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O sinal de dois pontos (:) está sendo empregado como em “... rabos-de-asno: um emaranhado de ervas felpudas ‘que nascem pelos penedos do mar’ ” (L. 14-15) em:
  • A: Os navios mais usados nas expedições marítimas eram as naus: uma evolução das caravelas que chegaram a ter 600 toneladas.
  • B: Ao avistar o Monte Pascoal, Cabral não ficou surpreso: desde o século IX falava-se de ilhas desconhecidas no Atlântico.
  • C: A armada de Cabral era composta de diversos navios: o rei queria mostrar a riqueza da corte.
  • D: Pedro Álvares Cabral foi muito bem remunerado pela viagem: sabe-se que ele recebeu cerca de 10 mil cruzados.
  • E: Um ditado da época do descobrimento do Brasil dizia: “Se queres aprender a orar, faça-te ao mar”.

O trecho “Gente não vem com manual de instruções quando nasce. Nem para viver nem para morrer." está reescrito em uma única sentença, sem alteração do sentido, e pontuada de acordo com a norma-padrão, em:
  • A: Gente não vem com manual de instruções quando nasce; nem para viver; nem para morrer
  • B: Gente não vem com manual de instruções quando nasce: nem para viver — nem para morrer.
  • C: Gente não vem com manual de instruções quando nasce, nem para viver: nem para morrer.
  • D: Gente não vem com manual de instruções quando nasce — nem para viver — nem para morrer.
  • E: Gente não vem com manual de instruções quando nasce: nem para viver, nem para morrer.

O trecho que conta o final da história do analista de sistemas mencionado no texto está adequadamente pontuado em:
  • A: Quando percebeu que os resultados eram positivos, Fabiano Morais acabou criando um projeto próprio em torno do tema: o Moov, um serviço na web que permite compartilhar listas de tarefas.
  • B: Quando percebeu que os resultados eram positivos, Fabiano Morais, acabou criando um projeto próprio em torno do tema, o Moov, um serviço na web que permite compartilhar listas de tarefas.
  • C: Quando percebeu que os resultados eram positivos, Fabiano Morais acabou criando: um projeto próprio em torno do tema: o Moov, um serviço na web que permite compartilhar: listas de tarefas.
  • D: Quando percebeu que os resultados, eram positivos, Fabiano Morais acabou criando um projeto próprio em torno do tema – o Moov, um serviço na web que permite compartilhar listas de tarefas.
  • E: Quando percebeu que os resultados eram positivos Fabiano Morais acabou criando um projeto próprio em torno do tema; o Moov, um serviço na web que permite compartilhar listas de tarefas.

Considere a pontuação empregada no trecho transcrito do texto. (L.1-5) Antes do advento da internet, “bate-papo" significava conversa informal entre duas ou mais pessoas, em visitas e encontros de corpo e voz presentes. Um casal de mãos dadas na rua. Uma discussão animada de bar. Tal trecho está reescrito, sem alteração do sentido e de acordo com a norma-padrão, em:
  • A: Antes do advento da internet, “bate-papo" significava:conversa informal entre duas ou mais pessoas, em visitas e encontros de corpo e voz presentes. Isso podia se dar com um casal de mãos dadas na rua ou uma discussão animada de bar.
  • B: “Bate-papo" significava, antes do advento da internet, conversa informal entre duas ou mais pessoas, em visitas e encontros de corpo e voz presentes. Por exemplo: um casal de mãos dadas na rua ou uma discussão animada de bar.
  • C: “Bate-papo" significava conversa informal entre duas ou mais pessoas, em visitas e encontros de corpo e voz presentes: um casal de mãos dadas na rua e uma discussão animada de bar, antes do advento da internet.
  • D: “Bate-papo" significava conversa informal entre duas ou mais pessoas, em visitas e encontros de corpo e voz presentes, antes do advento da internet; um casal de mãos dadas na rua e uma discussão animada de bar.
  • E: “Bate-papo" significava conversa informal entre duas ou mais pessoas, antes do advento da internet, em visitas e encontros de corpo e voz presentes – um casal de mãos dadas na rua – uma discussão animada de bar.


No Texto I, a(s) vírgula(s) está(ão) empregada(s) para isolar o vocativo no seguinte trecho:
  • A: “O encontro, no velho aeroporto,” (L. 5)
  • B: “saúdam-se, abraçam-se, trocam cumprimentos” (L. 7-8)
  • C: “Repousam lembranças, por nós embaladas” (L. 11-12)
  • D: “‘Algo para beber, senhora?’” (L. 17)
  • E: “evocando os tempos heroicos da aviação, todas se lançarão de paraquedas” (L. 19-20)


O emprego das aspas em alguns trechos do Texto I desempenha principalmente a função de
  • A: indicar discurso de pessoa diferente do narrador.
  • B: iniciar apresentação de textos desconhecidos do leitor.
  • C: destacar elementos do enredo importantes para o leitor.
  • D: sugerir importância das falas do cotidiano para a narrativa.
  • E: demonstrar crítica do narrador ao conteúdo das frases.

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Todas as palavras abaixo apresentam 7 letras e 7 fonemas, EXCETO. 
  • A: Amostra.
  • B: Salário.
  • C: Pedidos.
  • D: Sistema.
  • E: Exemplo.

Em 6 anos, 21.240 armas de guardas privados foram para mãos de bandidos

Das 97.549 armas de fogo que foram registradas em nome de empresas de segurança e de  transportes de valores em São Paulo desde 2004, 21.240 (22%) foram furtadas ou roubadas. Ou seja, uma em cada cinco armas do arsenal das empresas de segurança foi parar nas mãos de bandidos. Os dados foram divulgados ontem pelo Instituto Sou da Paz, como parte da pesquisa Implementação do Estatuto do Desarmamento: do Papel para a Prática. As informações têm por base o Sistema de Segurança e Vigilância Privada (Sisvip) da Polícia Federal e a pesquisa traz um balanço de seis anos do Estatuto do Desarmamento. "O dado permite diferentes leituras. Uma delas é a de que o porte de armas não parece inibir a abordagem dos ladrões. Outra sugere que os seguranças podem estar sendo procurados porque diminuiu a quantidade de armas nas mãos dos civis", afirma o diretor do Sou da Paz, Denis Mizne. "Mas esses números também revelam que existem problemas no setor que devem ser investigados pela PF." Segundo os  pesquisadores, há brechas na fiscalização por parte da PF. Números da CPI do Tráfico de Armas já apontavam para a gravidade do problema. Conforme dados da Polícia Civil do Rio, das 10 mil armas apreendidas com criminosos entre 1998 e 2003 no Estado, 17% pertenciam a empresas de segurança privada. Clandestinidade. Existem hoje no Brasil 1,1 milhão de vigilantes - e 350 mil trabalham em empresas de segurança. Só em São Paulo, de acordo com o sindicato patronal (Sesvesp), há 128 mil vigilantes. "Podemos dizer ainda que, para cada funcionário de empresa regularizada, existem dois em empresas irregulares", afirma o empresário Vitor Saeta, diretor do Sesvesp. "As empresas que atuam com segurança externa costumam ser as mais visadas.
Em cada ação dos ladrões, podem ser roubadas até cinco armas de uma vez", diz. Em julho, uma viatura de escolta armada da empresa Pentágono, que Saeta dirige, foi abordada por um desses grupos. A quadrilha estava em dois carros e usava armas longas e fuzis. Os vigilantes acompanhavam um caminhão que transportava um insumo industrial na Grande São Paulo. A carga foi desviada e a viatura, com os vigilantes, abandonada em Pirituba, na zona norte de São Paulo. "As armas mais usadas pelos vigilantes são os revólveres calibre 38. Quando roubadas, são usadas em crimes comuns. Escoltas externas são as que usam armas longas, que  interessam ao crime organizado."

Disponível em: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100429/not_imp5 44488,0.php. Acesso em 28 1abr 2010.



Todas as palavras abaixo apresentam 4 letras e 4 fonemas, EXCETO .
  • A: para.
  • B: fogo.
  • C: cada.
  • D: hoje.
  • E: zona.


O perfil do empreendedor negro no Brasil

 Juventude negra está seguindo uma mudança cultural que vê forma de protagonizar uma transformação de alto impacto social e econômico

 A prática empreendedora vem crescendo no Brasil, sobretudo quando diz respeito à população negra. Atualmente a maioria dos empreendedores são mulheres que abriram seus negócios por oportunidade, contrariando a crença geral de que as pessoas das camadas com menor poder aquisitivo procuram abrir seus negócios mais por necessidade ou devido ao desemprego.
Praticamente metade dos empreendedores têm menos de 40 anos e, em relação aos jovens, 75% deles estão empreendendo pela primeira vez e a maioria com ensino superior completo/incompleto.
 Há uma sinalização de que a juventude negra está seguindo uma mudança cultural que ocorre de forma gradativa. Eles estão percebendo que o empreendedorismo pode ser uma forma de protagonizar uma transformação de alto impacto social e econômico.
 A maioria dos negócios está na categoria MEI (Micro Empreendedor Individual), nos setores de comércio, serviço, moda/vestuário, estética e alimentação. Esses dados foram obtidos na Pesquisa Nacional Negro Empreendedor realizada pelo Baobá – Fundo de Igualdade Racial em parceira com o Instituto Feira Preta, em 2015.
Segundo a pesquisa, historicamente, o ato de empreender sempre esteve presente no cotidiano de negros brasileiros. Muito antes da formação do conceito de afroempreendedorismo, o negro empreendia como forma de sobrevivência, por necessidade.
 Hoje, o empreendedor negro ultrapassou as fronteiras da subsistência e tem buscado aprimorar as suas habilidades e competências no que diz respeito à sua atitude empreendedora. Cada vez mais, apostando na criação, abertura e gerenciamento de seus próprios negócios.
 Mesmo com a mudança do perfil empreendedor, o empreendedor negro ainda enfrenta muitas dificuldades, como também sinaliza a pesquisa. Segundo o documento “são públicos os fatores que dificultam o crescimento e fortalecimento do empreendedorismo negro, em larga escala, no país e um dos principais entraves se deve ao racismo institucionalizado brasileiro”.
 “Além deste, outras razões podem estar relacionadas às dificuldades vivenciadas pelos negros no momento de empreender. O economista Marcelo Paixão, em publicação eletrônica de 2013 – Os empreendedores afro-brasileiros: um estudo exploratório a partir da MPE -, salienta que existem razões de ordem geral; que seriam a falta de planejamento e de capacitação administrativa/ gerencial, a informalidade, a aposta em negócios de pouco retorno, condições ocupacionais anteriores frágeis dentre outras”.
 Em 2013, o Instituto Data Popular divulgou pesquisa apontando que os consumidores negros, boa parte localizados na chamada classe C, movimentaram cerca de R$713 bilhões ao ano. Mas o estudo também observou que existe demanda crescente e oferta insuficiente de produtos e serviços para atender o perfil de um novo consumidor negro.
 Um exemplo de sucesso de empreendedorismo negro é a Feira Preta. Inicialmente realizada na Praça Benedito Calixto e reunindo cerca de 40 empreendedores, a Feira Preta hoje se transformou no maior evento de cultura negra da América Latina.
 Em treze edições, foram mais de 120 mil visitantes, que puderam acompanhar aproximadamente 500 artistas e 600 expositores com diferentes linguagens, expressões e produtos.

 Texto adaptado. Fonte: http://www.cartacapital.com.br/sociedade/o-perfil-do-empreendedor-negro-no-brasil





Assinale a alternativa correta referente aos encontros das letras e dos sons que ocorrem na língua portuguesa. 


  • A: Na palavra “pesquisa” há, respectivamente, um encontro consonantal e um ditongo.
  • B: Em “crescente” há, respectivamente, três encontros consonantais: “cr”, “sc” e “nt”.
  • C: Há dígrafo na palavra “negro”.
  • D: Há dígrafo na palavra “empreender”
  • E: Há dígrafo na palavra “igualdade”.

Assinale a alternativa correta referente aos encontros das letras e dos sons que ocorrem na língua portuguesa.
  • A: Na palavra “pesquisa” há, respectivamente, um encontro consonantal e um ditongo.
  • B: Em “crescente” há, respectivamente, três encontros consonantais: “cr”, “sc” e “nt”.
  • C: Há dígrafo na palavra “negro”.
  • D: Há dígrafo na palavra “empreender”.
  • E: Há dígrafo na palavra “igualdade”.

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