Questões de Português para Concursos

Filtrar por:

limpar filtros

Foram encontradas 25035 questões.
Com base nas ideias do texto, pode-se destacar a coletividade como a principal característica de uma partida de futebol em um estádio.
  • A: CERTO
  • B: ERRADO

No texto, o autor associa uma partida de futebol em um estádio a uma manifestação religiosa, a partir do emprego de vários termos que remetem à religiosidade.
  • A: CERTO
  • B: ERRADO

Analise o texto abaixo:

Nunca esquecerá daquele sorriso, nem de seu egocentrismo. Nunca gastou um centavo sequer de seu bolso para suas despesas no armazém. Me impressiona o fato de que nem o dono da casa nem o hóspede se desentenderam em nada. Ninguém entendeu. Algum de nós falhou nessa impressão? Por outro lado creio, que pelas circunstâncias e características do hóspede, nosso julgamento foi precipitado.

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) em relação ao texto.
( ) Há no texto erro de regência verbal.
( ) Um vício de linguagem foi empregado.
( ) Não há problemas quanto à concordância verbal.
( ) A colocação pronominal obedece à norma padrão da língua.
( ) O uso da pontuação está adequado.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
  • A: V • V • V • F • F
  • B: V • F • V • F • F
  • C: F • V • F • V • V
  • D: F • F • V • V • V
  • E: F • F • F • V • V

Analise as frases abaixo quanto ao uso da crase:

1. A professora mostrou-se favorável a medida que foi implantada naquela escola.
2. Não me refiro a esta pessoa, mas a que está junto daquele rapaz.
3. As ações as quais nos dedicamos não foram devidamente reconhecidas.
4. Era um caso semelhante a ódio, aquele episódio relatado a mim.
5. Não deram valor a nossa proposta, quero que a devolvam.

Assinale a alternativa que indica todas as frases em que a crase acontece obrigatoriamente pelo menos uma vez.
  • A: Apenas nas frases 1 e 4.
  • B: Apenas nas frases 4 e 5.
  • C: Apenas nas frases 1, 2 e 3.
  • D: Apenas nas frases 2, 3 e 4.
  • E: Apenas nas frases 3, 4 e 5.

Observe as frases e a análise sintática posta entre parênteses.

1. Viajou meu amigo Pedro. (O sujeito é simples e está posposto ao verbo.)
2. Fui levá-lo ao Galeão. (O pronome “lo” exerce a função sintática de objeto direto.)
3. Jamais me voltei para Pedro que ele não me sorrisse. (O período é composto e o sujeito das duas orações está representado pela
mesma pessoa gramatical.)
4. De repente o aeroporto ficou vazio. (A expressão “de repente” é um adjunto adverbial deslocado e uma vírgula poderia ser colocada posposta e ele.)
5. Recebia tudo com naturalidade. (A expressão “com naturalidade” é um objeto direto do verbo “receber”.)

Assinale a alternativa que indica todas as análises corretas.
  • A: São corretas apenas as análises 3 e 4.
  • B: São corretas apenas as análises 4 e 5.
  • C: São corretas apenas as análises 1, 2 e 3.
  • D: São corretas apenas as análises 1, 2 e 4.
  • E: São corretas apenas as análises 3, 4 e 5.

No aeroporto

Viajou meu amigo Pedro. Fui levá-lo ao Galeão, onde esperamos três horas o seu quadrimotor. Durante esse tempo, não faltou assunto para nos entretermos, embora não falássemos da vã e numerosa matéria atual. Sempre tivemos muito assunto, e não deixamos de explorá-lo a fundo. Embora Pedro seja extremamente parco de palavras, e, a bem dizer, não se digne de pronunciar nenhuma. Quando muito, emite sílabas; o mais é conversa de gestos e expressões, pelos quais se faz entender admiravelmente.

É o seu sistema.

Passou dois meses e meio em nossa casa, e foi hóspede ameno. Sorria para os moradores, com ou sem motivo plausível. Era a sua arma, não direi secreta, porque ostensiva. A vista da pessoa humana lhe dá prazer. Seu sorriso foi logo considerado sorriso especial, revelador de suas boas intenções para com o mundo ocidental e oriental, e em particular o nosso trecho de rua. Fornecedores, vizinhos e desconhecidos, gratificados com esse sorriso (encantador, apesar da falta de dentes), abonam a classificação.

Devo dizer que Pedro, como visitante, nos deu trabalho; tinha horários especiais, comidas especiais, roupas especiais, sabonetes especiais, criados especiais. Mas sua simples presença e seu sorriso compensariam providências e privilégios maiores. Recebia tudo com naturalidade, sabendo-se merecedor das distinções, e ninguém se lembraria de achá-lo egoísta ou importuno. Suas horas de sono - e lhe apraz dormir não só à noite como principalmente de dia - eram respeitadas como ritos sagrados, a ponto de não ousarmos erguer a voz para não acordá-lo. Acordaria sorrindo, como de costume, e não se zangaria com a gente, porém nós mesmos é que não nos perdoaríamos o corte de seus sonhos. Assim, por conta de Pedro, deixamos de ouvir muito concerto para violino e orquestra, de Bach, mas também nossos olhos e ouvidos se forraram à tortura da tevê. Andando na ponta dos pés, ou descalços, levamos tropeções no escuro, mas sendo por amor de Pedro não tinha importância.

Objetos que visse em nossa mão, requisitava-os. Gosta de óculos alheios (e não os usa), relógios de pulso, copos, xícaras e vidros em geral, artigos de escritório, botões simples ou de punho. Não é colecionador; gosta das coisas para pegá-las, mirá-las e (é seu costume ou sua mania, que se há de fazer) pô-las na boca.

Quem não o conhecer dirá que é péssimo costume, porém duvido que mantenha este juízo diante de Pedro, de seu sorriso sem malícia e de suas pupilas azuis - porque me esquecia de dizer que tem olhos azuis, cor que afasta qualquer suspeita ou acusação apressada, sobre a razão íntima de seus atos.

Poderia acusá-lo de incontinência, porque não sabia distinguir entre os cômodos, e o que lhe ocorria fazer, fazia em qualquer parte. Zangar-me com ele porque destruiu a lâmpada do escritório? Não. Jamais me voltei para Pedro que ele não me sorrisse; tivesse eu um impulso de irritação, e me sentiria desarmado com a sua azul maneira de olhar-me. Eu sabia que essas coisas eram indiferentes à nossa amizade - e, até, que a nossa amizade lhes conferia caráter necessário de prova; ou gratuito, de poesia e jogo.

Viajou meu amigo Pedro. Fico refletindo na falta que faz um amigo de um ano de idade a seu companheiro já vivido e puído. De repente o aeroporto ficou vazio.
Carlos Drummond de Andrade.

Assinale a alternativa correta, considerando o texto
  • A: O autor ao final do texto revela tristeza e solidão
  • B: Pedro conquistava as pessoas com seu sorriso, sua arma secreta.
  • C: O sorriso brotava de Pedro apenas por motivos aceitáveis.
  • D: O olhar das pessoas dava prazer a Pedro
  • E: No terceiro parágrafo, o autor dá a entender quem era, na verdade, seu hóspede.

No aeroporto

Viajou meu amigo Pedro. Fui levá-lo ao Galeão, onde esperamos três horas o seu quadrimotor. Durante esse tempo, não faltou assunto para nos entretermos, embora não falássemos da vã e numerosa matéria atual. Sempre tivemos muito assunto, e não deixamos de explorá-lo a fundo. Embora Pedro seja extremamente parco de palavras, e, a bem dizer, não se digne de pronunciar nenhuma. Quando muito, emite sílabas; o mais é conversa de gestos e expressões, pelos quais se faz entender admiravelmente.

É o seu sistema.

Passou dois meses e meio em nossa casa, e foi hóspede ameno. Sorria para os moradores, com ou sem motivo plausível. Era a sua arma, não direi secreta, porque ostensiva. A vista da pessoa humana lhe dá prazer. Seu sorriso foi logo considerado sorriso especial, revelador de suas boas intenções para com o mundo ocidental e oriental, e em particular o nosso trecho de rua. Fornecedores, vizinhos e desconhecidos, gratificados com esse sorriso (encantador, apesar da falta de dentes), abonam a classificação.

Devo dizer que Pedro, como visitante, nos deu trabalho; tinha horários especiais, comidas especiais, roupas especiais, sabonetes especiais, criados especiais. Mas sua simples presença e seu sorriso compensariam providências e privilégios maiores. Recebia tudo com naturalidade, sabendo-se merecedor das distinções, e ninguém se lembraria de achá-lo egoísta ou importuno. Suas horas de sono - e lhe apraz dormir não só à noite como principalmente de dia - eram respeitadas como ritos sagrados, a ponto de não ousarmos erguer a voz para não acordá-lo. Acordaria sorrindo, como de costume, e não se zangaria com a gente, porém nós mesmos é que não nos perdoaríamos o corte de seus sonhos. Assim, por conta de Pedro, deixamos de ouvir muito concerto para violino e orquestra, de Bach, mas também nossos olhos e ouvidos se forraram à tortura da tevê. Andando na ponta dos pés, ou descalços, levamos tropeções no escuro, mas sendo por amor de Pedro não tinha importância.

Objetos que visse em nossa mão, requisitava-os. Gosta de óculos alheios (e não os usa), relógios de pulso, copos, xícaras e vidros em geral, artigos de escritório, botões simples ou de punho. Não é colecionador; gosta das coisas para pegá-las, mirá-las e (é seu costume ou sua mania, que se há de fazer) pô-las na boca.

Quem não o conhecer dirá que é péssimo costume, porém duvido que mantenha este juízo diante de Pedro, de seu sorriso sem malícia e de suas pupilas azuis - porque me esquecia de dizer que tem olhos azuis, cor que afasta qualquer suspeita ou acusação apressada, sobre a razão íntima de seus atos.

Poderia acusá-lo de incontinência, porque não sabia distinguir entre os cômodos, e o que lhe ocorria fazer, fazia em qualquer parte. Zangar-me com ele porque destruiu a lâmpada do escritório? Não. Jamais me voltei para Pedro que ele não me sorrisse; tivesse eu um impulso de irritação, e me sentiria desarmado com a sua azul maneira de olhar-me. Eu sabia que essas coisas eram indiferentes à nossa amizade - e, até, que a nossa amizade lhes conferia caráter necessário de prova; ou gratuito, de poesia e jogo.

Viajou meu amigo Pedro. Fico refletindo na falta que faz um amigo de um ano de idade a seu companheiro já vivido e puído. De repente o aeroporto ficou vazio.
Carlos Drummond de Andrade.

Assinale a alternativa correta de acordo com o texto, considerando o sinônimo colocado dentro dos parênteses para a palavra destacada.
  • A: … abonam (impõem) a classificação.
  • B: … e lhe apraz (convêm) dormir não só à noite.
  • C: … seu companheiro já vivido e puído (cansado).
  • D: … embora não falássemos da vã (importante) e numerosa matéria atual.
  • E: Embora Pedro seja extremamente parco (parcimonioso) de palavras.

A principal autoridade política entre os vikings era o rei. Em seguida, os condes e chefes tribais que, por sua vez, também desfrutavam de grande prestígio e poder de comando entre a população. Na área religiosa, aos vikings é atribuída rica mitologia povoada por vários deuses. Essas formas de constituir o mundo não foram aceitas por outros povos, como os habitantes da Inglaterra. Diante de inúmeros conflitos contra os nobres da Normandia e os ingleses, acaba-se por (i) ______, ou seja, por exterminar esta civilização, ______ (ii), ainda há vestígios dela em algumas manifestações na cultura (iii) ______.

Analise as afirmativas referentes ao texto a partir da análise sintática em “Os condes e os chefes tribais (...) desfrutavam de grande prestígio e poder de comando entre a população.”

I. ‘desfrutavam’ = verbo de ligação.
II. ‘condes’ e ‘chefes’ = núcleo do sujeito composto.
III. ‘de grande prestígio e poder de comando’ = predicativo do sujeito.

Estão corretas as afirmativas:
  • A: I
  • B: II
  • C: III
  • D: II e III

A principal autoridade política entre os vikings era o rei. Em seguida, os condes e chefes tribais que, por sua vez, também desfrutavam de grande prestígio e poder de comando entre a população. Na área religiosa, aos vikings é atribuída rica mitologia povoada por vários deuses. Essas formas de constituir o mundo não foram aceitas por outros povos, como os habitantes da Inglaterra. Diante de inúmeros conflitos contra os nobres da Normandia e os ingleses, acaba-se por (i) ______, ou seja, por exterminar esta civilização, ______ (ii), ainda há vestígios dela em algumas manifestações na cultura (iii) ______.

Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas.
  • A: (i) - segar / (ii) - também / (iii) - européia
  • B: (i) - segar / (ii) - entretanto / (iii) - europeia.
  • C: (i) - cegar / (ii) - conforme / (iii) - européia.
  • D: (i) - cegar / (ii) - consequentemente / (iii) - europeia.

Observe o excerto “um potente exército de vikings dinamarqueses deu início a uma guerra”. Note que o núcleo do sujeito (exército) incide sobre o verbo (deu) mantendo-o no singular, isso é um exemplo da sintaxe de concordância “que se preocupa com a perfeita harmonização das palavras dentro de um período” (Bezerra, 2015, p. 544). A concordância verbal é a harmonia entre o sujeito e o verbo da oração. Analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta em relação à concordância verbal.

I. Inúmeros clãs vikings tem sido estudado atualmente.
II. Deve haver várias máscaras mortuárias nos cemitérios vikings.
III. Perto de dois terços da vida dos vikings foram perdidos em disputas de terras.
  • A: I e II
  • B: II
  • C: II e III
  • D: I e III

Exibindo de 6621 até 6630 de 25035 questões.