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Leia o texto para responder a questão abaixo.

 


          “Quando eu tinha mais ou menos uma semana de idade, eu me lembro de estar enrolada em um cobertor rosa de algodão”, conta Rebecca Sharrock. Considerando que a memória da maioria das pessoas não é capaz de gravar acontecimentos anteriores aos quatro anos de idade, pode ser fácil pensar que a descrição de Sharrock seja um sonho nostálgico em vez de uma memória real. Mas a mulher australiana de 27 anos não tem uma memória comum – ela foi diagnosticada com uma síndrome rara chamada “Memória Autobiográfica Altamente Superior”, ou HSAM na sigla em inglês, também conhecida como Síndrome da Supermemória. Essa condição neurológica única significa que Sharrock consegue se lembrar de absolutamente tudo que ela fez em qualquer data.


          Pessoas com essa síndrome podem se lembrar instantaneamente e sem esforço algum de qualquer coisa que fizeram, o que vestiram ou onde estavam em qualquer momento da vida. Elas podem se lembrar de notícias e acontecimentos pessoais com tantos detalhes e com uma exatidão tão perfeita que são comparáveis a uma gravação.


          Por que algumas pessoas nascem com a supermemória? As pesquisas ainda estão em andamento, já que existem poucos indivíduos com a síndrome no mundo, e a área ainda é relativamente nova. Mas alguns estudos indicam que o lobo temporal (que ajuda no processamento de memória) é maior nos cérebros das pessoas com HSAM.


          Ter uma supermemória significa que as memórias são gravadas em detalhes vívidos, o que é fascinante em termos científicos, mas pode ser uma praga para quem tem a síndrome. Algumas pessoas com HSAM dizem que suas memórias são muito organizadas, mas Sharrock descreve seu cérebro como “entupido” e diz que reviver memórias lhe dá dor de cabeça e insônia. Apesar disso, ela aprendeu a tentar usar memórias positivas para superar as negativas: “No começo de todo mês, eu escolho todas as melhores memórias que tive naquele mês em outros anos”. Reviver acontecimentos positivos facilita na hora de lidar com as “memórias invasivas” que a fazem se sentir mal.
                                                                                              (Sarah Keating, BBC. 17.11.2017. www.bbc.com. Adaptado)
Considere o seguinte trecho:

Mas a mulher australiana de 27 anos não tem uma memória comum – ela foi diagnosticada com uma síndrome rara chamada “Memória Autobiográfica Altamente Superior”, ou HSAM na sigla em inglês, também conhecida como Síndrome da Supermemória. (1o parágrafo)

O travessão introduz, com relação ao que se afirma anteriormente, uma informação com sentido




  • A: explicativo.
  • B: hipotético.
  • C: corretivo.
  • D: contraditório.
  • E: concessivo.










Leia o texto para responder a questão abaixo.

 


          “Quando eu tinha mais ou menos uma semana de idade, eu me lembro de estar enrolada em um cobertor rosa de algodão”, conta Rebecca Sharrock. Considerando que a memória da maioria das pessoas não é capaz de gravar acontecimentos anteriores aos quatro anos de idade, pode ser fácil pensar que a descrição de Sharrock seja um sonho nostálgico em vez de uma memória real. Mas a mulher australiana de 27 anos não tem uma memória comum – ela foi diagnosticada com uma síndrome rara chamada “Memória Autobiográfica Altamente Superior”, ou HSAM na sigla em inglês, também conhecida como Síndrome da Supermemória. Essa condição neurológica única significa que Sharrock consegue se lembrar de absolutamente tudo que ela fez em qualquer data.


          Pessoas com essa síndrome podem se lembrar instantaneamente e sem esforço algum de qualquer coisa que fizeram, o que vestiram ou onde estavam em qualquer momento da vida. Elas podem se lembrar de notícias e acontecimentos pessoais com tantos detalhes e com uma exatidão tão perfeita que são comparáveis a uma gravação.


          Por que algumas pessoas nascem com a supermemória? As pesquisas ainda estão em andamento, já que existem poucos indivíduos com a síndrome no mundo, e a área ainda é relativamente nova. Mas alguns estudos indicam que o lobo temporal (que ajuda no processamento de memória) é maior nos cérebros das pessoas com HSAM.


          Ter uma supermemória significa que as memórias são gravadas em detalhes vívidos, o que é fascinante em termos científicos, mas pode ser uma praga para quem tem a síndrome. Algumas pessoas com HSAM dizem que suas memórias são muito organizadas, mas Sharrock descreve seu cérebro como “entupido” e diz que reviver memórias lhe dá dor de cabeça e insônia. Apesar disso, ela aprendeu a tentar usar memórias positivas para superar as negativas: “No começo de todo mês, eu escolho todas as melhores memórias que tive naquele mês em outros anos”. Reviver acontecimentos positivos facilita na hora de lidar com as “memórias invasivas” que a fazem se sentir mal.
                                                                                              (Sarah Keating, BBC. 17.11.2017. www.bbc.com. Adaptado)

Assinale a alternativa que apresenta, entre colchetes, um sinônimo para o vocábulo em destaque:






  • A: ... não é capaz de gravar acontecimentos... [idealizar]
  • B: ... não tem uma memória comum... [convencional]
  • C: ... notícias e acontecimentos pessoais... [alheios]
  • D: ... são gravadas em detalhes vívidos... [enigmáticos]
  • E: ... é fascinante em termos científicos... [enfadonho]















Leia o texto para responder a questão abaixo.

 


          “Quando eu tinha mais ou menos uma semana de idade, eu me lembro de estar enrolada em um cobertor rosa de algodão”, conta Rebecca Sharrock. Considerando que a memória da maioria das pessoas não é capaz de gravar acontecimentos anteriores aos quatro anos de idade, pode ser fácil pensar que a descrição de Sharrock seja um sonho nostálgico em vez de uma memória real. Mas a mulher australiana de 27 anos não tem uma memória comum – ela foi diagnosticada com uma síndrome rara chamada “Memória Autobiográfica Altamente Superior”, ou HSAM na sigla em inglês, também conhecida como Síndrome da Supermemória. Essa condição neurológica única significa que Sharrock consegue se lembrar de absolutamente tudo que ela fez em qualquer data.


          Pessoas com essa síndrome podem se lembrar instantaneamente e sem esforço algum de qualquer coisa que fizeram, o que vestiram ou onde estavam em qualquer momento da vida. Elas podem se lembrar de notícias e acontecimentos pessoais com tantos detalhes e com uma exatidão tão perfeita que são comparáveis a uma gravação.


          Por que algumas pessoas nascem com a supermemória? As pesquisas ainda estão em andamento, já que existem poucos indivíduos com a síndrome no mundo, e a área ainda é relativamente nova. Mas alguns estudos indicam que o lobo temporal (que ajuda no processamento de memória) é maior nos cérebros das pessoas com HSAM.


          Ter uma supermemória significa que as memórias são gravadas em detalhes vívidos, o que é fascinante em termos científicos, mas pode ser uma praga para quem tem a síndrome. Algumas pessoas com HSAM dizem que suas memórias são muito organizadas, mas Sharrock descreve seu cérebro como “entupido” e diz que reviver memórias lhe dá dor de cabeça e insônia. Apesar disso, ela aprendeu a tentar usar memórias positivas para superar as negativas: “No começo de todo mês, eu escolho todas as melhores memórias que tive naquele mês em outros anos”. Reviver acontecimentos positivos facilita na hora de lidar com as “memórias invasivas” que a fazem se sentir mal.
                                                                                              (Sarah Keating, BBC. 17.11.2017. www.bbc.com. Adaptado)



Assinale a alternativa em que a concordância está de acordo com a norma-padrão da língua.






  • A: Pessoas com HSAM apresenta cérebro com o lobo temporal maior.
  • B: Os cérebros de pessoas com HSAM têm o lobo temporal maior.
  • C: As pessoas com HSAM dispõe de cérebro com lobo temporal maior.
  • D: O lobo temporal nos cérebros de pessoas com HSAM parecem ser maior.
  • E: Ter cérebro com lobo temporal maior são comuns em pessoas com HSAM.




Leia o texto para responder a questão abaixo.










    Ei, você aí. Se fosse possível apagar da sua memória o que lhe causa dor, você apagaria? Seria perfeito, pois manteríamos tudo de bom e esqueceríamos completamente o ruim.
   Mas não, não seria perfeito. E sabe por quê? Porque precisamos das perdas para valorizar os ganhos, o bom precisa do ruim para ser compreendido e vice-versa. Simples assim. Só que geralmente nos agarramos às derrotas e não enxergamos as conquistas. Escondemos as recordações bonitas lá no fundo da gaveta, enquanto carregamos as mágoas agarradas pela mão, para cima e para baixo.
   É possível, sim, seguir adiante sem tanta culpa pelo erro e sem o medo de falhar novamente, a partir do momento em que entendemos que as quedas são necessárias para que nos tornemos pessoas mais completas, aptas a resolver problemas e encontrar saídas. Então, passamos a enxergar a dor como um mal necessário. Inclusive, é ela que, muitas vezes, nos tira da inércia e nos impulsiona a reagir.
  Usemos as decepções a nosso favor para que nos tornemos grandiosos diante da vida, aptos a receber o que nos mandam e transformar tudo o que vier em aprendizado. É impossível esquecer as tristezas, mas que elas não sejam lembradas a todo instante.

                                                                                              (Karen Curi. Revista Bula. www.revistabula.com. Adaptado)


Na opinião da autora, as experiências negativas devem ser compreendidas como fonte de aprendizado,



  • A: mas infelizmente as pessoas as esquecem com facilidade.
  • B: por isso mesmo precisam ser cultuadas com regularidade.
  • C: porém não devem ser constantemente evocadas.
  • D: portanto deveriam ser frequentemente estimuladas.
  • E: embora sejam menos eficazes que as experiências positivas.




Leia o texto para responder a questão abaixo.










    Ei, você aí. Se fosse possível apagar da sua memória o que lhe causa dor, você apagaria? Seria perfeito, pois manteríamos tudo de bom e esqueceríamos completamente o ruim.
   Mas não, não seria perfeito. E sabe por quê? Porque precisamos das perdas para valorizar os ganhos, o bom precisa do ruim para ser compreendido e vice-versa. Simples assim. Só que geralmente nos agarramos às derrotas e não enxergamos as conquistas. Escondemos as recordações bonitas lá no fundo da gaveta, enquanto carregamos as mágoas agarradas pela mão, para cima e para baixo.
   É possível, sim, seguir adiante sem tanta culpa pelo erro e sem o medo de falhar novamente, a partir do momento em que entendemos que as quedas são necessárias para que nos tornemos pessoas mais completas, aptas a resolver problemas e encontrar saídas. Então, passamos a enxergar a dor como um mal necessário. Inclusive, é ela que, muitas vezes, nos tira da inércia e nos impulsiona a reagir.
  Usemos as decepções a nosso favor para que nos tornemos grandiosos diante da vida, aptos a receber o que nos mandam e transformar tudo o que vier em aprendizado. É impossível esquecer as tristezas, mas que elas não sejam lembradas a todo instante.

                                                                                              (Karen Curi. Revista Bula. www.revistabula.com. Adaptado)


Duas construções que, no texto, expressam a mesma ideia estão em:



  • A: … esqueceríamos completamente o ruim... (1o parágrafo) ... o bom precisa do ruim... (2o parágrafo)
  • B: … manteríamos tudo de bom... (1o parágrafo) … não enxergamos as conquistas. (2o parágrafo)
  • C: ... recordações bonitas... (2o parágrafo) ... um mal necessário. (3o parágrafo)
  • D: … nos agarramos às derrotas... (2o parágrafo) … seguir adiante sem tanta culpa... (3o parágrafo)
  • E: ... precisamos das perdas... (2o parágrafo) ... as quedas são necessárias... (3o parágrafo)




Leia o texto para responder a questão abaixo.










    Ei, você aí. Se fosse possível apagar da sua memória o que lhe causa dor, você apagaria? Seria perfeito, pois manteríamos tudo de bom e esqueceríamos completamente o ruim.
   Mas não, não seria perfeito. E sabe por quê? Porque precisamos das perdas para valorizar os ganhos, o bom precisa do ruim para ser compreendido e vice-versa. Simples assim. Só que geralmente nos agarramos às derrotas e não enxergamos as conquistas. Escondemos as recordações bonitas lá no fundo da gaveta, enquanto carregamos as mágoas agarradas pela mão, para cima e para baixo.
   É possível, sim, seguir adiante sem tanta culpa pelo erro e sem o medo de falhar novamente, a partir do momento em que entendemos que as quedas são necessárias para que nos tornemos pessoas mais completas, aptas a resolver problemas e encontrar saídas. Então, passamos a enxergar a dor como um mal necessário. Inclusive, é ela que, muitas vezes, nos tira da inércia e nos impulsiona a reagir.
  Usemos as decepções a nosso favor para que nos tornemos grandiosos diante da vida, aptos a receber o que nos mandam e transformar tudo o que vier em aprendizado. É impossível esquecer as tristezas, mas que elas não sejam lembradas a todo instante.

                                                                                              (Karen Curi. Revista Bula. www.revistabula.com. Adaptado)


No contexto do segundo parágrafo, a expressão fundo da gaveta remete



  • A: à facilidade para se lembrar dos fatos vividos.
  • B: a sentimentos expressos com exatidão.
  • C: ao aprendizado que é posto em prática.
  • D: às ideias que vêm à mente com frequência.
  • E: a uma parte pouco acessada da memória.




Leia o texto para responder a questão abaixo.










    Ei, você aí. Se fosse possível apagar da sua memória o que lhe causa dor, você apagaria? Seria perfeito, pois manteríamos tudo de bom e esqueceríamos completamente o ruim.
   Mas não, não seria perfeito. E sabe por quê? Porque precisamos das perdas para valorizar os ganhos, o bom precisa do ruim para ser compreendido e vice-versa. Simples assim. Só que geralmente nos agarramos às derrotas e não enxergamos as conquistas. Escondemos as recordações bonitas lá no fundo da gaveta, enquanto carregamos as mágoas agarradas pela mão, para cima e para baixo.
   É possível, sim, seguir adiante sem tanta culpa pelo erro e sem o medo de falhar novamente, a partir do momento em que entendemos que as quedas são necessárias para que nos tornemos pessoas mais completas, aptas a resolver problemas e encontrar saídas. Então, passamos a enxergar a dor como um mal necessário. Inclusive, é ela que, muitas vezes, nos tira da inércia e nos impulsiona a reagir.
  Usemos as decepções a nosso favor para que nos tornemos grandiosos diante da vida, aptos a receber o que nos mandam e transformar tudo o que vier em aprendizado. É impossível esquecer as tristezas, mas que elas não sejam lembradas a todo instante.

                                                                                              (Karen Curi. Revista Bula. www.revistabula.com. Adaptado)





Considere as formas verbais destacadas nas frases do texto:

• Se fosse possível apagar da sua memória o que lhe causa dor, você apagaria? (1o parágrafo)

• Usemos as decepções a nosso favor para que nos tornemos grandiosos diante da vida… (4o parágrafo)

As formas verbais apagaria e Usemos exprimem, respectivamente, sentidos de



  • A: recomendação e lembrança.
  • B: dúvida e lembrança.
  • C: dúvida e hipótese.
  • D: hipótese e recomendação.
  • E: hipótese e dúvida.

Assinale a alternativa em que o acento indicativo de crase está empregado corretamente.
  • A: Algumas pessoas com supermemória chegam à sofrer com dores de cabeça.
  • B: Há lembranças tão vivas que nos fazem voltar à episódios de nosso passado.
  • C: Lembrar-se do passado pode ser uma tarefa muito difícil à determinadas pessoas.
  • D: Ela referiu-se à vontade de esquecer completamente os momentos dolorosos.
  • E: Ao nos atermos à uma experiência ruim, desconsideramos o que ela traz de bom.

O pronome em destaque está posicionado de acordo com a norma-padrão da língua na frase:
  • A: Ela tem dado-nos muitos bons conselhos para superar as tristezas.
  • B: Ele sugeriu que dedicássemo-nos a aprender com as experiências negativas.
  • C: Ela convida-nos a refletir a respeito do valor positivo das perdas.
  • D: Ele pediu para voltarmos ao lugar onde encontramo-nos pela primeira vez.
  • E: Ela não ofereceu-nos uma fórmula para resolver nossos problemas emocionais.



Leia o texto para responder a questão abaixo.


 

 







      Black Friday? Levantamento feito pela Folha* mostrou que boa parte dos “descontos” oferecidos nesta sexta-feira não passa de manipulações até meio infantis de preços, com o objetivo de iludir o consumidor.


      Antes, porém, de imprecar contra a ganância dos capitalistas, convém perguntar se os consumidores não desejam ser enganados. E há motivos para acreditar que pelo menos uma parte deles queira.


      No recém-lançado Dollars and Sense (dinheiro e juízo), Dan Ariely e Jeff Kreisler relatam um experimento natural que mostra que pessoas podem optar por ser “ludibriadas” voluntariamente e que, em algum recôndito do cérebro, isso faz sentido.


      A JCPenney é uma centenária loja de departamentos dos EUA que se celebrizou por jogar seus preços na lua para depois oferecer descontos “irresistíveis”. Ao fim e ao cabo, os preços efetivamente praticados estavam em linha com os da concorrência, mas os truques utilizados proporcionavam aos consumidores a sensação, ainda que ilusória, de ter feito um bom negócio, o que lhes dava prazer.


      Em 2012, o então novo diretor executivo da empresa Ron Johnson, numa tentativa de modernização, resolveu acabar com a ginástica de remarcações e descontos e adotar uma política de preços “justa e transparente”.


      Os clientes odiaram. Em um ano, a companhia perdera US$ 985 milhões e Johnson ficou sem emprego. Logo em seguida, a JCPenney remarcou os preços de vários de seus itens em até 60% para voltar a praticar os descontos irresistíveis. Como escrevem Ariely e Kreisler, “os clientes da JCPenney votaram com suas carteiras e escolheram ser manipulados”.


      Num mundo em que o cliente sempre tem razão, não é tão espantoso que empresas se dediquem a vender-lhe as fantasias que deseja usar, mesmo que possam ser desmascaradas com um clique de computador.
                                                                                                                                                     *Jornal Folha de São Paulo




(‘Caveat emptor’. Hélio Schwartsman. http://www1.folha.uol.com.br/ colunas/helioschwartsman/2017/11/1937658-caveat-emptor.shtml 24.11.2017. Adaptado)


Segundo as informações do texto, a afirmação de que parte dos consumidores agem como se desejassem ser enganados é









  • A: contestável, pois o experimento comprovou que esses consumidores são vítimas de uma política obscura de maquiagem de preços pelas empresas.
  • B: justificável, já que ficou comprovado que alguns consumidores não resistem ao prazer experimentado nessas situações de desconto aparente.
  • C: procedente, mas o experimento mostrou que os consumidores deixam de comprar quando as lojas tentam fazer os descontos parecerem grandes demais.
  • D: controversa, pois a política de remarcações de preços para forjar descontos trouxe grande prejuízo a uma loja de departamentos nos EUA.
  • E: falsa, já que ficou demonstrado que os consumidores tendem a preferir situações em que os preços são apresentados de forma transparente.

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