Questões de Português para Concursos

Filtrar por:

limpar filtros

Foram encontradas 25035 questões.
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.

Amor é para gastar
Na economia da vida, o maior desperdício é fazer poupança de amor. Prejuízo na certa. Amor é para gastar, mostrar, ostentar. O amor, aliás, é a mais saudável forma de ostentação que existe no mundo.
Vai por mim, amar é luxo só. Triste de quem sente e esconde, de quem sente e fica no joguinho dramático, de quem sente e guarda a sete chaves. Sinto muito.
Amor é da boca para fora. Amor é um escândalo que não se abafa. “Eu te amo” é para ser dito, desbocadamente. Guardar “eu te amo” é prejudicial à saúde.
Na economia amorosa, só existe pagamento à vista, missa de corpo presente. O amor não se parcela, não admite suaves prestações.
Não existe essa de amor só amanhã, como na placa do fiado do boteco. Amor é hoje, aqui, agora... Amor não se sonega, amor é tudo a declarar.
(Xico Sá, “Amor é para gastar”. Em: http://www.itatiaia.com.br)

No trecho do 3o parágrafo – Guardar “eu te amo” é prejudicial à saúde. –, a crase mantém-se se a expressão destacada for substituída por:
  • A: todos que o escondem.
  • B: pessoa que o esconde.
  • C: quem o esconde.
  • D: pessoas que o escondem.
  • E: qualquer pessoa que o esconda.

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.

Amor é para gastar
Na economia da vida, o maior desperdício é fazer poupança de amor. Prejuízo na certa. Amor é para gastar, mostrar, ostentar. O amor, aliás, é a mais saudável forma de ostentação que existe no mundo.
Vai por mim, amar é luxo só. Triste de quem sente e esconde, de quem sente e fica no joguinho dramático, de quem sente e guarda a sete chaves. Sinto muito.
Amor é da boca para fora. Amor é um escândalo que não se abafa. “Eu te amo” é para ser dito, desbocadamente. Guardar “eu te amo” é prejudicial à saúde.
Na economia amorosa, só existe pagamento à vista, missa de corpo presente. O amor não se parcela, não admite suaves prestações.
Não existe essa de amor só amanhã, como na placa do fiado do boteco. Amor é hoje, aqui, agora... Amor não se sonega, amor é tudo a declarar.
(Xico Sá, “Amor é para gastar”. Em: http://www.itatiaia.com.br)

De acordo com a norma-padrão, a reescrita de informações do texto está correta quanto à concordância verbal em:
  • A: Existe sentimentos, como o amor, que são escândalos e que não se abafa.
  • B: Tristes daqueles que sente e esconde, que sente e fica no joguinho dramático.
  • C: Acontece que, quando há suaves prestações, o amor está sendo poupado.
  • D: Joguinhos dramáticos expõe o perfil daquela pessoa que sente e esconde.
  • E: Quando se usa sete chaves para guardar o amor, ele vai da boca para fora.

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.

Amor é para gastar
Na economia da vida, o maior desperdício é fazer poupança de amor. Prejuízo na certa. Amor é para gastar, mostrar, ostentar. O amor, aliás, é a mais saudável forma de ostentação que existe no mundo.
Vai por mim, amar é luxo só. Triste de quem sente e esconde, de quem sente e fica no joguinho dramático, de quem sente e guarda a sete chaves. Sinto muito.
Amor é da boca para fora. Amor é um escândalo que não se abafa. “Eu te amo” é para ser dito, desbocadamente. Guardar “eu te amo” é prejudicial à saúde.
Na economia amorosa, só existe pagamento à vista, missa de corpo presente. O amor não se parcela, não admite suaves prestações.
Não existe essa de amor só amanhã, como na placa do fiado do boteco. Amor é hoje, aqui, agora... Amor não se sonega, amor é tudo a declarar.
(Xico Sá, “Amor é para gastar”. Em: http://www.itatiaia.com.br)

A frase inicial do 2o parágrafo sintetiza o ponto de vista do autor: “Vai por mim, amar é luxo só.” Coerente com esse posicionamento, o autor reconhece que o amor é
  • A: um sentimento que deve ser declarado e vivido no tempo presente.
  • B: uma dívida de boteco que se intensifica quando é paga aos poucos.
  • C: uma lembrança do passado que se legitima como poupança.
  • D: um desperdício na vida das pessoas se não for bem guardado.
  • E: uma ilusão que vai sendo construída ao longo da vida das pessoas.

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.

Amor é para gastar
Na economia da vida, o maior desperdício é fazer poupança de amor. Prejuízo na certa. Amor é para gastar, mostrar, ostentar. O amor, aliás, é a mais saudável forma de ostentação que existe no mundo.
Vai por mim, amar é luxo só. Triste de quem sente e esconde, de quem sente e fica no joguinho dramático, de quem sente e guarda a sete chaves. Sinto muito.
Amor é da boca para fora. Amor é um escândalo que não se abafa. “Eu te amo” é para ser dito, desbocadamente. Guardar “eu te amo” é prejudicial à saúde.
Na economia amorosa, só existe pagamento à vista, missa de corpo presente. O amor não se parcela, não admite suaves prestações.
Não existe essa de amor só amanhã, como na placa do fiado do boteco. Amor é hoje, aqui, agora... Amor não se sonega, amor é tudo a declarar.
(Xico Sá, “Amor é para gastar”. Em: http://www.itatiaia.com.br)

O estabelecimento de sentido no texto se dá pela inter-relação entre a área do amor e a da
  • A: finança, enfatizando-se que a primeira dispensa grandes investimentos para que logre êxito.
  • B: etiqueta, enfatizando-se que a primeira pode trazer prejuízos à vida social se promove escândalos.
  • C: saúde, enfatizando-se que a primeira pode trazer problemas físicos se o amor é exagerado.
  • D: economia, enfatizando-se que a primeira exige o dispêndio de recursos de forma intensa.
  • E: psicologia, enfatizando-se que a primeira vira ostentação quando se faz joguinho dramático.

“Os negociantes não têm amigos, apenas clientes.”

Nesta frase há uma ligação semântica entre negócios/clientes, ligação essa que não se repete de forma adequada em
  • A: Santos têm devotos.
  • B: Ladrões têm furtos.
  • C: Políticos têm eleitores.
  • D: Escritores têm leitores.
  • E: Artistas têm admiradores.

Assinale a opção que apresenta a frase em que o termo “onde” não é empregado corretamente.
  • A: “Não sei mais onde amarrei meu burro.”
  • B: “Onde falta o dinheiro, tudo desmorona.”
  • C: “Nunca se vai ao lugar onde mora a fera.”
  • D: “Em toda iniciativa pensa bem onde queres chegar.”
  • E: “Quem tem fome não tem escolha: seu espírito não vem de onde ele gostaria, mas da fome.”

A frase a seguir que foi estruturada a partir de outra bastante conhecida (intertextualidade) é:
  • A: “A pressa é inimiga da refeição.”
  • B: “Quem não fez nada, não sabe nada.”
  • C: “A pressa gera o erro em todas as coisas.”
  • D: “Em toda iniciativa pensa bem aonde queres chegar.”
  • E: “Sem entusiasmo nunca se realizou nada de grandioso.”

Assinale a opção que apresenta a frase inteiramente construída com vocábulos em sentido lógico, não figurado.
  • A: “Os olhos são a morada da vergonha.”
  • B: “A juventude é a embriaguez sem vinho.”
  • C: “A velhice é o abrigo de todos os males.”
  • D: “Realizando coisas justas, tornamo-nos justos.”
  • E: “A consciência é um Deus para todos os mortais.”

Leia o fragmento a seguir.
“A história é a mãe da verdade, depositária das ações, testemunha do passado, vida da memória, anúncio do presente.”

Assinale a opção que apresenta os dois termos que desempenham a mesma função, por serem complementos do vocábulo anterior.
  • A: a verdade / das ações.
  • B: das ações / do passado.
  • C: da verdade / da memória.
  • D: do passado / do presente.
  • E: da memória / do presente.

“Um governo que se sustenta é um governo que cai.”

Assinale a opção que mostra um problema de estruturação da afirmativa acima.
  • A: A repetição do termo “governo”.
  • B: A ambiguidade do termo “se sustenta”.
  • C: O duplo sentido da expressão “que cai”.
  • D: A ausência de vírgula antes da oração “que cai”.
  • E: A falta de vírgula antes da oração “que se sustenta”.

Exibindo de 9171 até 9180 de 25035 questões.
Atuo no ensino da Língua Portuguesa para concurso público desde 2000.
® Professor Décio Terror - Todos os direitos reservados