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Observe o período abaixo, em discurso direto:

“Eu perguntei ao ministro: – V. Exa trouxe consigo o dinheiro que lhe emprestei ontem?”

Se passarmos esse mesmo período para o discurso indireto, a única modificação NÃO cabível é:
  • A: “S. Exa” em lugar de “V. Exa”;
  • B: “com ele” em lugar de “consigo”;
  • C: “trouxera” em lugar de “trouxe”;
  • D: “na véspera” em lugar de “ontem”;
  • E: a conjunção “se” em lugar dos dois pontos e do travessão.

A frase abaixo em que a concordância verbal está inadequada, é:
  • A: Quantos anos haverá que ela nos visitou?;
  • B: Deve ir em cinco anos que viajei para a Europa;
  • C: Cinco anos está fazendo que nos encontramos;
  • D: Deve estar passando dois minutos das seis horas;
  • E: Há de fazer duas semanas que comprei o carro novo.

Leia o texto abaixo para responder à questão.

Omáua, a menina que mora no fundo dos rios

(conto sobre o povo omágua-kambeba)

Houve um holandês que se casou com uma indígena. Eles tiveram uma filha, que morreu logo após o nascimento. A mãe chorou demais, muito mesmo, debruçada à margem do Rio Amazonas. Depois, ela adormeceu e sonhou que suas lágrimas enchiam o rio, provendo aquela região e até mesmo lugares distantes de água doce e mineral, garantindo ar puro para o mundo inteiro. Foi então que ela apareceu, aquela que mora no coração das pessoas do mundo todo, não só dos indígenas. Ela era a filha espiritual do rio Amazonas, aquela que nascera rio acima e rio abaixo e se espalha pelos outros rios do Brasil, fazendo o amor fluir por águas, mares, lagos, lagoas, montanhas, manguezais, árvores e pessoas. Ela disse: — Mamãe, sou eu a menina que corre sobre os rios. Sou eu que dou a eles as cores, que controlo a temperatura da água, que forneço o alimento aos peixes e que protejo os pescadores de qualquer mal. Sou eu, que ilumina as águas e protejo o coração das mulheres para que não sofram e sejam fortes. Sou eu o que acalanto as crianças quando sentem fome e dor. Sou eu que ajudo as mães e os bebês na hora do nascimento. Sou eu que tiro as dores do parto e dou paz a natureza. Eu sou também a filha e a irmã de coração que dá intuição às meninas, às jovens, às mulheres, às viúvas, às trabalhadoras e às anciãs. Todas fortaleço. Sou o coração que nelas bate e a alma que nelas cria. A guia na trajetória de uma vida. Eu sou a menina, a moça, a adulta e a anciã. Sou mulher antiga do e do hoje, em ação com todo o tempo. Eu sou o antes, o durante e o depois. E continuou: — Mamãe, a pele da cobra se chama atmosfera e eu sou Omáua, aquela que viaja por todas as águas! E eu te amo!”. Aindígena-mãe que dormiu ao lado do rio Amazonas e sonhou com Omáua despertou emocionada e compreendeu que a sua luta não era em vão. Sentiu que seus ancestrais estavam lhe dando um sinal para que se fizesse arte da própria história, e assim, fortalecesse os bebês que ainda estavam por nascer.

POTIGUARA, Eliane. Omáua, a menina que mora no fundo dos rios. In: DORRICO, Trudruá; NEGRO, Maurício. Originárias: uma antologia feminina da
literatura indígena. Ilustrações: Maurício Negro. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2023. (Adaptado).

A partir da leitura do texto, é CORRETO inferir que a narrativa apresentada desenvolve a ideia de:
  • A: Determinação de Omáua com valores que implicam rudeza.
  • B: Desvinculação do ideário indígena de Omáua com a ancestralidade.
  • C: Apropriação de Omáua com elementos da cultura europeia.
  • D: Poder da personagem Omáua, que favorece a vida.
  • E: Prescrição de Omáua sobre o viver silvícola para os povos originários.

Leia o texto abaixo para responder à questão.

Omáua, a menina que mora no fundo dos rios

(conto sobre o povo omágua-kambeba)

Houve um holandês que se casou com uma indígena. Eles tiveram uma filha, que morreu logo após o nascimento. A mãe chorou demais, muito mesmo, debruçada à margem do Rio Amazonas. Depois, ela adormeceu e sonhou que suas lágrimas enchiam o rio, provendo aquela região e até mesmo lugares distantes de água doce e mineral, garantindo ar puro para o mundo inteiro. Foi então que ela apareceu, aquela que mora no coração das pessoas do mundo todo, não só dos indígenas. Ela era a filha espiritual do rio Amazonas, aquela que nascera rio acima e rio abaixo e se espalha pelos outros rios do Brasil, fazendo o amor fluir por águas, mares, lagos, lagoas, montanhas, manguezais, árvores e pessoas. Ela disse: — Mamãe, sou eu a menina que corre sobre os rios. Sou eu que dou a eles as cores, que controlo a temperatura da água, que forneço o alimento aos peixes e que protejo os pescadores de qualquer mal. Sou eu, que ilumina as águas e protejo o coração das mulheres para que não sofram e sejam fortes. Sou eu o que acalanto as crianças quando sentem fome e dor. Sou eu que ajudo as mães e os bebês na hora do nascimento. Sou eu que tiro as dores do parto e dou paz a natureza. Eu sou também a filha e a irmã de coração que dá intuição às meninas, às jovens, às mulheres, às viúvas, às trabalhadoras e às anciãs. Todas fortaleço. Sou o coração que nelas bate e a alma que nelas cria. A guia na trajetória de uma vida. Eu sou a menina, a moça, a adulta e a anciã. Sou mulher antiga do e do hoje, em ação com todo o tempo. Eu sou o antes, o durante e o depois. E continuou: — Mamãe, a pele da cobra se chama atmosfera e eu sou Omáua, aquela que viaja por todas as águas! E eu te amo!”. Aindígena-mãe que dormiu ao lado do rio Amazonas e sonhou com Omáua despertou emocionada e compreendeu que a sua luta não era em vão. Sentiu que seus ancestrais estavam lhe dando um sinal para que se fizesse arte da própria história, e assim, fortalecesse os bebês que ainda estavam por nascer.

POTIGUARA, Eliane. Omáua, a menina que mora no fundo dos rios. In: DORRICO, Trudruá; NEGRO, Maurício. Originárias: uma antologia feminina da
literatura indígena. Ilustrações: Maurício Negro. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2023. (Adaptado).

Analise o que é solicitado, a partir da leitura do enunciado abaixo:
“A mãe chorou demais, muito mesmo, debruçada à margem do Rio Amazonas. ”

O elemento em destaque, sintaticamente, é qualificado como:
  • A: Objeto indireto.
  • B: Adjunto adverbial de intensidade.
  • C: Objeto direto.
  • D: Agente da passiva.
  • E: Adjunto adnominal.

Leia o texto abaixo para responder à questão.

Omáua, a menina que mora no fundo dos rios

(conto sobre o povo omágua-kambeba)

Houve um holandês que se casou com uma indígena. Eles tiveram uma filha, que morreu logo após o nascimento. A mãe chorou demais, muito mesmo, debruçada à margem do Rio Amazonas. Depois, ela adormeceu e sonhou que suas lágrimas enchiam o rio, provendo aquela região e até mesmo lugares distantes de água doce e mineral, garantindo ar puro para o mundo inteiro. Foi então que ela apareceu, aquela que mora no coração das pessoas do mundo todo, não só dos indígenas. Ela era a filha espiritual do rio Amazonas, aquela que nascera rio acima e rio abaixo e se espalha pelos outros rios do Brasil, fazendo o amor fluir por águas, mares, lagos, lagoas, montanhas, manguezais, árvores e pessoas. Ela disse: — Mamãe, sou eu a menina que corre sobre os rios. Sou eu que dou a eles as cores, que controlo a temperatura da água, que forneço o alimento aos peixes e que protejo os pescadores de qualquer mal. Sou eu, que ilumina as águas e protejo o coração das mulheres para que não sofram e sejam fortes. Sou eu o que acalanto as crianças quando sentem fome e dor. Sou eu que ajudo as mães e os bebês na hora do nascimento. Sou eu que tiro as dores do parto e dou paz a natureza. Eu sou também a filha e a irmã de coração que dá intuição às meninas, às jovens, às mulheres, às viúvas, às trabalhadoras e às anciãs. Todas fortaleço. Sou o coração que nelas bate e a alma que nelas cria. A guia na trajetória de uma vida. Eu sou a menina, a moça, a adulta e a anciã. Sou mulher antiga do e do hoje, em ação com todo o tempo. Eu sou o antes, o durante e o depois. E continuou: — Mamãe, a pele da cobra se chama atmosfera e eu sou Omáua, aquela que viaja por todas as águas! E eu te amo!”. Aindígena-mãe que dormiu ao lado do rio Amazonas e sonhou com Omáua despertou emocionada e compreendeu que a sua luta não era em vão. Sentiu que seus ancestrais estavam lhe dando um sinal para que se fizesse arte da própria história, e assim, fortalecesse os bebês que ainda estavam por nascer.

POTIGUARA, Eliane. Omáua, a menina que mora no fundo dos rios. In: DORRICO, Trudruá; NEGRO, Maurício. Originárias: uma antologia feminina da
literatura indígena. Ilustrações: Maurício Negro. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2023. (Adaptado).

Considerando o trecho abaixo mencionado, analise o que se pede:
“Ela disse: — Mamãe, sou eu a menina que corre sobre os rios. ”
O item em destaque é designado gramaticalmente como um:
  • A: Objeto indireto.
  • B: Aposto.
  • C: Vocativo.
  • D: Objeto direto.
  • E: Verbo de ligação.

Leia o texto abaixo para responder à questão.

Omáua, a menina que mora no fundo dos rios

(conto sobre o povo omágua-kambeba)

Houve um holandês que se casou com uma indígena. Eles tiveram uma filha, que morreu logo após o nascimento. A mãe chorou demais, muito mesmo, debruçada à margem do Rio Amazonas. Depois, ela adormeceu e sonhou que suas lágrimas enchiam o rio, provendo aquela região e até mesmo lugares distantes de água doce e mineral, garantindo ar puro para o mundo inteiro. Foi então que ela apareceu, aquela que mora no coração das pessoas do mundo todo, não só dos indígenas. Ela era a filha espiritual do rio Amazonas, aquela que nascera rio acima e rio abaixo e se espalha pelos outros rios do Brasil, fazendo o amor fluir por águas, mares, lagos, lagoas, montanhas, manguezais, árvores e pessoas. Ela disse: — Mamãe, sou eu a menina que corre sobre os rios. Sou eu que dou a eles as cores, que controlo a temperatura da água, que forneço o alimento aos peixes e que protejo os pescadores de qualquer mal. Sou eu, que ilumina as águas e protejo o coração das mulheres para que não sofram e sejam fortes. Sou eu o que acalanto as crianças quando sentem fome e dor. Sou eu que ajudo as mães e os bebês na hora do nascimento. Sou eu que tiro as dores do parto e dou paz a natureza. Eu sou também a filha e a irmã de coração que dá intuição às meninas, às jovens, às mulheres, às viúvas, às trabalhadoras e às anciãs. Todas fortaleço. Sou o coração que nelas bate e a alma que nelas cria. A guia na trajetória de uma vida. Eu sou a menina, a moça, a adulta e a anciã. Sou mulher antiga do e do hoje, em ação com todo o tempo. Eu sou o antes, o durante e o depois. E continuou: — Mamãe, a pele da cobra se chama atmosfera e eu sou Omáua, aquela que viaja por todas as águas! E eu te amo!”. Aindígena-mãe que dormiu ao lado do rio Amazonas e sonhou com Omáua despertou emocionada e compreendeu que a sua luta não era em vão. Sentiu que seus ancestrais estavam lhe dando um sinal para que se fizesse arte da própria história, e assim, fortalecesse os bebês que ainda estavam por nascer.

POTIGUARA, Eliane. Omáua, a menina que mora no fundo dos rios. In: DORRICO, Trudruá; NEGRO, Maurício. Originárias: uma antologia feminina da
literatura indígena. Ilustrações: Maurício Negro. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2023. (Adaptado).

A partir da leitura da frase, descrita em seguida, analise o que se pede:
“Eu sou a menina, a moça, a adulta e a anciã.”

Sintaticamente, o trecho em destaque é qualificado no trecho como:
  • A: Objeto indireto.
  • B: Sujeito.
  • C: Vocativo.
  • D: Predicado.
  • E: Agente da passiva.

Considerando a leitura da letra da canção abaixo, responda o que se pede.

Feliz, alegre e forte

(Marisa Monte/Pretinho da Serrinha/Rachell Luz)

O que importa se o tempo passou
O que importa se vai demorar
O que importa se o dia chegou
O que importa se nunca virá
O que importa se alguém falou
O que importa se ninguém falar
O que importa é aqui e agora,
Toda hora é hora,
Enquanto eu posso estar.
O que importa é ser aqui e agora,
Toda hora é hora,
Enquanto eu posso estar.

Sou feliz, alegre e forte
Tenho amor e sorte
Aonde quer que eu vá
Sou feliz, alegre e forte
Tenho amor e muita sorte
Aonde quer que eu vá

Disponível em: https://www.marisamonte.com.br/discografia_/portas/. Acesso em 23 out. 2023. (trecho).

É CORRETO afirmar que o processo de coesão prevalente na canção refere-se:
  • A: A associação, tendo em vista o uso de termos correlatos para favorecer a não repetição de termos, como “feliz”, pela voz poética do texto.
  • B: A reiteração, pois a repetição de sentenças, tais como “O que importa se”, implicam na ênfase da voz poética em sua vivência feliz.
  • C: A concisão, uma vez que os termos não repetidos favorecem clareza da voz poética, como em “O que importe se”.
  • D: Ao discurso indireto, pois a voz enunciadora cita a fala de outrem na sua expressão poética, como em “Aonde quer que eu vá”.
  • E: Ao eufemismo, visto que as palavras utilizadas no texto suavizam a dureza da trajetória da voz poética, como em “Sou feliz, alegre e forte”.

Leia o texto abaixo:

Fonte: Autoria própria

Tendo em vista a função social do gênero acima apresentado, a tipologia textual prevalente é a:
  • A: Dialogal, dado que a presença da interlocução entre a locatária e a proprietária do imóvel para a constituição de um contrato de locação é fator preponderante para o desenvolvimento composicional do gênero parecer técnico.
  • B: Dissertativa, levando em conta o papel de avaliação do imóvel que é feito pelo juízo técnico do engenheiro civil, demonstrando seu ponto de vista e justificativas, sem incluir os elementos que caracterizam o bem para locação.
  • C: Narrativa, pois desenvolve o relato de eventos e situações que mobilizam personagens, localizados no tempo e no espaço do imóvel a ser locado, com sequenciação lógica que determina começo, meio e fim do enredo.
  • D: Injuntiva, considerando a finalidade do texto que apresenta características do imóvel a ser locado, bem como o desenvolvimento de informações sobre o que deve ser feito, requerendo ao leitor ação na atividade de vistoria do bem avaliado.
  • E: Descritiva, tendo em vista que o teor do conteúdo apresentado consiste na exposição de propriedades, características e qualificações do imóvel que foi analisado pelo parecer, com o objetivo de locação.

Leia o texto abaixo para responder o que se pede.

Disponível em: https://www.caldeiraogrande.ba.gov.br/ver_noticias.php?note=194. Acesso em: 23 out. 2023. (adaptado)

O uso da vírgula na propaganda se justifica pela ocorrência de:
  • A: Aglutinação da oração principal com a oração subordinada conformativa, “pesquise” e “antes de compartilhar algo”, respectivamente.
  • B: Junção da oração subordinada adverbial comparativa, contendo o verbo “pesquise”, com a oração principal iniciadora da sentença “antes de compartilhar algo”.
  • C: Separação da oração subordinada adverbial de tempo, “Antes de compartilhar algo” da sua oração principal, “pesquise”.
  • D: Especificação da preposição “antes”, sem a partícula “de” que corrobora com o verbo “pesquise”.
  • E: Ativação do sentido de adjetivação da sentença “antes de” em ligação direta com a oração principal “pesquise”.

Analise o texto abaixo para responder o que é requerido.

Disponível em: https://twitter.com/SistemaFIEPA/status/1439948000730746888. Acesso em: 24 out. 2023.

O princípio da não-contradição que manifesta a coerência ao anúncio publicitário consiste em:
  • A: Garantir que não haja no texto, elementos contestadores do conteúdo, sobre o consumo consciente de água e energia
  • B: Favorecer que os fatos expressos sobre o uso da água e da energia estejam relacionados entre si, na realidade retratada.
  • C: Certificar que o conteúdo expresso acerca do uso da água e da energia contenham a renovação constante dessas informações.
  • D: Assegurar a recorrência de elementos restritos ao texto no desenvolvimento sequencial, que expressa o uso consciente da água e da energia.
  • E: Manter relacionamento mútuo entre os elementos, que compõem a expressão do conteúdo acerca do uso consciente da água e da energia.

Exibindo de 1701 até 1710 de 25035 questões.