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Texto CG1A1-I



Três características básicas nos distinguem dos outros animais: o andar ereto, que deixou nossas mãos livres para pegar e fabricar coisas; um cérebro superdesenvolvido, que permitiu o domínio da natureza; e a linguagem articulada, que possibilitou não só uma comunicação eficiente como também o pensamento lógico e abstrato. Das três características, a última representou nosso maior salto evolutivo, afinal nossos antepassados tiveram habilidade manual e inteligência por milhares de anos, mas somente a partir do momento em que despontou a aptidão simbólica, primeiramente nas pinturas e inscrições rupestres e depois com a invenção da escrita, a espécie humana alçou-se de uma organização social tribal para a civilização.

Como aprendemos a falar na mais tenra infância e sem maior esforço, além de usarmos a linguagem no dia a dia da forma mais corriqueira, não nos damos conta do grande prodígio que é falar. A língua é não só um sofisticadíssimo sistema de comunicação de nossos pensamentos e sentimentos, mas sobretudo o instrumento que nos possibilita ter consciência de nós mesmos e da realidade à nossa volta.

Apesar da importância crucial da linguagem em nossa vida, o estudo da língua ficou durante séculos relegado a segundo plano, resumindo-se a descrições pouco científicas deste ou daquele idioma de maior prestígio.



Aldo Bizzocchi. O universo da linguagem: sobre a língua e as línguas. São Paulo: Editora Contexto, 2021, p. 11-12 (com adaptações)

No texto CG1A1-I, em “resumindo-se a descrições pouco científicas deste ou daquele idioma de maior prestígio” (último período), a partícula “se” classifica-se como
  • A: partícula apassivadora.
  • B: índice de indeterminação do sujeito.
  • C: partícula expletiva.
  • D: parte integrante do verbo.
  • E: pronome reflexivo.

Texto CG1A1-II

O conceito de herói está profundamente ligado à cultura que o criou e ao momento em que ele foi criado, o que significa que ele varia muito de lugar para lugar e de época para época. Mesmo assim, a figura do herói aparece nas mais diversas sociedades e eras, sempre atendendo a critérios morais e desejos em comum de determinado povo.

Na mitologia grega, o herói era uma semidivindade que estava entre os deuses e os humanos e cujos feitos evidenciavam a sua enorme disposição de se sacrificar em nome do bem-estar dos seres humanos. Na Europa da Idade Média, quando Deus e a religião passaram a ser a bússola moral de muitas pessoas, os feitos humanos considerados heroicos tinham relação com o temor e a fidelidade a esse Deus. Assim, heróis eram os mártires e missionários, que também entregavam suas vidas a essa causa, que julgavam a mais nobre.

Hoje, no século 21, o status de herói é bastante diferente. Talvez por uma necessidade psicológica de adotarmos heróis, frequentemente escolhemos heróis falhos, demasiadamente humanos, muito mais similares a nós mesmos do que os heróis de outros períodos históricos. Diferentemente do herói infalível, bom, que se sacrifica em nome de causas nobres, o herói moderno é um personagem que erra, toma atitudes que julgamos imorais e não possui virtudes geralmente atribuídas aos heróis.



Lucas Mascarenhas de Miranda. A fronteira tênue entre heróis e vilões. In: Ciência Hoje, edição 382. Internet:(com adaptações)

Predomina no texto CG1A1-II a tipologia
  • A: instrucional.
  • B: narrativa.
  • C: descritiva.
  • D: dissertativo-argumentativa.
  • E: dissertativo-expositiva.

Texto CG1A1-II

O conceito de herói está profundamente ligado à cultura que o criou e ao momento em que ele foi criado, o que significa que ele varia muito de lugar para lugar e de época para época. Mesmo assim, a figura do herói aparece nas mais diversas sociedades e eras, sempre atendendo a critérios morais e desejos em comum de determinado povo.

Na mitologia grega, o herói era uma semidivindade que estava entre os deuses e os humanos e cujos feitos evidenciavam a sua enorme disposição de se sacrificar em nome do bem-estar dos seres humanos. Na Europa da Idade Média, quando Deus e a religião passaram a ser a bússola moral de muitas pessoas, os feitos humanos considerados heroicos tinham relação com o temor e a fidelidade a esse Deus. Assim, heróis eram os mártires e missionários, que também entregavam suas vidas a essa causa, que julgavam a mais nobre.

Hoje, no século 21, o status de herói é bastante diferente. Talvez por uma necessidade psicológica de adotarmos heróis, frequentemente escolhemos heróis falhos, demasiadamente humanos, muito mais similares a nós mesmos do que os heróis de outros períodos históricos. Diferentemente do herói infalível, bom, que se sacrifica em nome de causas nobres, o herói moderno é um personagem que erra, toma atitudes que julgamos imorais e não possui virtudes geralmente atribuídas aos heróis.



Lucas Mascarenhas de Miranda. A fronteira tênue entre heróis e vilões. In: Ciência Hoje, edição 382. Internet:(com adaptações)

De acordo com as ideias do texto CG1A1-II,
  • A: o herói moderno é uma figura desprovida de superpoderes e de virtudes.
  • B: a busca psicológica por proteção faz com que, no século 21, as pessoas se voltem para heróis com feições mais humanas.
  • C: a religião e a figura de Deus têm papel importante na definição das características do herói medieval.
  • D: a constância da figura do herói nas sociedades ao longo do tempo aponta para a existência de um conceito de herói compartilhado por essas sociedades.
  • E: a mitologia grega apresenta um herói que, por ter sangue humano, sacrifica-se pelo bem da população.

Texto CG1A1-II

O conceito de herói está profundamente ligado à cultura que o criou e ao momento em que ele foi criado, o que significa que ele varia muito de lugar para lugar e de época para época. Mesmo assim, a figura do herói aparece nas mais diversas sociedades e eras, sempre atendendo a critérios morais e desejos em comum de determinado povo.

Na mitologia grega, o herói era uma semidivindade que estava entre os deuses e os humanos e cujos feitos evidenciavam a sua enorme disposição de se sacrificar em nome do bem-estar dos seres humanos. Na Europa da Idade Média, quando Deus e a religião passaram a ser a bússola moral de muitas pessoas, os feitos humanos considerados heroicos tinham relação com o temor e a fidelidade a esse Deus. Assim, heróis eram os mártires e missionários, que também entregavam suas vidas a essa causa, que julgavam a mais nobre.

Hoje, no século 21, o status de herói é bastante diferente. Talvez por uma necessidade psicológica de adotarmos heróis, frequentemente escolhemos heróis falhos, demasiadamente humanos, muito mais similares a nós mesmos do que os heróis de outros períodos históricos. Diferentemente do herói infalível, bom, que se sacrifica em nome de causas nobres, o herói moderno é um personagem que erra, toma atitudes que julgamos imorais e não possui virtudes geralmente atribuídas aos heróis.



Lucas Mascarenhas de Miranda. A fronteira tênue entre heróis e vilões. In: Ciência Hoje, edição 382. Internet:(com adaptações)

Na primeira linha do texto CG1A1-II, o advérbio “profundamente” é empregado com o significado de
  • A: exageradamente.
  • B: frequentemente.
  • C: intimamente.
  • D: realmente.
  • E: seriamente.

Texto CG1A1-III



Governo do Estado da Paraíba Secretaria de Estado da Segurança e da Defesa Social Delegacia Geral de Polícia Civil Superintendência Regional de Polícia Civil Delegacia Seccional de Polícia Civil

Ofício N.º 123/2021/DSPC

João Pessoa, 10 de dezembro 2021.

À Senhora

FULANA DE TAL

Gerência de Recursos Humanos da Polícia Civil – PB

João Pessoa – PB



Assunto: Solicitação de férias.

Senhora gerente,

Encaminho a essa Gerência solicitação de gozo de férias da servidora abaixo discriminada:

Beltrana de Tal – Escrivã de Polícia, matrícula n.º 1.234-56

Período de gozo: 01/02/2022 – 02/03/2022

Sem mais, coloco-me à disposição para esclarecimentos ou dúvidas.

Atenciosamente,

SICRANA DE TAL Delegada de Polícia Civil – matrícula 5.643-21

Levando em conta as características formais e a finalidade desse expediente, assinale a opção correta.
  • A: O uso de negrito em “Assunto”, bem como no texto que o especifica, é opcional.
  • B: Trata-se de documento circular expedido pela Gerência de Recursos Humanos da Polícia Civil do estado da Paraíba.
  • C: É apropriada a ausência de linha acima do nome do signatário.
  • D: Verifica-se inversão entre a data de expedição e a descrição do expediente.
  • E: O documento tem a mesma finalidade comunicativa que uma exposição de motivos.

Texto CG1A1-III



Governo do Estado da Paraíba Secretaria de Estado da Segurança e da Defesa Social Delegacia Geral de Polícia Civil Superintendência Regional de Polícia Civil Delegacia Seccional de Polícia Civil

Ofício N.º 123/2021/DSPC

João Pessoa, 10 de dezembro 2021.

À Senhora

FULANA DE TAL

Gerência de Recursos Humanos da Polícia Civil – PB

João Pessoa – PB



Assunto: Solicitação de férias.

Senhora gerente,

Encaminho a essa Gerência solicitação de gozo de férias da servidora abaixo discriminada:

Beltrana de Tal – Escrivã de Polícia, matrícula n.º 1.234-56

Período de gozo: 01/02/2022 – 02/03/2022

Sem mais, coloco-me à disposição para esclarecimentos ou dúvidas.

Atenciosamente,

SICRANA DE TAL Delegada de Polícia Civil – matrícula 5.643-21

Considerando o conteúdo do expediente e a linguagem nele empregada, assinale a opção correta.
  • A: É facultativo o emprego da expressão “Ilustríssima Senhora” como endereçamento.
  • B: Para especificar o assunto de que trata o expediente, seria mais apropriado o emprego de letra inicial minúscula após os dois pontos.
  • C: Se, na despedida, fosse usado o fecho “Respeitosamente”, isso demarcaria a intenção de reforçar o distanciamento tanto profissional quanto pessoal entre as partes envolvidas.
  • D: Dada a hierarquia da remetente, seria adequado o emprego o tratamento “Excelência” no corpo do documento.
  • E: O trecho com a identificação da funcionária Beltrana de Tal e com o período de gozo de férias corresponde ao desenvolvimento do documento.

Texto CB1A1-I



A decisão de atuar em mercados externos é uma escolha estratégica que implica competitividade, condição que exige o melhor potencial das áreas funcionais da empresa, sendo, portanto, fundamental um gerenciamento seguro de todas elas, assim como o investimento em tecnologia, seja para competir no mercado externo, com produtos atualizados tecnologicamente e, no mínimo, compatíveis com a oferta de concorrentes internacionais, seja para modernizar seus processos de produção com o objetivo de aumentar a produtividade e competitividade.

No comércio internacional, as modalidades de pagamento e a logística são mais complexas que no comércio interno, o que implica aumento do prazo do ciclo de produção, venda e recebimento do pagamento, e demanda maior capital de giro da empresa exportadora para a manutenção desse ciclo.

Ao pensar em exportação, qualquer empreendedor deve considerar a operação completa — compra da matéria-prima, produção, saída do produto da fábrica, chegada ao consumidor ou usuário final no país de destino — e, ao mesmo tempo, manter ou adequar os serviços que oferece aos clientes no Brasil, mesmo que parte desse trabalho seja terceirizada. Para muitos produtos, não basta encontrar um importador-distribuidor, é necessário definir quem prestará a assistência técnica, a reposição de peças, os serviços pós-venda etc. e como eles serão prestados. Conhecer a legislação e a burocracia do mercado-alvo é também essencial às operações de comércio internacional. A empresa interessada em acessar mercados externos deve ter pessoal próprio capacitado ou contratar assessoria para auxiliá-la na elaboração e na execução de seu projeto de comércio exterior.

Internet: www.sebrae.com.br (com adaptações)

Entende-se da leitura do texto CB1A1-I que
  • A: o gerenciamento seguro de todas as áreas funcionais da organização e o investimento em tecnologia são fundamentais para a competitividade de uma empresa em mercados externos.
  • B: a terceirização do trabalho de exportação requer que o empreendedor conheça a legislação internacional e se adapte à burocracia do mercado-alvo.
  • C: a decisão de atuar em mercados externos é uma estratégia empresarial de modernização dos processos de produção, que só ocorrerá com o investimento em tecnologia.
  • D: empresas que não dispõem de grande capital de giro dificilmente conseguirão se manter competitivas no mercado, dada a complexidade do ciclo de produção.

Texto CB1A1-I



A decisão de atuar em mercados externos é uma escolha estratégica que implica competitividade, condição que exige o melhor potencial das áreas funcionais da empresa, sendo, portanto, fundamental um gerenciamento seguro de todas elas, assim como o investimento em tecnologia, seja para competir no mercado externo, com produtos atualizados tecnologicamente e, no mínimo, compatíveis com a oferta de concorrentes internacionais, seja para modernizar seus processos de produção com o objetivo de aumentar a produtividade e competitividade.

No comércio internacional, as modalidades de pagamento e a logística são mais complexas que no comércio interno, o que implica aumento do prazo do ciclo de produção, venda e recebimento do pagamento, e demanda maior capital de giro da empresa exportadora para a manutenção desse ciclo.

Ao pensar em exportação, qualquer empreendedor deve considerar a operação completa — compra da matéria-prima, produção, saída do produto da fábrica, chegada ao consumidor ou usuário final no país de destino — e, ao mesmo tempo, manter ou adequar os serviços que oferece aos clientes no Brasil, mesmo que parte desse trabalho seja terceirizada. Para muitos produtos, não basta encontrar um importador-distribuidor, é necessário definir quem prestará a assistência técnica, a reposição de peças, os serviços pós-venda etc. e como eles serão prestados. Conhecer a legislação e a burocracia do mercado-alvo é também essencial às operações de comércio internacional. A empresa interessada em acessar mercados externos deve ter pessoal próprio capacitado ou contratar assessoria para auxiliá-la na elaboração e na execução de seu projeto de comércio exterior.

Internet: www.sebrae.com.br (com adaptações)

A respeito de aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, assinale a opção correta.
  • A: O vocábulo “sendo” (primeiro parágrafo) introduz oração coordenada de sentido explicativo.
  • B: Estaria preservada a correção gramatical do texto caso se suprimisse a vírgula empregada após “exportação” (primeiro período do terceiro parágrafo).
  • C: A forma verbal “basta” (segundo período do terceiro parágrafo) está flexionada na terceira pessoa do singular porque seu sujeito é indeterminado.
  • D: Estaria mantida a coerência das ideias do texto caso se substituísse o conector “mesmo que” (primeiro período do terceiro parágrafo) por ainda que.

Texto CB1A1-I



A decisão de atuar em mercados externos é uma escolha estratégica que implica competitividade, condição que exige o melhor potencial das áreas funcionais da empresa, sendo, portanto, fundamental um gerenciamento seguro de todas elas, assim como o investimento em tecnologia, seja para competir no mercado externo, com produtos atualizados tecnologicamente e, no mínimo, compatíveis com a oferta de concorrentes internacionais, seja para modernizar seus processos de produção com o objetivo de aumentar a produtividade e competitividade.

No comércio internacional, as modalidades de pagamento e a logística são mais complexas que no comércio interno, o que implica aumento do prazo do ciclo de produção, venda e recebimento do pagamento, e demanda maior capital de giro da empresa exportadora para a manutenção desse ciclo.

Ao pensar em exportação, qualquer empreendedor deve considerar a operação completa — compra da matéria-prima, produção, saída do produto da fábrica, chegada ao consumidor ou usuário final no país de destino — e, ao mesmo tempo, manter ou adequar os serviços que oferece aos clientes no Brasil, mesmo que parte desse trabalho seja terceirizada. Para muitos produtos, não basta encontrar um importador-distribuidor, é necessário definir quem prestará a assistência técnica, a reposição de peças, os serviços pós-venda etc. e como eles serão prestados. Conhecer a legislação e a burocracia do mercado-alvo é também essencial às operações de comércio internacional. A empresa interessada em acessar mercados externos deve ter pessoal próprio capacitado ou contratar assessoria para auxiliá-la na elaboração e na execução de seu projeto de comércio exterior.

Internet: www.sebrae.com.br (com adaptações)

Cada uma das próximas opções apresenta uma proposta de reescrita para o seguinte período do texto CB1A1-I: “Conhecer a legislação e a burocracia do mercado-alvo é também essencial às operações de comércio internacional.” (terceiro parágrafo). Assinale a opção em que a proposta de reescrita apresentada preserva a correção gramatical e a coerência do texto.
  • A: O conhecimento da legislação do mercado-alvo e de sua burocracia são essenciais também para as operações de comércio internacional.
  • B: Assim como conhecer a legislação e a burocracia do mercado-alvo, é também essencial às operações de comércio internacional.
  • C: Tanto o conhecimento da legislação quanto a burocracia do mercado-alvo é igualmente essencial para operações de comércio internacional.
  • D: O conhecimento da legislação do mercado-alvo e o de sua burocracia também são essenciais para as operações de comércio internacional.

Texto CB1A1-I



A decisão de atuar em mercados externos é uma escolha estratégica que implica competitividade, condição que exige o melhor potencial das áreas funcionais da empresa, sendo, portanto, fundamental um gerenciamento seguro de todas elas, assim como o investimento em tecnologia, seja para competir no mercado externo, com produtos atualizados tecnologicamente e, no mínimo, compatíveis com a oferta de concorrentes internacionais, seja para modernizar seus processos de produção com o objetivo de aumentar a produtividade e competitividade.

No comércio internacional, as modalidades de pagamento e a logística são mais complexas que no comércio interno, o que implica aumento do prazo do ciclo de produção, venda e recebimento do pagamento, e demanda maior capital de giro da empresa exportadora para a manutenção desse ciclo.

Ao pensar em exportação, qualquer empreendedor deve considerar a operação completa — compra da matéria-prima, produção, saída do produto da fábrica, chegada ao consumidor ou usuário final no país de destino — e, ao mesmo tempo, manter ou adequar os serviços que oferece aos clientes no Brasil, mesmo que parte desse trabalho seja terceirizada. Para muitos produtos, não basta encontrar um importador-distribuidor, é necessário definir quem prestará a assistência técnica, a reposição de peças, os serviços pós-venda etc. e como eles serão prestados. Conhecer a legislação e a burocracia do mercado-alvo é também essencial às operações de comércio internacional. A empresa interessada em acessar mercados externos deve ter pessoal próprio capacitado ou contratar assessoria para auxiliá-la na elaboração e na execução de seu projeto de comércio exterior.

Internet: www.sebrae.com.br (com adaptações)

Considerando as relações coesivas do texto CB1A1-I, assinale a opção correta.
  • A: No primeiro parágrafo, a forma pronominal “elas” se refere aos termos “decisão” e “escolha”.
  • B: No primeiro parágrafo, a forma pronominal “seus” se refere ao termo “concorrentes internacionais”.
  • C: No último período do texto, a forma pronominal “seu” se refere ao termo “empresa”.
  • D: No segundo período do último parágrafo, a forma pronominal “eles” se refere ao termo “muitos produtos”.

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