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Estadão: O espanto como motor do conhecimento é a ideia fundamental de seu primeiro livro. De certa forma, porém, trata-se de uma ideia um tanto quanto antiga, encontrada em Platão, em Tomás de Aquino, bem como em outros. No plano da educação dos filhos, é fácil ver como esse elemento propulsor funciona quando eles são verdadeiramente pequenos, de dois, três, quatro anos: tudo o que é, tudo o que existe, desconcerta-os simplesmente porque existe e poderia não existir. Tudo é mágico. E, como essa capacidade de assombrar-se é inata, não precisamos criar estímulos excepcionais para que os filhos se desenvolvam, bastando somente os elementos que um ambiente familiar normal já possui. Essa capacidade de assombrar-se permanece igual ao longo dos anos? Nos adultos, não parece adormecer-se naturalmente, perdurando apenas, talvez, nos poetas e artistas, por alguma inclinação especial?

Catherine L’Ecuyer, educadora canadense: Sim, minha teoria se apoia em ideias centenárias. Gaudí dizia que ser original é voltar às origens. A capacidade de assombro é inata, mas corremos o risco de perdê-la quando não respeitamos o que pede nossa natureza, quando vivemos segundo ritmos que não se adequam a nossos ritmos internos, quando não há espaços, tempos e silêncios que permitam saborear a lentidão da beleza da realidade. (http://cultura.estadao.com.br. Adaptado)

No texto, há palavra(s) empregada(s) em sentido figurado na passagem:
  • A: De certa forma, porém, trata-se de uma ideia um tanto quanto antiga, encontrada em Platão, em Tomás de Aquino...
  • B: ... não precisamos criar estímulos excepcionais para que os filhos se desenvolvam...
  • C: ... bastando somente os elementos que um ambiente familiar normal já possui.
  • D: Sim, minha teoria se apoia em ideias centenárias. Gaudí dizia que ser original é voltar às origens.
  • E: ... quando não há espaços, tempos e silêncios que permitam saborear a lentidão da beleza da realidade.

Leia as frases:
• Com a BNCC, busca-se chegar _________ um modo preciso de progressão do ensino.
• A BNCC assemelha-se ___________ Constituição de 1988: detalhista, arrojada e generosa.
• Desigualdades do aprendizado podem ser corrigidas __________ partir da existência de um padrão.
• Estados e municípios se dedicarão ____________ elaboração de seus respectivos currículos.
De acordo com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com:
  • A: a ... a ... à ... à
  • B: à ... à ... a ... a
  • C: a ... à ... a ... à
  • D: à ... a ... a ... à
  • E: a ... à ... à ... a

Ensino com diretriz
Está quase pronto o documento que definirá o padrão nacional para o que crianças e jovens devem aprender até o 9° ano do ensino fundamental. Trata-se da quarta versão da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Caso aprovada até janeiro, a diretriz deve começar a ser implementada nos próximos dois anos.
A BNCC define conteúdos a serem estudados e competências e habilidades que os alunos devem demonstrar a cada passo da vida escolar. Soa como obviedade, mas não existe norma válida em todo o país que estabeleça de modo preciso a progressão do ensino e o que se deve esperar como resultado.
Note-se ainda que a base curricular não especifica como alcançar seus objetivos – isso será papel dos currículos a serem elaborados por estados e municípios, que podem fazer acréscimos conforme necessidades regionais.
A existência de um padrão pode permitir a correção de desigualdades do aprendizado e avaliações melhores. A partir de um limiar mediano de clareza, inteligência pedagógica e pragmatismo, qualquer modelo é melhor do que nenhum. Nesse aspecto, a nova versão da BNCC está perto de merecer nota de aprovação.
O programa ainda se mostra extenso em demasia, não muito diferente do que se viu nas escolas das últimas décadas, quando raramente foi cumprido. O excesso de assuntos dificulta abordagens mais aprofundadas e criativas.
A BNCC lembra a Constituição de 1988. Detalhista, arrojada e generosa, mas de difícil aplicação imediata e integral. É indiscutível, de todo modo, a urgência de pôr em prática esse plano que pode oferecer educação decente e igualitária às crianças. (Editorial. Folha de S.Paulo, 10.12.2017. Adaptado)
Assinale a alternativa em que os termos destacados correspondem, correta e respectivamente, a um pronome demonstrativo e a um pronome apassivador.
  • A: Soa como obviedade, mas não existe norma válida em todo o país… / O programa ainda se mostra extenso em demasia...
  • B: ... que definirá o padrão nacional para o que crianças e jovens devem aprender... / ... não muito diferente do que se viu nas escolas das últimas décadas...
  • C: ... e competências e habilidades que os alunos devem demonstrar a cada passo da vida escolar. / ... e o que se deve esperar como resultado.
  • D: ... qualquer modelo é melhor do que nenhum. / Note-se ainda que a base curricular não especifica como alcançar seus objetivos...
  • E: Nesse aspecto, a nova versão da BNCC está perto de merecer nota de aprovação. / Trata-se da quarta versão da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

Ensino com diretriz
Está quase pronto o documento que definirá o padrão nacional para o que crianças e jovens devem aprender até o 9° ano do ensino fundamental. Trata-se da quarta versão da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Caso aprovada até janeiro, a diretriz deve começar a ser implementada nos próximos dois anos.
A BNCC define conteúdos a serem estudados e competências e habilidades que os alunos devem demonstrar a cada passo da vida escolar. Soa como obviedade, mas não existe norma válida em todo o país que estabeleça de modo preciso a progressão do ensino e o que se deve esperar como resultado.
Note-se ainda que a base curricular não especifica como alcançar seus objetivos – isso será papel dos currículos a serem elaborados por estados e municípios, que podem fazer acréscimos conforme necessidades regionais.
A existência de um padrão pode permitir a correção de desigualdades do aprendizado e avaliações melhores. A partir de um limiar mediano de clareza, inteligência pedagógica e pragmatismo, qualquer modelo é melhor do que nenhum. Nesse aspecto, a nova versão da BNCC está perto de merecer nota de aprovação.
O programa ainda se mostra extenso em demasia, não muito diferente do que se viu nas escolas das últimas décadas, quando raramente foi cumprido. O excesso de assuntos dificulta abordagens mais aprofundadas e criativas.
A BNCC lembra a Constituição de 1988. Detalhista, arrojada e generosa, mas de difícil aplicação imediata e integral. É indiscutível, de todo modo, a urgência de pôr em prática esse plano que pode oferecer educação decente e igualitária às crianças. (Editorial. Folha de S.Paulo, 10.12.2017. Adaptado)
Nas passagens “A partir de um limiar mediano de clareza, inteligência pedagógica e pragmatismo...” (5° parágrafo) e “A BNCC lembra a Constituição de 1988. Detalhista, arrojada e generosa...” (7°  parágrafo), os termos em destaque significam, respectivamente,
  • A: parâmetro; consideração das coisas de um ponto de vista técnico; arriscada.
  • B: patamar; consideração das coisas de um ponto de vista idealizado; moderna.
  • C: liminar; consideração das coisas de um ponto de vista filosófico; ousada.
  • D: limite; consideração das coisas de um ponto de vista prático; inovadora.
  • E: padrão; consideração das coisas de um ponto de vista científico; progressista.

Ensino com diretriz
Está quase pronto o documento que definirá o padrão nacional para o que crianças e jovens devem aprender até o 9° ano do ensino fundamental. Trata-se da quarta versão da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Caso aprovada até janeiro, a diretriz deve começar a ser implementada nos próximos dois anos.
A BNCC define conteúdos a serem estudados e competências e habilidades que os alunos devem demonstrar a cada passo da vida escolar. Soa como obviedade, mas não existe norma válida em todo o país que estabeleça de modo preciso a progressão do ensino e o que se deve esperar como resultado.
Note-se ainda que a base curricular não especifica como alcançar seus objetivos – isso será papel dos currículos a serem elaborados por estados e municípios, que podem fazer acréscimos conforme necessidades regionais.
A existência de um padrão pode permitir a correção de desigualdades do aprendizado e avaliações melhores. A partir de um limiar mediano de clareza, inteligência pedagógica e pragmatismo, qualquer modelo é melhor do que nenhum. Nesse aspecto, a nova versão da BNCC está perto de merecer nota de aprovação.
O programa ainda se mostra extenso em demasia, não muito diferente do que se viu nas escolas das últimas décadas, quando raramente foi cumprido. O excesso de assuntos dificulta abordagens mais aprofundadas e criativas.
A BNCC lembra a Constituição de 1988. Detalhista, arrojada e generosa, mas de difícil aplicação imediata e integral. É indiscutível, de todo modo, a urgência de pôr em prática esse plano que pode oferecer educação decente e igualitária às crianças. (Editorial. Folha de S.Paulo, 10.12.2017. Adaptado)
Assinale a alternativa em que os enunciados expressam, respectivamente, ideia de hipótese e de explicação.
  • A: A BNCC lembra a Constituição de 1988. Detalhista, arrojada e generosa, mas de difícil aplicação imediata e integral. / O excesso de assuntos dificulta abordagens mais aprofundadas e criativas.
  • B: Note-se ainda que a base curricular não especifica como alcançar seus objetivos... / O programa ainda se mostra extenso em demasia, não muito diferente do que se viu nas escolas das últimas décadas, quando raramente foi cumprido.
  • C: Nesse aspecto, a nova versão da BNCC está perto de merecer nota de aprovação. / A partir de um limiar mediano de clareza, inteligência pedagógica e pragmatismo, qualquer modelo é melhor do que nenhum.
  • D: Caso aprovada até janeiro, a diretriz deve começar a ser implementada nos próximos dois anos. / ... isso será papel dos currículos a serem elaborados por estados e municípios, que podem fazer acréscimos conforme necessidades regionais.
  • E: O programa ainda se mostra extenso em demasia, não muito diferente do que se viu nas escolas das últimas décadas, quando raramente foi cumprido. / Nesse aspecto, a nova versão da BNCC está perto de merecer nota de aprovação.

Ensino com diretriz
Está quase pronto o documento que definirá o padrão nacional para o que crianças e jovens devem aprender até o 9° ano do ensino fundamental. Trata-se da quarta versão da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Caso aprovada até janeiro, a diretriz deve começar a ser implementada nos próximos dois anos.
A BNCC define conteúdos a serem estudados e competências e habilidades que os alunos devem demonstrar a cada passo da vida escolar. Soa como obviedade, mas não existe norma válida em todo o país que estabeleça de modo preciso a progressão do ensino e o que se deve esperar como resultado.
Note-se ainda que a base curricular não especifica como alcançar seus objetivos – isso será papel dos currículos a serem elaborados por estados e municípios, que podem fazer acréscimos conforme necessidades regionais.
A existência de um padrão pode permitir a correção de desigualdades do aprendizado e avaliações melhores. A partir de um limiar mediano de clareza, inteligência pedagógica e pragmatismo, qualquer modelo é melhor do que nenhum. Nesse aspecto, a nova versão da BNCC está perto de merecer nota de aprovação.
O programa ainda se mostra extenso em demasia, não muito diferente do que se viu nas escolas das últimas décadas, quando raramente foi cumprido. O excesso de assuntos dificulta abordagens mais aprofundadas e criativas.
A BNCC lembra a Constituição de 1988. Detalhista, arrojada e generosa, mas de difícil aplicação imediata e integral. É indiscutível, de todo modo, a urgência de pôr em prática esse plano que pode oferecer educação decente e igualitária às crianças. (Editorial. Folha de S.Paulo, 10.12.2017. Adaptado)
De acordo com o editorial, a implementação da BNCC
  • A: pode comprometer a qualidade da educação, com o excesso de assuntos nela previstos.
  • B: fortalece uma ação cidadã, com o objetivo de ofertar educação decente e igualitária às crianças.
  • C: merece ser aprovada, com a convicção de que é melhor ter essa base do que nenhuma.
  • D: ameaça a qualidade do ensino, com base na ideia de que raramente será cumprida.
  • E: recupera a esperança de uma educação de qualidade, com sua semelhança à Constituição.

 


De acordo com as ideias do texto CG1A1AAA,
  • A: a democracia social atende aos interesses de todos os cidadãos, uma vez que abrange um rol amplo de direitos.
  • B: as teorias constitucionais moderna e clássica se assemelham por definir cidadão como o indivíduo que tem vínculo jurídico com o Estado.
  • C: é vedado ao cidadão assumir responsabilidades na esfera estatal.
  • D: a consolidação do regime democrático tem como consequência para os cidadãos o ônus da aceitação ou a participação do pacto fundante de uma nação.
  • E: a efetivação da cidadania está atrelada à existência de espaços sociais de lutas e de instituições permanentes para a expressão política.

 


No texto CG1A1AAA, a expressão “os direitos trabalhistas” (linha 6)
  • A: restringe a referência da expressão “direitos do indivíduo” (l.5).
  • B: exerce a função de sujeito da forma verbal “acrescentou” (l.5).
  • C: exemplifica os “direitos do indivíduo” (l.5).
  • D: exerce a função de aposto.
  • E: exerce a função de complemento direto da forma verbal “acrescentou” (l.5).


Em cada uma das opções a seguir é apresentada uma proposta de reescrita para o seguinte trecho do texto CG1A1AAA: “Em ambos os casos, o cidadão é titular de direitos e liberdades em relação ao Estado e a outros particulares — mas permanece situado fora do campo estatal” (linhas 8 a 10). Assinale a opção em que a proposta apresentada, além de estar gramaticalmente correta, mantém o sentido original do texto.
  • A: Nos dois casos, o cidadão, em relação ao Estado e à outros particulares, é titular de direitos e liberdades — mas permanece situado fora do campo estatal
  • B: Em ambos os casos, o cidadão é titular de direitos e liberdades em relação ao Estado e aos outros particulares mas, permanecendo situado fora do campo estatal
  • C: Nos dois casos, o cidadão é titular de direitos e liberdades em relação ao Estado e a outros particulares; no entanto, permanece situado fora do campo estatal
  • D: Em ambos os casos, o cidadão que é titular de direitos e liberdades em relação ao estado e a outros particulares permanece situado fora do estado
  • E: Em ambos casos, o cidadão, que é titular de direitos e liberdades em relação ao Estado e a outros particulares apesar de permanecer alheio ao campo estatal


Sem prejuízo da correção gramatical e do sentido original do texto CG1A1AAA, a forma verbal “permanece” (linha 10) poderia ser corretamente substituída por
  • A: continua.
  • B: se mantêm.
  • C: quedar-se-á.
  • D: sentir-se-á.
  • E: surge

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