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No que diz respeito à pontuação, assinale a opção que apresenta proposta de reescrita que mantém a correção do segundo parágrafo do texto CG1A1AAA.
  • A: Como o sistema de democracia representativa procurava representar uma unidade, os partidos políticos foram vistos com maus olhos em um primeiro momento, em seu início, os partidos políticos não tinham sequer o respaldo da Constituição.
  • B: Como o sistema de democracia representativa procurava representar uma unidade, os partidos políticos foram vistos com maus olhos em um primeiro momento; em seu início, os partidos políticos não tinham sequer o respaldo da Constituição.
  • C: Como o sistema de democracia representativa procurava representar uma unidade, os partidos políticos foram vistos com maus olhos em um primeiro momento. Em seu início, os partidos políticos não tinham sequer, o respaldo da Constituição.
  • D: Como o sistema de democracia representativa, procurava representar uma unidade, os partidos políticos foram vistos com maus olhos em um primeiro momento. Em seu início, os partidos políticos não tinham sequer o respaldo da Constituição.
  • E: Como o sistema de democracia representativa procurava representar uma unidade os partidos políticos foram vistos com maus olhos em um primeiro momento. Em seu início, os partidos políticos não tinham sequer o respaldo da Constituição.


Considere as frases do segundo e terceiro quadrinhos:

• Quando você queria escrever alguma monstruosidade, era possível comentar de maneira anônima. / Hoje em
dia, essas frescuras não são mais necessárias.

Assinale a alternativa em que o acréscimo da conjunção, destacada na segunda frase, expressa sentido  compatível com o contexto do trecho.
  • A: Por isso, hoje em dia, essas frescuras não são mais necessárias.
  • B: Porque, hoje em dia, essas frescuras não são mais necessárias.
  • C: Contudo, hoje em dia, essas frescuras não são mais necessárias.
  • D: Portanto, hoje em dia, essas frescuras não são mais necessárias.
  • E: Contanto que, hoje em dia, essas frescuras não sejam mais necessárias.



A correção gramatical e os sentidos do texto CG1A1AAA seriam preservados caso a expressão “quando” (linha 7) fosse substituída por





  • A: conquanto.
  • B: à medida que.
  • C: enquanto.
  • D: se.
  • E: bem como.

Da indolência
O imperador Vespasiano, durante a enfermidade de que veio a morrer, não deixava de se ocupar dos negócios do Império; e, no seu próprio leito, tratava das questões mais importantes. Tendo-lhe o médico censurado essa atividade por nociva à saúde, disse ele: “um imperador precisa morrer em pé”. Eis, a meu ver, um belo pensamento.
Em idênticas circunstâncias, o imperador Adriano teve as mesmas palavras, as quais se deveriam lembrar aos reis para compreender que essa importante responsabilidade de dirigir os homens não é uma situação em que possam permanecer ociosos. E que nada pode desanimar mais o súdito, no seu afã de bem servir o soberano, do que saber que, enquanto corre riscos e se atarefa, seu senhor se entrega à indolência e cuida de seu prazer sem se interessar pelo bem-estar de seu povo.
(MONTAIGNE. Ensaios. Trad. Sérgio Milliet. São Paulo: Abril Cultural, Os Pensadores, 1972, p. 314)
O verbo indicado entre parênteses deverá ser flexionado de modo a concordar com o elemento sublinhado na frase:
  • A: (Convir) aos imperadores morrer em pé, explicou Vespasiano ao médico.
  • B: Não (haver) como admitir maus exemplos aos súditos.
  • C: É comum que se (espelhar) um subalterno nos esforços de seu superior.
  • D: (Dever) sempre servir aos súditos o exemplo dado pelo imperador.
  • E: Não se (registrar) na vida desse imperador momentos de indolência.



A leitura da tira permite concluir que
  • A: os internautas têm sido cada vez mais cautelosos com relação ao teor das postagens nas redes sociais.
  • B: as possíveis consequências das publicações em redes sociais deixaram de ser uma preocupação na atualidade.
  • C: os internautas vêm recorrendo sistematicamente ao anonimato para fazer comentários considerados ofensivos.
  • D: a disseminação do acesso às redes sociais, diferentemente do que se esperava, fez com que se perdesse o interesse por elas.
  • E: os comentários considerados agressivos vêm perdendo espaço na internet para mensagens que pregam tolerância e respeito.


Assinale a opção que apresenta uma proposta de reescrita que preserva o sentido original e a correção gramatical do seguinte trecho do texto CG1A1AAA: “A democracia... povo” (linhas 2 a 5).
  • A: A democracia indireta ou representativa é aquela que a função legislativa é exercida por um parlamento eleito pelo povo segundo Kelsen
  • B: Indireta ou representativa, a democracia, segundo Kelsen, é aquela cuja a função legislativa é exercida por um parlamento eleito pelo povo
  • C: Conforme Kelsen, a democracia indireta ou representativa é aquela na qual um parlamento eleito pelo povo exerce a função legislativa
  • D: Na democracia seja ela indireta ou representativa, a função legislativa é exercida, segundo Kelsen, por um parlamento, eleito pelo povo
  • E: A democracia, indireta ou representativa, segundo Kelsen, é aquela onde a função legislativa é exercida, por um parlamento eleito pelo povo

Da indolência
O imperador Vespasiano, durante a enfermidade de que veio a morrer, não deixava de se ocupar dos negócios do Império; e, no seu próprio leito, tratava das questões mais importantes. Tendo-lhe o médico censurado essa atividade por nociva à saúde, disse ele: “um imperador precisa morrer em pé”. Eis, a meu ver, um belo pensamento.
Em idênticas circunstâncias, o imperador Adriano teve as mesmas palavras, as quais se deveriam lembrar aos reis para compreender que essa importante responsabilidade de dirigir os homens não é uma situação em que possam permanecer ociosos. E que nada pode desanimar mais o súdito, no seu afã de bem servir o soberano, do que saber que, enquanto corre riscos e se atarefa, seu senhor se entrega à indolência e cuida de seu prazer sem se interessar pelo bem-estar de seu povo.
(MONTAIGNE. Ensaios. Trad. Sérgio Milliet. São Paulo: Abril Cultural, Os Pensadores, 1972, p. 314)
Tendo-lhe o médico censurado essa atividade, disse Vespasiano: “um imperador precisa morrer em pé”.
Uma nova redação da frase acima, na qual se substitua adequadamente o discurso direto pelo indireto e se mantenham a correção e a coerência, poderá ser:
  • A: Havendo censurado-lhe o médico por essa atividade, redarguiu-o Vespasiano desta forma: Urge que um imperador morra em pé.
  • B: Ao admoestá-lo o médico por tal atividade, disse-lhe Vespasiano que se impõe a um imperador morrer em pé.
  • C: Quando o médico reprendeu-lhe por se manter ativo, Vespasiano retrucou-o que o imperador carecia de morrer em pé.
  • D: Ao haver-lhe censurado a atividade exercida, respondeu Vespasiano ao médico: Por ser imperador, morro em pé.
  • E: Advertindo-o o médico, por tamanha atividade, Vespasiano lhe explicou: não cabe a um imperador se não morrer em pé.



De acordo com as ideias veiculadas no texto CG1A1AAA, nos estados democráticos os partidos políticos
  • A: foram criados para reunir os indivíduos eleitos pelo povo por voto direto.
  • B: passaram a ser mais bem aceitos quando os países publicaram suas primeiras constituições federais.
  • C: atuam somente em sistemas indiretos ou representativos.
  • D: foram criados porque indivíduos isolados não devem atuar em órgãos públicos.
  • E: devem fiscalizar a atuação de funcionários do governo.

Da indolência
O imperador Vespasiano, durante a enfermidade de que veio a morrer, não deixava de se ocupar dos negócios do Império; e, no seu próprio leito, tratava das questões mais importantes. Tendo-lhe o médico censurado essa atividade por nociva à saúde, disse ele: “um imperador precisa morrer em pé”. Eis, a meu ver, um belo pensamento.
Em idênticas circunstâncias, o imperador Adriano teve as mesmas palavras, as quais se deveriam lembrar aos reis para compreender que essa importante responsabilidade de dirigir os homens não é uma situação em que possam permanecer ociosos. E que nada pode desanimar mais o súdito, no seu afã de bem servir o soberano, do que saber que, enquanto corre riscos e se atarefa, seu senhor se entrega à indolência e cuida de seu prazer sem se interessar pelo bem-estar de seu povo.
(MONTAIGNE. Ensaios. Trad. Sérgio Milliet. São Paulo: Abril Cultural, Os Pensadores, 1972, p. 314)
É correto deduzir da leitura do texto que
  • A: são distintas reações as de Montaigne diante das circunstâncias de vida e as das falas atribuídas aos dois imperadores citados.
  • B: a ociosidade, tal como a considera pessoalmente o imperador Adriano, é avaliada de modo mais tolerante pelo imperador Vespasiano.
  • C: o bem-estar do povo deve estimular os soberanos a dedicarem-se ao trabalho para evitar a indolência e os prazeres de seus súditos.
  • D: espera o súdito servir ao soberano da melhor forma possível, devendo o soberano, por sua vez, afastar-se de qualquer forma de indolência.
  • E: a admiração que Montaigne demonstra pelos imperadores citados resulta, sobretudo, da coragem e da soberba com que desdenham a morte.

Na dinâmica das leis
Toda legislação racionaliza os valores sociais, buscando reconhecê-los e afastá-los do âmbito das paixões ou dos interesses mais estritos do indivíduo, bem como compreendê-los no tempo vivo da História. Diz-se que as leis “caducam”, e o termo, pouco ortodoxo, é expressivo: por anacronismo, dispositivos legais podem perder a razão de ser, superados que são pela primazia que ganham novos costumes.
São vários os fatores que determinam mudanças drásticas em nosso comportamento. Entre eles está a alta tecnologia de ponta, com seus incontáveis reflexos na vida cotidiana: o que fazer, por exemplo, do direito à privacidade na onipresença de câmeras instaladas por medida de segurança? No campo da moral e da ética, das disputas políticas, das ideologias, do comportamento, dos hábitos cotidianos, muito do que ontem valia deixa de ter sentido hoje; considere-se, pois, a possibilidade sempre aberta para que um novo “espírito” de uma lei deva corresponder a uma nova prática social. Nessa atualização necessária, conta-se com a sensatez e o senso de oportunidade do legislador, sem falar na atenção continuada aos dispositivos básicos constitucionais já estabelecidos na Carta Magna.
A mobilidade dos costumes enseja a formação de novos sujeitos sociais. Note-se que, além das instituições já clássicas, nosso tempo vem testemunhando a criação dos chamados “coletivos”, cuja natureza se distingue da dos partidos políticos ou dos órgãos de classe tradicionais, embora sejam agrupamentos cuja ação se reveste de evidente importância política e cuja representação de setores específicos da sociedade pode ser vista como legítima. É possível que a legislação venha a contemplar as iniciativas desses “coletivos”, munindo-se de novos dispositivos para acompanhar os novos traços de uma sociedade em movimento.
(Alcebíades Nunes Cardoso, inédito)
É possível que a legislação venha a contemplar as iniciativas desses “coletivos”, munindo-se de novos dispositivos.
Uma nova redação da frase acima, uma vez iniciada por As iniciativas desses “coletivos” ..., poderá ter, sem prejuízo para sua correção e coerência, a seguinte complementação:
  • A: conquanto munidas de novos dispositivos, possivelmente virão contemplar a legislação.
  • B: desde que a tornem possível, passarão a munir-se de novos dispositivos na nova legislação.
  • C: serão possivelmente atendidas por uma legislação que venha a se munir de novos dispositivos.
  • D: por meio de novos dispositivos, possivelmente farão com que a legislação venha a contemplá-las.
  • E: serão contempladas, possivelmente, desde que hajam se munido de novos dispositivos em sua legislação.

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