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Texto I - Moradias em Áreas de Risco
Alguns locais são impróprios para a construção de moradias. Os morros são um exemplo, porque a inclinação do terreno dificulta a construção das casas e pode colocar em risco a vida dos moradores. Quando chove muito, a água pode fazer com que a terra deslize sobre o terreno inclinado. E, se a terra desliza, são carregadas com ela as casas construídas nos morros.
Casas construídas em áreas próximas de córregos e rios também estão sujeitas a alagamentos quando há muita chuva em um período curto de tempo. Além disso, por conta dos esgotos que muitas vezes são jogados nos rios, as pessoas que vivem nesses locais ficam sujeitas a contrair doenças.
                                                                                                                              (Ricardo Dreguer) 




As preposições podem ser de dois tipos: gramaticais, que são exigidas pela regência de termos anteriores, ou nocionais, que são empregadas para veicular algum sentido.
Assinale a opção em que o termo sublinhado indica uma preposição gramatical. 






  • A: “construção de moradias”
  • B: “inclinação do terreno”
  • C: “a vida dos moradores”
  • D: “áreas de risco”
  • E: “período curto de tempo”

Texto I - Moradias em Áreas de Risco
Alguns locais são impróprios para a construção de moradias. Os morros são um exemplo, porque a inclinação do terreno dificulta a construção das casas e pode colocar em risco a vida dos moradores. Quando chove muito, a água pode fazer com que a terra deslize sobre o terreno inclinado. E, se a terra desliza, são carregadas com ela as casas construídas nos morros.
Casas construídas em áreas próximas de córregos e rios também estão sujeitas a alagamentos quando há muita chuva em um período curto de tempo. Além disso, por conta dos esgotos que muitas vezes são jogados nos rios, as pessoas que vivem nesses locais ficam sujeitas a contrair doenças.
                                                                                                                              (Ricardo Dreguer) 





“Alguns locais são impróprios para a construção de moradias.”

Se substituirmos o segmento sublinhado por uma oração reduzida, teremos como forma correta: 






  • A: para construírem-se moradias.
  • B: para que se construísse moradias.
  • C: para que se construa moradias.
  • D: para que se construam moradias.
  • E: para moradias ser construídas.

Texto I - Moradias em Áreas de Risco
Alguns locais são impróprios para a construção de moradias. Os morros são um exemplo, porque a inclinação do terreno dificulta a construção das casas e pode colocar em risco a vida dos moradores. Quando chove muito, a água pode fazer com que a terra deslize sobre o terreno inclinado. E, se a terra desliza, são carregadas com ela as casas construídas nos morros.
Casas construídas em áreas próximas de córregos e rios também estão sujeitas a alagamentos quando há muita chuva em um período curto de tempo. Além disso, por conta dos esgotos que muitas vezes são jogados nos rios, as pessoas que vivem nesses locais ficam sujeitas a contrair doenças.
                                                                                                                              (Ricardo Dreguer) 




“Alguns locais são impróprios para a construção de moradias. Os morros são um exemplo, porque a inclinação do terreno dificulta a construção das casas e pode colocar em risco a vida dos moradores”.
O segundo período desse segmento do texto, em relação ao primeiro, mostra a função de 


  • A: explicar o período anterior.
  • B: desfazer uma ambiguidade de sentido do período anterior.
  • C: dar a consequência da afirmação anterior.
  • D: exemplificar um local impróprio de moradia.
  • E: enumerar locais impróprios para morar.

Texto I - Moradias em Áreas de Risco
Alguns locais são impróprios para a construção de moradias. Os morros são um exemplo, porque a inclinação do terreno dificulta a construção das casas e pode colocar em risco a vida dos moradores. Quando chove muito, a água pode fazer com que a terra deslize sobre o terreno inclinado. E, se a terra desliza, são carregadas com ela as casas construídas nos morros.
Casas construídas em áreas próximas de córregos e rios também estão sujeitas a alagamentos quando há muita chuva em um período curto de tempo. Além disso, por conta dos esgotos que muitas vezes são jogados nos rios, as pessoas que vivem nesses locais ficam sujeitas a contrair doenças.
                                                                                                                              (Ricardo Dreguer) 




No título dado ao texto – Moradias em áreas de risco –a palavra “risco”, se refere, fundamentalmente, 

  • A: ao deslizamento dos terrenos.
  • B: à vida dos habitantes.
  • C: ao contágio de doenças.
  • D: à ocorrência de inundações.
  • E: à perda de bens.

TEXTO I.
      Temos uma notícia triste: o coração não é o órgão do amor! Ao contrário do que dizem, não é ali que moram os sentimentos. Puxa, para que serve ele, afinal? Calma, não jogue o coração para escanteio, ele é superimportante. “É um órgão vital. É dele a função de bombear sangue para todas as células de nosso corpo”, explica Sérgio Jardim, cardiologista do Hospital do Coração.
      O coração é um músculo oco, por onde passa o sangue, e tem dois sistemas de bombeamento independentes. Com essas “bombas” ele recebe o sangue das veias e lança para as artérias. Para isso contrai e relaxa, diminuindo e aumentando de tamanho. E o que tem a ver com o amor? “Ele realmente bate mais rápido quando uma pessoa está apaixonada. O corpo libera adrenalina, aumentando os batimentos cardíacos e a pressão arterial”.
(O Estado de São Paulo, 09/06/2012, caderno suplementar, p. 6) 




Assinale a opção em que o substantivo ligado ao verbo do texto está erradamente selecionado. 





  • A: Moram / morada
  • B: Bombear / bombeamento
  • C: Recebe / recepção
  • D: Contrai / contrato
  • E: Relaxa / relaxamento

TEXTO I.
      Temos uma notícia triste: o coração não é o órgão do amor! Ao contrário do que dizem, não é ali que moram os sentimentos. Puxa, para que serve ele, afinal? Calma, não jogue o coração para escanteio, ele é superimportante. “É um órgão vital. É dele a função de bombear sangue para todas as células de nosso corpo”, explica Sérgio Jardim, cardiologista do Hospital do Coração.
      O coração é um músculo oco, por onde passa o sangue, e tem dois sistemas de bombeamento independentes. Com essas “bombas” ele recebe o sangue das veias e lança para as artérias. Para isso contrai e relaxa, diminuindo e aumentando de tamanho. E o que tem a ver com o amor? “Ele realmente bate mais rápido quando uma pessoa está apaixonada. O corpo libera adrenalina, aumentando os batimentos cardíacos e a pressão arterial”.
(O Estado de São Paulo, 09/06/2012, caderno suplementar, p. 6) 




“Temos uma notícia triste: o coração não é o órgão do amor! Ao contrário do que dizem, não é ali que moram os sentimentos. Puxa, para que serve ele, afinal? Calma, não jogue o coração para escanteio, ele é superimportante. ´É um órgão vital. É dele a função de bombear sangue para todas as células de nosso corpo´, explica Sérgio Jardim, cardiologista do Hospital do Coração”.
Dentre os termos sublinhados, assinale a opção que indica o termo que não se refere a nenhum termo anterior. 


  • A: que
  • B: ali
  • C: ele
  • D: dele
  • E: nosso

TEXTO I.
      Temos uma notícia triste: o coração não é o órgão do amor! Ao contrário do que dizem, não é ali que moram os sentimentos. Puxa, para que serve ele, afinal? Calma, não jogue o coração para escanteio, ele é superimportante. “É um órgão vital. É dele a função de bombear sangue para todas as células de nosso corpo”, explica Sérgio Jardim, cardiologista do Hospital do Coração.
      O coração é um músculo oco, por onde passa o sangue, e tem dois sistemas de bombeamento independentes. Com essas “bombas” ele recebe o sangue das veias e lança para as artérias. Para isso contrai e relaxa, diminuindo e aumentando de tamanho. E o que tem a ver com o amor? “Ele realmente bate mais rápido quando uma pessoa está apaixonada. O corpo libera adrenalina, aumentando os batimentos cardíacos e a pressão arterial”.
(O Estado de São Paulo, 09/06/2012, caderno suplementar, p. 6) 





“O coração é um músculo oco, por onde passa o sangue”.

Assinale a opção que apresenta a frase em que o vocábulo onde exerce idêntica função.  






  • A: Não sei por onde passa o sangue de nosso corpo.
  • B: Onde estão os médicos do coração desse hospital?
  • C: Ignoro, como muita gente, onde se localiza o coração em nosso corpo.
  • D: O coração era o local onde se localizava o amor.
  • E: Queria saber onde nasce o sangue de nosso corpo.

TEXTO I.
      Temos uma notícia triste: o coração não é o órgão do amor! Ao contrário do que dizem, não é ali que moram os sentimentos. Puxa, para que serve ele, afinal? Calma, não jogue o coração para escanteio, ele é superimportante. “É um órgão vital. É dele a função de bombear sangue para todas as células de nosso corpo”, explica Sérgio Jardim, cardiologista do Hospital do Coração.
      O coração é um músculo oco, por onde passa o sangue, e tem dois sistemas de bombeamento independentes. Com essas “bombas” ele recebe o sangue das veias e lança para as artérias. Para isso contrai e relaxa, diminuindo e aumentando de tamanho. E o que tem a ver com o amor? “Ele realmente bate mais rápido quando uma pessoa está apaixonada. O corpo libera adrenalina, aumentando os batimentos cardíacos e a pressão arterial”.
(O Estado de São Paulo, 09/06/2012, caderno suplementar, p. 6)





Nas frases “ele é superimportante” e “Ele realmente bate mais rápido quando uma pessoa está apaixonada”, há dois exemplos de variação de grau.

Sobre essas variações, assinale a afirmativa correta. 






  • A: Apenas na primeira frase há uma variação de grau de adjetivo.
  • B: Nas duas ocorrências ocorre o superlativo de adjetivos.
  • C: Apenas na segunda ocorrência ocorre o grau comparativo do adjetivo.
  • D: Na primeira ocorrência, a variação de grau ocorre por meio de um sufixo.
  • E: Apenas na primeira frase há variação de grau.

TEXTO I.
      Temos uma notícia triste: o coração não é o órgão do amor! Ao contrário do que dizem, não é ali que moram os sentimentos. Puxa, para que serve ele, afinal? Calma, não jogue o coração para escanteio, ele é superimportante. “É um órgão vital. É dele a função de bombear sangue para todas as células de nosso corpo”, explica Sérgio Jardim, cardiologista do Hospital do Coração.
      O coração é um músculo oco, por onde passa o sangue, e tem dois sistemas de bombeamento independentes. Com essas “bombas” ele recebe o sangue das veias e lança para as artérias. Para isso contrai e relaxa, diminuindo e aumentando de tamanho. E o que tem a ver com o amor? “Ele realmente bate mais rápido quando uma pessoa está apaixonada. O corpo libera adrenalina, aumentando os batimentos cardíacos e a pressão arterial”.
(O Estado de São Paulo, 09/06/2012, caderno suplementar, p. 6) 





“É um órgão vital. É dele a função de bombear sangue para todas as células de nosso corpo.”

O uso de aspas nesse fragmento do texto indica 


  • A: o destaque de palavras muito importantes para o texto.
  • B: a utilização de palavras com um sentido irônico.
  • C: a transcrição de palavras que não pertencem ao autor do texto.
  • D: o emprego de palavras em sentido figurado.
  • E: o uso de palavras em variante diferente do restante do texto.

TEXTO I.
      Temos uma notícia triste: o coração não é o órgão do amor! Ao contrário do que dizem, não é ali que moram os sentimentos. Puxa, para que serve ele, afinal? Calma, não jogue o coração para escanteio, ele é superimportante. “É um órgão vital. É dele a função de bombear sangue para todas as células de nosso corpo”, explica Sérgio Jardim, cardiologista do Hospital do Coração.
      O coração é um músculo oco, por onde passa o sangue, e tem dois sistemas de bombeamento independentes. Com essas “bombas” ele recebe o sangue das veias e lança para as artérias. Para isso contrai e relaxa, diminuindo e aumentando de tamanho. E o que tem a ver com o amor? “Ele realmente bate mais rápido quando uma pessoa está apaixonada. O corpo libera adrenalina, aumentando os batimentos cardíacos e a pressão arterial”.
(O Estado de São Paulo, 09/06/2012, caderno suplementar, p. 6) 




Assinale a opção que apresenta o segmento do texto cuja modificação na ordem dos termos altera o significado original.  





  • A: Puxa, para que ele serve, afinal? / Puxa, afinal, ele serve para quê?
  • B: ...ele recebe o sangue das veias e lança para as artérias / ele passa para as artérias o sangue que recebe das veias.
  • C: O corpo libera adrenalina / a adrenalina é liberada pelo corpo.
  • D: ...aumentando os batimentos cardíacos e a pressão arterial / aumentando a pressão arterial e os batimentos cardíacos.
  • E: ...não é ali que moram os sentimentos / não são os sentimentos que moram ali.

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