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Assinale a frase que apresenta a regência correta, de acordo com a norma-padrão, no segmento destacado.
  • A: Ela confessou de que tem trabalhado mais do que gostaria.
  • B: Ele tem esperança a que logo terá mais tempo para o lazer.
  • C: Ela partiu do pressuposto a que o trabalho dignifica o homem.
  • D: Ele está convicto que é possível trabalhar e se divertir.
  • E: Ela demonstrou a crença de que o lazer dignifica a vida.

Assinale a alternativa correta no que se refere ao emprego dos elementos destacados.
  • A: Após denunciar o sargento, o tenente chegou à ser chamado de “linguarudo”, xingamento do qual não se chateou.
  • B: Acusado de revelar informações impróprias à respeito do sargento, o tenente alegou de que estava cumprindo ordens.
  • C: O tenente foi advertido à não fazer menção aos hábitos alimentares do sargento, aos quais não são nada saudáveis.
  • D: Os hábitos alimentares do sargento, a que o tenente fez menção, não parecem interessar à segurança interna.
  • E: A segurança interna, departamento o qual foi encaminhada a denúncia sobre o sargento, não deu importância à ela.

                                                                                 Empatia: a arte de se colocar no lugar do outro
 
        Certamente a empatia não é uma habilidade fácil de se colocar em prática. Além de as relações humanas serem complexas, há o fato de o individualismo ser uma característica cada vez mais recorrente, em razão da escassez de tempo das pessoas para se preocupar com o próximo. A empatia, caso você não saiba, é a capacidade de se colocar no lugar do outro, de entendê-lo, de tentar compreender o que se passa em sua mente não a partir da nossa perspectiva, mas tentando pensar como ele, com as suas crenças e valores, e imaginando se teríamos a mesma atitude se estivéssemos na situação dele.
        De qualquer forma, com uma coisa todo mundo concorda: a empatia é um antídoto poderoso para esses tempos de individualismo e uma ferramenta eficaz para uma vida melhor.
        “Ver o mundo conectado no olhar do outro facilita a comunicação, cria laços, fortalece, promove a solidariedade e permite aprender com a experiência do outro”, diz a psicoterapeuta Socorro Leite. Se você deseja se relacionar saudavelmente, precisa aceitar e compreender os sentimentos e emoções das outras pessoas. “Essa conduta nos leva a agir com mais respeito, lealdade, transparência e generosidade. Afinal, todos queremos um mundo mais pacífico, justo, colaborativo e sustentável”, ressalta.
        Mas por que algumas pessoas têm a capacidade de se colocar no lugar dos outros enquanto outras não? A falta de empatia pode ser ocasionada pela falta de carinho e atenção ao longo da vida.
        Segundo pesquisa de uma universidade norte-americana, o brasileiro não está entre os povos mais empáticos do mundo. O Brasil ficou em 51° lugar na lista entre os 63 países pesquisados. A boa notícia é que a empatia pode ser aprendida. Graças à maleabilidade dos circuitos neurais do nosso cérebro, a chamada neuroplasticidade, a tendência de empatia e compaixão do cérebro nunca é fixa; ou seja, é possível reprogramá-lo para que seja mais compreensivo em pequenas escolhas do dia a dia.
                                                                                    (Gisele Bortoleto, Revista Be Bem-estar, 20-05-2018. Adaptado)

 
De acordo com o texto, entre os fatores que dificultam a prática da empatia está
  • A: a rigidez dos conceitos aprendidos ao longo da vida.
  • B: a incapacidade de mudança das redes cerebrais.
  • C: a propensão ao distanciamento por falta de comunicação.
  • D: a tendência a privilegiar os interesses particulares.
  • E: o receio de que a solidariedade crie vínculos de dependência.

                                                                                 Empatia: a arte de se colocar no lugar do outro
 
        Certamente a empatia não é uma habilidade fácil de se colocar em prática. Além de as relações humanas serem complexas, há o fato de o individualismo ser uma característica cada vez mais recorrente, em razão da escassez de tempo das pessoas para se preocupar com o próximo. A empatia, caso você não saiba, é a capacidade de se colocar no lugar do outro, de entendê-lo, de tentar compreender o que se passa em sua mente não a partir da nossa perspectiva, mas tentando pensar como ele, com as suas crenças e valores, e imaginando se teríamos a mesma atitude se estivéssemos na situação dele.
        De qualquer forma, com uma coisa todo mundo concorda: a empatia é um antídoto poderoso para esses tempos de individualismo e uma ferramenta eficaz para uma vida melhor.
        “Ver o mundo conectado no olhar do outro facilita a comunicação, cria laços, fortalece, promove a solidariedade e permite aprender com a experiência do outro”, diz a psicoterapeuta Socorro Leite. Se você deseja se relacionar saudavelmente, precisa aceitar e compreender os sentimentos e emoções das outras pessoas. “Essa conduta nos leva a agir com mais respeito, lealdade, transparência e generosidade. Afinal, todos queremos um mundo mais pacífico, justo, colaborativo e sustentável”, ressalta.
        Mas por que algumas pessoas têm a capacidade de se colocar no lugar dos outros enquanto outras não? A falta de empatia pode ser ocasionada pela falta de carinho e atenção ao longo da vida.
        Segundo pesquisa de uma universidade norte-americana, o brasileiro não está entre os povos mais empáticos do mundo. O Brasil ficou em 51° lugar na lista entre os 63 países pesquisados. A boa notícia é que a empatia pode ser aprendida. Graças à maleabilidade dos circuitos neurais do nosso cérebro, a chamada neuroplasticidade, a tendência de empatia e compaixão do cérebro nunca é fixa; ou seja, é possível reprogramá-lo para que seja mais compreensivo em pequenas escolhas do dia a dia.
                                                                                    (Gisele Bortoleto, Revista Be Bem-estar, 20-05-2018. Adaptado)

 
Assinale a alternativa que expressa ideia de empatia análoga à presente no trecho – ... é a capacidade de se colocar no lugar do outro.
  • A: ... aceitar e compreender os sentimentos e emoções das outras pessoas.
  • B: ... uma ferramenta eficaz para uma vida melhor.
  • C: ... todos queremos um mundo mais pacífico...
  • D: ... agir com mais respeito, lealdade, transparência e generosidade.
  • E: ... o brasileiro não está entre os povos mais empáticos do mundo.

                                                                                 Empatia: a arte de se colocar no lugar do outro
 
        Certamente a empatia não é uma habilidade fácil de se colocar em prática. Além de as relações humanas serem complexas, há o fato de o individualismo ser uma característica cada vez mais recorrente, em razão da escassez de tempo das pessoas para se preocupar com o próximo. A empatia, caso você não saiba, é a capacidade de se colocar no lugar do outro, de entendê-lo, de tentar compreender o que se passa em sua mente não a partir da nossa perspectiva, mas tentando pensar como ele, com as suas crenças e valores, e imaginando se teríamos a mesma atitude se estivéssemos na situação dele.
        De qualquer forma, com uma coisa todo mundo concorda: a empatia é um antídoto poderoso para esses tempos de individualismo e uma ferramenta eficaz para uma vida melhor.
        “Ver o mundo conectado no olhar do outro facilita a comunicação, cria laços, fortalece, promove a solidariedade e permite aprender com a experiência do outro”, diz a psicoterapeuta Socorro Leite. Se você deseja se relacionar saudavelmente, precisa aceitar e compreender os sentimentos e emoções das outras pessoas. “Essa conduta nos leva a agir com mais respeito, lealdade, transparência e generosidade. Afinal, todos queremos um mundo mais pacífico, justo, colaborativo e sustentável”, ressalta.
        Mas por que algumas pessoas têm a capacidade de se colocar no lugar dos outros enquanto outras não? A falta de empatia pode ser ocasionada pela falta de carinho e atenção ao longo da vida.
        Segundo pesquisa de uma universidade norte-americana, o brasileiro não está entre os povos mais empáticos do mundo. O Brasil ficou em 51° lugar na lista entre os 63 países pesquisados. A boa notícia é que a empatia pode ser aprendida. Graças à maleabilidade dos circuitos neurais do nosso cérebro, a chamada neuroplasticidade, a tendência de empatia e compaixão do cérebro nunca é fixa; ou seja, é possível reprogramá-lo para que seja mais compreensivo em pequenas escolhas do dia a dia.
                                                                                    (Gisele Bortoleto, Revista Be Bem-estar, 20-05-2018. Adaptado)
É correto concluir que o resultado da pesquisa sobre empatia mencionada no último parágrafo do texto é
  • A: desalentador para os países participantes.
  • B: desestimulante para os pesquisadores.
  • C: desafiador para a autora do texto.
  • D: desastroso para os psicoterapeutas.
  • E: desabonador para o brasileiro.

                                                                                 Empatia: a arte de se colocar no lugar do outro
 
        Certamente a empatia não é uma habilidade fácil de se colocar em prática. Além de as relações humanas serem complexas, há o fato de o individualismo ser uma característica cada vez mais recorrente, em razão da escassez de tempo das pessoas para se preocupar com o próximo. A empatia, caso você não saiba, é a capacidade de se colocar no lugar do outro, de entendê-lo, de tentar compreender o que se passa em sua mente não a partir da nossa perspectiva, mas tentando pensar como ele, com as suas crenças e valores, e imaginando se teríamos a mesma atitude se estivéssemos na situação dele.
        De qualquer forma, com uma coisa todo mundo concorda: a empatia é um antídoto poderoso para esses tempos de individualismo e uma ferramenta eficaz para uma vida melhor.
        “Ver o mundo conectado no olhar do outro facilita a comunicação, cria laços, fortalece, promove a solidariedade e permite aprender com a experiência do outro”, diz a psicoterapeuta Socorro Leite. Se você deseja se relacionar saudavelmente, precisa aceitar e compreender os sentimentos e emoções das outras pessoas. “Essa conduta nos leva a agir com mais respeito, lealdade, transparência e generosidade. Afinal, todos queremos um mundo mais pacífico, justo, colaborativo e sustentável”, ressalta.
        Mas por que algumas pessoas têm a capacidade de se colocar no lugar dos outros enquanto outras não? A falta de empatia pode ser ocasionada pela falta de carinho e atenção ao longo da vida.
        Segundo pesquisa de uma universidade norte-americana, o brasileiro não está entre os povos mais empáticos do mundo. O Brasil ficou em 51° lugar na lista entre os 63 países pesquisados. A boa notícia é que a empatia pode ser aprendida. Graças à maleabilidade dos circuitos neurais do nosso cérebro, a chamada neuroplasticidade, a tendência de empatia e compaixão do cérebro nunca é fixa; ou seja, é possível reprogramá-lo para que seja mais compreensivo em pequenas escolhas do dia a dia.
                                                                                    (Gisele Bortoleto, Revista Be Bem-estar, 20-05-2018. Adaptado)

 

Para responder a esta questão, considere a seguinte passagem:

Se você deseja se relacionar saudavelmente, precisa aceitar e compreender os sentimentos e emoções das outras pessoas.

A alternativa que identifica o sentido da conjunção que inicia o trecho destacado e o reescreve corretamente, preservando o sentido original, é:
  • A: Concessão: Embora você deseje ...
  • B: Tempo: Desde que você deseja ...
  • C: Condição: Caso você deseje ...
  • D: Causa: Como você deseja ...
  • E: Conclusão: Portanto você deseja ...




                                                     Empatia: a arte de se colocar no lugar do outro

 
        Certamente a empatia não é uma habilidade fácil de se colocar em prática. Além de as relações humanas serem complexas, há o fato de o individualismo ser uma característica cada vez mais recorrente, em razão da escassez de tempo das pessoas para se preocupar com o próximo. A empatia, caso você não saiba, é a capacidade de se colocar no lugar do outro, de entendê-lo, de tentar compreender o que se passa em sua mente não a partir da nossa perspectiva, mas tentando pensar como ele, com as suas crenças e valores, e imaginando se teríamos a mesma atitude se estivéssemos na situação dele.
        De qualquer forma, com uma coisa todo mundo concorda: a empatia é um antídoto poderoso para esses tempos de individualismo e uma ferramenta eficaz para uma vida melhor.
        “Ver o mundo conectado no olhar do outro facilita a comunicação, cria laços, fortalece, promove a solidariedade e permite aprender com a experiência do outro”, diz a psicoterapeuta Socorro Leite. Se você deseja se relacionar saudavelmente, precisa aceitar e compreender os sentimentos e emoções das outras pessoas. “Essa conduta nos leva a agir com mais respeito, lealdade, transparência e generosidade. Afinal, todos queremos um mundo mais pacífico, justo, colaborativo e sustentável”, ressalta.
        Mas por que algumas pessoas têm a capacidade de se colocar no lugar dos outros enquanto outras não? A falta de empatia pode ser ocasionada pela falta de carinho e atenção ao longo da vida.
        Segundo pesquisa de uma universidade norte-americana, o brasileiro não está entre os povos mais empáticos do mundo. O Brasil ficou em 51° lugar na lista entre os 63 países pesquisados. A boa notícia é que a empatia pode ser aprendida. Graças à maleabilidade dos circuitos neurais do nosso cérebro, a chamada neuroplasticidade, a tendência de empatia e compaixão do cérebro nunca é fixa; ou seja, é possível reprogramá-lo para que seja mais compreensivo em pequenas escolhas do dia a dia.
                                                                                    (Gisele Bortoleto, Revista Be Bem-estar, 20-05-2018. Adaptado)



A alternativa cujo texto está redigido segundo a norma-padrão de concordância é:
  • A: Ainda existe pessoas que teimam em não demonstrar compaixão pelo semelhante e o ignora intencionalmente.
  • B: Mais de um especialista estudaram os hábitos das pessoas, não chegando a identificar o que as levam ao individualismo.
  • C: Entre os países pesquisados haviam muitos em posição mais vantajosa do que o Brasil em termos de empatia.
  • D: Não se colocam facilmente em prática atitudes condizentes com a empatia que se espera das pessoas.
  • E: Constataram-se em pesquisa que os brasileiros, de qualquer classe social, não costuma ser empático.


A fala do personagem de boné revela
  • A: sua falta de interesse em acertar, para não ter de enfrentar mais jornadas de estudo nem o concurso.
  • B: seu temor de que seus erros revelem sua falta de preparo para participar da olimpíada.
  • C: seu entusiasmo diante da proposta da professora, que o levará a ter melhor desempenho.
  • D: sua impossibilidade de contar consigo mesmo para ter seus conhecimentos aprovados pela professora.
  • E: seu receio de que a colega não tenha conhecimentos suficientes para ajudá-lo a resolver os testes.

        Às vezes, quando vejo uma pessoa que nunca vi, e tenho algum tempo para observá-la, eu me encarno nela e assim dou um grande passo para conhecê-la. E essa intrusão numa pessoa, qualquer que seja ela, nunca termina pela sua própria autoacusação: ao nela me encarnar, compreendo-lhe os motivos e perdoo. Preciso é prestar atenção para não me encarnar numa vida perigosa e atraente, e que por isso mesmo eu não queira o retorno a mim mesmo.
        Um dia, no avião... ah, meu Deus – implorei – isso não, não quero ser essa missionária!.
        Mas era inútil. Eu sabia que, por causa de três horas de sua presença, eu por vários dias seria missionária. A magreza e a delicadeza extremamente polida de missionária já me haviam tomado. É com curiosidade, algum deslumbramento e cansaço prévio que sucumbo à vida que vou experimentar por uns dias viver. E com alguma apreensão, do ponto de vista prático: ando agora muito ocupada demais com os meus deveres e prazeres para poder arcar com o peso dessa vida que não conheço – mas cuja tensão evangelical já começo a sentir. No avião mesmo percebo que já comecei a andar com esse passo de santa leiga: então compreendo como a missionária é paciente, como se apaga com esse passo que mal quer tocar o chão, como se pisar mais forte viesse prejudicar os outros. Agora sou pálida, sem nenhuma pintura nos lábios, tenho o rosto fino e uso aquela espécie de chapéu de missionária.
                                                                                                                         (Clarice Lispector, Encarnação involuntária. Felicidade clandestina.)

 
É correto afirmar que o texto é o relato de
  • A: uma viagem de avião, durante a qual a personagem revela sua verdadeira identidade.
  • B: uma experiência interior da personagem, que assume o modo de ser de outra pessoa.
  • C: um devaneio da personagem, que não valoriza a dedicação ao trabalho missionário.
  • D: um novo modo de encarar a vida, da perspectiva de alguém que recusa velhos padrões de comportamento.
  • E: uma sensação incômoda da personagem, diante da impossibilidade de viver uma experiência vital.

        Às vezes, quando vejo uma pessoa que nunca vi, e tenho algum tempo para observá-la, eu me encarno nela e assim dou um grande passo para conhecê-la. E essa intrusão numa pessoa, qualquer que seja ela, nunca termina pela sua própria autoacusação: ao nela me encarnar, compreendo-lhe os motivos e perdoo. Preciso é prestar atenção para não me encarnar numa vida perigosa e atraente, e que por isso mesmo eu não queira o retorno a mim mesmo.
        Um dia, no avião... ah, meu Deus – implorei – isso não, não quero ser essa missionária!.
        Mas era inútil. Eu sabia que, por causa de três horas de sua presença, eu por vários dias seria missionária. A magreza e a delicadeza extremamente polida de missionária já me haviam tomado. É com curiosidade, algum deslumbramento e cansaço prévio que sucumbo à vida que vou experimentar por uns dias viver. E com alguma apreensão, do ponto de vista prático: ando agora muito ocupada demais com os meus deveres e prazeres para poder arcar com o peso dessa vida que não conheço – mas cuja tensão evangelical já começo a sentir. No avião mesmo percebo que já comecei a andar com esse passo de santa leiga: então compreendo como a missionária é paciente, como se apaga com esse passo que mal quer tocar o chão, como se pisar mais forte viesse prejudicar os outros. Agora sou pálida, sem nenhuma pintura nos lábios, tenho o rosto fino e uso aquela espécie de chapéu de missionária.
                                                                                                                         (Clarice Lispector, Encarnação involuntária. Felicidade clandestina.)

 

Na passagem – ... então compreendo como a missionária é paciente, como se apaga com esse passo que mal quer tocar o chão, como se pisar mais forte viesse prejudicar os outros. – os termos destacados expressam, respectivamente, as ideias de
  • A: adição e causa.
  • B: proporção e intensidade.
  • C: tempo e conformidade.
  • D: modo e comparação hipotética.
  • E: equivalência e condição.

Exibindo de 19641 até 19650 de 25035 questões.