Questões de Português para Concursos

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Há atualmente diversidade de gerações no mercado de trabalho. É comum a crença de que há diferenças entre indivíduos de diferentes gerações e que isso traz implicações para a Gestão de Pessoas. Entretanto, há também a ideia de que tais diferenças sejam devidas à fase de vida em que o indivíduo se encontra, não tendo relação direta com a geração a que pertence.
O debate gerado por essas ideias é observado em estudos anteriores que buscam compreender e diferenciar tais gerações sob múltiplas ópticas, como, por exemplo, expectativas de condições de emprego, percepção de carreiras, liderança, aversão ao risco, conhecimento e valores ARSENALT, 2004 WALLACE, 2006; VELOSO; DUTRA;NAKATA, 2008; BUSCH; VENKITACHALAM; RICHARDS, 2008; TZ; IYER, 2009; ANDERSON, 2010; TREUREN· TWENGE, 2010; MHATRE; CONGER, 2011;YUCEL,2012. Em um desses estudos, Benson e Brown (2011) compararam trabalhadores pertencentes às gerações de Baby Boomers e X, quanto à satisfação no trabalho, ao comprometimento e à intenção dos participantes em sair do emprego. O resultado evidenciou a primeira geração como mais satisfeita e com menor intenção de sair que a Geração X. Por outro lado Parry e Urwin (2011) afirmam que os estudos que buscam comparar gerações no trabalho são falhos, pois não são capazes de distinguir se as diferenças se devem ao fato e os indivíduos pertencerem a diferentes gerações ou simplesmente devido às diferentes idades que possuem, gerando uma confusão no entendimento sobre o papel que o trabalho representa para os grupos.
Apesar da contribuição das pesquisas, os resultados divergentes que apresentam apontam a necessidade melhor compreender se há distinções entre indivíduos e cada geração (PARK; GURSOY, 2012; CONTANZA et aI. 2011, HANSEN; LEUTY, 2012; CHI; MAYER; GURSOY, 2013). Benson e Brown (2011) afirmam que há uma limitação das pesquisas em tomo das diferenças entre as gerações e seus efeitos, sugerindo que novos estudos explorem o tema.
(CAPPI, Mariana N.; ARAUJO, Bruno F. B. Satisfação no trabalho, comprometimento organizacional e intenção de sair: um estudo entre as gerações e seus efeitos, sugerindo que novos estudes ex X e Y. REAd. Rev. Eletrôn. Adm., Porto Alegre, v. 21, n. 3, p. 576, dez. 2015 - adaptado.)
Na primeira frase do segundo parágrafo, a expressão “essas ideias” se referem
  • A: estritamente ao conteúdo da primeira frase do primeiro parágrafo.
  • B: estritamente ao conteúdo da segunda frase do primeiro parágrafo.
  • C: estritamente ao conteúdo da terceira frase do primeiro parágrafo.
  • D: ao conteúdo correlacionado da primeira com a segunda frase do primeiro parágrafo.
  • E: ao conteúdo correlacionado da segunda com a terceira frase do primeiro parágrafo.

O mais nobre de todos os cachorros é o cachorro-quente: ele alimenta a mão que o morde.
Lawrence J. Peter - Canadense (1919-1990). Escritor, humorista, autor de O príncipe de Peter.
(BUCHSBAUM, Paulo Eduardo Laurenz. Frases geniais. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004, p.177.)
Assinale a alternativa em que a reescritura do texto mantém seu sentido.
  • A: O mais nobre de todos os cachorros é o cachorro-quente à medida que alimenta a mão que o morde.
  • B: O mais nobre de todos os cachorros é o cachorro-quente, embora ele alimente a mão que o morde.
  • C: O mais nobre de todos os cachorros é o cachorro-quente quando ele alimenta a mão que o morde.
  • D: O mais nobre de todos os cachorros é o cachorro-quente porque ele alimenta a mão que o morde.
  • E: O mais nobre de todos os cachorros é o cachorro-quente, se ele alimentar a mão que o morde.

Apesar de a sociedade, de modo geral, ver a escola como um fator para mobilidade social, Bourdieu (2002, p.20) subverte essa ideia ao considerá-la como um dos legitimadores das desigualdades sociais por lhe ser atribuída a transmissão dos dons e talentos predicativos que são próprios e cultivados pelo convívio. Mas, na realidade foram hábitos cultivados pelas convivências e oportunidades. A sociedade, em particular as instituições de ensino, ao não reconhecer que “[...] cada família transmite a seus filho, mais por vias indiretas que diretas, um certo capital cultural e um certo ethos [...]” (BOURDIEU, 1998, p.42), pode contribuir para manutenção das desigualdades que provavelmente se refletirão no sucesso ou insucesso educacional, na futura atuação profissional, na inserção no mercado de trabalho e no capital social do indivíduo e, assim, possivelmente na manutenção do status quo.
(OLIVEIRA, Antônio Jose Barbosa de; CRANCHI, Daniela Carvalho. Informação & Sociedade: Estudos, João Pessoa, v. 27, n.2, p. 35-36, maio/ago. 2017. Excerto adaptado).
Sobre os recursos do texto, é incorreto afirmar que
  • A: as reticências sinalizam apenas supressões.
  • B: ambas as aspas sinalizam apenas citações.
  • C: os parênteses sinalizam apenas as fontes.
  • D: há itálicos que identificam estrangeirismos.
  • E: há a indicação do ano de publicação das obras consultadas.

Uma publicação semanal divulgou recentemente a seguinte notícia:

“Espanhol Banderas afirma gostar de brasileiras e elogia a brasileira Maitê Proença em entrevista ao Gugu”.

É correto afirmar que essa frase apresenta
  • A: metáfora.
  • B: pleonasmo.
  • C: ambiguidade.
  • D: discurso direto.
  • E: estrangeirismo.

Dentre as discussões que perpassam a atividade científica no Brasil, uma das que mais mobilizam a comunidade acadêmica é a questão da autoria das produções acadêmicas (Imasato, Perlin & Borenstein, 2017). Trabalhos como os de Homer & Minific (2011), Garcia et al. (2010), Targino (2005), Monteiro et al. Responsável da pesquisa, o papel dos editores na coibição de desvios de autoria, tais como: conduta índice de coautoria, critérios para quantificar o mérito da autoria, a concepção de autoria diante da multiplicidade dos recursos tecnológicos, dentre outros.
Consideram também que o interesse por esse tópico se deriva do sistema nacional de avaliação e financiamento da pesquisa e da pós-graduação, que confere à produção autoral um peso de importância diferenciado, chegando a definir a existência ou não de programas de pós-graduação, a demarcar os critérios de financiamento de pesquisas por meio de bolsas, por exemplo. Já há um referencial concreto sobre a definição do que seja produção autoral expresso na Lei Federal nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, que à frente, no art. 15, a mesma lei formula outras orientações sobre quem deve ser considerado coautor e, nessa perspectiva, o § 1º reza que “não considera coautor que simplesmente auxiliou o autor na produção da obra literária, artística ou científica, revendo-a, atualizando-a, bem como fiscalizando ou dirigindo sua edição ou apresentação por qualquer meio”. Esse entendimento tem gerado efeitos pontuais, como, por exemplo, alguns periódicos “Linguagem em Discurso” e “Revista Brasileira de Linguística Aplicada” (a sugestão dessas revistas, respectivamente, é que o orientador só pode ser coautor se o trabalho for um acréscimo da tese ou dissertação, caso contrário o nome do orientador fica em nota de rodapé; e que só ser considerado autor quem fez uma contribuição significativa para o trabalho). Por outro lado, raros são os exemplos de periódico que esboçam exigências de delimitações dessa forma.
Com efeito, embora tenha um caráter regulatório, a conceituação legal parece não dar conta das práticas que são frequentemente realizadas no universo acadêmico, de tal modo que muitas vezes a autoria de um artigo é concedida como um meio de compensação ou de agradecimento para alguém que deu uma contribuição irrisória ou até mesmo nula na produção do trabalho. Se isso é um equívoco, cabe então elucidar o problema, questionar motivações e propor possibilidade de aperfeiçoamento, mesmo isso não sendo uma problemática exclusiva do Brasil.
(COSTA, Francisco José da; Socorreo Cláudia Tavares; MUZZIO, Henrique. Uma reflexão sobre autoria acadêmica. Teoria e Prática em Administração. João pessoa, v.7, n.1, p.3-4, jan.-jun.2017. Excerto adaptado)
Não há linguagem nem alteração de sentido quando se substitui a(s) expressão(ões) sublinhada(s) por aquele(s) entre colchetes em:
  • A: “Trabalhos como os de Horner & Minific (2011), Garcia et al. (2010), Targino (2005), Monteiro et al. (2004) e Petroianu (2002) já se debruçaram sobre diferentes aspectos da autoria...” [Autores como...já analisaram].
  • B: “Consideramos também que o interesse por esse tópico se deriva do sistema na nacional de avaliação e financiamento da pesquisa e da pós-graduação...” [precede o].
  • C: “Já há um referencial concreto sobre a definição do que seja produção autoral, expresso na Lei Federal nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998...”[uma concretude conceitual].
  • D: “Esse entendimento tem gerado efeitos pontuais, como, por exemplo, alguns periódicos da área de Linguística apresentam restrições quanto a quem pode ser considerado autor...”[tem produzido pontos de efeito].
  • E: “Se isso é um equívoco, cabe então elucidar o problema, questionar motivações e propor possibilidades de aperfeiçoamento, mesmo isso sendo uma problemática exclusiva do Brasil.” [vale então esclarecer].

1- Quais as relações existentes entre inovação e gestão do conhecimento?
A GC ocorre no momento em que as pessoas atuam colaborativamente absorvendo informações e transformando-as em conhecimento aliado às experiências, valores, percepções. A geração do conhecimento proposta por Davenport e Prusak (1998) e a teoria da criação do conhecimento proposta por Nonaka e Takcuchi (1997) dão subsídios para esses processos. Por meio desses processos, é possível dar base para as pessoas identificarem, codificarem e compartilharem o conhecimento de forma estratégica em suas organizações e assim promover inovação. Segundo Davenport e Prusak (1998), a inovação ocorre nas fronteiras entre as mentes, e não dentro do território de uma só base de habilidades e conhecimento. Ao se trabalhar em projeto ou problema por meio de um grupo composto por pessoas com diferentes perspectivas, essas diferenças impedem que o grupo caia em soluções rotineiras para os problemas.
2- Quais negócios inovadores já foram empreendidos por profissionais da informação?
No Portal EmpreendeBiblio.com é possível encontrar vários depoimentos de profissionais que estão empreendendo em seus próprios negócios na área de gestão da informação. Embora algumas empresas tenham sido criadas na década de 1990 quando algumas oportunidades começaram a surgir, grande parte das empresas começou a partir dos anos 2000. Surgiram várias oportunidades ligadas a gestão de processos, comércio eletrônico, arquitetura da informação, gestão eletrônica de documentos, sistemas de informação, gestão do conhecimento, dentre outras. Os profissionais da informação perceberam essa lacuna e começaram a organizar seus negócios e suas empresas. Ainda existem muitos profissionais da informação que prestam serviços, porém não têm empresa formalizada registrada com CNPJ.
(SPUDEIT, Daniela Fernanda Assis de Oliveira. Empreendedorismo e profissionais da informação. Aloz: novas práticas em informação e conhecimento, Curitiba, v. 6, n. 1, p.5-7, 2017. Excerto adaptado.)
É utilizado de forma figurada o verbo destacado do seguinte excerto do texto:
  • A: “...as pessoas atuam colaborativamente absorvendo informações...”
  • B: “...a inovação ocorre nas fronteiras entre as mentes...”
  • C: “...essas diferenças impedem que o grupo caia em soluções rotineiras...”
  • D: “Surgiram várias oportunidades ligadas a gestão de processos...”
  • E: “Os profissionais da informação perceberam essa lacuna...”

Exagero? Se você se recusa a ler ou escrever porque acha chato, inútil, obsoleto ou por qualquer outro motivo, faça o seguinte teste: tente explicar, no duro, qual é realmente a diferença entre você e um analfabeto – além, naturalmente, da capacidade de ler letreiros, assinar seu nome num pedaço de papel e outras miudezas. Vamos ver quem consegue.
A maré está na vazante. A substituição do alfabeto por sinais como “rsrsrs” ou “kkkkk”, por exemplo, adiantou alguma coisa para melhorar os índices atuais de inteligência ou de cultura? Não parece. O tempo ganho com essa economia ortográfica não resultou no aumento da produtividade mental de ninguém – não levou à produção mais ideias, digamos, ou de ideias melhores do que as que vemos por ai. Esse tipo de conquista, que aumenta o volume do som, mas não melhora a voz do cantor, só confunde ainda mais a linha divisória entre alfabetizados e analfabetos. Eis aí um fenômeno da vida moderna: a universalização da ignorância.
Não deveria ser assim. Como todos sabem, a “mobilidade”, a “nuvem”, a comunhão entre 1 bilhão de pessoas numa rede social e outras conquistas extremas da “conectividade” provocaram uma “revolução dentro da revolução” e outros prodígios. Não se consegue traduzir direito essa linguagem para o português comum; só nos garantem que a internet vem fazendo cair cada vez mais as barreiras entre quem tem e quem não tem “conhecimento”. Mas, a impressão é de que tais barreiras podem estar caindo do lado errado – ou seja, os que têm conhecimento vão ficando cada vez mais parecidos com os que não têm.
(GUZZO, J. R. Revista VEJA, n.2377, 11/06/2014, p.100-1.)
Qual das seguintes passagens do texto pode ser usada para exemplificar como o emprego da linguagem figurada pode servir na construção argumentativa?
  • A: Não parece (2)
  • B: Não deveria ser assim. (3)
  • C: A maré está na vazante. ( 2)
  • D: Vamos ver quem consegue. (1)
  • E: Eis aí mais um fenômeno da vida moderna. (2)



Leia trecho da canção de Caetano Veloso para responder à questão.

LIVROS

Tropeçavas nos astros desastrada

Quase não tínhamos livros em casa

E a cidade não tinha livraria

Mas os livros que em nossa vida entraram

São como a radiação de um corpo negro

Apontando pra expansão do Universo

Porque a frase, o conceito, o enredo, o verso

(E, sem dúvida, sobretudo o verso)

É o que pode lançar mundos no mundo.

(https://www.letras.mus.br/caetano-veloso, acessado em 09.11.2018)

Sobre a canção e a imagem, é correto afirmar que
  • A: tanto na canção como na imagem não há nenhuma palavra de sentido figurado, predominando palavras com sentido próprio.
  • B: na imagem há sentido figurado em - “partitura musical” - e significa que o texto literário é capaz de enlevar o leitor.
  • C: na canção de Caetano predominam palavras de sentido próprio, como nos segmentos - “tropeçavas nos astros” e “mundos no mundo”.
  • D: na canção de Caetano, há sentido figurado em - “a cidade não tinha livraria”, isto é, a cidade era pobre culturalmente.
  • E: na imagem há sentido figurado em - “aquele que lê é um artista”; e na canção, em - “não tínhamos livros em casa”.



Leia o texto para responder à questão.




Pesquisa exclusiva mostra que brasileiros superestimam suas capacidades digitais


  Os brasileiros estão otimistas com o impacto da transformação digital em suas carreiras, mas superestimam as suas capacidades digitais, que serão chave no mercado de trabalho nos próximos anos. A constatação está em pesquisa realizada por Tera, Scoop&Co e Época Negócios, apoiada por Love Mondays. O estudo mostra que mais de 80% dos brasileiros se dizem empolgados com a chegada das novas tecnologias no trabalho e 87% estão confiantes de que vão se adaptar à nova realidade.
  Essa percepção positiva da maioria, contudo, não condiz com a realidade do mercado. Quando apresentados a uma lista de habilidades mais demandadas, 42% afirmaram não conhecer as 14 competências digitais desejadas por empregadores, de acordo com lista do LinkedIn para 2018. “A lista traz funções não exigidas nas empresas há cinco anos. Esse cenário descrito pela pesquisa é um retrato de que a renovação das competências aconteceu rápido demais. As pessoas não viram isso acontecer”, diz Leandro Herrera, fundador da Tera.
(Barbara Bigarelli. Época Negócios. 14.11.2018. https://epocanegocios.globo.com. Adaptado)


Uma frase condizente com as informações do texto e escrita em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa é:
  • A: Os brasileiros desconfiam de que adaptarão-se à nova realidade do mercado de trabalho, ainda que estão entusiasmados com as novas tecnologias.
  • B: Embora otimistas com os efeitos da revolução digital em suas carreiras, os brasileiros dispõem de capacidades digitais aquém do que imaginam.
  • C: De acordo com lista do LinkedIn para 2018, quase metade dos brasileiros desconhecem as habilidades que o mercado mais necessita.
  • D: Fazem cinco anos apenas que certas habilidades digitais passou a ser requeridas, o que significa que o cenário das empresas mudou muito rápido.
  • E: Mais de 80% dos entrevistados afirmaram que estão otimistas no que refere-se às novas tecnologias, mas reconhecem que não as domina.



Leia o texto para responder à questão.

Pesquisa exclusiva mostra que brasileiros superestimam suas capacidades digitais

  Os brasileiros estão otimistas com o impacto da transformação digital em suas carreiras, mas superestimam as suas capacidades digitais, que serão chave no mercado de trabalho nos próximos anos. A constatação está em pesquisa realizada por Tera, Scoop&Co e Época Negócios, apoiada por Love Mondays. O estudo mostra que mais de 80% dos brasileiros se dizem empolgados com a chegada das novas tecnologias no trabalho e 87% estão confiantes de que vão se adaptar à nova realidade.
  Essa percepção positiva da maioria, contudo, não condiz com a realidade do mercado. Quando apresentados a uma lista de habilidades mais demandadas, 42% afirmaram não conhecer as 14 competências digitais desejadas por empregadores, de acordo com lista do LinkedIn para 2018. “A lista traz funções não exigidas nas empresas há cinco anos. Esse cenário descrito pela pesquisa é um retrato de que a renovação das competências aconteceu rápido demais. As pessoas não viram isso acontecer”, diz Leandro Herrera, fundador da Tera.
(Barbara Bigarelli. Época Negócios. 14.11.2018. https://epocanegocios.globo.com. Adaptado)


O vocábulo chave, em destaque no primeiro parágrafo, tem substituto correto quanto à concordância e adequado ao significado, no contexto, em
  • A: “essenciais”, e está empregado com sentido figurado.
  • B: “importante”, e está empregado com sentido próprio.
  • C: “excessivo”, e está empregado com sentido figurado.
  • D: “requeridos”, e está empregado com sentido próprio.
  • E: “novidade”, e está empregado com sentido próprio.

Exibindo de 20021 até 20030 de 25035 questões.