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Assinale a frase que mostra um adjetivo em grau superlativo.
  • A: O homem prudente previne-se para o futuro como se já estivesse presente.
  • B: Há pessoas tão chatas que nos fazem perder um dia em cinco minutos.
  • C: Quem mais tempo sabe aproveitar mais certo está de ganhar.
  • D: Quando a história se encarrega de fazer teatro, o faz maravilhosamente.
  • E: Profetizar o futuro não é difícil, mas é perigoso.

Os adjetivos podem representar estados, qualidades, características e relações; assinale a frase abaixo que mostra um tipo de adjetivo diferente dos demais.
  • A: Meu pai, apesar da idade, não mostra cabelos brancos.
  • B: Filhos teimosos são filhos mal-educados.
  • C: As rosas vermelhas são as mais bonitas.
  • D: A seda é o tecido mais macio que há.
  • E: Toalhas manchadas são fruto de descuido.

Assinale a frase que mostra o acento grave indicativo da crase em um contexto em que seu uso é optativo.
  • A: Se encontrares o criminoso, leva-o à delegacia.
  • B: Todos os caminhos do trabalho levam à riqueza.
  • C: Nem sempre prestamos atenção à nossa família.
  • D: Dê boas-vindas à felicidade.
  • E: Tudo o que vem da terra volta à terra.

Considere a seguinte passagem do sexto parágrafo do texto:
“Essa etapa é a mais longa da educação básica, concentrando mais de 26 milhões de estudantes”
O período que, reescrito, guarda o mesmo sentido dessa passagem é:
  • A: Essa etapa é a mais longa da educação básica e concentra mais de 26 milhões de estudantes.
  • B: Essa etapa é a mais longa da educação básica, apesar de concentrar mais de 26 milhões de estudantes.
  • C: Essa etapa é a mais longa da educação básica, porém concentra mais de 26 milhões de estudantes.
  • D: Essa etapa é a mais longa da educação básica, uma vez que concentra mais de 26 milhões de estudantes.
  • E: Essa etapa é a mais longa da educação básica, contanto que concentre mais de 26 milhões de estudantes.

Quão próximos estamos do cenário ideal em educação?
Gargalos começam a ficar mais evidentes no ensino fundamental
A trajetória educacional que um aluno irá vivenciar é muito determinada pelas condições socioeconômicas e culturais do seu contexto familiar e local. Para quem nasce em uma família que não teve oportunidades de ter estudo formal, estudar e concluir a educação básica são processos difíceis.
Para outras famílias, há menos empecilhos para que os filhos passem por todo o ensino básico e, naturalmente, transitem para uma carreira, via ensino superior.
São muitas as possíveis barreiras que atrapalham a entrada e a permanência na escola, mas alguns momentos específicos representam gargalos relevantes. No cenário ideal, estabelecido pela Constituição, todas as crianças de 4 anos já deveriam ter acesso à pré-escola garantido e deveriam seguir na escola até a conclusão do ensino médio, aos 17 anos.
Os dados do Censo Escolar 2023, divulgados no último dia 22 pelo Ministério da Educação e Inep, órgão responsável pela pesquisa, desenham o cenário atual da trajetória educacional dos estudantes no
Brasil. Quão próximos estamos do cenário ideal?
Nos primeiros anos da idade escolar obrigatória, os dados de 2023 revelam que o país está próximo da universalização do atendimento de crianças de 4 e 5 anos na pré-escola, apesar da redução nos primeiros anos da pandemia de covid-19. O número de crianças até 3 anos de idade matriculadas em creches também cresceu, chegando a cerca de 40% das crianças nessa faixa etária.
É no ensino fundamental que os gargalos na trajetória começam a ficar mais evidentes. Essa etapa é a mais longa da educação básica, concentrando mais de 26 milhões de estudantes, sendo mais de 80% na rede pública. O número de matrículas em tempo integral vem crescendo, tendo alcançado 16,5% no último ano. Esse crescimento é positivo para viabilizar uma educação mais completa, mas ainda está aquém do esperado e é extremamente desigual entre os estados.
Nessa etapa, muitos estudantes começam a ficar para trás. Devido a reprovações, já no 6º ano 16% dos estudantes não estão na idade certa para sua série. O atraso escolar traz diversos prejuízos para os estudantes, diminuindo o interesse pela escola e aumentando o abandono. Além disso, as desigualdades são alarmantes: a distorção idade-série é duas vezes maior entre estudantes pretos e pardos em relação a estudantes brancos.
Assim, muitos dos que chegam ao ensino médio estão atrasados. O Censo mostrou importantes avanços nas matrículas no ensino profissionalizante e integral, mas as taxas de reprovação e abandono seguem altas e desiguais. Os avanços precisam ser celebrados, mas um foco para combater desigualdades será imprescindível para que todos os estudantes possam vivenciar uma trajetória educacional regular.

BACALHAU, P. Quão próximo estamos do cenário ideal em educação? Folha de S. Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/priscilla-bacalhau/2024/02/quaoproximo-estamos-do-cenario-ideal-em-educacao.shtml. Acesso em: 2 abr. 2024. Adaptado.

No sexto parágrafo do texto, a expressão “Essa etapa” retoma, pelo mecanismo de coesão textual, o referente
  • A: a educação básica
  • B: o ensino fundamental
  • C: cerca de 40% das crianças nessa faixa etária
  • D: os primeiros anos da pandemia de covid-19
  • E: os primeiros anos da idade escolar obrigatória

Cumprindo uma importante função para o desenvolvimento do ponto de vista da autora, o quinto parágrafo do texto constitui-se como
  • A: injuntivo
  • B: narrativo
  • C: epistolar
  • D: expositivo
  • E: argumentativo

No que se refere ao emprego da vírgula, a frase que está plenamente de acordo com o padrão formal escrito da língua portuguesa é:
  • A: O Brasil, conforme foi divulgado está próximo da universalização da educação infantil.
  • B: Uma trajetória educacional regular, possibilita maiores chances de se chegar ao ensino superior.
  • C: O ensino fundamental é o mais extenso, e o ensino médio, o que mais apresenta distorção idade-série.
  • D: A educação infantil, o ensino fundamental e o ensino médio, constituem as etapas da Escola Básica no Brasil.
  • E: A trajetória educacional que define o futuro dos estudantes, apresenta barreiras intransponíveis para muitos.

A Bela e a Fera

CONY, Carlos Heitor. Crônicas para ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2009. p.29-30. Disponível em: https:// www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz1201200606.htm. Acesso em: 8 fev. 2024.Adaptado.

O tema central desse texto, que faz referência ao conto A Bela e a Fera, pode ser resumido na seguinte frase:
  • A: A maturidade ameniza os devaneios da infância.
  • B: A internet promove mudanças em nosso cotidiano.
  • C: O encantamento provocado pela internet é ilusório.
  • D: A infância é uma fase da vida permeada de belos sonhos.
  • E: Os contos infantis são mais deslumbrantes que a internet.

A Bela e a Fera

CONY, Carlos Heitor. Crônicas para ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2009. p.29-30. Disponível em: https:// www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz1201200606.htm. Acesso em: 8 fev. 2024.Adaptado.

Nesse texto, o fragmento do parágrafo 1 “havia solidão e silêncio” revela um sentimento de
  • A: decepção
  • B: indiferença
  • C: esperança
  • D: satisfação
  • E: conformismo

A Bela e a Fera

CONY, Carlos Heitor. Crônicas para ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2009. p.29-30. Disponível em: https:// www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz1201200606.htm. Acesso em: 8 fev. 2024.Adaptado.

Essa crônica é marcada pelo uso da linguagem informal, o que pode ser comprovado no seguinte trecho:
  • A: “Eu imaginava um palácio mais modesto” (parágrafo 2)
  • B: “Eu era louco por guaraná” (parágrafo 2)
  • C: “A injúria do tempo, somada ao desgaste dos anos, sepultou o delírio” (parágrafo 4)
  • D: “Ela não me deslumbra como os contos de Grimm e Perrault” (parágrafo 5)
  • E: “Recebo mensagens propondo regimes de emagrecimento” (parágrafo 6)

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