Questões de Português para Concursos

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Com base no texto, responda à questão.

O ditado popular que se relaciona melhor com o poema é:
  • A: Para bom entendedor, meia palavra basta.
  • B: Água mole em pedra dura tanto bate até que fura.
  • C: Quem com ferro fere, com ferro será ferido.
  • D: Um dia é da caça, o outro é do caçador.
  • E: Uma andorinha só não faz verão.

Com base no texto, responda à questão.

Considerando que se trata de um texto literário, uma interpretação que seja capaz de captar a sua complexidade abordará o poema como
  • A: uma defesa da natureza.
  • B: um ataque às forças armadas.
  • C: uma defesa dos direitos humanos.
  • D: uma defesa da resistência civil.
  • E: um ataque à passividade.

Tal como se lê no poema,
  • A: a palavra “amora” é substantivo, e “amargo”, adjetivo.
  • B: o verbo “amar” ameniza o amargor da palavra “amargo”.
  • C: o substantivo “corpo” apresenta sentido denotativo.
  • D: o substantivo “amor” intensifica o dulçor da palavra “amora”.
  • E: o verbo “amar” e o substantivo “amor” são intercambiáveis.

É correto afirmar que o poema
  • A: aborda o tema da memória, considerada uma faculdade que torna o ser humano menos amargo e sombrio.
  • B: enfoca a hesitação do eu lírico diante das palavras, o que vem expresso pela repetição da palavra “talvez”.
  • C: apresenta natureza romântica, sendo as palavras “amora” e “amargo” metáforas do sentimento amoroso.
  • D: possui reiterações sonoras que resultam em uma tensão inusitada entre os termos “amor” e “amar”.
  • E: ressalta os significados das palavras tal como se verificam no seu uso mais corrente.

Leia o trecho extraído de uma notícia veiculada na internet:



 

 

 

 

No português do Brasil, a função sintática do sujeito não possui, necessariamente, uma natureza de agente, ainda que o verbo esteja na voz ativa, tal como encontrado em:
  • A: “O carro furou o pneu”.
  • B: “e bateu no meio fio”.
  • C: “O refém conseguiu acionar a população”.
  • D: “tentaram linchar eles”.
  • E: “afirmou o major”.

Com base no texto, responda à questão.

Para Graciliano Ramos, Angústia não faz concessão ao gosto do público na medida em que compõe uma atmosfera
  • A: dramática, ao representar as tensões de seu tempo.
  • B: grotesca, ao eliminar a expressão individual.
  • C: satírica, ao reduzir os eventos ao plano do riso.
  • D: ingênua, ao simular o equilíbrio entre sujeito e mundo.
  • E: alegórica, ao exaltar as imagens de sujeira.

Com base no texto, responda à questão.

Se o discurso literário “aclara o real ao desligar‐se dele, transfigurando‐o”, pode‐se dizer que Luís da Silva, o narrador‐ protagonista de Angústia, já não se comove com a leitura de “histórias fáceis, sem almas complicadas” porque
  • A: rejeita, como jornalista, a escrita de ficção.
  • B: prefere alienar‐se com narrativas épicas.
  • C: é indiferente às histórias de fundo sentimental.
  • D: está engajado na militância política.
  • E: se afunda na negatividade própria do fracassado.

Com base no texto, responda à questão.



O argumento de Benedito Nunes, em torno da natureza artística da literatura, leva a considerar que a obra só assume função transformadora se
  • A: estabelece um contraponto entre a fantasia e o mundo.
  • B: utiliza a linguagem para informar sobre o mundo.
  • C: instiga no leitor uma atitude reflexiva diante do mundo.
  • D: oferece ao leitor uma compensação anestesiante do mundo.
  • E: conduz o leitor a ignorar o mundo real.

Em Claro Enigma, a ideia de engano surge sob a perspectiva do sujeito maduro, já afastado das ilusões, como se lê no verso‐síntese “Tu não me enganas, mundo, e não te engano a ti.” (“Legado”). O excerto de “Cantiga de enganar” apresenta a relação do eu com o mundo mediada
  • A: pela música, que ressoa em canções líricas.
  • B: pela cor, brilhante na claridade solar.
  • C: pela afirmação de valores sólidos.
  • D: pela memória, que corre fluida no tempo.
  • E: pelo despropósito de um faz‐de‐conta.

Com base no texto, responda à questão.Como ocorre com os emojis e stikers, a visualidade é também explorada na composição de textos poéticos, tomando parte em sua significação. No poema concreto de Décio Pignatari, há um jogo fonético e visual, pela troca das vogais, nos vocábulos LIXO e LUXO, com intenção de:

 
  • A: Narração de fato, ao contar que o luxo, visto à distância, é, na verdade, lixo
  • B: Descrição de fato, ao mostrar como ocorre o processo de reciclagem
  • C: Humor social, ao revelar como o que parece luxo para alguns pode ser um lixo para outros
  • D: Crítica social, ao indicar que o lixo é composto pelos luxos da sociedade

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