Questões de Português para Concursos

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Um cartaz que mostrava um policial andando em rua escura dizia:
“Lá vem o alvo!”
Esse cartaz deve fazer parte de uma campanha
  • A: pela segurança dos policiais.
  • B: por melhor iluminação pública.
  • C: por rondas policiais mais frequentes.
  • D: pela fraternidade.
  • E: por melhor armamento.

Entre os textos abaixo, assinale aquele que exemplifica o tipo propagandístico de texto.
  • A: Ajude os Médicos sem Fronteira, que fazem o bem sem saber a quem.
  • B: Compre o kit de vinhos franceses pelo preço de vinhos nacionais.
  • C: Adquirindo o pacote de camisas Lacoste, você ganha duas camisas de graça.
  • D: Viver neste condomínio é um privilégio; adquira logo o seu lote.
  • E: Seja assinante do jornal Gazeta do Povo. A verdade a baixo preço.

Assinale a opção que indica o texto que não recebe a classificação de publicitário, por não ter promoção de um produto a ser comercializado, mas sim defender uma ideia:
  • A: Boa educação é sua filha conhecer Honoré de Balzac bem antes de ser uma balzaquiana. (Aliança Francesa, escola de idiomas)
  • B: Claro, você pode andar por aí com uma carteira recheada. Mas para quê? (American Express, cartão de crédito)
  • C: Esse é o mais seco dos gins – pergunte a qualquer Martini. (Anúncio de bebida)
  • D: Quer que ele seja mais homem? Experimente ser mais mulher. (Loja de lingerie)
  • E: Você quer ser cobaia? Não engula essa. (Instituto de Defesa do Consumidor contra alimentos transgênicos)

Assinale a opção que indica o texto que não representa uma publicidade (interesse comercial), mas uma propaganda (campanha de orientação pública).
  • A: Procure um plano de saúde, pois a proteção médica lhe traz segurança e tranquilidade.
  • B: O Hospital Lusitano recebe clientes de todos os planos de saúde.
  • C: Compre remédios genéricos: são mais baratos e igualmente eficazes.
  • D: Dorona® é um remédio altamente eficaz no combate à dor de cabeça.
  • E: Os médicos deste hospital foram altamente elogiados pelos pacientes; procure-nos.

O principal objetivo do discurso publicitário é
  • A: convencer alguém a comprar algo.
  • B: iludir alguém quanto à qualidade de um produto.
  • C: divulgar a marca de um produto.
  • D: ensinar alguém a como proceder em uma compra.
  • E: mostrar a superioridade de um produto sobre os demais.

Considerando que os chamados gêneros textuais são realizações linguísticas concretas, definidas por propriedades sócio-comunicativas, não deve ser incluído(a) entre os gêneros:
  • A: cantiga de roda.
  • B: bula de remédio.
  • C: argumentação.
  • D: crônica.
  • E: entrevista.

Leia o texto para responder à questão.

Amor é para gastar
Na economia da vida, o maior desperdício é fazer poupança de amor. Prejuízo na certa. Amor é para gastar, mostrar, ostentar. O amor, aliás, é a mais saudável forma de ostentação que existe no mundo.
Vai por mim, amar é luxo só. Triste de quem sente e esconde, de quem sente e fica no joguinho dramático, de quem sente e guarda a sete chaves. Sinto muito.
Amor é da boca para fora. Amor é um escândalo que não se abafa. “Eu te amo” é para ser dito, desbocadamente. Guardar “eu te amo” é prejudicial à saúde.
Na economia amorosa, só existe pagamento à vista, missa de corpo presente. O amor não se parcela, não admite suaves prestações.
Não existe essa de amor só amanhã, como na placa do fiado do boteco. Amor é hoje, aqui, agora... Amor não se sonega, amor é tudo a declarar.
(Xico Sá, “Amor é para gastar”. Em: http://www.itatiaia.com.br)

O estabelecimento de sentido no texto se dá pela inter-relação entre a área do amor e a da
  • A: finança, enfatizando-se que a primeira dispensa grandes investimentos para que logre êxito.
  • B: etiqueta, enfatizando-se que a primeira pode trazer prejuízos à vida social se promove escândalos.
  • C: saúde, enfatizando-se que a primeira pode trazer problemas físicos se o amor é exagerado.
  • D: economia, enfatizando-se que a primeira exige o dispêndio de recursos de forma intensa.
  • E: psicologia, enfatizando-se que a primeira vira ostentação quando se faz joguinho dramático.

Leia o texto para responder à questão.

Amor é para gastar
Na economia da vida, o maior desperdício é fazer poupança de amor. Prejuízo na certa. Amor é para gastar, mostrar, ostentar. O amor, aliás, é a mais saudável forma de ostentação que existe no mundo.
Vai por mim, amar é luxo só. Triste de quem sente e esconde, de quem sente e fica no joguinho dramático, de quem sente e guarda a sete chaves. Sinto muito.
Amor é da boca para fora. Amor é um escândalo que não se abafa. “Eu te amo” é para ser dito, desbocadamente. Guardar “eu te amo” é prejudicial à saúde.
Na economia amorosa, só existe pagamento à vista, missa de corpo presente. O amor não se parcela, não admite suaves prestações.
Não existe essa de amor só amanhã, como na placa do fiado do boteco. Amor é hoje, aqui, agora... Amor não se sonega, amor é tudo a declarar.
(Xico Sá, “Amor é para gastar”. Em: http://www.itatiaia.com.br)

A frase inicial do 2º parágrafo sintetiza o ponto de vista do autor: “Vai por mim, amar é luxo só.” Coerente com esse posicionamento, o autor reconhece que o amor é
  • A: um sentimento que deve ser declarado e vivido no tempo presente.
  • B: uma dívida de boteco que se intensifica quando é paga aos poucos.
  • C: uma lembrança do passado que se legitima como poupança.
  • D: um desperdício na vida das pessoas se não for bem guardado.
  • E: uma ilusão que vai sendo construída ao longo da vida das pessoas.

Leia o texto para responder à questão.

Amor é para gastar
Na economia da vida, o maior desperdício é fazer poupança de amor. Prejuízo na certa. Amor é para gastar, mostrar, ostentar. O amor, aliás, é a mais saudável forma de ostentação que existe no mundo.
Vai por mim, amar é luxo só. Triste de quem sente e esconde, de quem sente e fica no joguinho dramático, de quem sente e guarda a sete chaves. Sinto muito.
Amor é da boca para fora. Amor é um escândalo que não se abafa. “Eu te amo” é para ser dito, desbocadamente. Guardar “eu te amo” é prejudicial à saúde.
Na economia amorosa, só existe pagamento à vista, missa de corpo presente. O amor não se parcela, não admite suaves prestações.
Não existe essa de amor só amanhã, como na placa do fiado do boteco. Amor é hoje, aqui, agora... Amor não se sonega, amor é tudo a declarar.
(Xico Sá, “Amor é para gastar”. Em: http://www.itatiaia.com.br)

De acordo com a norma-padrão, a reescrita de informações do texto está correta quanto à concordância verbal em:
  • A: Existe sentimentos, como o amor, que são escândalos e que não se abafa.
  • B: Tristes daqueles que sente e esconde, que sente e fica no joguinho dramático.
  • C: Acontece que, quando há suaves prestações, o amor está sendo poupado.
  • D: Joguinhos dramáticos expõe o perfil daquela pessoa que sente e esconde.
  • E: Quando se usa sete chaves para guardar o amor, ele vai da boca para fora.

Leia o texto para responder à questão.

Amor é para gastar
Na economia da vida, o maior desperdício é fazer poupança de amor. Prejuízo na certa. Amor é para gastar, mostrar, ostentar. O amor, aliás, é a mais saudável forma de ostentação que existe no mundo.
Vai por mim, amar é luxo só. Triste de quem sente e esconde, de quem sente e fica no joguinho dramático, de quem sente e guarda a sete chaves. Sinto muito.
Amor é da boca para fora. Amor é um escândalo que não se abafa. “Eu te amo” é para ser dito, desbocadamente. Guardar “eu te amo” é prejudicial à saúde.
Na economia amorosa, só existe pagamento à vista, missa de corpo presente. O amor não se parcela, não admite suaves prestações.
Não existe essa de amor só amanhã, como na placa do fiado do boteco. Amor é hoje, aqui, agora... Amor não se sonega, amor é tudo a declarar.
(Xico Sá, “Amor é para gastar”. Em: http://www.itatiaia.com.br)

No trecho do 3º parágrafo – Guardar “eu te amo” é prejudicial à saúde. –, a crase mantém-se se a expressão destacada for substituída por:
  • A: todos que o escondem.
  • B: pessoa que o esconde.
  • C: quem o esconde.
  • D: pessoas que o escondem.
  • E: qualquer pessoa que o esconda.

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