Questões de Português para Concursos

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Em qual dos trechos a alteração da pontuação mantém o sentido original e respeita a norma-padrão?
  • A: “Existe uma ironia ao fazer-se um guia a partir de um roteiro turístico escrito por Fernando Pessoa: embora ele tenha detalhado cada ponto de Lisboa, cidade onde nasceu e viveu, o maior poeta português não gostava de viajar” (l. 1-5) — Existe uma ironia,
  • B: “Após a morte do pai, a sua mãe casou-se com o militar João Miguel Rosa, que, por sua vez, se tornou cônsul de Portugal na cidade africana, obrigando a família a mudar-se” (l. 9-12) — Após a morte, do pai, a sua mãe, casou-se com o militar João Miguel Ro
  • C: “‘Para Pessoa, Lisboa foi mais do que uma cidade, foi a pátria, condensadamente. E desde que nela lançou âncora, em 1905, nunca mais daí saiu’” ( l.15-18) — Para Pessoa, Lisboa foi mais do que uma cidade: foi a pátria, condensadamente, e, desde que nela
  • D: “‘Para Pessoa, Lisboa foi mais do que uma cidade, foi a pátria, condensadamente. E desde que nela lançou âncora, em 1905, nunca mais daí saiu’” ( l.15-18) — Para Pessoa, Lisboa foi mais do que uma cidade: foi a pátria, condensadamente, e, desde que nela
  • E: “Para ele era uma maneira de estar sozinho de fato, bem como uma forma de ter ideias, era uma maneira de criar. Depois, nos diários que fez, dizia as ideias que tinha tido em tal passeio” (l. 29-32) — Para ele, era uma maneira de estar sozinho de fato, b

O uso do sinal de dois-pontos tem o objetivo de introduzir uma citação em:
  • A: “há quem diga que escrever é fácil: basta pôr no papel o que está na cabeça.” (L. 1-3)
  • B: “Via de regra, nosso pensamento é caótico: funciona para alimentar nossas decisões cotidianas,” (L. 16-17)
  • C: “Não à toa o jagunço Riobaldo, personagem do escritor Guimarães Rosa, dizia: professor é aquele que de repente aprende.” (L. 23-25)
  • D: “Todo professor conhece este segredo: você entende melhor o seu assunto depois de dar sua aula sobre ele, e não antes.” (L. 26-28)
  • E: “Mesmo ao escrever um diário secreto, faço-o imaginando um leitor futuro: ou eu mesmo daqui a alguns anos,” (L. 42-44)


No trecho do Texto I “Observo um paletó quadriculado, uma calça preta e duas camisas polo” (L. 1-2), a vírgula foi utilizada para
  • A: marcar enumeração.
  • B: assinalar inversão.
  • C: indicar ausência de verbo.
  • D: separar a circunstância de lugar.
  • E: separar expressão exemplificativa.

Na passagem “A juventude de hoje vive um processo inusitado na história: tem saudades daquilo...” (l. 1-2), os dois pontos podem ser substituídos, sem alterar o sentido, por:
  • A: desde que.
  • B: porque.
  • C: quando.
  • D: no entanto.
  • E: mas também.

Em “Mas alerta que esse prazer é efêmero e pode levar à frustração, depressão, sensação de vazio.” ( l2-4), as vírgulas foram usadas para separar os elementos de uma enumeração.

Isso também acontece em:
  • A: “De acordo com os pesquisadores americanos, as pessoas mais consumistas não estão tão preocupadas com o objeto em si que estão comprando ou planejando comprar.” (l 4-7)
  • B: “Os cientistas chamam esse sentimento de economia da ansiedade, que é muito explorada em várias campanhas publicitárias.” (l 15-17)
  • C: “Dentre todos os desafios ambientais que enfrentamos hoje, e eles são muitos, dois se destacam: o crescimento da população e o consumo.” ( l 22-24)
  • D: “Quanto mais gente na terra e mais gente consumindo, mais aumenta a pressão sobre o aquecimento global, a poluição dos rios, a destruição das florestas, a pesca descontrolada.” (l 25-28)
  • E: “Se continuarmos medindo o volume da alegria pelo tamanho do carrinho de compras, temos poucas chances de chegar a algum lugar.” (l 29-31)

No trecho do texto “Você, leitor, já deve estar sentindo o que vai acontecer.” (L. 29-30), as vírgulas, antes e depois da palavra leitor, servem para
  • A: marcar ideias que se opõem.
  • B: estabelecer uma enumeração.
  • C: indicar a omissão de um verbo.
  • D: explicitar uma dúvida relacionada à narração.
  • E: separar uma palavra que exprime um chamamento.

O emprego da vírgula está em DESACORDO com a norma-padrão em:
  • A: Há histórias que não devem ser lidas, caro leitor.
  • B: As histórias contadas, são muito mais emocionantes.
  • C: A caneta, o papel e as ideias são os instrumentos do poeta.
  • D: Os leitores, nossos parceiros, são os que motivam nossa escrita.
  • E: Quando todos vão dormir, ponho-me a escrever protegido pelo silêncio.

A frase em que a vírgula está empregada corretamente é:
  • A: A cadela, foi muito corajosa ao enfrentar o pit bull.
  • B: Catita que amamentava, cinco filhotes, teve ferimentos.
  • C: Wolf, o pit bull virou, um pit-lata!
  • D: Quando aconteceu, esse ato heroico?
  • E: Os vizinhos, a tia e Lucas ficaram orgulhosos de Catita.

A frase em que a vírgula está empregada de acordo com a norma-padrão é:
  • A: Os jogadores, consideraram que, o jogo estava fácil?
  • B: Os jogadores jogaram tranquilos, confiantes e com garra.
  • C: Quando foram os, jogos da Copa, das Confederações?
  • D: Os craques, fortes e simpáticos, têm, habilidades e otimismo;
  • E: Os jogos da Copa das Confederações, foram tranquilos, emocionantes e alegres.

A frase que está pontuada de acordo com a norma-padrão é:
  • A: A mãe, ficou emocionada com o menino.
  • B: A menina; dormia tranquila, no berço?
  • C: Quem, salvou o bebê!
  • D: O Homem–Aranha foi tão corajoso!
  • E: No quintal, Riquelme, disse: que não tinha medo.

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