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Foram encontradas 25035 questões.
Assinale a alternativa em que as expressões destacadas na frase têm sentidos opostos.
  • A: ... proíbem o profissional de saúde de divulgar segredos de pacientes e até de denunciar crimes...
  • B: ... induzidos por vilões internacionais, se recusam a imunizar seus filhos.
  • C: ... o sistema de saúde precisa ser visto pelo cidadão como um aliado e não como um adversário.
  • D: ... elas terão bons motivos para nunca mais pôr os pés numa unidade.
  • E: .... se a fórmula mais draconiana propugnada pela promotora do Ministério Público fosse adotada...



    Vacina na marra
 
      Uma das piores coisas que pais podem fazer a seus filhos é privá-los de vacinas. Ainda assim, devo dizer que fiquei chocado com o artigo de uma promotora do Ministério Público, no qual ela defende não só multa para genitores que deixem de imunizar seus rebentos, mas também a busca e apreensão das crianças para vaciná-las.
      Imagino até que a adoção de medidas extremas como propõe a promotora possa fazer sentido em determinados contextos, como o de uma epidemia fatal que avança rapidamente e pais que, induzidos por vilões internacionais, se recusam a imunizar seus filhos.
      Há motivos para acreditar que as sucessivas quedas na cobertura vacinal registradas por aqui se devam mais a uma combinação de desleixo paterno com inadequações da rede do que a uma maciça militância antivacinal. Há até quem afirme que a queda é menor do que a anunciada pelo Ministério da Saúde, que, por problemas técnicos, não estaria recebendo informações atualizadas de alguns municípios.
      Seja como for, tenho a convicção de que, se a fórmula mais draconiana propugnada por ela fosse adotada, acabaríamos produzindo mais mal do que bem.
      O ponto central é que o sistema de saúde precisa ser visto pelo cidadão como um aliado e não como um adversário. Se a percepção que as pessoas têm do posto de saúde for a de que ele é uma entidade que pode colocar a polícia atrás de famílias para subtrair-lhes os filhos, elas terão bons motivos para nunca mais pôr os pés numa unidade.
      A ideia de que o sistema de saúde precisa ser protegido de ações que possam minar a confiança que o público lhe deposita não é estranha ao mundo do direito. Não é por outra razão que a legislação penal e códigos de ética proíbem o profissional de saúde de divulgar segredos de pacientes e até de denunciar crimes que tenham cometido.
(Hélio Schwartsman. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ helioschwartsman/2018/08/ vacina-na-marra.shtml.  Acesso em 11.11.2018. Adaptado)



Assinale a alternativa em que o termo destacado é empregado no texto em sentido figurado.
  • A: A ideia de que o sistema de saúde precisa ser protegido de ações que possam minar a confiança...
  • B: ... a legislação penal e códigos de ética proíbem o profissional de saúde de divulgar segredos de pacientes...
  • C: ... como o de uma epidemia fatal que avança rapidamente e pais que, induzidos por vilões internacionais...
  • D: Há motivos para acreditar que as sucessivas quedas na cobertura vacinal registradas.
  • E: Seja como for, tenho a convicção de que, se a fórmula mais draconiana propugnada pela promotora do Ministério Público...

Considerando que a frase “Sonda espacial começa a explorar Marte” tem caráter informativo, contextualizando a temática do cartum, o vocábulo explorar deve ser entendido com o sentido de
  • A: ocultar informações sigilosas de um público de curiosos.
  • B: pesquisar de maneira teórica um objeto imaginado.
  • C: percorrer uma região para estudá-la e conhecê-la.
  • D: aproveitar-se de alguém com o fim de obter lucro.
  • E: induzir um povo a erro visando favorecer um pequeno grupo.

Leia o cartum para responder à questão a seguir.


Uma afirmação condizente com o que se observa no cartum é:
  • A: Antes de deduzir algo sobre as intenções dos terráqueos, os marcianos decidiram destruir a sonda espacial.
  • B: Para evitar a colonização de seu planeta pelos terráqueos, os marcianos concordaram em esconder suas riquezas.
  • C: A sonda espacial terráquea foi recebida com hostilidade pelos marcianos, que se organizaram para atacar os inimigos.
  • D: A atitude a tomar em face da presença da sonda dos terráqueos em seu planeta não foi consensual entre os marcianos.
  • E: Os marcianos sabiam que os terráqueos não desistiriam de colonizar seu planeta ainda que fosse apenas um deserto.

Estudantes de graduação em Ciências Sociais Aplicadas, notadamente em Administração, têm se reunido em tomo de empresas juniores, uma estratégia que lhes permite aliar a teoria aprendida no curso superior com as habilidades provenientes da atuação prática. Nesse contexto, a aprendizagem pode ocorrer por meio de modalidades mais aderentes a uma abordagem individual-cognitivista, como treinamento, leitura de textos e acesso a bancos de dados, ou por meio de modalidades oriundas de uma abordagem de cunho socioprático, como comunidades de prática, mentoria, treinamento on-the-job e interações casuais. O objetivo do presente trabalho é identificar qual abordagem traz uma maior contribuição ao aprendizado dos empresários juniores. Para tanto, foi utilizada uma metodologia quantitativa, com aplicação de 118 questionários a estudantes de 14 Estados do Brasil, seguida de análise fatorial exploratória e regressão multivariada. Os principais resultados indicam que as modalidades oriundas da abordagem socioprática possibilitam um. maior aprendizado, com destaque para a mentoria, que pode ser de professores ou de colegas mais experientes, como a modalidade mais eficaz.
(DOS-SANTOS, M. G.; PEREIRA, F. A.; SOUZA-SILVA, J. C.; RIVERA-CASTRO, M. A. Aprendizagem socioprática e individual-cognitiva na empresa júnior brasileira. RAEPA - administração: Ensino e Pesquisa, Rio de Janeiro, v. 16, n. 15, p. 309, abr.-jun. 2015. Excerto adaptado.)
A considerar a referência, a estrutura do texto, a organização das ideias e o conteúdo contemplado, conclui-se que se trata
 
  • A: do resumo de um artigo científico.
  • B: da síntese de um relatório de pesquisa.
  • C: do resumo do capítulo de uma apostila.
  • D: da seção final de um trabalho acadêmico.
  • E: E da introdução de uma publicação para leigos.



Tudo o que não puder contar, não faça:
integridade é não agir errado mesmo sozinho
 
         Immanuel Kant, famoso filósofo alemão do século 18, dizia: “Tudo o que não puder contar como faz, não faça!”. Ao jogarmos um simples papelzinho pela janela não temos consciência alguma de que não se trata apenas de um simples papelzinho. O que está por trás disso é absolutamente sério. O que estamos fazendo conosco, com o meio em que vivemos e com o mundo? Há que se dizer que culpar terceiros sempre nos traz alívio.
            Mas não é um simples papelzinho... Se jogarmos três ao dia, serão quatorze por semana, e se milhões de pessoas de todo o mundo jogarem três míseros papéis por dia? Um dos maiores responsáveis por alagamentos nas cidades é o lixo, acarreta entupimento de bueiros e canalizações, levando a dispersar doenças e incômodo à população em geral.
           O âmago desta questão é a consciência. Nos dias de hoje coletamos informações prontas e não levamos questões reflexivas ao cotidiano agitado e quase atropelado pelo que não nos afeta tanto por enquanto.
     O que seremos no futuro? Seremos seres abastecidos virtualmente, mas submergidos no lixo? A grande preocupação é que a realidade virtual se sobreponha à realidade real!
            A vida no planeta como a conhecemos acabará de forma dramática, e somente através desse processo de conscientização poderemos garantir a sustentabilidade ambiental. Sustentabilidade: “Pensar globalmente, agir localmente”. Não é um simples papelzinho. É questão de educação, caráter, reflexão!
                                                                                                       (Mario Sergio Cortella. http://mariosergiocortella.com. Adaptado)




A frase do filósofo Immanuel Kant, logo no título, chama a atenção para o fato de que o autor, Mario Sergio Cortella,
  • A: condena as regras limitadoras da liberdade individual.
  • B: faz o relato de algumas de suas experiências.
  • C: satiriza a falta de aplicação prática da filosofia.
  • D: oferece um conselho ao leitor do texto.
  • E: desdenha do discurso em prol da sustentabilidade.

O objetivo deste artigo foi apresentar o emprego de aplicativos móveis como meio para que o cidadão possa se tornar sensor inteligente para registar informações primárias sobre serviços públicos. Na revisão da literatura, foram explorados os conceitos de sensemaking visando fundamentar constructo do cidadão como sensor inteligente. Para exemplificar o constructo, foi apresentado um aplicativo que estabelece um canal de comunicação com o cidadão com foco em informações sobre os estabelecimentos de saúde cadastrados no CNES.
A abordagem conceitual para o desenvolvimento do aplicativo apresentado nas seções anteriores ressalta a importância da mobilidade e da conectividade na geração de ideias para a solução de problemas do cotidiano. Contudo, apenas ideias não são suficientes para alcançar a solução. Elas devem ser implementadas em produtos ou serviços que atendam às necessidades da sociedade. Portanto, o acesso aos dados abertos governamentais por aplicativos que os transformem em informação inteligível para o cidadão comum abre uma nova perspectiva ao criar condições para melhoria de políticas e serviços públicos.
(MORESI, Eduardo Amadeu Dutra; LOPES, Michel Carmo; MORAIS, Marcos Augusto Alves Tito de. O cidadão como sensor inteligente. Ciência da Informação, Brasília, v.45, p.44-58, 2018. Excerto adaptado.)
Dado o conteúdo, a fonte e a estrutura do texto, é possível inferir que ele compõe
  • A: o resumo de um artigo acadêmico.
  • B: a seção de revisão da literatura de um artigo acadêmico.
  • C: a seção introdutória, ou introdução, de um artigo acadêmico.
  • D: a seção de considerações finais, ou conclusões, de um artigo acadêmico.
  • E: a seção de metodologia, ou materiais e métodos, de um artigo acadêmico.

As universidades têm incentivado cada vez mais aliar atividades extracurriculares (AE) ao conhecimento teórico produzido na academia de modo a complementar o conteúdo teórico, bem como promover o desenvolvimento econômico e social e o avanço da ciência e da tecnologia (FREITAS JR. 2003). Essas atividades, por vezes, configuram-se como oportunidades informais para o desenvolvimento de competências gerenciais (CG), já que viabilizam o contato real com contextos organizacionais e suas complexidades (LEITE,2009).
Apesar de serem recomendáveis estudos que tratem de competências de membros de grupos de pesquisa (GP), sobretudo as relacionadas ao exercício do papel de liderança e condução de projetos de pesquisa (HIGUITA-LÓPEZ; MOLANO-VELANDIA; RODRÍGUEZ-MERCHÁN, 2011), depara-se com o problema de pesquisa que se quer enfrentar com o presente estudo: a carência de estudos que abordem relações entre AE e desenvolvimento de CG, especialmente no contexto de GP, pois estudos nesse locus de pesquisa são escassos.
Acredita-se que este estudo poderá contribuir tanto para o suprimento da lacuna acadêmica apresentada para nortear investimentos em AE, pois poderá direcionar esforços, estratégias e recurso em busca de resultados mais promissores por parte de GP, universidades e instituições de fomento (ODELIUS et Al.,2011). Assim, este estudo tem por objetivo identificar relações entre atividades extracurriculares (AE) e domínio de competências gerenciais (CG) em grupos de pesquisa (GP) brasileiros. Nas seções que seguem, foram estudadas as seguintes AE: participação em GP, iniciação científica, extensão universitária, estágio, trabalho voluntário, atuação em empresa júnior, projeto de consultoria e atividades profissionais em geral.
(FREITAS, Pablo F. P. de; MONTEZANO, Lana, ODELIUS, Catarina C.A influência de atividades extracurriculares no desenvolvimento de competências gerencias em grupos de pesquisa. Administração: Ensino e Pesquisa (RAEP), Rio de Janeiro, v.20, p.1, 2019. Adaptado)
Considerando a estrutura, o conteúdo e a fonte, o texto consiste em
  • A: um resumo de artigo científico na área de Administração.
  • B: um projeto de pesquisa na interface Educação e Administração.
  • C: um artigo científico de ensino e pesquisa escrito por três autores.
  • D: uma introdução de artigo que identifica relações entre AE e CG em GP brasileiros.
  • E: uma resenha sobre um estudo que identifica relações entre AE e CG em GP brasileiros.





Tudo o que não puder contar, não faça:
integridade é não agir errado mesmo sozinho
 
         Immanuel Kant, famoso filósofo alemão do século 18, dizia: “Tudo o que não puder contar como faz, não faça!”. Ao jogarmos um simples papelzinho pela janela não temos consciência alguma de que não se trata apenas de um simples papelzinho. O que está por trás disso é absolutamente sério. O que estamos fazendo conosco, com o meio em que vivemos e com o mundo? Há que se dizer que culpar terceiros sempre nos traz alívio.
            Mas não é um simples papelzinho... Se jogarmos três ao dia, serão quatorze por semana, e se milhões de pessoas de todo o mundo jogarem três míseros papéis por dia? Um dos maiores responsáveis por alagamentos nas cidades é o lixo, acarreta entupimento de bueiros e canalizações, levando a dispersar doenças e incômodo à população em geral.
           O âmago desta questão é a consciência. Nos dias de hoje coletamos informações prontas e não levamos questões reflexivas ao cotidiano agitado e quase atropelado pelo que não nos afeta tanto por enquanto.
     O que seremos no futuro? Seremos seres abastecidos virtualmente, mas submergidos no lixo? A grande preocupação é que a realidade virtual se sobreponha à realidade real!
            A vida no planeta como a conhecemos acabará de forma dramática, e somente através desse processo de conscientização poderemos garantir a sustentabilidade ambiental. Sustentabilidade: “Pensar globalmente, agir localmente”. Não é um simples papelzinho. É questão de educação, caráter, reflexão!
                                                                                                       (Mario Sergio Cortella. http://mariosergiocortella.com. Adaptado)







A opinião do autor está expressa nesta frase:
  • A: As intenções são mais importantes do que as ações.
  • B: O homem deve refletir melhor sobre suas atitudes cotidianas.
  • C: As informações obtidas no meio virtual devem ser ignoradas.
  • D: O fim da realidade virtual garantirá a sustentabilidade ambiental.
  • E: O principal papel de cada indivíduo é saber escolher seus governantes.





Tudo o que não puder contar, não faça:
integridade é não agir errado mesmo sozinho
 
         Immanuel Kant, famoso filósofo alemão do século 18, dizia: “Tudo o que não puder contar como faz, não faça!”. Ao jogarmos um simples papelzinho pela janela não temos consciência alguma de que não se trata apenas de um simples papelzinho. O que está por trás disso é absolutamente sério. O que estamos fazendo conosco, com o meio em que vivemos e com o mundo? Há que se dizer que culpar terceiros sempre nos traz alívio.
            Mas não é um simples papelzinho... Se jogarmos três ao dia, serão quatorze por semana, e se milhões de pessoas de todo o mundo jogarem três míseros papéis por dia? Um dos maiores responsáveis por alagamentos nas cidades é o lixo, acarreta entupimento de bueiros e canalizações, levando a dispersar doenças e incômodo à população em geral.
           O âmago desta questão é a consciência. Nos dias de hoje coletamos informações prontas e não levamos questões reflexivas ao cotidiano agitado e quase atropelado pelo que não nos afeta tanto por enquanto.
     O que seremos no futuro? Seremos seres abastecidos virtualmente, mas submergidos no lixo? A grande preocupação é que a realidade virtual se sobreponha à realidade real!
            A vida no planeta como a conhecemos acabará de forma dramática, e somente através desse processo de conscientização poderemos garantir a sustentabilidade ambiental. Sustentabilidade: “Pensar globalmente, agir localmente”. Não é um simples papelzinho. É questão de educação, caráter, reflexão!
                                                                                                       (Mario Sergio Cortella. http://mariosergiocortella.com. Adaptado)






O vocábulo Mas, no início do segundo parágrafo, sinaliza que a atitude de culpar terceiros por nossas faltas é
  • A: decente.
  • B: louvável.
  • C: inevitável.
  • D: irrelevante.
  • E: reprovável.

Exibindo de 19961 até 19970 de 25035 questões.