Questões de Português para Concursos

Filtrar por:

limpar filtros

Foram encontradas 25035 questões.
Considerando-se as regras de concordância e de colocação pronominal da norma-padrão, as expressões destacadas no trecho “... coletamos informações prontas e não levamos questões reflexivas ao cotidiano...” estarão correta e respectivamente substituídas por
  • A: são coletadas ... não se levam
  • B: é coletada... não leva-se
  • C: é coletado ... não levam-se
  • D: coleta-se ... não se leva
  • E: são coletados ... não levam-se

Não fique tanto no escritório
Trabalhar menos pode melhorar o resultado
Na área privada, a Treehouse, uma startup de ensino online na Flórida, adotou a semana de trabalho de quatro dias úteis, dando folga aos 75 funcionários a partir da sexta-feira. O sistema vem dando bons resultados , segundo seu CEO, Ryan Carson. A tese é de que o período maior de folga atrai mão de obra qualificada. Além disso, a semana de trabalho mais curta obriga os funcionários a ter maior produtividade – porque as tarefas continuam as mesmas. A Treehouse já conquistou 70 mil usuários e arrecadou US$ 13 milhões com investidores.
Em artigo para a revista Foreign Policy, o economista Charles Kenny fornece argumentos para a redução de jornada: na atual economia do conhecimento, a produtividade gera mais riqueza do que horas trabalhadas. Segundo Kenny, 40 anos de estudos mostram que as pessoas trabalham com mais afinco se tiverem limitado seu tempo para realizar a tarefa.
(NOGUEIRA, Paulo Eduardo, Revista ÉPOCA NEGÓCIOS, junho de 2014, p.18.)
Assinale a alternativa que apresenta o único comentário correto.
  • A: Em “dando a folga aos 75 funcionários”, o artigo poderia ter sido suprimido sem alteração do sentido original.
  • B: Sem alteração do sentido original, o autor poderia ter escrito “a partir de sexta-feira” em vez de “a partir da sexta-feira”.
  • C: O autor poderia ter conferido coesão à última frase do primeiro parágrafo desta forma: “A despeito disso, a Treehouse já conquistou 70 mil usuários e arrecadou US$ 13 milhões com investidores”.
  • D: O autor do texto diz que “o economista Charles Kenny fornece argumentos para a redução de jornada”, mas na verdade só é apresentado um único argumento.
  • E: Sem alterar o sentido original, o último segmento do texto poderia ter a seguinte redação: “Limitado seu tempo para a tarefa, as pessoas trabalham com mais afinco”.

Contribuindo para o efeito de humor dos quadrinhos, o vocábulo que está empregado com dois sentidos, um próprio e outro figurado, é:
  • A: país
  • B: neve
  • C: feijoada
  • D: louco
  • E: queimação



Página infeliz
            O mercado editorial no Brasil nunca pareceu tão próximo de uma catástrofe - com as duas principais redes de livrarias do país, Saraiva e Cultura, em uma crise profunda, reduzindo o número de lojas e com dívidas que parecem sem fim.
            Líder do mercado, a Saraiva, que já acumula atrasos de pagamentos a editores nos últimos anos, anunciou nesta semana o fechamento de 20 lojas. Em nota, a rede afirma que a medida tem a ver com “desafios econômicos e operacionais”, além de uma mudança na “dinâmica do varejo”.
            Na semana anterior, a Livraria Cultura entrou em recuperação judicial. No pedido à Justiça, a rede afirma acumular prejuízos nos últimos quatro anos, ter custos que só crescem e vendas menores. Mesmo assim, diz a petição enviada ao juiz, não teria aumentado seus preços.
            O enrosco da Cultura está explicado aí. Diante da crise, a empresa passou a pegar dinheiro emprestado com os bancos - o tamanho da dívida é de R$ 63 milhões.
        Com os atrasos nos pagamentos das duas redes, editoras já promoveram uma série de demissões ao longo dos últimos dois anos.
            O cenário de derrocada, contudo, parece estar em descompasso com os números de vendas. Desde o começo do ano, os dados compilados pela Nielsen, empresa de pesquisa de mercado, levantados a pedido do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, mostravam que o meio livreiro vinha dando sinais de melhoras pela primeira vez, desde o início da recessão econômica que abala o país.
            Simone Paulino, da Nós, editora independente de São Paulo, enxerga um descompasso entre as vendas em alta e a crise. Nas palavras dela, “um paradoxo assustador.” A editora nunca vendeu tanto na Cultura quanto nesses últimos seis meses”, diz. E é justamente nesse período que eles não têm sido pagos.
            “O modelo de produção do livro é muito complicado. Você investe desde a compra do direito autoral ou tradução e vai investindo ao longo de todo o processo. Na hora que você deveria receber, esse dinheiro não volta”, diz Paulino.
            “Os grandes grupos têm uma estrutura de advogados que vão ter estratégia para tentar receber. E para os pequenos? O que vai acontecer?”
            Mas há uma esperança para os editores do país: o preço fixo do livro. Diante do cenário de crise, a maior parte dos editores aposta em uma carta tirada da manga no apagar das luzes do atual governo - a criação, no país, do preço fixo do livro - norma a ser implantada por medida provisória - nos moldes de boa parte de países europeus, como França e Alemanha.
            Os editores se inspiram no pujante mercado europeu. Por lá, o preço fixo existe desde 1837, quando a Dinamarca criou a sua lei limitando descontos, abolida só em 2001. A crença é a de que a crise atual é em parte causada pela guerra de preço. Unificar o valor de capa permitiria um florescimento das livrarias independentes, uma vez que elas competiriam de forma mais justa com as grandes redes.
(Folha de S. Paulo, 03.11.2018. Adaptado)



Segundo o texto, é correto afirmar que as redes de livrarias Cultura e Saraiva
  • A: apostam em uma recuperação do mercado livreiro, por causa da entrada de editoras menores no mercado e dos efeitos dos empréstimos bancários.
  • B: pretendem intensificar a venda de livros, porque a lei do preço fixo, criada na Dinamarca em 1 837, foi aprovada pelo governo brasileiro.
  • C: se sentem prejudicadas por causa da competição das editoras independentes, que conseguem melhores resultados na dinâmica das políticas editoriais.
  • D: acreditam que poderão sair do prejuízo, mediante medidas de contenção de despesas, como a redução do número de lojas e o pagamento das dívidas.
  • E: encontram-se afetadas pela crise econômica, pelas mudanças no mercado varejista e empréstimos contraídos junto a instituições financeiras.

De magrela pela transamérica
Existem momentos na vida em que a gente precisa sair das engrenagens que ditam nossa rotina. Tirar um período de férias, gozar alguns meses de sabático ou até transformar o limão daquela demissão numa limonada. Rearranjar os neurônios, inspirar-se pelo mundo, conhecer pessoas inusitadas, colocar-se em situações inéditas. Enfim, juntar algumas histórias para contar pelo resto da vida.
Prestes a completar 33 anos, eu havia chegado num momento desses. Depois de experimentar trabalhar em algumas agências de comunicação, comecei a trabalhar como freelancer em desing gráfico. Parecia que a nova empreitada profissional tinha tudo para dar certo. O que significaria que os próximos vários anos seriam ditados pela agenda profissional. Se eu não embarcasse numa aventura agora, só depois dos 40. Respirei fundo, fiz muitas dívidas e resolvi encarar o projeto de uma grande viagem de bicicleta.
(CAPARICA, Marcio, Revista VIP, julho de 2014, p.92.)
Assinale a alternativa em que a proposta de substituição do elemento sublinhado é inadequada.
  • A: “Existem momentos na vida em que a gente precisa sair das engrenagens” – onde.
  • B: “gozar alguns meses de sabático “ – sabáticos.
  • C: “Prestes a completar 33 anos” – Na iminência de.
  • D: “eu havia chegado num momento desses” – chegara.
  • E: “eu havia chegado num momento desses” – a um.



Página infeliz
            O mercado editorial no Brasil nunca pareceu tão próximo de uma catástrofe - com as duas principais redes de livrarias do país, Saraiva e Cultura, em uma crise profunda, reduzindo o número de lojas e com dívidas que parecem sem fim.
         Líder do mercado, a Saraiva, que já acumula atrasos de pagamentos a editores nos últimos anos, anunciou nesta semana o fechamento de 20 lojas. Em nota, a rede afirma que a medida tem a ver com “desafios econômicos e operacionais”, além de uma mudança na “dinâmica do varejo”.
            Na semana anterior, a Livraria Cultura entrou em recuperação judicial. No pedido à Justiça, a rede afirma acumular prejuízos nos últimos quatro anos, ter custos que só crescem e vendas menores. Mesmo assim, diz a petição enviada ao juiz, não teria aumentado seus preços.
            O enrosco da Cultura está explicado aí. Diante da crise, a empresa passou a pegar dinheiro emprestado com os bancos - o tamanho da dívida é de R$ 63 milhões.
        Com os atrasos nos pagamentos das duas redes, editoras já promoveram uma série de demissões ao longo dos últimos dois anos.
            O cenário de derrocada, contudo, parece estar em descompasso com os números de vendas. Desde o começo do ano, os dados compilados pela Nielsen, empresa de pesquisa de mercado, levantados a pedido do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, mostravam que o meio livreiro vinha dando sinais de melhoras pela primeira vez, desde o início da recessão econômica que abala o país.
            Simone Paulino, da Nós, editora independente de São Paulo, enxerga um descompasso entre as vendas em alta e a crise. Nas palavras dela, “um paradoxo assustador.” A editora nunca vendeu tanto na Cultura quanto nesses últimos seis meses”, diz. E é justamente nesse período que eles não têm sido pagos.
            “O modelo de produção do livro é muito complicado. Você investe desde a compra do direito autoral ou tradução e vai investindo ao longo de todo o processo. Na hora que você deveria receber, esse dinheiro não volta”, diz Paulino.
            “Os grandes grupos têm uma estrutura de advogados que vão ter estratégia para tentar receber. E para os pequenos? O que vai acontecer?”
            Mas há uma esperança para os editores do país: o preço fixo do livro. Diante do cenário de crise, a maior parte dos editores aposta em uma carta tirada da manga no apagar das luzes do atual governo - a criação, no país, do preço fixo do livro - norma a ser implantada por medida provisória - nos moldes de boa parte de países europeus, como França e Alemanha.
            Os editores se inspiram no pujante mercado europeu. Por lá, o preço fixo existe desde 1837, quando a Dinamarca criou a sua lei limitando descontos, abolida só em 2001. A crença é a de que a crise atual é em parte causada pela guerra de preço. Unificar o valor de capa permitiria um florescimento das livrarias independentes, uma vez que elas competiriam de forma mais justa com as grandes redes.
(Folha de S. Paulo, 03.11.2018. Adaptado)



O descompasso apontado pela empresa Nielsen e por Simone Paulino decorre
  • A: do desestímulo entre os grupos editoriais provocado pela crise econômica e pela ausência de uma política de leitura no país.
  • B: das poucas vendas e grandes pagamentos recebidos das editoras independentes, por parte dos grupos editoriais.
  • C: da incompatibilidade entre o aquecimento nas vendas e a má fase da economia brasileira.
  • D: do modelo de produção do livro no país e das práticas empregadas pelas pequenas editoras, incapacitadas de competir.
  • E: dos desafios econômicos por que passa o país e da adoção de estratégias equivocadas do mercado livreiro.


Página infeliz
            O mercado editorial no Brasil nunca pareceu tão próximo de uma catástrofe - com as duas principais redes de livrarias do país, Saraiva e Cultura, em uma crise profunda, reduzindo o número de lojas e com dívidas que parecem sem fim.
            Líder do mercado, a Saraiva, que já acumula atrasos de pagamentos a editores nos últimos anos, anunciou nesta semana o fechamento de 20 lojas. Em nota, a rede afirma que a medida tem a ver com “desafios econômicos e operacionais”, além de uma mudança na “dinâmica do varejo”.
            Na semana anterior, a Livraria Cultura entrou em recuperação judicial. No pedido à Justiça, a rede afirma acumular prejuízos nos últimos quatro anos, ter custos que só crescem e vendas menores. Mesmo assim, diz a petição enviada ao juiz, não teria aumentado seus preços.
            O enrosco da Cultura está explicado aí. Diante da crise, a empresa passou a pegar dinheiro emprestado com os bancos - o tamanho da dívida é de R$ 63 milhões.
        Com os atrasos nos pagamentos das duas redes, editoras já promoveram uma série de demissões ao longo dos últimos dois anos.
            O cenário de derrocada, contudo, parece estar em descompasso com os números de vendas. Desde o começo do ano, os dados compilados pela Nielsen, empresa de pesquisa de mercado, levantados a pedido do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, mostravam que o meio livreiro vinha dando sinais de melhoras pela primeira vez, desde o início da recessão econômica que abala o país.
            Simone Paulino, da Nós, editora independente de São Paulo, enxerga um descompasso entre as vendas em alta e a crise. Nas palavras dela, “um paradoxo assustador.” A editora nunca vendeu tanto na Cultura quanto nesses últimos seis meses”, diz. E é justamente nesse período que eles não têm sido pagos.
            “O modelo de produção do livro é muito complicado. Você investe desde a compra do direito autoral ou tradução e vai investindo ao longo de todo o processo. Na hora que você deveria receber, esse dinheiro não volta”, diz Paulino.
            “Os grandes grupos têm uma estrutura de advogados que vão ter estratégia para tentar receber. E para os pequenos? O que vai acontecer?”
            Mas há uma esperança para os editores do país: o preço fixo do livro. Diante do cenário de crise, a maior parte dos editores aposta em uma carta tirada da manga no apagar das luzes do atual governo - a criação, no país, do preço fixo do livro - norma a ser implantada por medida provisória - nos moldes de boa parte de países europeus, como França e Alemanha.
            Os editores se inspiram no pujante mercado europeu. Por lá, o preço fixo existe desde 1837, quando a Dinamarca criou a sua lei limitando descontos, abolida só em 2001. A crença é a de que a crise atual é em parte causada pela guerra de preço. Unificar o valor de capa permitiria um florescimento das livrarias independentes, uma vez que elas competiriam de forma mais justa com as grandes redes.
(Folha de S. Paulo, 03.11.2018. Adaptado)


A expressão “paradoxo assustador”, apontado no texto, associa-se
  • A: a contingências alheias às intenções das livrarias de pagar suas dívidas, em função de créditos reduzidos.
  • B: ao equilíbrio de estratégias, postas em prática, não apenas pelo mercado editorial, como também por outros setores.
  • C: ao acerto de contas entre os bancos e as líderes do mercado, Saraiva e Cultura, em função das dívidas que contraíram.
  • D: à projeção bem sucedida da venda de livros no país, feita com ajuda de estudos desenvolvidos por advogados.
  • E: ao acúmulo de dívidas das livrarias com as editoras, apesar do incremento nas vendas, expondo uma desproporção.

O ataque dos minúsculos gigantes
Naquela fria tarde de dezembro de 1799, quando George Washington sentiu pela primeira vez a garganta irritada, deve ter percebido que mesmo ele, o senhor de Mount Vernon, o primeiro presidente dos Estados Unidos, vencedor do exército britânico na guerra pela independência norte-americana, podia estar diante de um inimigo que não conseguiria derrotar.
(JEANETTE, Farrell. A assustadora história das pestes e epidemias. São Paulo: Ediouro, 2003, p.19.)
Assinale a alternativa em que o deslocamento proposto altera o sentido original.
  • A: “O ataque dos minúsculos gigantes” – O ataque dos gigantes minúsculos.
  • B: “Naquela fria tarde de dezembro de 1799” – Naquela tarde fria de dezembro de 1799.
  • C: “quando George Washington sentiu pela primeira vez a garganta irritada” – quando pela primeira vez George Washington sentiu irritada a garganta.
  • D: “deve ter percebido que mesmo ele” – deve ter percebido que ele mesmo.
  • E: “que não conseguiria derrotar” – que derrotar não conseguiria.


Página infeliz
            O mercado editorial no Brasil nunca pareceu tão próximo de uma catástrofe - com as duas principais redes de livrarias do país, Saraiva e Cultura, em uma crise profunda, reduzindo o número de lojas e com dívidas que parecem sem fim.
            Líder do mercado, a Saraiva, que já acumula atrasos de pagamentos a editores nos últimos anos, anunciou nesta semana o fechamento de 20 lojas. Em nota, a rede afirma que a medida tem a ver com “desafios econômicos e operacionais”, além de uma mudança na “dinâmica do varejo”.
            Na semana anterior, a Livraria Cultura entrou em recuperação judicial. No pedido à Justiça, a rede afirma acumular prejuízos nos últimos quatro anos, ter custos que só crescem e vendas menores. Mesmo assim, diz a petição enviada ao juiz, não teria aumentado seus preços.
            O enrosco da Cultura está explicado aí. Diante da crise, a empresa passou a pegar dinheiro emprestado com os bancos - o tamanho da dívida é de R$ 63 milhões.
        Com os atrasos nos pagamentos das duas redes, editoras já promoveram uma série de demissões ao longo dos últimos dois anos.
            O cenário de derrocada, contudo, parece estar em descompasso com os números de vendas. Desde o começo do ano, os dados compilados pela Nielsen, empresa de pesquisa de mercado, levantados a pedido do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, mostravam que o meio livreiro vinha dando sinais de melhoras pela primeira vez, desde o início da recessão econômica que abala o país.
            Simone Paulino, da Nós, editora independente de São Paulo, enxerga um descompasso entre as vendas em alta e a crise. Nas palavras dela, “um paradoxo assustador.” A editora nunca vendeu tanto na Cultura quanto nesses últimos seis meses”, diz. E é justamente nesse período que eles não têm sido pagos.
            “O modelo de produção do livro é muito complicado. Você investe desde a compra do direito autoral ou tradução e vai investindo ao longo de todo o processo. Na hora que você deveria receber, esse dinheiro não volta”, diz Paulino.
            “Os grandes grupos têm uma estrutura de advogados que vão ter estratégia para tentar receber. E para os pequenos? O que vai acontecer?”
            Mas há uma esperança para os editores do país: o preço fixo do livro. Diante do cenário de crise, a maior parte dos editores aposta em uma carta tirada da manga no apagar das luzes do atual governo - a criação, no país, do preço fixo do livro - norma a ser implantada por medida provisória - nos moldes de boa parte de países europeus, como França e Alemanha.
            Os editores se inspiram no pujante mercado europeu. Por lá, o preço fixo existe desde 1837, quando a Dinamarca criou a sua lei limitando descontos, abolida só em 2001. A crença é a de que a crise atual é em parte causada pela guerra de preço. Unificar o valor de capa permitiria um florescimento das livrarias independentes, uma vez que elas competiriam de forma mais justa com as grandes redes.
(Folha de S. Paulo, 03.11.2018. Adaptado)


Se a norma do preço fixo fosse aprovada no país,
  • A: as livrarias independentes seriam mais competitivas diante dos maiores grupos.
  • B: as grandes redes desnivelariam o mercado e poderiam lucrar ainda mais.
  • C: o Brasil se tornaria um país leitor, como França, Dinamarca e Alemanha.
  • D: as livrarias evitariam os prejuízos que vêm enfrentando por causa da crise.
  • E: a leitura teria mais dinamismo no país e a guerra de preço seria eliminada.

Considere as palavras em destaque no texto - catástrofe, enrosco, derrocada, esperança e florescimento - e assinale a alternativa correta.
  • A: Todas as palavras em destaque apresentam compatibilidade de sentido com a ideia contida no título - Página infeliz.
  • B: As palavras - esperança e florescimento - sinalizam um cenário promissor para os grupos editoriais saírem da crise.
  • C: As palavras - enrosco, florescimento e esperança - atestam a problemática vivida pelos grandes grupos editoriais do país.
  • D: Todas as palavras em destaque expressam a ideia de que o mercado editorial do país está em alta, apesar da recessão econômica.
  • E: As palavras - catástrofe, enrosco e derrocada - evidenciam que os grupos editoriais poderão sair da crise, com a ajuda dos bancos.

Exibindo de 19991 até 20000 de 25035 questões.