Questões de Português para Concursos

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No texto 1A11-I, com o emprego da expressão “(hoje)” (linha 4) entre parênteses, o autor
  • A: destaca que Pixis é desconhecido na atualidade, mas que não o era em 1837.
  • B: indica que, a partir da data do concerto, Pixis deixou de ser desconhecido.
  • C: enfatiza o “dia de glória” (linha 1 e 2) de Pixis.
  • D: ressalta que se trata do dia do concerto de Franz Liszt.
  • E: revela desprezo pela popularidade de Pixis em 1837.



Infere-se do texto 1A11-I que, na ocasião do concerto em Paris, em 1837,

 
  • A: Pixis tocou uma composição de Beethoven como se fosse de sua autoria.
  • B: Liszt equivocou-se na leitura do roteiro de composições que deveria executar.
  • C: a plateia revoltou-se contra Liszt, por ele ter confundido uma composição de Pixis com uma de Beethoven.
  • D: o público julgou as composições apenas com base nas designações equivocadas no programa do concerto.
  • E: as peças de Pixis e Beethoven foram executadas de modo tão semelhante que o público não foi capaz de distingui-las.


Em cada uma das opções a seguir, é apresentada uma proposta de reescrita do seguinte trecho do texto 1A1-I: “É preciso integrar-se aos países do MERCOSUL” (linhas 32 e 33). Assinale a opção cuja proposta de reescrita, além de estar gramaticalmente correta, preserva os sentidos originais do texto.
  • A: É preciso que o Brasil se integre aos países do MERCOSUL
  • B: É preciso ao Brasil a integração dos países do MERCOSUL
  • C: É preciso que o Brasil seja integrado pelos países do MERCOSUL
  • D: É preciso que os países do MERCOSUL integrem-se ao Brasil
  • E: É preciso ao Brasil integrar o MERCOSUL



No texto 1A1-I, o emprego de vírgulas para isolar as expressões“adotado no país” (linha 22) e “embora se pareça com o IVA” (linhas 23 e 24) é
  • A: facultativo em ambas as expressões.
  • B: obrigatório apenas na primeira expressão.
  • C: apenas uma escolha estilística do autor.
  • D: justificado por regras distintas de pontuação.
  • E: necessário devido ao deslocamento dessas expressões dentro do período.


Em cada uma das opções a seguir, é apresentada uma proposta de reescrita do seguinte período do texto 1A1-I: “A harmonização com os outros sistemas tributários é outro desafio que deve ser enfrentado.” (linhas 31 e 32). Assinale a opção cuja proposta de reescrita, além de estar gramaticalmente correta, preserva os sentidos originais do texto.
  • A: A harmonização com outros sistemas tributários deve enfrentar também o desafio.
  • B: O desequilíbrio com outros sistemas tributários é outro desafio a ser resgatado.
  • C: A harmonização com os demais sistemas tributários consiste em outro desafio a ser enfrentado.
  • D: A harmonização de outros sistemas tributários é mais um desafio que deve ser enfrentado.
  • E: A hierarquização com outros sistemas tributários é também um desafio ao qual deve-se combater.



Infere-se das ideias do texto 1A1-I que o autor é contrário

 
  • A: ao modelo tributário europeu.
  • B: à aplicação do IVA em nível federal.
  • C: ao sistema tributário do MERCOSUL.
  • D: à competência estadual para o ICMS.
  • E: aos padrões tributários do mundo globalizado.


A correção gramatical e os sentidos originais do texto 1A1-I seriam preservados se, no trecho “A competência estadual do ICMS gera ainda dificuldades na relação entre as vinte e sete unidades da Federação” (linhas  26 a 28), o vocábulo “ainda” fosse substituído pela seguinte expressão, isolada por vírgulas.
  • A: até então
  • B: ao menos
  • C: além disso
  • D: até aquele tempo
  • E: até o presente momento



No texto 1A1-I, o pronome que inicia o trecho “Isso se tornou um atentado contra o princípio de simplificação” ( linhas 8 e 9) remete
  • A: à oração “guerra fiscal ocasionada pelo ICMS” (linha 4 e 5).
  • B: à ideia de que o ICMS é “O principal tributo em vigor” (linha 5).
  • C: ao argumento de que “O direito tributário brasileiro depara-se com grandes desafios” (linhas 1 e 2).
  • D: ao fato de “contribuintes e advogados se debruçarem sobre vinte e sete diferentes legislações no país” (linhas 6 a 8) para entender o ICMS.
  • E: à crítica do autor à recorrência das mesmas regras tributárias em “vinte e sete diferentes legislações no país” (linhas 7 e 8).



O texto 1A1-I
  • A: carece de uma introdução para o assunto que aborda.
  • B: é composto de três parágrafos vinculados a uma temática principal.
  • C: é organizado de forma progressiva, partindo do problema menos relevante ao mais relevante.
  • D: concentra no parágrafo final a conclusão geral dos argumentos apresentados.
  • E: é pautado integralmente na temática da tributação excessiva.

Jurar ou planejar
Num de seus contos provocadores, Machado de Assis põe em cena um casal de apaixonados que faz um juramento de amor, por conta de uma longa separação que devem cumprir. A jura é quebrada pela moça, que se apaixona por outro, e o narrador faz ver que ela está “muito próxima da Natureza”, ou seja, que ela atende aos movimentos mais naturais da vida.
Jurar é desafiar o tempo, o destino, o futuro; é afirmar que nada pode ser maior que nosso desejo de agir conforme juramos. Um juramento expõe a beleza da vontade humana, como afirmação nossa, mas sua quebra mostra também nossos limites.
Dirão os mais racionalistas: não jure, planeje. Diante do futuro, levante hipóteses de trabalho e as analise, não tome nenhuma como definitiva. Mas o homem insiste em sonhar para além do que é planejável, e o que dá certo nos bons planejamentos acaba tornando-o ainda mais convicto de que sua vontade é tudo, sendo mesmo capaz de jurar por isso.
(Joaquim de Assis Villares, inédito)
Está correto o emprego de ambos os elementos sublinhados na frase:
  • A: Sempre há alguma provocação nos contos machadianos, em cujos encontramos teses das quais é difícil rebater.
  • B: Um juramento faz crer que é no tempo, onde podemos confiar, que daremos vazão a força das nossas vontades.
  • C: A força de um juramento, cuja beleza está na disposição da vontade humana, pode reverter em amarga frustração.
  • D: Alguns sentem aversão de jurar, por isso mostram preferência com os cuidados de um planejamento.
  • E: A natureza guarda em suas leis uma força da qual é inútil nos opormos, ainda quando munidos na máxima vontade.

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