Questões de Português para Concursos

Filtrar por:

limpar filtros

Foram encontradas 25035 questões.
A Amazônia vive uma situação de distorção e desequilíbrio em relação ao restante do Brasil. Por meio de suas usinas hidrelétricas, a região gera a importante fatia de 26% da energia elétrica consumida em todo o território nacional, mas, na Amazônia Legal, há 1 milhão de pessoas que não podem contar com luz — o fornecimento de energia ocorre em apenas algumas horas do dia, por meio de geradores. Outros 3 milhões de habitantes da região estão fora do Sistema Interligado Nacional (SIN), que coordena e controla a produção e transmissão de energia elétrica e conecta usinas e consumidores. O fornecimento de energia a essa população é feito por usinas termelétricas a óleo diesel.

Amanda Schutze, coordenadora de avaliação de política pública da Climate Policy Initiative, organização focada em políticas ambientais e mudança climática, considera o SIN “magnífico” porque garante luz para o consumidor final ao gerenciar o transporte de eletricidade de um ponto com condições de ceder energia a outro que, por exemplo, enfrente problemas de racionamento em decorrência de períodos de seca.

Ao mesmo tempo, o sistema apresenta, na Amazônia Legal, uma grave distorção, visto que populações que vivem próximo de usinas hidrelétricas da região “não estão usufruindo dessa geração de energia, mas pessoas, como nós, no Sudeste, sim. Esta é uma caracterização de dois diferentes Brasis”, afirma a coordenadora.

O Projeto de Lei n.º 4.248/2020 estabelece o prazo de até o ano de 2025 para a universalização da energia elétrica nas regiões remotas da Amazônia. O texto do projeto, que está na Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e Amazônia, recebeu parecer favorável do relator da comissão. Ainda não foi feita a votação.
Internet: (com adaptações)

Estariam preservadas a correção gramatical e a coerência das ideias do texto, caso se substituísse
  • A: “que” (terceiro período do primeiro parágrafo) por de onde.
  • B: “visto que” (primeiro período do terceiro parágrafo) por por que.
  • C: "a óleo diesel” (último período do primeiro parágrafo) por movidas à diesel.
  • D: “distorção” (primeiro período do terceiro parágrafo) por contradição.

A Amazônia vive uma situação de distorção e desequilíbrio em relação ao restante do Brasil. Por meio de suas usinas hidrelétricas, a região gera a importante fatia de 26% da energia elétrica consumida em todo o território nacional, mas, na Amazônia Legal, há 1 milhão de pessoas que não podem contar com luz — o fornecimento de energia ocorre em apenas algumas horas do dia, por meio de geradores. Outros 3 milhões de habitantes da região estão fora do Sistema Interligado Nacional (SIN), que coordena e controla a produção e transmissão de energia elétrica e conecta usinas e consumidores. O fornecimento de energia a essa população é feito por usinas termelétricas a óleo diesel.

Amanda Schutze, coordenadora de avaliação de política pública da Climate Policy Initiative, organização focada em políticas ambientais e mudança climática, considera o SIN “magnífico” porque garante luz para o consumidor final ao gerenciar o transporte de eletricidade de um ponto com condições de ceder energia a outro que, por exemplo, enfrente problemas de racionamento em decorrência de períodos de seca.

Ao mesmo tempo, o sistema apresenta, na Amazônia Legal, uma grave distorção, visto que populações que vivem próximo de usinas hidrelétricas da região “não estão usufruindo dessa geração de energia, mas pessoas, como nós, no Sudeste, sim. Esta é uma caracterização de dois diferentes Brasis”, afirma a coordenadora.

O Projeto de Lei n.º 4.248/2020 estabelece o prazo de até o ano de 2025 para a universalização da energia elétrica nas regiões remotas da Amazônia. O texto do projeto, que está na Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e Amazônia, recebeu parecer favorável do relator da comissão. Ainda não foi feita a votação.
Internet: (com adaptações)

Assinale a opção correta, referente ao texto
  • A: O texto consiste na narração de um conjunto de situações cotidianas que comprovam o desequilíbrio social histórico existente entre as regiões brasileiras.
  • B: No texto, caracterizado como crônica literária, percebe-se uma crítica ao modelo de distribuição de energia elétrica no Brasil.
  • C: O texto é predominantemente descritivo, o que se comprova pelos dados numéricos relativos à geração de energia elétrica e ao número de habitantes na Amazônia Legal.
  • D: No texto, que se caracteriza como dissertativo, é mencionada a importância do SIN para a garantia de energia elétrica ao consumidor final.

A Amazônia vive uma situação de distorção e desequilíbrio em relação ao restante do Brasil. Por meio de suas usinas hidrelétricas, a região gera a importante fatia de 26% da energia elétrica consumida em todo o território nacional, mas, na Amazônia Legal, há 1 milhão de pessoas que não podem contar com luz — o fornecimento de energia ocorre em apenas algumas horas do dia, por meio de geradores. Outros 3 milhões de habitantes da região estão fora do Sistema Interligado Nacional (SIN), que coordena e controla a produção e transmissão de energia elétrica e conecta usinas e consumidores. O fornecimento de energia a essa população é feito por usinas termelétricas a óleo diesel.

Amanda Schutze, coordenadora de avaliação de política pública da Climate Policy Initiative, organização focada em políticas ambientais e mudança climática, considera o SIN “magnífico” porque garante luz para o consumidor final ao gerenciar o transporte de eletricidade de um ponto com condições de ceder energia a outro que, por exemplo, enfrente problemas de racionamento em decorrência de períodos de seca.

Ao mesmo tempo, o sistema apresenta, na Amazônia Legal, uma grave distorção, visto que populações que vivem próximo de usinas hidrelétricas da região “não estão usufruindo dessa geração de energia, mas pessoas, como nós, no Sudeste, sim. Esta é uma caracterização de dois diferentes Brasis”, afirma a coordenadora.

O Projeto de Lei n.º 4.248/2020 estabelece o prazo de até o ano de 2025 para a universalização da energia elétrica nas regiões remotas da Amazônia. O texto do projeto, que está na Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e Amazônia, recebeu parecer favorável do relator da comissão. Ainda não foi feita a votação.
Internet: (com adaptações)

Assinale a opção correta, com base nas ideias do texto
  • A: A coordenadora de avaliação de política pública da Climate Policy Initiative, Amanda Schutze, reside na Amazônia.
  • B: Milhares de pessoas na Amazônia Legal não têm acesso à energia elétrica.
  • C: O SIN é um importante organismo de política ambiental vinculado à Climate Policy Initiative.
  • D: É responsabilidade do SIN garantir o fornecimento de energia termoelétrica a óleo diesel a parte da população amazônica.

A Amazônia vive uma situação de distorção e desequilíbrio em relação ao restante do Brasil. Por meio de suas usinas hidrelétricas, a região gera a importante fatia de 26% da energia elétrica consumida em todo o território nacional, mas, na Amazônia Legal, há 1 milhão de pessoas que não podem contar com luz — o fornecimento de energia ocorre em apenas algumas horas do dia, por meio de geradores. Outros 3 milhões de habitantes da região estão fora do Sistema Interligado Nacional (SIN), que coordena e controla a produção e transmissão de energia elétrica e conecta usinas e consumidores. O fornecimento de energia a essa população é feito por usinas termelétricas a óleo diesel.

Amanda Schutze, coordenadora de avaliação de política pública da Climate Policy Initiative, organização focada em políticas ambientais e mudança climática, considera o SIN “magnífico” porque garante luz para o consumidor final ao gerenciar o transporte de eletricidade de um ponto com condições de ceder energia a outro que, por exemplo, enfrente problemas de racionamento em decorrência de períodos de seca.

Ao mesmo tempo, o sistema apresenta, na Amazônia Legal, uma grave distorção, visto que populações que vivem próximo de usinas hidrelétricas da região “não estão usufruindo dessa geração de energia, mas pessoas, como nós, no Sudeste, sim. Esta é uma caracterização de dois diferentes Brasis”, afirma a coordenadora.

O Projeto de Lei n.º 4.248/2020 estabelece o prazo de até o ano de 2025 para a universalização da energia elétrica nas regiões remotas da Amazônia. O texto do projeto, que está na Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e Amazônia, recebeu parecer favorável do relator da comissão. Ainda não foi feita a votação.
Internet: (com adaptações)

A expressão “Ao mesmo tempo”, que inicia o terceiro parágrafo do texto, transmite ideia de
  • A: contradição.
  • B: simultaneidade.
  • C: proximidade.
  • D: variabilidade.

A decisão de atuar em mercados externos é uma escolha estratégica que implica competitividade, condição que exige o melhor potencial das áreas funcionais da empresa, sendo, portanto, fundamental um gerenciamento seguro de todas elas, assim como o investimento em tecnologia, seja para competir no mercado externo, com produtos atualizados tecnologicamente e, no mínimo, compatíveis com a oferta de concorrentes internacionais, seja para modernizar seus processos de produção com o objetivo de aumentar a produtividade e competitividade.

No comércio internacional, as modalidades de pagamento e a logística são mais complexas que no comércio interno, o que implica aumento do prazo do ciclo de produção, venda e recebimento do pagamento, e demanda maior capital de giro da empresa exportadora para a manutenção desse ciclo.

Ao pensar em exportação, qualquer empreendedor deve considerar a operação completa — compra da matéria-prima, produção, saída do produto da fábrica, chegada ao consumidor ou usuário final no país de destino — e, ao mesmo tempo, manter ou adequar os serviços que oferece aos clientes no Brasil, mesmo que parte desse trabalho seja terceirizada. Para muitos produtos, não basta encontrar um importador-distribuidor, é necessário definir quem prestará a assistência técnica, a reposição de peças, os serviços pós-venda etc. e como eles serão prestados. Conhecer a legislação e a burocracia do mercado-alvo é também essencial às operações de comércio internacional. A empresa interessada em acessar mercados externos deve ter pessoal próprio capacitado ou contratar assessoria para auxiliá-la na elaboração e na execução de seu projeto de comércio exterior.
Internet: www.sebrae.com.br (com adaptações).

Considerando as relações coesivas do texto, assinale a opção correta.
  • A: No primeiro parágrafo, a forma pronominal “elas” se refere aos termos “decisão” e “escolha”.
  • B: No primeiro parágrafo, a forma pronominal “seus” se refere ao termo “concorrentes internacionais”.
  • C: No último período do texto, a forma pronominal “seu” se refere ao termo “empresa”.
  • D: No segundo período do último parágrafo, a forma pronominal “eles” se refere ao termo “muitos produtos”.

A decisão de atuar em mercados externos é uma escolha estratégica que implica competitividade, condição que exige o melhor potencial das áreas funcionais da empresa, sendo, portanto, fundamental um gerenciamento seguro de todas elas, assim como o investimento em tecnologia, seja para competir no mercado externo, com produtos atualizados tecnologicamente e, no mínimo, compatíveis com a oferta de concorrentes internacionais, seja para modernizar seus processos de produção com o objetivo de aumentar a produtividade e competitividade.

No comércio internacional, as modalidades de pagamento e a logística são mais complexas que no comércio interno, o que implica aumento do prazo do ciclo de produção, venda e recebimento do pagamento, e demanda maior capital de giro da empresa exportadora para a manutenção desse ciclo.

Ao pensar em exportação, qualquer empreendedor deve considerar a operação completa — compra da matéria-prima, produção, saída do produto da fábrica, chegada ao consumidor ou usuário final no país de destino — e, ao mesmo tempo, manter ou adequar os serviços que oferece aos clientes no Brasil, mesmo que parte desse trabalho seja terceirizada. Para muitos produtos, não basta encontrar um importador-distribuidor, é necessário definir quem prestará a assistência técnica, a reposição de peças, os serviços pós-venda etc. e como eles serão prestados. Conhecer a legislação e a burocracia do mercado-alvo é também essencial às operações de comércio internacional. A empresa interessada em acessar mercados externos deve ter pessoal próprio capacitado ou contratar assessoria para auxiliá-la na elaboração e na execução de seu projeto de comércio exterior.
Internet: www.sebrae.com.br (com adaptações).

Cada uma das próximas opções apresenta uma proposta de reescrita para o seguinte período do texto: “Conhecer a legislação e a burocracia do mercado-alvo é também essencial às operações de comércio internacional.” (terceiro parágrafo).

Assinale a opção em que a proposta de reescrita apresentada preserva a correção gramatical e a coerência do texto.
  • A: O conhecimento da legislação do mercado-alvo e de sua burocracia são essenciais também para as operações de comércio internacional.
  • B: Assim como conhecer a legislação e a burocracia do mercado-alvo, é também essencial às operações de comércio internacional.
  • C: Tanto o conhecimento da legislação quanto a burocracia do mercado-alvo é igualmente essencial para operações de comércio internacional.
  • D: O conhecimento da legislação do mercado-alvo e o de sua burocracia também são essenciais para as operações de comércio internacional.

A decisão de atuar em mercados externos é uma escolha estratégica que implica competitividade, condição que exige o melhor potencial das áreas funcionais da empresa, sendo, portanto, fundamental um gerenciamento seguro de todas elas, assim como o investimento em tecnologia, seja para competir no mercado externo, com produtos atualizados tecnologicamente e, no mínimo, compatíveis com a oferta de concorrentes internacionais, seja para modernizar seus processos de produção com o objetivo de aumentar a produtividade e competitividade.

No comércio internacional, as modalidades de pagamento e a logística são mais complexas que no comércio interno, o que implica aumento do prazo do ciclo de produção, venda e recebimento do pagamento, e demanda maior capital de giro da empresa exportadora para a manutenção desse ciclo.

Ao pensar em exportação, qualquer empreendedor deve considerar a operação completa — compra da matéria-prima, produção, saída do produto da fábrica, chegada ao consumidor ou usuário final no país de destino — e, ao mesmo tempo, manter ou adequar os serviços que oferece aos clientes no Brasil, mesmo que parte desse trabalho seja terceirizada. Para muitos produtos, não basta encontrar um importador-distribuidor, é necessário definir quem prestará a assistência técnica, a reposição de peças, os serviços pós-venda etc. e como eles serão prestados. Conhecer a legislação e a burocracia do mercado-alvo é também essencial às operações de comércio internacional. A empresa interessada em acessar mercados externos deve ter pessoal próprio capacitado ou contratar assessoria para auxiliá-la na elaboração e na execução de seu projeto de comércio exterior.
Internet: www.sebrae.com.br (com adaptações).

A respeito de aspectos linguísticos do texto, assinale a opção correta
  • A: O vocábulo “sendo” (primeiro parágrafo) introduz oração coordenada de sentido explicativo.
  • B: Estaria preservada a correção gramatical do texto caso se suprimisse a vírgula empregada após “exportação” (primeiro período do terceiro parágrafo).
  • C: A forma verbal “basta” (segundo período do terceiro parágrafo) está flexionada na terceira pessoa do singular porque seu sujeito é indeterminado
  • D: Estaria mantida a coerência das ideias do texto caso se substituísse o conector “mesmo que” (primeiro período do terceiro parágrafo) por ainda que.

A decisão de atuar em mercados externos é uma escolha estratégica que implica competitividade, condição que exige o melhor potencial das áreas funcionais da empresa, sendo, portanto, fundamental um gerenciamento seguro de todas elas, assim como o investimento em tecnologia, seja para competir no mercado externo, com produtos atualizados tecnologicamente e, no mínimo, compatíveis com a oferta de concorrentes internacionais, seja para modernizar seus processos de produção com o objetivo de aumentar a produtividade e competitividade.

No comércio internacional, as modalidades de pagamento e a logística são mais complexas que no comércio interno, o que implica aumento do prazo do ciclo de produção, venda e recebimento do pagamento, e demanda maior capital de giro da empresa exportadora para a manutenção desse ciclo.

Ao pensar em exportação, qualquer empreendedor deve considerar a operação completa — compra da matéria-prima, produção, saída do produto da fábrica, chegada ao consumidor ou usuário final no país de destino — e, ao mesmo tempo, manter ou adequar os serviços que oferece aos clientes no Brasil, mesmo que parte desse trabalho seja terceirizada. Para muitos produtos, não basta encontrar um importador-distribuidor, é necessário definir quem prestará a assistência técnica, a reposição de peças, os serviços pós-venda etc. e como eles serão prestados. Conhecer a legislação e a burocracia do mercado-alvo é também essencial às operações de comércio internacional. A empresa interessada em acessar mercados externos deve ter pessoal próprio capacitado ou contratar assessoria para auxiliá-la na elaboração e na execução de seu projeto de comércio exterior.
Internet: www.sebrae.com.br (com adaptações).

Entende-se da leitura do texto que
  • A: o gerenciamento seguro de todas as áreas funcionais da organização e o investimento em tecnologia são fundamentais para a competitividade de uma empresa em mercados externos.
  • B: a terceirização do trabalho de exportação requer que o empreendedor conheça a legislação internacional e se adapte à burocracia do mercado-alvo.
  • C: a decisão de atuar em mercados externos é uma estratégia empresarial de modernização dos processos de produção, que só ocorrerá com o investimento em tecnologia.
  • D: empresas que não dispõem de grande capital de giro dificilmente conseguirão se manter competitivas no mercado, dada a complexidade do ciclo de produção

“A mudança começa por entendermos que tudo está ligado”.

Essa oração pode ser transformada em frase nominal, substituindo o verbo pelo substantivo correspondente e fazendose as adaptações necessárias:

“A mudança começa pelo entendimento de que tudo está interligado”.

Fazendo o mesmo nas frases a seguir, assinale a forma inadequada.
  • A: É como trocar o carro pela bicicleta / é como a troca do carro pela bicicleta.
  • B: Colaboramos para melhorar a qualidade do ar / colaboramos para a melhoria da qualidade do ar.
  • C: Os produtos vegetais são úteis para preservar a natureza / os produtos vegetais são úteis para a preservação da natureza.
  • D: Preferimos sentir o vento no rosto / Preferimos a sensação do vento no rosto.
  • E: Fizemos os fertilizantes proverem o agronegócio / fizemos os fertilizantes darem proveniência ao agronegócio.

Assinale a frase publicitária que apresenta o valor social corretamente identificado.
  • A: Tenha um Jeep e elas olharão para você! / vaidade.
  • B: More em Tiradentes: sempre silencioso! / segurança.
  • C: Use Oral-B e tenha um sorriso brilhante! / saúde.
  • D: Faça suas compras em sua cidade! / economia.
  • E: Compre impressoras IBM: mais com menos tinta! / beleza.

Exibindo de 6881 até 6890 de 25035 questões.
Atuo no ensino da Língua Portuguesa para concurso público desde 2000.
® Professor Décio Terror - Todos os direitos reservados