Questões de Português para Concursos

Filtrar por:

limpar filtros

Foram encontradas 25035 questões.
As crianças e os adolescentes estão vivendo boa parte de seu tempo no mundo virtual, principalmente por meio de seus aparelhos celulares. Em relatório divulgado em dezembro de 2017, o UNICEF usou a expressão “cultura do quarto” para indicar um dos efeitos desse fenômeno. Os mais novos têm escolhido o isolamento do espaço privado em detrimento do uso do espaço público para se dedicarem à imersão nas redes.
Você certamente já viu agrupamentos de adolescentes que interagiam mais com seu celular do que uns com os outros, não é? Pois bem: esse comportamento gera consequências, sendo que algumas delas não colaboram para o bom desenvolvimento dos mais novos. Como eles aprendem a se relacionar, por exemplo? Relacionando-se com seus pares! Acontece que o relacionamento no mundo virtual é radicalmente diferente
daquele que ocorre na vida real, o que nos faz levantar a hipótese de que eles têm se desenvolvido com deficit no processo de socialização.
E como se aprenderia a ter – e a proteger – privacidade? Primeiramente sabendo a diferença entre intimidade e convívio social. Explorar o mundo social simultaneamente ao real cria uma grande dificuldade nessa diferenciação. Não é à toa que já se expôs na rede a privacidade de tantas crianças e jovens, com grande prejuízo pessoal! (Rosely Sayão, As crianças e as tecnologias. Veja, 28-02-2018. Adaptado)
Do ponto de vista da autora, a grande dedicação a interações no mundo virtual pode levar a
  • A: perdas significativas no processo de integração ao grupo social e na preservação da intimidade.
  • B: progressos no desenvolvimento de habilidades tecnológicas inerentes aos novos tempos.
  • C: avanços na formação de grupos de interesse que se comuniquem com mais eficiência.
  • D: renovação dos meios de comunicação interpessoal e construção de novos grupos sociais.
  • E: novas perspectivas de inclusão social, graças ao compartilhamento de dados em tempo real.

A vida de Dorinha Duval foi . O processo ainda não havia ido a Júri quando a tese da defesa foi mudada. Não seria mais violenta emoção, mas legítima defesa. Ela não teria atirado no marido por ter sido __________ e chamada de velha, mas __________ o marido passou a agredi-la. De fato, o exame pericial de corpo de delito realizado em Dorinha constatou a existência de __________ em seu corpo. A versão da legítima defesa era ___________. (Luiza Nagib Eluf, A paixão no banco dos réus. Adaptado)
Assinale a alternativa contendo as palavras que seguem, correta e respectivamente, os princípios de acentuação das palavras destacadas – Júri; legítima; existência.
  • A: série; técnica; assassínio.
  • B: bônus; violência; tráfico.
  • C: táxi; excelentíssimo; arbitrária.
  • D: íris; saído; nítida.
  • E: estéril; ecumênico; Romênia.

A vida de Dorinha Duval foi . O processo ainda não havia ido a Júri quando a tese da defesa foi mudada. Não seria mais violenta emoção, mas legítima defesa. Ela não teria atirado no marido por ter sido __________ e chamada de velha, mas __________ o marido passou a agredi-la. De fato, o exame pericial de corpo de delito realizado em Dorinha constatou a existência de __________ em seu corpo. A versão da legítima defesa era ___________. (Luiza Nagib Eluf, A paixão no banco dos réus. Adaptado)
As expressões verbais empregadas em tempo que exprime a ideia de hipótese são:
  • A: seria e teria.
  • B: foi e seria.
  • C: teria e ter sido.
  • D: foi e constatou.
  • E: ter sido e passou.

A vida de Dorinha Duval foi . O processo ainda não havia ido a Júri quando a tese da defesa foi mudada. Não seria mais violenta emoção, mas legítima defesa. Ela não teria atirado no marido por ter sido __________ e chamada de velha, mas __________ o marido passou a agredi-la. De fato, o exame pericial de corpo de delito realizado em Dorinha constatou a existência de __________ em seu corpo. A versão da legítima defesa era ___________. (Luiza Nagib Eluf, A paixão no banco dos réus. Adaptado)
‎Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho, de acordo com a norma-padrão de ortografia.
  • A: esmiussada … regeitada … por que … hematomas … plausível
  • B: esmiuçada … regeitada … porque … ematomas … plauzível
  • C: esmiuçada … regeitada … por que … ematomas … plauzível
  • D: esmiuçada … rejeitada … porque … hematomas … plausível
  • E: esmiussada … rejeitada … por que … hematomas … plausível

O drama dos viciados em dívidas
Apesar dos sinais de recuperação da economia, o número de brasileiros endividados chegou a 61,7 milhões em fevereiro passado – o equivalente a 40% da população adulta. O número é alto porque o hábito de manter as contas em dia não é apenas uma questão financeira decorrente do estado geral da economia – pode ser uma questão comportamental. Por isso, há grupos especializados que promovem reuniões semanais com evedores, com a finalidade de trocar experiências sobre consumo impulsivo e propensão a viver no vermelho.  Uma dessas organizações é o Devedores Anônimos (DA), que funciona nos mesmos moldes do Alcoólicos Anônimos (AA).
Pertencer a uma classe social mais alta não livra ninguém do problema. As pessoas de maior renda são justamente as que têm maior resistência em admitir a compulsão. Pior. É comum que, diante dos apuros, como a perda do emprego, algumas tentem manter o mesmo padrão de vida em lugar de cortar gastos para se encaixar na nova realidade. Pedir um empréstimo para quitar outra dívida é um comportamento recorrente entre os endividados.
Para sair do vermelho, aceitar o vício é o primeiro passo. Uma vez que o devedor reconhece o problema, a próxima etapa é se planejar. (Felipe Machado e Tatiana Babadobulos, Veja, 04.04.2018. Adaptado)
Por isso, há grupos especializados que promovem reuniões semanais com devedores com a finalidade de trocar experiências sobre consumo impulsivo e propensão a viver no vermelho.
A alternativa em que está caracterizado emprego de palavras em sentido figurado é:
  • A: Pertencer a uma classe social mais alta não livra ninguém do problema...
  • B: ... há grupos especializados que promovem reuniões semanais com devedores...
  • C: ... o número de brasileiros endividados chegou a 61,7 milhões em fevereiro passado...
  • D: Pedir um empréstimo para quitar outra dívida é um comportamento recorrente entre os endividados.
  • E: Para sair do vermelho, aceitar o vício é o primeiro passo.

O drama dos viciados em dívidas
Apesar dos sinais de recuperação da economia, o número de brasileiros endividados chegou a 61,7 milhões em fevereiro passado – o equivalente a 40% da população adulta. O número é alto porque o hábito de manter as contas em dia não é apenas uma questão financeira decorrente do estado geral da economia – pode ser uma questão comportamental. Por isso, há grupos especializados que promovem reuniões semanais com evedores, com a finalidade de trocar experiências sobre consumo impulsivo e propensão a viver no vermelho.  Uma dessas organizações é o Devedores Anônimos (DA), que funciona nos mesmos moldes do Alcoólicos Anônimos (AA).
Pertencer a uma classe social mais alta não livra ninguém do problema. As pessoas de maior renda são justamente as que têm maior resistência em admitir a compulsão. Pior. É comum que, diante dos apuros, como a perda do emprego, algumas tentem manter o mesmo padrão de vida em lugar de cortar gastos para se encaixar na nova realidade. Pedir um empréstimo para quitar outra dívida é um comportamento recorrente entre os endividados.
Para sair do vermelho, aceitar o vício é o primeiro passo. Uma vez que o devedor reconhece o problema, a próxima etapa é se planejar. (Felipe Machado e Tatiana Babadobulos, Veja, 04.04.2018. Adaptado)
Por isso, há grupos especializados que promovem reuniões semanais com devedores com a finalidade de trocar experiências sobre consumo impulsivo e propensão a viver no vermelho.
É comum que, diante dos apuros, como a perda do emprego, algumas tentem manter o mesmo padrão de vida em lugar de cortar gastos para se encaixar na nova realidade.
A substituição das expressões – “propensão a” e “se encaixar na” –, no contexto, apresenta-se de acordo com a norma-padrão de regência e emprego do sinal indicativo de crase, respectivamente, em:
  • A: inclinação à ... se inserir da
  • B: inclinação por ... se ajustar à
  • C: tendência por ... se inserir à
  • D: tendência à ... se adequar da
  • E: tendência de ... se ajustar a

O drama dos viciados em dívidas
Apesar dos sinais de recuperação da economia, o número de brasileiros endividados chegou a 61,7 milhões em fevereiro passado – o equivalente a 40% da população adulta. O número é alto porque o hábito de manter as contas em dia não é apenas uma questão financeira decorrente do estado geral da economia – pode ser uma questão comportamental. Por isso, há grupos especializados que promovem reuniões semanais com evedores, com a finalidade de trocar experiências sobre consumo impulsivo e propensão a viver no vermelho.  Uma dessas organizações é o Devedores Anônimos (DA), que funciona nos mesmos moldes do Alcoólicos Anônimos (AA).
Pertencer a uma classe social mais alta não livra ninguém do problema. As pessoas de maior renda são justamente as que têm maior resistência em admitir a compulsão. Pior. É comum que, diante dos apuros, como a perda do emprego, algumas tentem manter o mesmo padrão de vida em lugar de cortar gastos para se encaixar na nova realidade. Pedir um empréstimo para quitar outra dívida é um comportamento recorrente entre os endividados.
Para sair do vermelho, aceitar o vício é o primeiro passo. Uma vez que o devedor reconhece o problema, a próxima etapa é se planejar. (Felipe Machado e Tatiana Babadobulos, Veja, 04.04.2018. Adaptado)
Por isso, há grupos especializados que promovem reuniões semanais com devedores com a finalidade de trocar experiências sobre consumo impulsivo e propensão a viver no vermelho.
É comum que, diante dos apuros, como a perda do emprego, algumas tentem manter o mesmo padrão de vida em lugar de cortar gastos para se encaixar na nova realidade.
Assinale a alternativa que substitui, correta e respectivamente, as expressões destacadas, sem alterar o sentido original.
  • A: a fim de ... há cerca de ... em vez de
  • B: afim de ... a cerca de ... invés de
  • C: afim de ... a cerca de ... ao invés de
  • D: a fim de ... acerca de ... em vez de
  • E: à fim de ... acerca de ... ao invés de

O drama dos viciados em dívidas
Apesar dos sinais de recuperação da economia, o número de brasileiros endividados chegou a 61,7 milhões em fevereiro passado – o equivalente a 40% da população adulta. O número é alto porque o hábito de manter as contas em dia não é apenas uma questão financeira decorrente do estado geral da economia – pode ser uma questão comportamental. Por isso, há grupos especializados que promovem reuniões semanais com evedores, com a finalidade de trocar experiências sobre consumo impulsivo e propensão a viver no vermelho.Uma dessas organizações é o Devedores Anônimos (DA), que funciona nos mesmos moldes do Alcoólicos Anônimos (AA).
Pertencer a uma classe social mais alta não livra ninguém do problema. As pessoas de maior renda são justamente as que têm maior resistência em admitir a compulsão. Pior. É comum que, diante dos apuros, como a perda do emprego, algumas tentem manter o mesmo padrão de vida em lugar de cortar gastos para se encaixar na nova realidade. Pedir um empréstimo para quitar outra dívida é um comportamento recorrente entre os endividados.
Para sair do vermelho, aceitar o vício é o primeiro passo. Uma vez que o devedor reconhece o problema, a próxima etapa é se planejar. (Felipe Machado e Tatiana Babadobulos, Veja, 04.04.2018. Adaptado)
A alternativa que apresenta concordância de acordo com a norma-padrão é:
  • A: 40% da população adulta brasileira já estão endividados.
  • B: O número de endividados já superam o de não devedores.
  • C: A situação dos endividados é crítica: tratam-se de 61,7 milhões deles.
  • D: Menos de 70 milhões de brasileiros se põe entre os endividados.
  • E: Contabiliza-se 61,7 milhões de endividados entre os brasileiros.



No texto,
  • A: “à qual” (linha 19) retoma “razão humana” (linhas 18/19).
  • B: Em “hoje” (linha 1), o “-h” é uma consoante brasileira.
  • C: “à medida que caminhamos” (linha 26) denota causa
  • D: “Estudar filosofia” (linha 8) tem valor subjetivo.



Do ponto de vista formal da língua portuguesa, há erro na alternativa
  • A: “Quando usamos só a razão nos tornamos insensíveis diante de muitas realidades,” (linhas 47/48).
  • B: “seria importante ler ou assistir mais de um jornal” (linha 73).
  • C: “Quantas vezes os repórteres são induzidos a manipularem notícias sobre determinados acontecimentos e assuntos.” (linhas 72/73)
  • D: “A abertura, a experiência, o diálogo, a leitura, nos tornam pessoas abertas e conhecedoras da verdade.” (linha 76).

Exibindo de 21191 até 21200 de 25035 questões.