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Texto 2

“A prefeitura da capital italiana anunciou que vai banir a circulação de carros a diesel no centro a partir de 2024.

O objetivo é reduzir a poluição, que contribui para a erosão dos monumentos”. (Veja, 7/3/2018)

Há uma série de inferências possíveis a partir do texto 2; a única inferência inadequada é:

 
  • A: os monumentos antigos de Roma são de grande importância para a cidade;
  • B: os carros a diesel poluem mais que os carros a gasolina;
  • C: no centro da cidade circula grande quantidade de veículos;
  • D: o prazo dado para o banimento permite a adaptação dos fatores envolvidos;
  • E: outros fatores prejudiciais aos monumentos, além da poluição, vão ser banidos de Roma.


Texto 2
“A prefeitura da capital italiana anunciou que vai banir a circulação de carros a diesel no centro a partir de 2024.
O objetivo é reduzir a poluição, que contribui para a erosão dos monumentos”. (Veja, 7/3/2018)
A ordem cronológica dos fatos citados no texto 2 é:






  • A: redução da poluição / banimento da circulação de carros / erosão dos monumentos;
  • B: banimento da circulação de carros / erosão dos monumentos / redução da poluição;
  • C: erosão dos monumentos / redução da poluição / banimento da circulação de carros;
  • D: redução da poluição / erosão dos monumentos / banimento da circulação de carros;
  • E: erosão dos monumentos / banimento da circulação de carros / redução da poluição.

Numa das entrevistas da revista Veja (7/3/2018), o ex-ministro Milton Seligman teve que responder a uma série de perguntas do entrevistador; a técnica de questionamento que condiciona a resposta está presente na seguinte pergunta:
  • A: “A Lava-Jato revelou uma rede de lobistas que pagavam propinas a políticos para que abrissem os cofres públicos. Isso é regra ou exceção?”;
  • B: “A Lava-Jato produziu algum impacto na atividade lobista no Brasil?”;
  • C: “Quando o senhor estava no governo FHC, recebeu algum benefício?”;
  • D: “O lobby permite que políticos recebam favores de empresas?”;
  • E: “O senhor poderia citar um exemplo de atividade lobista que tenha melhorado a sociedade, como o senhor disse?”.

Numa entrevista, (Veja, 7/3/2018), o ex-ministro da Justiça no governo FHC, Milton Seligman, respondeu à seguinte pergunta:

- Por que o termo “lobby” é associado a uma imagem negativa, uma atividade nebulosa?

- Ninguém gosta do termo “lobby”, sobretudo quem atua na área. Nos Estados Unidos, por exemplo, havia uma poderosa organização chamada “Associação dos lobistas americanos”, que trocou de nome para “Associação americana de relações governamentais”.

O aspecto ausente desse pequeno texto é:
  • A: a oposição entre o uso de estrangeirismos e o de palavras portuguesas;
  • B: a atribuição pela sociedade de diversos aspectos semânticos aos vocábulos;
  • C: a estratégia de convencimento apelando para uma exemplificação;
  • D: a técnica de questionamento que condiciona a resposta;
  • E: o emprego de generalizações como estratégia argumentativa.

Todos os itens abaixo são períodos compostos por duas orações, separadas por um sinal de pontuação; o item em que a inclusão de um conectivo entre essas duas orações foi feita de forma adequada ao sentido original é:
  • A: Todos julgam segundo a aparência, ninguém julga segundo a essência / Todos julgam segundo a aparência, embora ninguém julgue segundo a essência;
  • B: O amor vence tudo, cedamos nós também ao amor / O amor vence tudo, por isso cedamos nós também ao amor;
  • C: Deus fez o amor, o homem fez o ato sexual / Deus fez o amor à medida que o homem fez o ato sexual;
  • D: O amor é um grande mestre, ensina de uma só vez / O amor é um grande mestre, logo ensina de uma só vez;
  • E: O talento sem genialidade é pouca coisa. A genialidade sem talento é nada / O talento sem genialidade é pouca coisa, mesmo que a genialidade sem talento seja nada.


Muitas frases são construídas propositadamente sem coerência aparente.

A frase em que há perfeita coerência na mensagem é:





  • A: “Um homem só está sempre em má companhia”;
  • B: “A maioria dos homens vive uma existência de tranquilo desespero”;
  • C: “A história universal é a de um só homem”;
  • D: “O tempo tudo tira e tudo dá; tudo se transforma, nada se destrói”;
  • E: “O oposto da mentira não é a verdade”.

As frases abaixo apresentam um problema em sua estruturação: o advérbio (ou locução) destacado já tem seu significado contido no verbo que o acompanha; assinale a exceção:
  • A: As crianças sorriam alegremente das brincadeiras do palhaço;
  • B: Os feridos arrastavam-se com dificuldade em direção ao abrigo;
  • C: Os automóveis voavam velozmente pela nova pista;
  • D: Todos decidiram, de súbito, mudar de profissão;
  • E: Todos os soldados vagavam sem destino após a derrota.

Observe a frase abaixo, do escritor alemão Goethe:

“A liberdade, como a vida, só a merece quem deve conquistá-la a cada dia”.

A observação correta sobre os componentes dessa frase é:
  • A: o período é composto de três orações, sendo a última reduzida;
  • B: o termo “a” em “só a merece” exemplifica uma redundância desnecessária;
  • C: os pronomes pessoais sublinhados possuem o mesmo referente;
  • D: os termos “a liberdade” e “a vida” poderiam trocar de posição sem alteração de sentido;
  • E: o termo “só” equivale ao adjetivo “sozinho”.

Texto 1
Em artigo publicado no jornal carioca O Globo, 19/3/2018, com o nome Erros do passado, o articulista Paulo Guedes escreve o seguinte: “Os regimes trabalhista e previdenciário brasileiros são politicamente anacrônicos, economicamente desastrosos e socialmente perversos. Arquitetados de início em sistemas políticos fechados (na Alemanha imperial de Bismarck e na Itália fascista de Mussolini), e desde então cultivados por obsoletos programas socialdemocratas, são hoje armas de destruição em massa de empregos locais em meio à competição global. Reduzem a competitividade das empresas, fabricam desigualdades sociais, dissipam em consumo corrente a poupança compulsória dos encargos recolhidos, derrubam o crescimento da economia e solapam o valor futuro das aposentadorias”. (adaptado)
Uma das características de um bom texto é o respeito pelo paralelismo sintático dos seus componentes; no texto 1, o segmento abaixo que destoa dos demais em função do paralelismo sintático é:
  • A: reduzem a competitividade das empresas;
  • B: fabricam desigualdades sociais;
  • C: dissipam em consumo corrente a poupança compulsória;
  • D: derrubam o crescimento da economia;
  • E: solapam o valor futuro das aposentadorias.

Texto 1
Em artigo publicado no jornal carioca O Globo, 19/3/2018, com o nome Erros do passado, o articulista Paulo Guedes escreve o seguinte: “Os regimes trabalhista e previdenciário brasileiros são politicamente anacrônicos, economicamente desastrosos e socialmente perversos. Arquitetados de início em sistemas políticos fechados (na Alemanha imperial de Bismarck e na Itália fascista de Mussolini), e desde então cultivados por obsoletos programas socialdemocratas, são hoje armas de destruição em massa de empregos locais em meio à competição global. Reduzem a competitividade das empresas, fabricam desigualdades sociais, dissipam em consumo corrente a poupança compulsória dos encargos recolhidos, derrubam o crescimento da economia e solapam o valor futuro das aposentadorias”. (adaptado)
No texto 1, os termos inseridos nos parênteses – na Alemanha imperial de Bismarck e na Itália fascista de Mussolini – têm a finalidade textual de:
  • A: enumerar os sistemas políticos fechados do passado;
  • B: destacar os sistemas onde se originaram os regimes trabalhista e previdenciário;
  • C: criticar o atraso político de alguns sistemas da História;
  • D: condenar nossos regimes trabalhista e previdenciário por serem muito antigos;
  • E: exemplificar alguns dos nossos erros do passado.

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