Questões de Português para Concursos

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Foram encontradas 25035 questões.

A respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue os itens a seguir.
A substituição da forma verbal “teria” (linha 15) por tem manteria tanto a correção gramatical quanto a coerência do texto.
  • A: Certo
  • B: Errado


A respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue os itens a seguir.
A expressão “Quer dizer” (linha 10) introduz uma conclusão a respeito do estabelecimento da figura do sujeito de direitos.
  • A: Certo
  • B: Errado


A respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue os itens a seguir.
A inserção de vírgula após a expressão “entre os sujeitos” (linha 7) manteria a correção gramatical e os sentidos do texto.
  • A: Certo
  • B: Errado

[Cartas sem resposta]
Deixamos na terra natal, além de recordações plantadas no ar, pessoas de saúde frágil e idade avançada, às quais prometemos que nossa visita não vai demorar. Mesquinhas preocupações, cansaço, displicência, tédio de viajar por lugares muito sabidos, cisma de avião, tudo isso e pequenos motivos nos afastam da nossa promessa. Acabamos escrevendo apenas cartas. Cartas, cartas!
Repetem mecanicamente um carinho que devia ser cálido e físico, carregam abstrações, sombra de beijos, não beijos. E chega um dia em que já não recebemos cartas em resposta às que continuamos a mandar.
(Adaptado de: ANDRADE, Carlos Drummond. Fala, amendoeira. São Paulo: Companhia das Letras, 2012, p. 167/168)
O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se de modo a concordar com o elemento sublinhado na seguinte frase:
  • A: Não (constar) entre os hábitos modernos a valorização da presença e da constância física do afeto.
  • B: Aos amigos que deixamos na cidade natal (caber) dispensar toda a nossa atenção.
  • C: Às pessoas idosas (reservar) sempre cada um de nós uma manifestação física de afeto.
  • D: As cartas que não mais me (chegar) indiciam, quem sabe, um definitivo silêncio.
  • E: Palavras escritas e ditas a muita distância, (acabar) por ignorá-las quem as recebe.


A respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue os itens a seguir.
O texto indica que, de acordo com Axel Honneth, o conflito motiva o reconhecimento dos sujeitos de direito, o que é condição básica para a preservação da sociedade.
  • A: Certo
  • B: Errado

[Cartas sem resposta]
Deixamos na terra natal, além de recordações plantadas no ar, pessoas de saúde frágil e idade avançada, às quais prometemos que nossa visita não vai demorar. Mesquinhas preocupações, cansaço, displicência, tédio de viajar por lugares muito sabidos, cisma de avião, tudo isso e pequenos motivos nos afastam da nossa promessa. Acabamos escrevendo apenas cartas. Cartas, cartas!
Repetem mecanicamente um carinho que devia ser cálido e físico, carregam abstrações, sombra de beijos, não beijos. E chega um dia em que já não recebemos cartas em resposta às que continuamos a mandar.
(Adaptado de: ANDRADE, Carlos Drummond. Fala, amendoeira. São Paulo: Companhia das Letras, 2012, p. 167/168)
Expressa-se no texto uma clara oposição de sentido entre os elementos:
  • A: recordações plantadas no ar / pessoas de saúde frágil
  • B: Mesquinhas preocupações / tédio de viajar
  • C: cálido e físico / sombra de beijos
  • D: Repetem mecanicamente / carregam abstrações
  • E: displicência / pequenos motivos


A respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue os itens a seguir.

O desejo de igualdade entre os indivíduos, manifesto a partir da criação da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, impulsionou a busca por autorrespeito.
 
  • A: Certo
  • B: Errado

[Cartas sem resposta]
Deixamos na terra natal, além de recordações plantadas no ar, pessoas de saúde frágil e idade avançada, às quais prometemos que nossa visita não vai demorar. Mesquinhas preocupações, cansaço, displicência, tédio de viajar por lugares muito sabidos, cisma de avião, tudo isso e pequenos motivos nos afastam da nossa promessa. Acabamos escrevendo apenas cartas. Cartas, cartas!
Repetem mecanicamente um carinho que devia ser cálido e físico, carregam abstrações, sombra de beijos, não beijos. E chega um dia em que já não recebemos cartas em resposta às que continuamos a mandar.
(Adaptado de: ANDRADE, Carlos Drummond. Fala, amendoeira. São Paulo: Companhia das Letras, 2012, p. 167/168)
Atentando para o sentido do contexto, o segmento Cartas, cartas! deve ser entendido sobretudo como expressão
  • A: do valor que se deve atribuir à fidelidade de uma correspondência regular entre amigos.
  • B: da valorização que se empresta a um meio de comunicação que vem perdendo prestígio.
  • C: do equívoco de quem não atribui à correspondência o valor que ela efetivamente tem.
  • D: do sentido de uma automatização que pode marcar uma determinada prática da correspondência.
  • E: da prática habitual de se constituir um afeto verdadeiro entre pessoas distanciadas.


Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue os itens que se seguem.
A inserção da expressão que seja imediatamente antes da palavra “pautada” (linha 15) — que seja pautada — não comprometeria a correção gramatical nem alteraria os sentidos originais do texto.
  • A: Certo
  • B: Errado

Sobre a amizade
O clássico pensador romano Cícero dizia que nada é mais difícil do que conservar intacta uma amizade até o último dia da vida. Para ele, os interesses e mesmo o caráter dos homens costumam variar com o tempo, por conta dos reveses ou dos sucessos por que passamos. As mais vivas amizades da infância podem não resistir aos anos da adolescência, quando grandes transformações nos atingem.
Mesmo para aqueles cuja amizade resiste por muito tempo, há a possibilidade de desavenças políticas porem tudo a perder. Outras violentas dissensões surgem quando se exige de um amigo algo de inconveniente, como se tornar cúmplice de uma fraqueza nossa, ou quando se lhe pede uma providência que esteja acima de suas forças. Mas essas ameaças à amizade não devem enfraquecer a potência desse sentimento; devem nos lembrar o quanto um amigo é precioso, e quão preciosa será a conservação de sua leal companhia.
(Cláudio Augusto Catilino, inédito)
Há correta flexão das formas verbais e plena observância das normas para emprego do sinal de crase em:
  • A: É a muito custo que preservaremos uma amizade, sobretudo se não contivermos nossos primeiros impulsos.
  • B: Ele acabará se desfazendo dos amigos a medida que eles virem a contrariar seus ímpetos caprichosos.
  • C: Uma amizade resiste à toda prova quando, em qualquer das ocasiões da vida, se manter leal e verdadeira.
  • D: Se aprouviesse a alguém construir uma sólida amizade, teria de renunciar as fraquezas mais comuns.
  • E: Nada poderei fazer em reparo a fragilidade de uma amizade que não advir de uma leal construção.

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