Questões de Português para Concursos

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Analise as afirmativas a seguir sobre a ocorrência da crase, considerando a norma padrão da língua portuguesa, e assinale verdadeiro (V) ou falso (F).

( ) Utiliza-se crase antes de palavras masculinas.
( ) A crase é facultativa antes de nome de cidade que admite o artigo feminino.
( ) Não ocorre crase antes de verbos.
( ) Há crase na expressão à medida que avançamos no projeto.
( ) A crase deve ser utilizada antes de pronomes de tratamento femininos iniciados por "Senhora" ou "Senhorita".

A sequência correta é:
  • A: V – V – F – F – V.
  • B: V – F – V – F – V.
  • C: F – V – F – V – F.
  • D: F – V – V – V – F.
  • E: F – V – F – F – V.

Na norma culta da língua portuguesa, a regência verbal se refere à relação de dependência que se estabelece entre os verbos e seus complementos. Considerando a regência de alguns verbos frequentemente utilizados, assinale a alternativa que apresenta o uso INCORRETO de acordo com a norma padrão.
  • A: Aspirar profundamente o ar puro da montanha.
  • B: Prefiro viajar a ficar em casa.
  • C: O professor assistiu os alunos com atenção durante a aula.
  • D: Visamos a alcançar nossos objetivos antes do prazo.
  • E: O jogador não obedeceu ao treinador durante o jogo.

A regência nominal refere-se ao tipo de complemento que certos nomes exigem para completar o seu sentido, geralmente vindo acompanhado de preposições específicas. Com base na norma culta da língua portuguesa, assinale a alternativa que apresenta o uso INCORRETO de regência nominal.
  • A: Aversão a ruídos altos.
  • B: Ansioso de novidades.
  • C: Preferência por música clássica.
  • D: Respeito aos mais velhos.
  • E: Obediente às regras.

Considerando os processos de formação das palavras na língua portuguesa, analise as palavras abaixo e assinale a alternativa que identifica corretamente o processo de formação de cada uma.

I. Desatento.
II. Insubstituível.
III. Planalto.
IV. Vinagre.
V. Burocracia.
  • A: I. Derivação prefixal; II. Derivação parassintética; III. Composição por justaposição; IV. Composição por aglutinação; V. Derivação sufixal.
  • B: I. Derivação prefixal; II. Derivação prefixal e sufixal; III. Composição por aglutinação; IV. Derivação regressiva; V. Derivação parassintética.
  • C: I. Derivação prefixal; II. Derivação prefixal e sufixal; III. Composição por justaposição; IV. Derivação regressiva; V. Derivação sufixal.
  • D: I. Derivação prefixal; II. Derivação prefixal e sufixal; III. Composição por aglutinação; IV. Derivação imprópria; V. Derivação sufixal.
  • E: I. Derivação prefixal; II. Derivação prefixal e sufixal; III. Composição por justaposição; IV. Composição por aglutinação; V. Derivação parassintética.

Considerando a importância da coesão para a construção de textos claros e coerentes, analise as seguintes afirmações sobre os mecanismos de coesão textual e marque a alternativa correta.
  • A: A repetição exata de palavras é uma estratégia eficaz de coesão textual, pois reforça a ideia central do texto sem confundir o leitor.
  • B: Os pronomes demonstrativos, ao serem utilizados sem uma referência clara, aumentam a coesão textual, pois generalizam o discurso.
  • C: A coesão por elipse ocorre quando um termo é omitido porque já foi mencionado anteriormente, ou sua presença é subentendida no contexto.
  • D: Conjunções e conectivos são considerados elementos de coesão lexical, pois substituem palavras ou expressões mencionadas anteriormente no texto.
  • E: A substituição de um nome por um sinônimo em uma sequência de frases reduz a coesão textual, pois introduz novas ideias ao texto.

Texto I

AS ENCHENTES

Lima Barreto


As chuvaradas de verão, quase todos os anos, causam no nosso Rio de Janeiro inundações desastrosas. Além da suspensão total do tráfego, com uma prejudicial interrupção das comunicações entre os vários pontos da cidade, essas inundações causam desastres pessoais lamentáveis, muitas perdas de haveres e destruição de imóveis.


De há muito que a nossa engenharia municipal se devia ter compenetrado do dever de evitar tais acidentes urbanos. Uma arte tão ousada e quase tão perfeita, como é a engenharia, não deve julgar irresolvível tão simples problema. Não sei nada de engenharia, mas, pelo que me dizem os entendidos, o problema não é tão difícil de resolver como parece fazerem constar os engenheiros municipais.


O prefeito Passos, que tanto se interessou pelo embelezamento da cidade, descurou completamente de solucionar esse defeito do nosso Rio. Cidade cercada de montanhas e entre montanhas, que recebe violentamente grandes precipitações atmosféricas, o seu principal defeito a vencer era esse acidente das inundações.


Infelizmente, porém, nos preocupamos muito com os aspectos externos, com as fachadas, e não com o que há de essencial nos problemas da nossa vida urbana, econômica, financeira e social.

Fonte: Texto adaptado de https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/14275/asenchentes. Acesso em: 17 mar. 2024.

A principal proposta do texto I é promover uma:
  • A: crítica à gestão do prefeito Passos
  • B: proposta para o plano de governo da Prefeitura
  • C: orientação para a população sobre a responsabilidade das enchentes
  • D: reflexão sobre as consequências das inundações na cidade do Rio de Janeiro

Texto I

AS ENCHENTES

Lima Barreto


As chuvaradas de verão, quase todos os anos, causam no nosso Rio de Janeiro inundações desastrosas. Além da suspensão total do tráfego, com uma prejudicial interrupção das comunicações entre os vários pontos da cidade, essas inundações causam desastres pessoais lamentáveis, muitas perdas de haveres e destruição de imóveis.


De há muito que a nossa engenharia municipal se devia ter compenetrado do dever de evitar tais acidentes urbanos. Uma arte tão ousada e quase tão perfeita, como é a engenharia, não deve julgar irresolvível tão simples problema. Não sei nada de engenharia, mas, pelo que me dizem os entendidos, o problema não é tão difícil de resolver como parece fazerem constar os engenheiros municipais.


O prefeito Passos, que tanto se interessou pelo embelezamento da cidade, descurou completamente de solucionar esse defeito do nosso Rio. Cidade cercada de montanhas e entre montanhas, que recebe violentamente grandes precipitações atmosféricas, o seu principal defeito a vencer era esse acidente das inundações.


Infelizmente, porém, nos preocupamos muito com os aspectos externos, com as fachadas, e não com o que há de essencial nos problemas da nossa vida urbana, econômica, financeira e social.

Fonte: Texto adaptado de https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/14275/asenchentes. Acesso em: 17 mar. 2024.

O primeiro parágrafo possui a função de:
  • A: descrever a geografia da cidade
  • B: introduzir o assunto tratado no texto
  • C: comunicar avisos de chuvas de verão
  • D: elencar os pontos negativos da Prefeitura

Texto I

AS ENCHENTES

Lima Barreto


As chuvaradas de verão, quase todos os anos, causam no nosso Rio de Janeiro inundações desastrosas. Além da suspensão total do tráfego, com uma prejudicial interrupção das comunicações entre os vários pontos da cidade, essas inundações causam desastres pessoais lamentáveis, muitas perdas de haveres e destruição de imóveis.


De há muito que a nossa engenharia municipal se devia ter compenetrado do dever de evitar tais acidentes urbanos. Uma arte tão ousada e quase tão perfeita, como é a engenharia, não deve julgar irresolvível tão simples problema. Não sei nada de engenharia, mas, pelo que me dizem os entendidos, o problema não é tão difícil de resolver como parece fazerem constar os engenheiros municipais.


O prefeito Passos, que tanto se interessou pelo embelezamento da cidade, descurou completamente de solucionar esse defeito do nosso Rio. Cidade cercada de montanhas e entre montanhas, que recebe violentamente grandes precipitações atmosféricas, o seu principal defeito a vencer era esse acidente das inundações.


Infelizmente, porém, nos preocupamos muito com os aspectos externos, com as fachadas, e não com o que há de essencial nos problemas da nossa vida urbana, econômica, financeira e social.

Fonte: Texto adaptado de https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/14275/asenchentes. Acesso em: 17 mar. 2024.

De acordo com o texto, o prefeito Passos é caracterizado pelo autor como uma pessoa:
  • A: dedicada aos cuidados sociais
  • B: atenta ao trabalho eficaz dos engenheiros
  • C: comprometida apenas com ações para evitar inundações
  • D: preocupada apenas com a estética da cidade do Rio de Janeiro

Texto I

AS ENCHENTES

Lima Barreto


As chuvaradas de verão, quase todos os anos, causam no nosso Rio de Janeiro inundações desastrosas. Além da suspensão total do tráfego, com uma prejudicial interrupção das comunicações entre os vários pontos da cidade, essas inundações causam desastres pessoais lamentáveis, muitas perdas de haveres e destruição de imóveis.


De há muito que a nossa engenharia municipal se devia ter compenetrado do dever de evitar tais acidentes urbanos. Uma arte tão ousada e quase tão perfeita, como é a engenharia, não deve julgar irresolvível tão simples problema. Não sei nada de engenharia, mas, pelo que me dizem os entendidos, o problema não é tão difícil de resolver como parece fazerem constar os engenheiros municipais.


O prefeito Passos, que tanto se interessou pelo embelezamento da cidade, descurou completamente de solucionar esse defeito do nosso Rio. Cidade cercada de montanhas e entre montanhas, que recebe violentamente grandes precipitações atmosféricas, o seu principal defeito a vencer era esse acidente das inundações.


Infelizmente, porém, nos preocupamos muito com os aspectos externos, com as fachadas, e não com o que há de essencial nos problemas da nossa vida urbana, econômica, financeira e social.

Fonte: Texto adaptado de https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/14275/asenchentes. Acesso em: 17 mar. 2024.

De acordo com o texto, as inundações desastrosas têm como causa:
  • A: chuvaradas de verão
  • B: suspensão total do tráfego
  • C: desastres pessoais lamentáveis
  • D: perdas de haveres e destruição de imóveis

Texto I

AS ENCHENTES

Lima Barreto


As chuvaradas de verão, quase todos os anos, causam no nosso Rio de Janeiro inundações desastrosas. Além da suspensão total do tráfego, com uma prejudicial interrupção das comunicações entre os vários pontos da cidade, essas inundações causam desastres pessoais lamentáveis, muitas perdas de haveres e destruição de imóveis.


De há muito que a nossa engenharia municipal se devia ter compenetrado do dever de evitar tais acidentes urbanos. Uma arte tão ousada e quase tão perfeita, como é a engenharia, não deve julgar irresolvível tão simples problema. Não sei nada de engenharia, mas, pelo que me dizem os entendidos, o problema não é tão difícil de resolver como parece fazerem constar os engenheiros municipais.


O prefeito Passos, que tanto se interessou pelo embelezamento da cidade, descurou completamente de solucionar esse defeito do nosso Rio. Cidade cercada de montanhas e entre montanhas, que recebe violentamente grandes precipitações atmosféricas, o seu principal defeito a vencer era esse acidente das inundações.

Infelizmente, porém, nos preocupamos muito com os aspectos externos, com as fachadas, e não com o que há de essencial nos problemas da nossa vida urbana, econômica, financeira e social.

Fonte: Texto adaptado de https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/14275/asenchentes. Acesso em: 17 mar. 2024.

A ideia de que as enchentes são recorrentes na cidade do Rio de Janeiro é reforçada em:
  • A: “As chuvaradas de verão, quase todos os anos, causam no nosso Rio de Janeiro inundações desastrosas.” (1º parágrafo)
  • B: “O prefeito Passos, que tanto se interessou pelo embelezamento da cidade, descurou completamente de solucionar esse defeito do nosso Rio.” (3º parágrafo)
  • C: “Infelizmente, porém, nos preocupamos muito com os aspectos externos, com as fachadas, e não com o que há de essencial nos problemas da nossa vida urbana, econômica, financeira e social.” (4º parágrafo)
  • D: “Além da suspensão total do tráfego, com uma prejudicial interrupção das comunicações entre os vários pontos da cidade, essas inundações causam desastres pessoais lamentáveis, muitas perdas de haveres e destruição de imóveis.” (1º parágrafo)

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