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Texto 1– Guerra civil

Renato Casagrande, O Globo, 23/11/2017
O 11º Relatório do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, mostrando o crescimento das mortes violentas no Brasil em 2016, mais uma vez assustou a todos. Foram 61.619 pessoas que perderam a vida devido à violência. Outro dado relevante é o crescimento da violência em alguns estados do Sul e do Sudeste.
Na verdade, todos os anos a imprensa nacional destaca os inaceitáveis números da violência no país. Todos se assustam, o tempo passa, e pouca ação ocorre de fato. Tem sido assim com o governo federal e boa parte das demais unidades da Federação. Agora, com a crise, o argumento é a incapacidade de investimento, mas, mesmo em períodos de economia mais forte, pouco se viu da implementação de programas estruturantes com o objetivo de enfrentar o crime. Contratação de policiais, aquisição de equipamentos, viaturas e novas tecnologias são medidas essenciais, mas é preciso ir muito além. Definir metas e alcançá-las, utilizando um bom método de trabalho, deve ser parte de um programa bem articulado, que permita o acompanhamento das ações e que incentive o trabalho integrado entre as forças policiais do estado, da União e das guardas municipais.

“Na verdade, todos os anos a imprensa nacional destaca os inaceitáveis números da violência no país”.
O vocábulo “inaceitáveis” equivale ao “que não se aceita”.
A equivalência correta abaixo indicada é:
  • A: tinta indelével / que não se apaga;
  • B: ação impossível / que não se possui;
  • C: trabalho inexequível / que não se exemplifica;
  • D: carro invisível / que não tem vistoria;
  • E: voz inaudível / que não possui audiência.

Texto 1– Guerra civil

Renato Casagrande, O Globo, 23/11/2017
O 11º Relatório do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, mostrando o crescimento das mortes violentas no Brasil em 2016, mais uma vez assustou a todos. Foram 61.619 pessoas que perderam a vida devido à violência. Outro dado relevante é o crescimento da violência em alguns estados do Sul e do Sudeste.
Na verdade, todos os anos a imprensa nacional destaca os inaceitáveis números da violência no país. Todos se assustam, o tempo passa, e pouca ação ocorre de fato. Tem sido assim com o governo federal e boa parte das demais unidades da Federação. Agora, com a crise, o argumento é a incapacidade de investimento, mas, mesmo em períodos de economia mais forte, pouco se viu da implementação de programas estruturantes com o objetivo de enfrentar o crime. Contratação de policiais, aquisição de equipamentos, viaturas e novas tecnologias são medidas essenciais, mas é preciso ir muito além. Definir metas e alcançá-las, utilizando um bom método de trabalho, deve ser parte de um programa bem articulado, que permita o acompanhamento das ações e que incentive o trabalho integrado entre as forças policiais do estado, da União e das guardas municipais.


“Na verdade, todos os anos a imprensa nacional destaca os inaceitáveis números da violência no país”.
Esse segmento do texto 1, no contexto, indica valor:





  • A: adversativo;
  • B: concessivo;
  • C: conclusivo;
  • D: explicativo;
  • E: temporal.

Texto 1– Guerra civil

Renato Casagrande, O Globo, 23/11/2017
O 11º Relatório do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, mostrando o crescimento das mortes violentas no Brasil em 2016, mais uma vez assustou a todos. Foram 61.619 pessoas que perderam a vida devido à violência. Outro dado relevante é o crescimento da violência em alguns estados do Sul e do Sudeste.
Na verdade, todos os anos a imprensa nacional destaca os inaceitáveis números da violência no país. Todos se assustam, o tempo passa, e pouca ação ocorre de fato. Tem sido assim com o governo federal e boa parte das demais unidades da Federação. Agora, com a crise, o argumento é a incapacidade de investimento, mas, mesmo em períodos de economia mais forte, pouco se viu da implementação de programas estruturantes com o objetivo de enfrentar o crime. Contratação de policiais, aquisição de equipamentos, viaturas e novas tecnologias são medidas essenciais, mas é preciso ir muito além. Definir metas e alcançá-las, utilizando um bom método de trabalho, deve ser parte de um programa bem articulado, que permita o acompanhamento das ações e que incentive o trabalho integrado entre as forças policiais do estado, da União e das guardas municipais.
O segmento do texto 1 em que a conjunção E tem valor adversativo (oposição) e NÃO aditivo (adição) é:
  • A: “...crescimento da violência em alguns estados do Sul e do Sudeste”;
  • B: “Todos se assustam, o tempo passa, e pouca ação decorre de fato”;
  • C: “Tem sido assim com o governo federal e boa parte das demais unidades da Federação”;
  • D: “...viaturas e novas tecnologias”;
  • E: “Definir metas e alcançá-las...”.

Texto 1– Guerra civil

Renato Casagrande, O Globo, 23/11/2017
O 11º Relatório do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, mostrando o crescimento das mortes violentas no Brasil em 2016, mais uma vez assustou a todos. Foram 61.619 pessoas que perderam a vida devido à violência. Outro dado relevante é o crescimento da violência em alguns estados do Sul e do Sudeste.
Na verdade, todos os anos a imprensa nacional destaca os inaceitáveis números da violência no país. Todos se assustam, o tempo passa, e pouca ação ocorre de fato. Tem sido assim com o governo federal e boa parte das demais unidades da Federação. Agora, com a crise, o argumento é a incapacidade de investimento, mas, mesmo em períodos de economia mais forte, pouco se viu da implementação de programas estruturantes com o objetivo de enfrentar o crime. Contratação de policiais, aquisição de equipamentos, viaturas e novas tecnologias são medidas essenciais, mas é preciso ir muito além. Definir metas e alcançá-las, utilizando um bom método de trabalho, deve ser parte de um programa bem articulado, que permita o acompanhamento das ações e que incentive o trabalho integrado entre as forças policiais do estado, da União e das guardas municipais.
O primeiro parágrafo do texto 1 é constituído por três períodos; sobre o terceiro período, é INCORRETO afirmar que:
  • A: é parcialmente redundante já que a informação do crescimento da violência no Brasil já foi dada antes;
  • B: indica a supervalorização de algumas regiões do Brasil em relação às demais;
  • C: faz supor que o crescimento da violência nas regiões destacadas foi bem maior que nas demais;
  • D: leva o leitor à suposição de que o crescimento da violência não atingia anteriormente essas regiões;
  • E: mostra uma quebra de expectativa quanto ao crescimento da violência no Brasil.

Texto 1– Guerra civil

Renato Casagrande, O Globo, 23/11/2017
O 11º Relatório do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, mostrando o crescimento das mortes violentas no Brasil em 2016, mais uma vez assustou a todos. Foram 61.619 pessoas que perderam a vida devido à violência. Outro dado relevante é o crescimento da violência em alguns estados do Sul e do Sudeste.
Na verdade, todos os anos a imprensa nacional destaca os inaceitáveis números da violência no país. Todos se assustam, o tempo passa, e pouca ação ocorre de fato. Tem sido assim com o governo federal e boa parte das demais unidades da Federação. Agora, com a crise, o argumento é a incapacidade de investimento, mas, mesmo em períodos de economia mais forte, pouco se viu da implementação de programas estruturantes com o objetivo de enfrentar o crime. Contratação de policiais, aquisição de equipamentos, viaturas e novas tecnologias são medidas essenciais, mas é preciso ir muito além. Definir metas e alcançá-las, utilizando um bom método de trabalho, deve ser parte de um programa bem articulado, que permita o acompanhamento das ações e que incentive o trabalho integrado entre as forças policiais do estado, da União e das guardas municipais.
O texto 1 apresenta uma série de conectores em suas ligações sintáticas; o conector que tem seu significado corretamente indicado é: 
  • A: “...que perderam a vida devido à violência” / causa;
  • B: “Agora, com a crise...” / companhia;
  • C: “...mesmo em períodos de economia mais forte” / concessão;
  • D: “...crescimento da violência em alguns estados” / tempo;
  • E: “...mas é preciso ir muito além” / conclusão.

Texto 1– Guerra civil

Renato Casagrande, O Globo, 23/11/2017
O 11º Relatório do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, mostrando o crescimento das mortes violentas no Brasil em 2016, mais uma vez assustou a todos. Foram 61.619 pessoas que perderam a vida devido à violência. Outro dado relevante é o crescimento da violência em alguns estados do Sul e do Sudeste.
Na verdade, todos os anos a imprensa nacional destaca os inaceitáveis números da violência no país. Todos se assustam, o tempo passa, e pouca ação ocorre de fato. Tem sido assim com o governo federal e boa parte das demais unidades da Federação. Agora, com a crise, o argumento é a incapacidade de investimento, mas, mesmo em períodos de economia mais forte, pouco se viu da implementação de programas estruturantes com o objetivo de enfrentar o crime. Contratação de policiais, aquisição de equipamentos, viaturas e novas tecnologias são medidas essenciais, mas é preciso ir muito além. Definir metas e alcançá-las, utilizando um bom método de trabalho, deve ser parte de um programa bem articulado, que permita o acompanhamento das ações e que incentive o trabalho integrado entre as forças policiais do estado, da União e das guardas municipais.
“Foram 61.619 pessoas que perderam a vida devido à violência”. Nesse segmento, o autor do texto 1 utilizou um tipo de linguagem figurada na expressão “perderam a vida”; esse tipo de figura se caracteriza por:
  • A: substituir um termo por outro de significado semelhante;
  • B: comparar dois termos por meio de alguma semelhança;
  • C: deslocar um termo sintático para uma ordem inversa;
  • D: atribuir uma ação humana a um ser inanimado;
  • E: modificar um termo para que se torne menos agressivo.

Texto 1– Guerra civil

Renato Casagrande, O Globo, 23/11/2017
O 11º Relatório do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, mostrando o crescimento das mortes violentas no Brasil em 2016, mais uma vez assustou a todos. Foram 61.619 pessoas que perderam a vida devido à violência. Outro dado relevante é o crescimento da violência em alguns estados do Sul e do Sudeste.
Na verdade, todos os anos a imprensa nacional destaca os inaceitáveis números da violência no país. Todos se assustam, o tempo passa, e pouca ação ocorre de fato. Tem sido assim com o governo federal e boa parte das demais unidades da Federação. Agora, com a crise, o argumento é a incapacidade de investimento, mas, mesmo em períodos de economia mais forte, pouco se viu da implementação de programas estruturantes com o objetivo de enfrentar o crime. Contratação de policiais, aquisição de equipamentos, viaturas e novas tecnologias são medidas essenciais, mas é preciso ir muito além. Definir metas e alcançá-las, utilizando um bom método de trabalho, deve ser parte de um programa bem articulado, que permita o acompanhamento das ações e que incentive o trabalho integrado entre as forças policiais do estado, da União e das guardas municipais.
O segundo período do primeiro parágrafo do texto 1 – Foram 61.619 pessoas que perderam a vida devido à violência -, em relação ao período anterior, tem a função de:
  • A: explicitar o crescimento da violência, documentando numericamente o número de vítimas;
  • B: acrescentar uma informação de caráter oficial, dando autoridade ao texto;
  • C: comprovar o crescimento da violência, destacando esse crescimento nas regiões Sul e Sudeste;
  • D: comparar o número de vítimas com o do ano anterior, demonstrando objetivamente o que foi dito;
  • E: demonstrar a imparcialidade jornalística, apelando para um dado de caráter objetivo.

Texto 1– Guerra civil

Renato Casagrande, O Globo, 23/11/2017
O 11º Relatório do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, mostrando o crescimento das mortes violentas no Brasil em 2016, mais uma vez assustou a todos. Foram 61.619 pessoas que perderam a vida devido à violência. Outro dado relevante é o crescimento da violência em alguns estados do Sul e do Sudeste.
Na verdade, todos os anos a imprensa nacional destaca os inaceitáveis números da violência no país. Todos se assustam, o tempo passa, e pouca ação ocorre de fato. Tem sido assim com o governo federal e boa parte das demais unidades da Federação. Agora, com a crise, o argumento é a incapacidade de investimento, mas, mesmo em períodos de economia mais forte, pouco se viu da implementação de programas estruturantes com o objetivo de enfrentar o crime. Contratação de policiais, aquisição de equipamentos, viaturas e novas tecnologias são medidas essenciais, mas é preciso ir muito além. Definir metas e alcançá-las, utilizando um bom método de trabalho, deve ser parte de um programa bem articulado, que permita o acompanhamento das ações e que incentive o trabalho integrado entre as forças policiais do estado, da União e das guardas municipais.
“O 11º Relatório do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, mostrando o crescimento das mortes violentas no Brasil em 2016, mais uma vez assustou a todos”.

O senão que se poderia apontar na escritura desse primeiro período do texto 1 é:
  • A: a preferência por uma forma de gerúndio (mostrando) em lugar de uma forma de oração desenvolvida (que mostra);
  • B: o emprego desnecessário de acento gráfico sobre uma palavra latina (Fórum);
  • C: a ausência do vocábulo “número” entre “crescimento” e “das mortes violentas”, que daria mais coerência ao segmento;
  • D: a utilização da expressão “em 2016” em lugar de “no ano de 2016”, que traria mais clareza ao texto;
  • E: a colocação inadequada da expressão “mais uma vez”, que deveria ser colocada ao final do período.

Texto 1– Guerra civil

Renato Casagrande, O Globo, 23/11/2017
O 11º Relatório do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, mostrando o crescimento das mortes violentas no Brasil em 2016, mais uma vez assustou a todos. Foram 61.619 pessoas que perderam a vida devido à violência. Outro dado relevante é o crescimento da violência em alguns estados do Sul e do Sudeste.
Na verdade, todos os anos a imprensa nacional destaca os inaceitáveis números da violência no país. Todos se assustam, o tempo passa, e pouca ação ocorre de fato. Tem sido assim com o governo federal e boa parte das demais unidades da Federação. Agora, com a crise, o argumento é a incapacidade de investimento, mas, mesmo em períodos de economia mais forte, pouco se viu da implementação de programas estruturantes com o objetivo de enfrentar o crime. Contratação de policiais, aquisição de equipamentos, viaturas e novas tecnologias são medidas essenciais, mas é preciso ir muito além. Definir metas e alcançá-las, utilizando um bom método de trabalho, deve ser parte de um programa bem articulado, que permita o acompanhamento das ações e que incentive o trabalho integrado entre as forças policiais do estado, da União e das guardas municipais.
O título dado ao texto 1 é Guerra civil; tal título se justifica pelo fato de:
  • A: a grande quantidade de mortos ser mais frequente em guerras civis, quando participa a população por inteiro;
  • B: as mortes ocorridas serem integralmente devidas ao emprego de armas de fogo;
  • C: os fatos referidos terem ocorrido predominantemente em centros urbanos mais populosos;
  • D: a violência ter acontecido entre membros de uma mesma nacionalidade;
  • E: os casos relatados não envolverem elementos militares, mas somente a população civil.

Texto 1– Guerra civil

Renato Casagrande, O Globo, 23/11/2017
O 11º Relatório do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, mostrando o crescimento das mortes violentas no Brasil em 2016, mais uma vez assustou a todos. Foram 61.619 pessoas que perderam a vida devido à violência. Outro dado relevante é o crescimento da violência em alguns estados do Sul e do Sudeste.
Na verdade, todos os anos a imprensa nacional destaca os inaceitáveis números da violência no país. Todos se assustam, o tempo passa, e pouca ação ocorre de fato. Tem sido assim com o governo federal e boa parte das demais unidades da Federação. Agora, com a crise, o argumento é a incapacidade de investimento, mas, mesmo em períodos de economia mais forte, pouco se viu da implementação de programas estruturantes com o objetivo de enfrentar o crime. Contratação de policiais, aquisição de equipamentos, viaturas e novas tecnologias são medidas essenciais, mas é preciso ir muito além. Definir metas e alcançá-las, utilizando um bom método de trabalho, deve ser parte de um programa bem articulado, que permita o acompanhamento das ações e que incentive o trabalho integrado entre as forças policiais do estado, da União e das guardas municipais.


O texto 1 começa pelo seguinte período: “O 11º Relatório do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, mostrando o crescimento das mortes violentas no Brasil em 2016, mais uma vez assustou a todos”.
Na estruturação geral do texto 1, esse tipo de introdução tem a finalidade de:






  • A: incentivar a leitura do texto pela referência a um problema que atinge a todos;
  • B: causar suspense, omitindo as razões do crescimento da violência constatado pelo relatório;
  • C: fundamentar o texto de forma oficial e burocrática, a fim de valorizar o que vai ser expresso;
  • D: provocar reação de raiva e consciente tomada de atitude por parte da população diante do problema exposto;
  • E: demonstrar a continuidade de um problema contra o qual o texto é construído.

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