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Uma campanha educacional tem como slogan: A educação é um caminho para proteger a vida.
A forma de oração reduzida para proteger a vida pode ser nominalizada da seguinte forma: 






  • A: A fim de proteger a vida.
  • B: Para dar proteção à vida.
  • C: A fim de a vida ser protegida.
  • D: Para a proteção da vida.
  • E: Para proteger-se a vida.

Texto 1A contracapa de um livro de suspense – Em águas sombrias – informa aos possíveis leitores:
“Uma mãe solteira aparece morta no rio que atravessa a cidade. Pouco tempo antes, uma adolescente vulnerável teve o mesmo destino. Embora não sejam as primeiras mulheres perdidas para estas águas escuras, suas mortes causam uma perturbação no rio e em sua história, dragando dele segredos há muito submersos. (…) um novo e viciante suspense psicológico em que a verdade é escorregadia e pode afogar as pessoas em seus próprios mistérios”.




O texto 1 fala de uma adolescente vulnerável; o adjetivo vulnerável significa “sujeito a ser atacado” (Houaiss, 1961).
O adjetivo abaixo, formado com o mesmo sufixo, que tem seu valor semântico indicado corretamente é: 


  • A: tinta indelével – que não mancha;
  • B: realidade tangível – que pode ser modificada;
  • C: pessoa irascível – que se irrita com facilidade;
  • D: desempenho sofrível – que se apoia no sofrimento;
  • E: depoimento irretocável – que pode ser tocado.

Texto 1A contracapa de um livro de suspense – Em águas sombrias – informa aos possíveis leitores:
“Uma mãe solteira aparece morta no rio que atravessa a cidade. Pouco tempo antes, uma adolescente vulnerável teve o mesmo destino. Embora não sejam as primeiras mulheres perdidas para estas águas escuras, suas mortes causam uma perturbação no rio e em sua história, dragando dele segredos há muito submersos. (…) um novo e viciante suspense psicológico em que a verdade é escorregadia e pode afogar as pessoas em seus próprios mistérios”.




"Embora não sejam as primeiras mulheres perdidas para estas águas escuras" é uma oração que poderia ser reescrita em forma reduzida de infinitivo e mantendo-se o sentido original, da seguinte forma: 

  • A: Apesar de não serem as primeiras mulheres perdidas para estas águas escuras.
  • B: Mesmo não sendo as primeiras mulheres perdidas para estas águas escuras.
  • C: Por não serem as primeiras mulheres perdidas para estas águas escuras.
  • D: Não sendo, portanto, as primeiras mulheres perdidas para estas águas escuras.
  • E: A fim de não serem as primeiras mulheres perdidas para estas águas escuras.

Texto 1A contracapa de um livro de suspense – Em águas sombrias – informa aos possíveis leitores:
“Uma mãe solteira aparece morta no rio que atravessa a cidade. Pouco tempo antes, uma adolescente vulnerável teve o mesmo destino. Embora não sejam as primeiras mulheres perdidas para estas águas escuras, suas mortes causam uma perturbação no rio e em sua história, dragando dele segredos há muito submersos. (…) um novo e viciante suspense psicológico em que a verdade é escorregadia e pode afogar as pessoas em seus próprios mistérios”.




“Uma mãe solteira aparece morta no rio que atravessa a cidade. Pouco tempo antes, uma adolescente vulnerável teve o mesmo destino. Embora não sejam as primeiras mulheres perdidas para estas águas escuras, suas mortes causam uma perturbação no rio e em sua história, dragando dele segredos há muito submersos.
No texto 1 há um conjunto de palavras que se refere a elementos anteriores do mesmo texto. O caso abaixo em que a palavra sublinhada se refere a toda uma oração é: 


  • A: que
  • B: o mesmo
  • C: suas
  • D: sua
  • E: dele

Texto 1A contracapa de um livro de suspense – Em águas sombrias – informa aos possíveis leitores:
“Uma mãe solteira aparece morta no rio que atravessa a cidade. Pouco tempo antes, uma adolescente vulnerável teve o mesmo destino. Embora não sejam as primeiras mulheres perdidas para estas águas escuras, suas mortes causam uma perturbação no rio e em sua história, dragando dele segredos há muito submersos. (…) um novo e viciante suspense psicológico em que a verdade é escorregadia e pode afogar as pessoas em seus próprios mistérios”.






No texto 1 há um jogo de palavras de sentido figurado em torno da ideia de “água”.

O segmento que NÃO confirma essa intenção é: 







  • A: Uma mãe solteira aparece morta no rio que atravessa a cidade.
  • B: Embora não sejam as primeiras mulheres perdidas para estas águas escuras.....
  • C: ...a verdade é escorregadia...
  • D: ...e pode afogar as pessoas em seus próprios mistérios.
  • E: ...dragando dele segredos há muito submersos.

Texto 1

A contracapa de um livro de suspense – Em águas sombrias – informa aos possíveis leitores:
“Uma mãe solteira aparece morta no rio que atravessa a cidade. Pouco tempo antes, uma adolescente vulnerável teve o mesmo destino. Embora não sejam as primeiras mulheres perdidas para estas águas escuras, suas mortes causam uma perturbação no rio e em sua história, dragando dele segredos há muito submersos. (...) um novo e viciante suspense psicológico em que a verdade é escorregadia e pode afogar as pessoas em seus próprios mistérios”.




No texto 1, a motivação maior para a compra do livro é: 

  • A: a curiosidade pelos esclarecimentos dos mistérios antecipados;
  • B: a atração pela violência gratuita contra mulheres, comum em nossa sociedade;
  • C: a discussão sobre os processos de investigação a respeito de crimes misteriosos;
  • D: o esclarecimento sobre os antigos segredos submersos no rio citado;
  • E: o debate sobre a verdade e a mentira nas investigações criminais.

TEXTO 1

                       BELEZA COMO MANDAMENTO
Posso falar de arte e artistas outra vez? Tenho afeição pelo tema. Espero que, em algum lugar aí no Brasil, haja leitores e leitoras, mesmo poucos, que se interessem pela figura singular e tão fundamental do artista. Ou quem sabe se dou sorte e há um ou outro artista aí fora, extraviado nesta coluna?
[….] Sempre me pareceu que o artista verdadeiro sacrifica qualquer “conteúdo”, qualquer “coerência”, por uma bela frase, por um belo gesto, por um belo efeito plástico ou cênico. Como dizia Oscar Wilde, “coerência é a virtude dos que não têm imaginação”. Dos não artistas, portanto.
O que distingue o artista é a busca incondicional pela beleza, em detrimento da verdade, do equilíbrio, do bom senso, da ética, da saúde e até da própria vida. Além disso, leitor, o artista é frequentemente um pobre ser ameaçado, com instalação precária no mundo. E, se faz concessões, corre o risco de se desvirtuar, de perder o rumo.
Assim, o artista precisa sacrificar, ou deixar em segundo plano, a verdade e a moral. A objetividade e os bons princípios são temas para outros tipos humanos, para o cientista e para o sacerdote, respectivamente. [….] Quando um artista migra para outros terrenos (ciência, moral, filosofia, pensamento social, crítica literária), o que acaba dominando, em última análise, é a expressão da beleza. Para o verdadeiro artista, a beleza é o único mandamento. Para o bem e para o mal, ela interfere o tempo todo. E a obra artística resvala para a mentira, para o engano, para a fabulação. Tangencia a imoralidade, o crime, a perversão.
                            (Paulo Nogueira Batista Jr., O Globo, 04/08/2017 – adaptado) 



O texto lido utiliza um conjunto de palavras terminadas pelo mesmo sufixo – ção.

Assinale a alternativa que apresenta as palavras que têm rigorosamente a mesma formação. 






  • A: Imaginação / afeição.
  • B: Fabulação / perfeição.
  • C: Perfeição / instalação.
  • D: Instalação / imaginação.
  • E: Afeição / fabulação.

TEXTO 1

                       BELEZA COMO MANDAMENTO
Posso falar de arte e artistas outra vez? Tenho afeição pelo tema. Espero que, em algum lugar aí no Brasil, haja leitores e leitoras, mesmo poucos, que se interessem pela figura singular e tão fundamental do artista. Ou quem sabe se dou sorte e há um ou outro artista aí fora, extraviado nesta coluna?
[….] Sempre me pareceu que o artista verdadeiro sacrifica qualquer “conteúdo”, qualquer “coerência”, por uma bela frase, por um belo gesto, por um belo efeito plástico ou cênico. Como dizia Oscar Wilde, “coerência é a virtude dos que não têm imaginação”. Dos não artistas, portanto.
O que distingue o artista é a busca incondicional pela beleza, em detrimento da verdade, do equilíbrio, do bom senso, da ética, da saúde e até da própria vida. Além disso, leitor, o artista é frequentemente um pobre ser ameaçado, com instalação precária no mundo. E, se faz concessões, corre o risco de se desvirtuar, de perder o rumo.
Assim, o artista precisa sacrificar, ou deixar em segundo plano, a verdade e a moral. A objetividade e os bons princípios são temas para outros tipos humanos, para o cientista e para o sacerdote, respectivamente. [….] Quando um artista migra para outros terrenos (ciência, moral, filosofia, pensamento social, crítica literária), o que acaba dominando, em última análise, é a expressão da beleza. Para o verdadeiro artista, a beleza é o único mandamento. Para o bem e para o mal, ela interfere o tempo todo. E a obra artística resvala para a mentira, para o engano, para a fabulação. Tangencia a imoralidade, o crime, a perversão.
                            (Paulo Nogueira Batista Jr., O Globo, 04/08/2017 – adaptado) 
No primeiro parágrafo, o texto 1 fala de “um ou outro artista aí fora, extraviado nesta coluna?”.

Nesse caso, os artistas estariam “extraviados” porque 
  • A: o colunista não deve tratar de temas relacionados à arte.
  • B: a coluna aborda temas de forma diferente.
  • C: o acaso pode levar alguns artistas a gostarem da coluna.
  • D: os leitores de jornais diários não gostam de arte.
  • E: elaborariam obras de arte distantes do interesse do público.

TEXTO 1

                       BELEZA COMO MANDAMENTO
Posso falar de arte e artistas outra vez? Tenho afeição pelo tema. Espero que, em algum lugar aí no Brasil, haja leitores e leitoras, mesmo poucos, que se interessem pela figura singular e tão fundamental do artista. Ou quem sabe se dou sorte e há um ou outro artista aí fora, extraviado nesta coluna?
[….] Sempre me pareceu que o artista verdadeiro sacrifica qualquer “conteúdo”, qualquer “coerência”, por uma bela frase, por um belo gesto, por um belo efeito plástico ou cênico. Como dizia Oscar Wilde, “coerência é a virtude dos que não têm imaginação”. Dos não artistas, portanto.
O que distingue o artista é a busca incondicional pela beleza, em detrimento da verdade, do equilíbrio, do bom senso, da ética, da saúde e até da própria vida. Além disso, leitor, o artista é frequentemente um pobre ser ameaçado, com instalação precária no mundo. E, se faz concessões, corre o risco de se desvirtuar, de perder o rumo.
Assim, o artista precisa sacrificar, ou deixar em segundo plano, a verdade e a moral. A objetividade e os bons princípios são temas para outros tipos humanos, para o cientista e para o sacerdote, respectivamente. [….] Quando um artista migra para outros terrenos (ciência, moral, filosofia, pensamento social, crítica literária), o que acaba dominando, em última análise, é a expressão da beleza. Para o verdadeiro artista, a beleza é o único mandamento. Para o bem e para o mal, ela interfere o tempo todo. E a obra artística resvala para a mentira, para o engano, para a fabulação. Tangencia a imoralidade, o crime, a perversão.
                            (Paulo Nogueira Batista Jr., O Globo, 04/08/2017 – adaptado) 
Dentre as opções a seguir, a palavra que mostra um processo de formação distinto do das demais palavras é: 
  • A: objetividade.
  • B: segundo.
  • C: cientista.
  • D: respectivamente.
  • E: fabulação.

TEXTO 1

                       BELEZA COMO MANDAMENTO
Posso falar de arte e artistas outra vez? Tenho afeição pelo tema. Espero que, em algum lugar aí no Brasil, haja leitores e leitoras, mesmo poucos, que se interessem pela figura singular e tão fundamental do artista. Ou quem sabe se dou sorte e há um ou outro artista aí fora, extraviado nesta coluna?
[….] Sempre me pareceu que o artista verdadeiro sacrifica qualquer “conteúdo”, qualquer “coerência”, por uma bela frase, por um belo gesto, por um belo efeito plástico ou cênico. Como dizia Oscar Wilde, “coerência é a virtude dos que não têm imaginação”. Dos não artistas, portanto.
O que distingue o artista é a busca incondicional pela beleza, em detrimento da verdade, do equilíbrio, do bom senso, da ética, da saúde e até da própria vida. Além disso, leitor, o artista é frequentemente um pobre ser ameaçado, com instalação precária no mundo. E, se faz concessões, corre o risco de se desvirtuar, de perder o rumo.
Assim, o artista precisa sacrificar, ou deixar em segundo plano, a verdade e a moral. A objetividade e os bons princípios são temas para outros tipos humanos, para o cientista e para o sacerdote, respectivamente. [….] Quando um artista migra para outros terrenos (ciência, moral, filosofia, pensamento social, crítica literária), o que acaba dominando, em última análise, é a expressão da beleza. Para o verdadeiro artista, a beleza é o único mandamento. Para o bem e para o mal, ela interfere o tempo todo. E a obra artística resvala para a mentira, para o engano, para a fabulação. Tangencia a imoralidade, o crime, a perversão.
                            (Paulo Nogueira Batista Jr., O Globo, 04/08/2017 – adaptado) 
Sobre as aspas empregadas nos vocábulos “conteúdo” e “coerência”, assinale a afirmativa correta.
  • A: Não se justificam em termos de padrão culto da língua.
  • B: Destacam termos que são argumentativamente importantes.
  • C: Sublinham termos que são normalmente usados em linguagem não artística.
  • D: Ironizam empregos equivocados na literatura.
  • E: Reproduzem termos já empregados pelo mesmo colunista em outras ocasiões.

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