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Eu me espremo no vagão do metrô.

Há uma multidão à minha volta.

Eu posso me irritar ou pensar que é divertido não precisar me segurar em nada.

As pessoas reagem à mesma situação de formas diferentes.

Se olharmos mais de perto, vamos ver que não é a situação que está nos incomodando, e sim nossa forma de enxergá-la.

 

Sobre o emprego da palavra “que”, julgue as afirmativas e marque a alternativa correta.

I –   A palavra “que” (linha 3) é um elemento de coesão de recurso anafórico.

II –   As palavras “que” (linha 5) são conjunções integrantes.

III –   A segunda ocorrência da palavra “que” (linha 5) é um pronome relativo, por isso pode ser substituída por “na qual”.

IV –   A palavra “que” (linha 3) inicia uma oração que tem o papel de completar o sentido do verbo “pensar”.
  • A: Somente as afirmativas I, II e III estão corretas.
  • B: Somente as afirmativas I e III estão corretas.
  • C: Todas as afirmativas estão corretas.
  • D: Somente a afirmativa IV está correta.
  • E: Somente as afirmativas II, III e IV estão corretas.

Eu me espremo no vagão do metrô.

Há uma multidão à minha volta.

Eu posso me irritar ou pensar que é divertido não precisar me segurar em nada.

As pessoas reagem à mesma situação de formas diferentes.

Se olharmos mais de perto, vamos ver que não é a situação que está nos incomodando, e sim nossa forma de enxergá-la.

 

Sobre as ocorrências de crase no texto, julgue as afirmativas e marque a alternativa correta:

I –   A primeira ocorrência de crase é facultativa.

II –   As duas ocorrências de crase são facultativas.

III –   As duas ocorrências de crase são resultado de regência verbal.
  • A: Somente as afirmativas I e II estão corretas.
  • B: Somente as afirmativas I e III estão corretas.
  • C: Todas as afirmativas estão corretas.
  • D: Somente a afirmativa I está correta.
  • E: Somente as afirmativas II e III estão corretas.

Eu me espremo no vagão do metrô.

Há uma multidão à minha volta.

Eu posso me irritar ou pensar que é divertido não precisar me segurar em nada.

As pessoas reagem à mesma situação de formas diferentes.

Se olharmos mais de perto, vamos ver que não é a situação que está nos incomodando, e sim nossa forma de enxergá-la.

 

Uma frase que transmite a ideia central do texto é:
  • A: O ponto de vista pelo qual enxergamos as coisas é que deve determinar nossas ações.
  • B: As dificuldades podem ser sanadas pelas reações imediatas e intempestivas.
  • C: A reação súbita ao mal surpreende o malfeitor.
  • D: Devemos explanar mais sobre o que nos aflige no mundo e não reagir.
  • E: A reação ao que nos incomoda pode causar danos irreparáveis.

Eu me espremo no vagão do metrô.

Há uma multidão à minha volta.

Eu posso me irritar ou pensar que é divertido não precisar me segurar em nada.

As pessoas reagem à mesma situação de formas diferentes.

Se olharmos mais de perto, vamos ver que não é a situação que está nos incomodando, e sim nossa forma de enxergá-la.

 

Marque a alternativa que apresenta valor semântico correto da preposição sublinhada:
  • A: Eu me espremo no vagão do metrô. (meio)
  • B: Eu me espremo no vagão do metrô. (lugar)
  • C: As pessoas reagem à mesma situação de formas diferentes. (modo)
  • D: Há uma multidão à minha volta. (tempo)
  • E: Eu posso me irritar ou pensar que é divertido não precisar me segurar em (lugar)

Eu me espremo no vagão do metrô.

Há uma multidão à minha volta.

Eu posso me irritar ou pensar que é divertido não precisar me segurar em nada.

As pessoas reagem à mesma situação de formas diferentes.

Se olharmos mais de perto, vamos ver que não é a situação que está nos incomodando, e sim nossa forma de enxergá-la.

 

O verbo “espremo” é grafado com “s”. Marque a alternativa em que as duas palavras estejam grafadas corretamente:
  • A: esporádico, espontâneo,
  • B: esparramado, esparrela
  • C: especulativo, expatriar,
  • D: expedidor, expensas,
  • E: experto, explanar

Eu me espremo no vagão do metrô.

Há uma multidão à minha volta.

Eu posso me irritar ou pensar que é divertido não precisar me segurar em nada.

As pessoas reagem à mesma situação de formas diferentes.

Se olharmos mais de perto, vamos ver que não é a situação que está nos incomodando, e sim nossa forma de enxergá-la.

 

A estratégia argumentativa do autor:

 

 
  • A: parte de uma situação geral para abranger um assunto generalista.
  • B: ambienta uma situação particular e quotidiana para abordar um ensinamento comportamental.
  • C: parte de um fato que resulta numa consequência arbitrária.
  • D: ambienta essencialmente uma situação particular, individualista.
  • E: aponta o contraste “minha” e “nossa” como crítica da sociedade capitalista.

Eu me espremo no vagão do metrô.

Há uma multidão à minha volta.

Eu posso me irritar ou pensar que é divertido não precisar me segurar em nada.

As pessoas reagem à mesma situação de formas diferentes.

Se olharmos mais de perto, vamos ver que não é a situação que está nos incomodando, e sim nossa forma de enxergá-la.

 

A expressão “Se olharmos mais de perto” pode ser substituída, mantendo o mesmo sentido, por:

 
  • A: caso especifiquemos mais
  • B: caso detalhemos mais
  • C: se nos ativermos mais ao assunto
  • D: caso ampliemos mais
  • E: se detalharmos mais

Eu me espremo no vagão do metrô.

Há uma multidão à minha volta.

Eu posso me irritar ou pensar que é divertido não precisar me segurar em nada.

As pessoas reagem à mesma situação de formas diferentes.

Se olharmos mais de perto, vamos ver que não é a situação que está nos incomodando, e sim nossa forma de enxergá-la.

 

A palavra “mesma” (4ª linha) apresenta o mesmo valor morfossemântico do grifado abaixo:
  • A: Ela mesma realizou as atividades e conseguiu êxito.
  • B: Mesmo Juvenal atingiu a meta prevista para o mês.
  • C: A empresa atingiu mesmo a meta prevista no mês.
  • D: Os funcionários mesmos decidiram as metas do próximo semestre.
  • E: O Brasil chorou a tragédia de Brumadinho. Será que temos que passar pelo mesmo colapso novamente?

Conhecemos o mundo apenas pela janela da mente.

Quando a mente está agitada, o mundo também está.

Quando a mente está em paz, o mundo também está.

Conhecer a nossa mente é tão importante quanto tentar mudar o mundo.
“As coisas que você só vê quando desacelera”, de Haesmin Sunim,
Uma reescrita gramaticalmente correta e com preservação do sentido original da primeira linha do texto é:
  • A: Apenas conhecemos o mundo pela janela da mente.
  • B: Somente pela janela da mente conhecemos o mundo.
  • C: Conhecemos o mundo inclusive pela janela da mente.
  • D: Pela janela da mente conhecemos apenas o mundo.
  • E: Pela janela apenas da mente conhecemos o mundo.

Conhecemos o mundo apenas pela janela da mente.

Quando a mente está agitada, o mundo também está.

Quando a mente está em paz, o mundo também está.

Conhecer a nossa mente é tão importante quanto tentar mudar o mundo.
“As coisas que você só vê quando desacelera”, de Haesmin Sunim,
O texto emprega uma linguagem:
  • A: denotativa e formal.
  • B: conotativa e coloquial.
  • C: hiperbólica e literal.
  • D: própria e culta.
  • E: figurativa e formal.

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