence.
  • A:Abaixo, no salão, as pessoas conversavam em voz baixa, porém animadamente.” (3º§)
  • B:Não houve nenhuma exclamação entre as pessoas, como houvera de início; [...]” (5º§)
  • C: “O homem atrás dele, com quem estivera falando, inclinou-se para a frente novamente, [...]” (3º§)
  • D: “Se quiserem discutir o que digo, por gentileza, só o façam depois, não tenho tempo a perder e logo irei embora.” (4º§)

As lacunas das frases devem ser preenchidas, respectivamente e de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, por:
As pessoas __________ __________ que o conhecido imitador de gato iria ____ praça no sábado.
  • A: foi avisada ... sobre ... a
  • B: foram avisadas ... de ... à
  • C: foram avisada ... para ... à
  • D: foram avisadas ... em ... a
  • E: foi avisada ... com ... à

O imitador de gato



Há um imitador de gato naquela cidade. Pode-se pensar que é fácil imitar gatos, mas não é. Trata-se de uma arte. Em primeiro lugar é necessário ter um saco de farinha ou de estopa, desses em que se guardam cereais. O saco pode ser colocado embaixo do braço ou mesmo sobre o ombro. É importante saber: aquilo que à primeira vista parece simples e banal, porém requer alguma prática e habilidade.

O saco de farinha ou estopa deve ser manuseado sem problemas e serve para distrair a atenção do público, fazendo-o criar a ilusão de que em seu interior haja um gato. Além do saco, existe um dispositivo que se põe na boca, de preferência sobre a ponta da língua, para um desempenho perfeito. Com ele, será possível emitir sons e gemidos típicos dos gatos.

Então o imitador de gato dramatiza o que seria uma briga de gatos, fazendo de conta que encena formidáveis golpes contra um imaginário gato, que grita, esperneia, chia e mia dentro do saco de farinha ou estopa. Mas não há gato no saco. Todos os ruídos vêm da harmonia entre o gesto e o som.

As pessoas param admiradas com a cena. Mas ao perceberem que o gato é simplesmente a criação artística de um modesto habitante da cidade, põem-se a rir e se divertem, naquele minuto mágico de relaxamento e repouso.

O imitador de gato aproveita para vender a um bom preço o pequeno dispositivo que permite a emissão dos ruídos. É disso que ele vive. Parece um negócio sério e honrado. O gato não existe. Existe apenas o direito de sobreviver e de alegrar a cidade.

(Lourenço Diaféria. O imitador de gato e outras crônicas.

Para gostar de ler. Vol. 30. São Paulo: Ática, 2001. Adaptado)

O termo destacado atribui uma característica à palavra anterior em:
  • A: Trata-se de uma arte. (primeiro parágrafo)
  • B: ... existe um dispositivo que se põe na boca... (segundo parágrafo)
  • C: ... o imitador de gato dramatiza o que seria uma briga... (terceiro parágrafo)
  • D: … o gato é simplesmente a criação artística... (quarto parágrafo)
  • E: Existe apenas o direito de sobreviver... (quinto parágrafo)

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