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Numa entrevista com a pesquisadora Moira Weigel, ocorre o seguinte diálogo:
__ Qual a definição de politicamente correto?
__ Para mim, politicamente correto é um sinônimo de educação. Essa é minha definição. Para outras pessoas, críticas do conceito, politicamente correto quer dizer algo ruim, uma espécie de censura que impede que as pessoas falem livremente sobre todos os assuntos”.
A frase abaixo em que a afirmação feita está de acordo com a definição dada pela entrevistada é:






  • A: “o politicamente correto veio colocar racismo onde não havia”;
  • B: “o politicamente correto pretende melhorar o convívio”;
  • C: “o politicamente correto acaba com a liberdade de expressão”;
  • D: “o politicamente correto acaba com o preconceito”;
  • E: “o politicamente correto valoriza as minorias”.

Um texto de divulgação de um novo romance diz o seguinte:
“Um homem acorda gravemente ferido no meio de um lixão. Ao que parece, tentaram matá-lo, mas ele não se recorda dos fatos que o levaram até ali. Muito menos de seu passado recente. Seria dado como desaparecido, se houvesse alguém para sentir sua falta. Essa dolorosa ausência imperceptível é a brecha para dar vazão à sua revolta com o mundo contemporâneo e começar uma nova vida. Entre seus planos: executar criminosos intocados pela Justiça e escrever um best-seller. Mas uma paixão verdadeira e arrebatadora coloca tudo em xeque”.
(Época, 14/01/2019, p. 37)



O segmento do texto 3 em que a forma de apassivação é INADEQUADA é:




  • A: “Um homem acorda gravemente ferido” / Um homem é acordado gravemente ferido;
  • B: “para sentir sua falta” / para sua falta ser sentida;
  • C: “para dar vazão” / para ser dada vazão”;
  • D: “começar uma nova vida” / uma nova vida ser começada;
  • E: "executar criminosos” / criminosos serem executados.

Um texto de divulgação de um novo romance diz o seguinte:
“Um homem acorda gravemente ferido no meio de um lixão. Ao que parece, tentaram matá-lo, mas ele não se recorda dos fatos que o levaram até ali. Muito menos de seu passado recente. Seria dado como desaparecido, se houvesse alguém para sentir sua falta. Essa dolorosa ausência imperceptível é a brecha para dar vazão à sua revolta com o mundo contemporâneo e começar uma nova vida. Entre seus planos: executar criminosos intocados pela Justiça e escrever um best-seller. Mas uma paixão verdadeira e arrebatadora coloca tudo em xeque”.
(Época, 14/01/2019, p. 37)




“Um homem acorda gravemente ferido no meio de um lixão”; a palavra “lixão”, apesar do sufixo aumentativo, não mostra esse valor, formando um vocábulo com novo sentido (texto 3).
O mesmo ocorre em: 






  • A: casa / casarão;
  • B: papel / papelão;
  • C: homem / homenzarrão;
  • D: pacote / pacotão;
  • E: cão / canzarrão.

Um texto de divulgação de um novo romance diz o seguinte:
“Um homem acorda gravemente ferido no meio de um lixão. Ao que parece, tentaram matá-lo, mas ele não se recorda dos fatos que o levaram até ali. Muito menos de seu passado recente. Seria dado como desaparecido, se houvesse alguém para sentir sua falta. Essa dolorosa ausência imperceptível é a brecha para dar vazão à sua revolta com o mundo contemporâneo e começar uma nova vida. Entre seus planos: executar criminosos intocados pela Justiça e escrever um best-seller. Mas uma paixão verdadeira e arrebatadora coloca tudo em xeque”.
(Época, 14/01/2019, p. 37)




Muitos segmentos do texto 3 podem ser reescritos sem modificação de seu sentido ou alteração na correção; a frase em que ocorre modificação ou erro é:

  • A: “Um homem acorda gravemente ferido no meio de um lixão” / Um homem acorda ferido gravemente no meio de um lixão;
  • B: “Um homem acorda gravemente ferido no meio de um lixão” / Um homem acorda, no meio de um lixão, gravemente ferido;
  • C: “Mas uma paixão verdadeira e arrebatadora coloca tudo em xeque” / Mas uma paixão arrebatadora e verdadeira coloca tudo em xeque;
  • D: “mas ele não se recorda dos fatos que o levaram até ali” / mas dos fatos que o levaram até ali ele não se recorda;
  • E: “Seria dado como desaparecido, se houvesse alguém para sentir sua falta” / Se houvesse alguém para sentir sua falta, seria dado como desaparecido.


No início de um comentário na revista Época, 14/01/2019, o jornalista Helio Gurovitz diz:
“Nenhum presidente de empresa privada acumula tanto poder, controla tantos destinos, atrai tanta inveja. Nenhum outro posto da administração pública sofre tanta pressão, recebe tanto escrutínio, é alvo de tantos ataques. Nenhum emprego tem, simultaneamente, tamanha força e fragilidade. É o pior emprego do mundo”. Assim o cargo do ministro Paulo Guedes é definido pelo jornalista Thomas Traumann em O pior emprego do mundo, lançado no meio da campanha eleitoral do ano passado.
O texto segue uma estrutura de suspense construída da seguinte forma:






  • A: cita inicialmente características para depois mencionar o objeto caracterizado;
  • B: utiliza primeiramente aspectos gerais para depois concretizá-los;
  • C: mostra aspectos contraditórios para depois esclarecê-los;
  • D: qualifica determinado cargo para depois justificar as qualificações;
  • E: constrói uma sequência de frases para depois resumi-las numa só afirmativa


Uma editora acaba de lançar o livro “Os Meninos da Caverna”, que conta a dramática história do resgate de um time de futebol juvenil que ficou dezoito dias preso em uma caverna na Tailândia.
A capa do livro traz o seguinte texto:
“O passeio de um sábado à tarde que durou dezoito dias preocupou o mundo e mobilizou mil pessoas em um resgate quase impossível na Tailândia”.
O problema estrutural desse pequeno texto da capa é:






  • A: a má seleção vocabular do termo “passeio”;
  • B: a possível ambiguidade do termo “na Tailândia”;
  • C: a inclusão de exageros evidentes para atrair o leitor;
  • D: a presença de várias formas verbais com o mesmo sujeito;
  • E: a ausência de vírgula após “mil pessoas”.

A revista Época de 14/01/2019 fez uma reportagem sobre o presidente americano Donald Trump e redigiu a chamada para a leitura do texto do seguinte modo:
“O presidente americano vai à TV defender a construção do muro entre os EUA e o México e prolonga o que está próximo de ser a mais extensa paralisação do governo na história”.
Sobre a estruturação gramatical desse texto, é correto afirmar que:
  • A: em lugar de “vai à TV” deveria estar “vai na TV”;
  • B: antes do infinitivo “defender” poderia ser colocado o conectivo “para que”, sem alteração das demais palavras do texto;
  • C: em “a construção do muro” e “paralisação do governo”, o emprego da preposição “de” é exigido por termo anterior;
  • D: após a palavra “México” deveria haver uma vírgula;
  • E: o vocábulo “paralisação” deveria estar grafado “paralização”.



A manchete principal do Jornal do Brasil de 18/09/2018 mostrava o seguinte:

INSS só aliviará contas se incluir juízes e deputados

Uma outra maneira de reescrever essa frase, mantendo o seu sentido original, é:






  • A: Só INSS aliviará contas de incluir juízes e deputados;
  • B: INSS aliviará só contas de incluir juízes e deputados;
  • C: INSS aliviará contas só se incluir juízes e deputados;
  • D: INSS aliviará contas se incluir só juízes e deputados;
  • E: INSS aliviará contas se incluir juízes e só deputados.


Texto 7

“O vôo de Santos Dumont foi fruto de uma idéia revolucionária, assim como os micro-computadores e a rêde que hoje chamamos de Internet”.




O texto 7 é um trecho de redação escolar que não obedece às modificações propostas pelo Novo Acordo Ortográfico, além de cometer outros erros ortográficos já condenados no Acordo anterior.
No texto 7, o segmento “ideia revolucionária” poderia ter trocado a ordem de suas palavras (revolucionária ideia) sem que isso modificasse suas classes gramaticais; a opção abaixo em que isso também ocorre é:


  • A: nova escultura;
  • B: jovem professora;
  • C: imigrante trabalhador;
  • D: velho pescador;
  • E: fanático marxista.


Texto 7

“O vôo de Santos Dumont foi fruto de uma idéia revolucionária, assim como os micro-computadores e a rêde que hoje chamamos de Internet”.




O texto 7 é um trecho de redação escolar que não obedece às modificações propostas pelo Novo Acordo Ortográfico, além de cometer outros erros ortográficos já condenados no Acordo anterior.
As palavras que mostram desobediência ao Novo Acordo são:






  • A: rêde / revolucionária / micro-computadores;
  • B: micro-computadores / rêde / Internet;
  • C: vôo / rêde / micro-computadores;
  • D: rêde / Internet / vôo;
  • E: Internet / rêde / revolucionária.

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