Questões de Português para Concursos

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Na linha 11 do texto, o emprego dos dois-pontos tem o propósito de:
  • A: retificar uma informação fornecida no parágrafo.
  • B: ratificar o ponto de vista defendido no trecho.
  • C: explicar as razões constantes no código jurídico referido.
  • D: introduzir uma avaliação a respeito do tema.
  • E: detalhar o conteúdo de um termo expresso anterior- mente.


No trecho do Texto I “Parece que você lê meus pensamentos” ( L. 36), as aspas ali empregadas sinalizam um enunciado que cumpre a função de
  • A: marcar a fala hipotética de um leitor da cronista.
  • B: contradizer o pensamento defendido pela autora.
  • C: inserir a fala de uma das personagens da crônica.
  • D: sustentar a visão de que o leitor é fundamental para a cronista.
  • E: gerar um conflito entre a pessoa que se analisa e os autores que ela lê.


O uso frequente das reticências no Texto II reafirma o perfil do eu do poema como uma pessoa
  • A: “perdida” (L. 1)
  • B: “crucificada” (L. 4)
  • C: “dolorida” (L. 4)
  • D: “triste” (L. 6)
  • E: “forte” (L. 6)

Em “surge o conceito de ‘hackear’ a cidade, transformar seu sistema por meio de ações informais dos cidadãos.” ( L.22-24), a vírgula tem a função de introduzir uma explicação sobre o conceito apresentado anteriormente. Essa mesma função ocorre em
  • A: “Embora muitas vezes imperceptíveis, elas apontam tendências do que serão os grandes centros no futuro.” ( L. 3-5)
  • B: “Para debater a dinâmica dos espaços urbanos, um projeto mergulhou dois anos no cotidiano das metrópoles” ( L. 6-8)
  • C: “extraiu-se um raio X de uma cidade, uma lista de cem tendências e pensamentos” ( L. 11-13)
  • D: “A sociedade precisa escolher qual linha de metrô ela quer, qual praça precisa receber mais atenção” ( L. 53-55)
  • E: “Com estimativas mais precisas e transparentes, há mais espaço para ações independentes.” ( L. 75-76)

No trecho “Depois, nos diários que fez, dizia as ideias que tinha tido em tal passeio. Os passeios para ele eram também momentos de criação.” (L. 31-33) a junção dos períodos em apenas um mantém o sentido original e está adequada à norma-padrão em:
  • A: Nos diários que fez, dizia as ideias que tinha tido depois em tal passeio, os quais, para ele, eram também momentos de criação
  • B: Embora os passeios para ele tivessem sido também momentos de criação, depois, nos diários que fez, dizia as ideias que tinha tido em um passeio tal.
  • C: Depois, nos diários que fez, dizia as ideias que tinha tido em tal passeio, mas os passeios para ele eram também momentos de criação.
  • D: Ainda que os passeios para ele fossem também momentos de criação, ele dizia as ideias que tinha tido em tal passeio, nos diários que fez depois.
  • E: Os passeios para ele eram também momentos de criação: assim, depois, nos diários que fez, dizia as ideias que tinha tido em tal passeio.

Que trecho está pontuado de acordo com a norma-padrão?
  • A: O filme Narradores de Javé, de Eliane Caffé, mostra como os relatos orais unem uma comunidade: quando descobrem que o vilarejo de Javé vai ser submerso pelas águas de uma represa, seus habitantes se organizam para tentar salvá-lo por meio de narrativas s
  • B: O filme Narradores de Javé de Eliane Caffé, mostra como os relatos orais unem uma comunidade. Quando descobrem, que o vilarejo de Javé vai ser submerso pelas águas de uma represa, seus habitantes se organizam para tentar salvá-lo por meio de narrativas s
  • C: O filme Narradores de Javé, de Eliane Caffé, mostra como, os relatos orais unem uma comunidade, quando descobrem que o vilarejo de Javé vai ser submerso, pelas águas de uma represa, seus habitantes se organizam, para tentar salvá-lo por meio de narrativa
  • D: O filme Narradores de Javé de Eliane Caffé mostra como os relatos orais unem uma comunidade; quando descobrem, que o vilarejo de Javé vai ser submerso pelas águas, de uma represa, seus habitantes se organizam para tentar salvá-lo por meio de narrativas s
  • E: O filme Narradores de Javé, de Eliane Caffé mostra como, os relatos orais unem uma comunidade — quando descobrem que o vilarejo de Javé vai ser submerso pelas águas de uma represa; seus habitantes se organizam para tentar salvá-lo por meio de narrativas

Um professor de português, para propor uma atividade a seus alunos, retirou todas as vírgulas da seguinte frase publicada num jornal:

Se a matemática é a rainha das ciências a física é a princesa. Apesar do surpreendente avanço do conhecimento nas mais diversas áreas poucas disciplinas podem se gabar de que são capazes de provar hipóteses da forma mais elegante possível que é postular a existência de uma coisa e depois encontrá-la experimentalmente.

FOLHA DE S.PAULO. São Paulo, 22 mar. 2014, A2.

Na chave de respostas do exercício, o número de vírgulas obrigatórias a serem colocadas no texto, de acordo com a norma-padrão, é
  • A: 1
  • B: 3
  • C: 5
  • D: 7
  • E: 9

Em qual trecho a vírgula pode ser retirada mantendo-se os preceitos às regras de pontuação da norma-padrão?
  • A: “e alguns amigos, descêramos a escada” (l. 5-6)
  • B: “Aproximei-me do balcão, duvidando” (l. 18)
  • C: “O porteiro tirou os óculos, abriu uma gaveta” (l. 23)
  • D: “os originais de um livro, contos” (l. 38-39)
  • E: “Recente, feito e amarrado” (l. 60)

No segundo parágrafo, o emprego dos dois-pontos indica entre as partes do período uma relação de
  • A: tempo
  • B: concessão
  • C: explicação
  • D: adversidade
  • E: comparação

Em qual dos trechos a alteração da pontuação mantém o sentido original e respeita a norma-padrão?
  • A: “Existe uma ironia ao fazer-se um guia a partir de um roteiro turístico escrito por Fernando Pessoa: embora ele tenha detalhado cada ponto de Lisboa, cidade onde nasceu e viveu, o maior poeta português não gostava de viajar” (l1-5) — Existe uma ironia, a
  • B: “Após a morte do pai, a sua mãe casou-se com o militar João Miguel Rosa, que, por sua vez, se tornou cônsul de Portugal na cidade africana, obrigando a família a mudar-se” (l 9-12) — Após a morte, do pai, a sua mãe, casou-se com o militar João Miguel Ros
  • C: “‘Para Pessoa, Lisboa foi mais do que uma cidade, foi a pátria, condensadamente. E desde que nela lançou âncora, em 1905, nunca mais daí saiu’” ( l15-18) — Para Pessoa, Lisboa foi mais do que uma cidade: foi a pátria, condensadamente, e, desde que nela l
  • D: “Isso ajuda a explicar o fato de ter sido um verdadeiro andarilho, indo de um lado para o outro, algo que acabaria por constituir a sua própria personalidade. Era caminhando que pensava, que refletia” (l 24-28) — Isso ajuda a explicar o fato, de ter sido
  • E: “Para ele era uma maneira de estar sozinho de fato, bem como uma forma de ter ideias, era uma maneira de criar. Depois, nos diários que fez, dizia as ideias que tinha tido em tal passeio” (. 29-32) — Para ele, era uma maneira de estar sozinho de fato, be

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