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Texto 3

Um artigo da revista Domingo dizia o seguinte:
Acusam a TV de ser responsável pela violência. É preciso debater essa questão. A TV não inventou a violência. Em todas as épocas, houve assassinatos, roubos e vítimas. Durante a Ditadura Militar a vida era mais violenta que hoje. No romance Os Três Mosqueteiros as lutas e as mortes são frequentes e, no entanto, não criticam a literatura por sua violência. Finalmente, países onde os televisores são em pequeno número, como na Índia ou no Zaire, também há guerras... Logo, não podem acusar a TV de ser responsável por tudo. 




Sobre a argumentatividade do texto 3, é correto afirmar que: 

  • A: as formas verbais “acusam”, “criticam” e “podem” se referem a pessoas que não devem ser identificadas pelo autor do artigo;
  • B: o primeiro período do texto funciona como um pensamento que será contestado pelo desenvolvimento a seguir;
  • C: o segundo período do texto indica que seu autor é possuidor de uma certeza sobre o tema;
  • D: os argumentos apresentados pelo autor do texto são redundantes, já que repetem o mesmo tema;
  • E: os argumentos presentes no texto apelam para a emoção do leitor, sobretudo para sua percepção estética.

Texto 2 

Na entrevista de um jornal mineiro apareciam os depoimentos de dois jovens:
Jovem 1 – Uma luta de boxe é muito mais chocante quando a gente está presente no ginásio. Nós vemos os golpes e é divertido ver um deles cair à sua frente. Na TV não tem emoção.
Jovem 2 – Numa luta de boxe, as câmeras filmam todos os detalhes. Quando um dos lutadores é ferido, o sangue é mostrado na nossa cara. É impressionante. Ver a luta de perto não é a mesma coisa, os espectadores não veem nada. 



No texto 2, ambas as respostas dos jovens apresentam opiniões como argumento; o segmento que NÃO se inclui entre os opinativos é: 
  • A: Uma luta de boxe é muito mais chocante...
  • B: ...é divertido ver um deles cair à sua frente.
  • C: Na TV não tem emoção.
  • D: Quando um dos lutadores é ferido, o sangue é mostrado na nossa cara.
  • E: Ver a luta de perto não é a mesma coisa.

Texto 2 
Na entrevista de um jornal mineiro apareciam os depoimentos de dois jovens:
Jovem 1 – Uma luta de boxe é muito mais chocante quando a gente está presente no ginásio. Nós vemos os golpes e é divertido ver um deles cair à sua frente. Na TV não tem emoção.
Jovem 2 – Numa luta de boxe, as câmeras filmam todos os detalhes. Quando um dos lutadores é ferido, o sangue é mostrado na nossa cara. É impressionante. Ver a luta de perto não é a mesma coisa, os espectadores não veem nada. 
No texto 2, a presença de traços da linguagem coloquial é visível nos depoimentos; a frase que mostra variante formal é: 






  • A: Uma luta de boxe é muito mais chocante...
  • B: ...quando a gente está presente no ginásio.
  • C: ...é divertido ver um deles cair à sua frente.
  • D: Na TV não tem emoção.
  • E: O sangue é mostrado na nossa cara.

Texto 2
Na entrevista de um jornal mineiro apareciam os depoimentos de dois jovens:
Jovem 1 – Uma luta de boxe é muito mais chocante quando a gente está presente no ginásio. Nós vemos os golpes e é divertido ver um deles cair à sua frente. Na TV não tem emoção.
Jovem 2 – Numa luta de boxe, as câmeras filmam todos os detalhes. Quando um dos lutadores é ferido, o sangue é mostrado na nossa cara. É impressionante. Ver a luta de perto não é a mesma coisa, os espectadores não veem nada. 




No texto 2, o motivo de desacordo entre os jovens entrevistados é:





  • A: a presença do público como fator produtor de emoção;
  • B: o incentivo à violência provocado pela transmissão pela TV;
  • C: o maior ou menor distanciamento nas duas possibilidades de assistência a uma luta;
  • D: a diversão – ou não – provocada pelas lutas de boxe;
  • E: a ausência de público nas lutas transmitidas pela TV, o que provoca pouca emoção.

Abaixo estão cinco manchetes jornalísticas; aquela que representa a imparcialidade desse tipo de texto é:
  • A: Vergonha: cinco vítimas de balas perdidas!
  • B: Governadores e senadores acusados de corrupção.
  • C: Corrupção na polícia mostra tragédia carioca.
  • D: Fraco desempenho de times paranaenses no Brasileirão.
  • E: Crise traz abandono de restaurantes famosos.

Uma manchete jornalística de 1 de julho dizia o seguinte: “Planos de saúde perdem clientes, mas lucro sobe 66%”.
Infere-se dessa informação que: 
  • A: os planos de saúde contam com gestão fraudulenta;
  • B: a crise econômica traz prejuízos aos planos de saúde;
  • C: a classe médica está recebendo melhores salários;
  • D: os custos dos planos de saúde devem ter aumentado;
  • E: a perda de clientes deve ter sido mínima.


Um cardápio de restaurante italiano dizia a seguinte frase: “Uma pesquisa aponta que o vinho é bom para o coração; posso confirmar, porque depois de algumas taças eu amo todo mundo!”
Nesse caso, o humor da frase advém do(da): 






  • A: exagero contido na afirmação “eu amo todo mundo!”;
  • B: informação enganosa de que o álcool possa trazer benefícios;
  • C: confirmação da pesquisa feita por um bêbado;
  • D: absurdo comprovado por uma pesquisa séria;
  • E: polissemia da expressão “bom para o coração”

...a base de um mundo mais próspero e saudável.

A conjunção E realiza a adição dos dois adjetivos ao final dessa frase; o pensamento abaixo em que essa mesma conjunção mostra um valor diferente é: 
  • A: Quem tem razão ri E não se encoleriza.
  • B: As pessoas dizem que o bom é a vida, E eu prefiro a leitura.
  • C: Somos o que não parecemos E parecemos o que não somos.
  • D: Somente Deus E eu somos capazes de fazer algo a partir do nada.
  • E: A ignorância tem asas de águia E olhos de coruja.

No número 18, ano V, da revista Scientific American Brasil aparece o seguinte resumo de um artigo:
                      Sociedade conduzida por dados
Os rastros digitais que deixamos diariamente são mais reveladores que imaginamos. Isso pode se tornar tanto um pesadelo para a privacidade quanto a base de um mundo mais próspero e saudável.
A expressão tanto... quanto repete o mesmo valor semântico no seguinte texto: 
  • A: Os paulistas trabalham tanto quanto os cariocas.
  • B: Tanto quanto os jovens, os idosos enfrentam problemas.
  • C: Choveu tanto no Rio quanto em São Paulo.
  • D: As chuvas causaram tanto prejuízo quanto o causado pelo sol do último verão.
  • E: Os prisioneiros engordaram tanto quanto os policiais.


No número 18, ano V da revista Scientific American Brasil, o sumário dos artigos anuncia:
                  Por que precisamos da internet de alta velocidade
Banda larga rápida permitirá que professores e alunos tenham acesso a tecnologias digitais modernas.
O segmento que aparece após o título em negrito funciona textualmente como:






  • A: confirmação da ideia apresentada anteriormente;
  • B: resposta a uma pergunta presente no título;
  • C: detalhamento da informação antes prestada;
  • D: retificação de uma ideia pouco clara no texto anterior;
  • E: argumento contra a tese defendida pelo autor do texto.

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