Questões de Português para Concursos

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Tendo em vistas as regras de acentuação gráfica da Língua Portuguesa, assinale a alternativa que apresenta uma explicação INCORRETA para o uso do acento na palavra em destaque.
  • A: “(...) os indivíduos passaram a adquirir com o passar do tempo.” – o termo destacado é acentuado por apresentar o “i” tônico em hiato.
  • B: “É incrível e, ao mesmo tempo, muito preocupante.” – o termo em destaque recebe o acento por corresponder a uma paroxítona terminada em “L”.
  • C: "Será que têm bagagem suficiente para criticar?” – “será” recebe acento por se tratar de uma oxítona terminada em “a”.
  • D: “Será que têm bagagem suficiente para criticar?” – o verbo “ter”, nesse contexto, recebe acento para que haja concordância com seu sujeito.

Em “O mesmo “poder” que a tecnologia nos dá para disseminar informações também nos proporciona a possibilidade de investigá-las, contestá-las, analisálas.”, a oração em destaque tem valor de

  • A: causa.
  • B: finalidade.
  • C: proporção.
  • D: consequência.

Assinale a alternativa cujo uso do acento indicativo de crase seja facultativo.
  • A: “(...) ligada à velocidade, à digitalização e, consequentemente, à exposição em redes.”.
  • B: “(...) ligada à velocidade, à digitalização e, consequentemente, à exposição em redes.”.
  • C: “(...) o espírito crítico necessário unido à sua responsabilidade (...)”.
  • D: “(...) damos nosso aval àquela informação.”.

Em se tratando de processos de formação de palavras, com frequência, substantivos se formam a partir de verbos, com a introdução de sufixos. Isso acontece, por exemplo, com as palavras do texto: “comunicação”, que vem de comunicar e “comportamento”, que vem de comportar-se. No entanto, em relação ao substantivo “influência”, que vem do verbo “influenciar”, o processo é diferente.
Assinale a alternativa que apresenta um substantivo em destaque cuja formação seja semelhante à de “influência”.
  • A: “(...) é possível presenciar diversas mudanças, (...)”.
  • B: “São provocações, indagações, não afirmações.”.
  • C: “É incrível e, ao mesmo tempo, muito preocupante.”.
  • D: “(...) exige esforço de pensamento e queima de fosfato.”.



Sobre os textos I e II, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.

 

I. Em I, na sentença “Caí em fake news”, há uma elipse, devido à ocultação do sujeito.
II. Ainda em “Caí em fake News”, há também uma metonímia, por propor a comparação entre a situação de alguém que acredita e/ou divulga notícias falsas com a de pessoas que sofrem quedas físicas no sentido genuíno do termo.
III. No texto II, Danillo Saes deixa claro que, para ele, quem produz “fake news” é quem tem maior parcela de responsabilidade pelos efeitos negativos que tais notícias proporcionam, já que, se elas não existissem, não haveria, portanto, repasse de informações falsas.
IV. No texto II, o autor ressalta a importância de se analisar criticamente uma notícia antes de compartilhá-la, além de destacar que não devemos acreditar em tudo que lemos, sobretudo, em se tratando de notícias que causam comoção.

  • A: Apenas I e II.
  • B: Apenas III e IV.
  • C: Apenas II e III.
  • D: Apenas I e IV.



O texto II pode ser considerado pertencente ao gênero
  • A: notícia, por ter o objetivo principal de informar o leitor sobre o tema em questão.
  • B: editorial, uma vez que traz o posicionamento do jornal, no qual o texto foi publicado, acerca da temática “Fake News”.
  • C: artigo de opinião, pois o autor tem a finalidade de dissertar sobre as “Fake News”, expondo seu ponto de vista a respeito de tal tema.
  • D: crônica argumentativa, visto que trata de um assunto, atualmente, cotidiano e argumenta a respeito, trazendo a posição do autor sobre “fake News”.



Sobre o texto I, é correto afirmar que
  • A: se trata de um cartum em que o autor emprega linguagem verbal e não verbal e faz uso de expressões em sentido exclusivamente denotativo.
  • B: considerando os elementos verbais e não verbais do texto, é possível afirmar que o autor faz um jogo entre o sentido literal e o figurado da expressão “Caí em Fake News!”.
  • C: as frases “Quebrou a cara” e “Caí em Fake News” apresentam o mesmo sujeito oculto, que se encontra na primeira pessoa do singular.
  • D: os verbos “Quebrou” e “Caí” foram empregados no tempo pretérito imperfeito do modo indicativo.

Em “A conectividade 24/7 (24 horas por dia, 7 dias por semana) já existia antes dos smartphones, porém foi  intensificada com os novos aplicativos de troca de mensagens.”; “Seus sinais visuais e sonoros constantes interrompem fluxos de raciocínio e prolongam desnecessariamente o tempo de realização de atividades.”, as conjunções em destaque indicam, respectivamente, ideias de

  • A: concessão e conformidade.
  • B: adição e consequência.
  • C: contraste e justificativa.
  • D: oposição e adição.

Referente aos processos de formação de palavras, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.

 

( ) No excerto “(...) exposição a conteúdos inadequados; (...)”, os termos destacados formaram-se a partir do mesmo processo, ou seja, derivação sufixal.
 

( ) Em “O estudo, conduzido com 262 voluntários, comprova que há relação entre o vício em smartphone e a percepção de perda de produtividade.”, os substantivos destacados formaram-se por derivação regressiva, isto é, subtração da desinência “r” – e consequente troca da vogal – dos verbos equivalentes no infinitivo (“estudar” e “perder”).
 

( ) No excerto “(...) prolongam desnecessariamente o tempo de realização de atividades.”, o termo em destaque formou-se pelo acréscimo do prefixo “des” e do sufixo “mente” à base “necessária” – um caso de derivação parassintética.
 

( ) Em “(...) como bombeiros sem equipamentos, frustrados e impotentes, (...)”, o termo destacado formou-se por derivação prefixal, uma vez que houve a anexação do prefixo de negação “im” à base “pontente”.
  • A: V – V – F – F.
  • B: V – F – V – F.
  • C: F – V – F – V.
  • D: F – F – V – V.

Na Língua Portuguesa, a palavra “SE” pode pertencer a várias categorias gramaticais. Tal termo pode, por exemplo, funcionar como partícula apassivadora (ou pronome apassivador) quando, ligado a um verbo transitivo direto, torna a oração passiva.
Considerando as informações apresentadas e seu conhecimento sobre o assunto, assinale a alternativa em que “SE” está funcionando como partícula apassivadora.

  • A: “No trabalho, percebe-se facilmente o efeito negativo dos aparelhinhos sobre a produtividade.”.
  • B: “De símbolo de status, transformaram-se rapidamente em bem de consumo obrigatório (...)”.
  • C: “(...) e faz com que todos se sintam como bombeiros sem equipamentos, (...)”.
  • D: “Não se trata de combater, tal qual luditas, a tecnologia.”.

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