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Os buracos negros e a relatividade do tempo

Em um dos grandes relatos de viagens fantásticas, o escritor norte americano Edgar Allan Poe conta a história de uma expedição marítima na costa norueguesa que se depara com um redemoinho gigante, conhecido como Maelstrom. Passado o terror inicial, o narrador proclama: “Pouco depois, fiquei possuído da mais aguçada curiosidade pelo próprio turbilhão. Sentia positivamente um desejo de explorar suas profundezas, mesmo ao preço do sacrifício que ia fazer; e meu principal pesar era que jamais poderia contar a meus amigos, na praia, os mistérios que iria conhecer”.

Se Poe tivesse escrito seu conto 150 anos depois (o original foi publicado em 1841), talvez substituísse a exploração das entranhas do vórtice pela exploração das entranhas do buraco negro. Fica difícil imaginar uma viagem fictícia mais fascinante do que a uma região em que nossas noções de espaço e tempo deixam de fazer sentido, de onde nada, nem a luz escapa, um verdadeiro Maelstrom cósmico. Os buracos negros e suas ligações com objetos exóticos, conhecidos como “buracos de minhoca” - possíveis pontes de um ponto a outro no espaço e no tempo -, desafiam até a imaginação dos físicos. (...)
Fonte: GLEISER, Marcelo. Micro macro: reflexões sobre o homem, o tempo e o espaço. São Paulo: Publifolha, 2005. p. 20.

Quanto à concordância nominal com o Pronome de Tratamento, a alternativa INCORRETA é:
  • A: Sua Excelência declarou encerrada a entrevista.
  • B: Vossa Excelência autoriza o início da sessão?
  • C: Vossa Senhoria apresentará vosso assessor direto em instantes
  • D: Vossa Senhoria está inconformada com o parecer.

Os buracos negros e a relatividade do tempo

Em um dos grandes relatos de viagens fantásticas, o escritor norte americano Edgar Allan Poe conta a história de uma expedição marítima na costa norueguesa que se depara com um redemoinho gigante, conhecido como Maelstrom. Passado o terror inicial, o narrador proclama: “Pouco depois, fiquei possuído da mais aguçada curiosidade pelo próprio turbilhão. Sentia positivamente um desejo de explorar suas profundezas, mesmo ao preço do sacrifício que ia fazer; e meu principal pesar era que jamais poderia contar a meus amigos, na praia, os mistérios que iria conhecer”.

Se Poe tivesse escrito seu conto 150 anos depois (o original foi publicado em 1841), talvez substituísse a exploração das entranhas do vórtice pela exploração das entranhas do buraco negro. Fica difícil imaginar uma viagem fictícia mais fascinante do que a uma região em que nossas noções de espaço e tempo deixam de fazer sentido, de onde nada, nem a luz escapa, um verdadeiro Maelstrom cósmico. Os buracos negros e suas ligações com objetos exóticos, conhecidos como “buracos de minhoca” - possíveis pontes de um ponto a outro no espaço e no tempo -, desafiam até a imaginação dos físicos. (...)
Fonte: GLEISER, Marcelo. Micro macro: reflexões sobre o homem, o tempo e o espaço. São Paulo: Publifolha, 2005. p. 20.

O uso do “porque” está INCORRETO em:
  • A: Fique atenta, porque não vou repetir novamente!
  • B: Não responda seu pai, porque ele está com a razão.
  • C: Porque não estava satisfeito com o filho, suspendeu a mesada.
  • D: Porque você não viajou?

Os buracos negros e a relatividade do tempo

Em um dos grandes relatos de viagens fantásticas, o escritor norte americano Edgar Allan Poe conta a história de uma expedição marítima na costa norueguesa que se depara com um redemoinho gigante, conhecido como Maelstrom. Passado o terror inicial, o narrador proclama: “Pouco depois, fiquei possuído da mais aguçada curiosidade pelo próprio turbilhão. Sentia positivamente um desejo de explorar suas profundezas, mesmo ao preço do sacrifício que ia fazer; e meu principal pesar era que jamais poderia contar a meus amigos, na praia, os mistérios que iria conhecer”.

Se Poe tivesse escrito seu conto 150 anos depois (o original foi publicado em 1841), talvez substituísse a exploração das entranhas do vórtice pela exploração das entranhas do buraco negro. Fica difícil imaginar uma viagem fictícia mais fascinante do que a uma região em que nossas noções de espaço e tempo deixam de fazer sentido, de onde nada, nem a luz escapa, um verdadeiro Maelstrom cósmico. Os buracos negros e suas ligações com objetos exóticos, conhecidos como “buracos de minhoca” - possíveis pontes de um ponto a outro no espaço e no tempo -, desafiam até a imaginação dos físicos. (...)
Fonte: GLEISER, Marcelo. Micro macro: reflexões sobre o homem, o tempo e o espaço. São Paulo: Publifolha, 2005. p. 20.

Sobre o texto, é CORRETO afirmar:
  • A: Desde o passado, já existem sólidas teorias que explicam esse movimento giratório.
  • B: O autor demonstra certa incompreensão sobre o fenômeno.
  • C: O redemoinho Maelstrom já causou prejuízos a muitas embarcações.
  • D: Poe relata sobre uma viagem da qual participou.

Os buracos negros e a relatividade do tempo

Em um dos grandes relatos de viagens fantásticas, o escritor norte americano Edgar Allan Poe conta a história de uma expedição marítima na costa norueguesa que se depara com um redemoinho gigante, conhecido como Maelstrom. Passado o terror inicial, o narrador proclama: “Pouco depois, fiquei possuído da mais aguçada curiosidade pelo próprio turbilhão. Sentia positivamente um desejo de explorar suas profundezas, mesmo ao preço do sacrifício que ia fazer; e meu principal pesar era que jamais poderia contar a meus amigos, na praia, os mistérios que iria conhecer”.

Se Poe tivesse escrito seu conto 150 anos depois (o original foi publicado em 1841), talvez substituísse a exploração das entranhas do vórtice pela exploração das entranhas do buraco negro. Fica difícil imaginar uma viagem fictícia mais fascinante do que a uma região em que nossas noções de espaço e tempo deixam de fazer sentido, de onde nada, nem a luz escapa, um verdadeiro Maelstrom cósmico. Os buracos negros e suas ligações com objetos exóticos, conhecidos como “buracos de minhoca” - possíveis pontes de um ponto a outro no espaço e no tempo -, desafiam até a imaginação dos físicos. (...)
Fonte: GLEISER, Marcelo. Micro macro: reflexões sobre o homem, o tempo e o espaço. São Paulo: Publifolha, 2005. p. 20.

O recurso semântico utilizado pelo autor para explicar o termo “buraco negro” foi:
  • A: Antonímia
  • B: Homonímia.
  • C: Paronímia.
  • D: Sinonímia.

Observe as sentenças e assinale a alternativa correta em relação à ortografia oficial da língua portuguesa.

I.- Aonde, ali? Uê, gente: penduraram isso aí...
II. - hoje o leiteiro não veio.
III. - Vai para uns quinze anos. Isto é, não posso agarantir com certeza: um pouco mais, um pouco menos.

Estão corretas as afirmativas:
  • A: Apenas I está correta.
  • B: Apenas II está correta.
  • C: Apenas III está correta.
  • D: As sentenças II e III estão corretas.

- Eu gostaria de saber quem é que vai ganhar a eleição aqui.
- Eu também gostaria. Uns falam que é um, outros falam que outro. Nessa mexida...
- E o Prefeito?
- Que é que tem o Prefeito?
- Que tal o Prefeito daqui?
- O Prefeito? É tal e qual eles falam dele.
- Que é que falam dele?
- Dele? Uai, esse trem todo que falam de tudo quanto é Prefeito.

Leia o fragmento “- O Prefeito? É tal e qual falam dele”. Assinale a alternativa que manteve o sentido do fragmento apresentado.
  • A: - O Prefeito? É tal e qual é falado por nós.
  • B: - O Prefeito? É tal e qual falamos dele.
  • C: - O Prefeito? É tal e qual se fala dele
  • D: - O Prefeito? É tal e qual eu falo dele.

Em relação à acentuação, analise as palavras advindas do texto e assinale a alternativa que as classifica corretamente: café – você – ninguém.
  • A: oxítonas e monossílabas.
  • B: oxítonas e dissílabas.
  • C: paroxítonas e dissílabas.
  • D: paroxítonas e monossílabas.

Analise a teoria sobre o sinal de pontuação e assinale a alternativa que o possua.

“Denotam interrupções ou incompletude do pensamento (ou porque se quer deixar em suspenso, ou porque os fatos se dão com breve espaço de tempo intervalar, ou porque o nosso interlocutor nos toma a palavra), hesitação em enunciá-lo” (Bechara, 2019, p. 589)
  • A: Ponto final em “- Você, certamente, já tem candidato.”
  • B: Ponto de interrogação em “- Quem, eu? Estou esperando as plataformas.”
  • C: Vírgula em “- Mas tem ali o retrato de um candidato dependurado na parede, que história é essa?”
  • D: Reticências em “- Aonde, ali? Uê, gente: penduraram isso aí...”

Observe a passagem e veja o uso da palavra ‘tal’. Assinale a alternativa que a justifica.
- Eu gostaria de saber quem é que vai ganhar a eleição aqui.
- Eu também gostaria. Uns falam que é um, outros falam que outro. Nessa mexida...
- E o Prefeito?
- Que é que tem o Prefeito?
- Que tal o Prefeito daqui?
- O Prefeito? É tal e qual eles falam dele.
- Que é que falam dele?
- Dele? Uai, esse trem todo que falam de tudo quanto é Prefeito.

I. “que tal” se refere a um advérbio. Indica que houve quem pediu uma opinião sobre algo.
II. “tal e qual” é uma locução conjuntiva comparativa equivalente a ‘como’, ‘igual a’, ‘semelhante a’.
III. “que tal” é um adjetivo utilizado para generalizar a informação trazida pelo verbo.

Estão corretas as afirmativas:
  • A: I apenas.
  • B: II apenas.
  • C: III apenas.
  • D: I e II apenas.

Analise as palavras no fragmento a seguir: “dizem” e “parece”.
- Já dava para saber como vai indo a situação, não acha?
- Ah, o senhor fala da situação? Dizem que vai bem.
- Para que Partido? - Para todos os Partidos, parece.

Elas se referem a:
  • A: certeza
  • B: ressentimento
  • C: austeridade
  • D: não comprometimento.

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