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                 No que respeita ___ democracia, a liberdade de expressão é direito fundamental diretamente correlato __ garantia de voz aos cidadãos na manifestação de suas várias correntes políticas e ideológicas. É certo que ___ proteção da liberdade de expressão não é suficiente para assegurar a participação popular no debate político, pois os direitos fundamentais efetivam-se de modo interdependente: _____ eficácia de um direito fundamental depende da eficácia dos demais. Porém, não restam dúvidas de que, para que tal liberdade se concretize, é imprescindível que aqueles que desejem manifestar-se na esfera pública tenham como fazê-lo e não sejam reprimidos por isso.
(https://www12.senado.leg.br. Adaptado)



Na frase final do texto, na oração “tenham como fazê-lo”, o pronome destacado refere-se à seguinte informação:
  • A: proteger a liberdade de expressão.
  • B: manifestar-se na esfera pública.
  • C: restar dúvidas de que a liberdade é imprescindível.
  • D: ser a liberdade um direito fundamental.
  • E: efetivar os direitos fundamentais.


Com relação às ideias do texto CB1A1-I, julgue os itens subsequentes.
Levando-se em conta o mecanismo do preconceito, conclui-se que ideias favoráveis a uma pessoa levam à aceitação irrestrita de seus atos pelo outro, ao passo que ideias desfavoráveis induzem à rejeição sumária de suas ações por parte do outro.
  • A: Certo
  • B: Errado



Carta-Poema



 

 


 Excelentíssimo Prefeito
Senhor Hildebrando de Góis,
Permiti que, rendido o preito
A que faz jus por quem sois,



 
 Um poeta já sexagenário,




Que não tem outra aspiração

Senão viver de seu salário

Na sua limpa solidão,






 Peça vistoria e visita

A este pátio para onde dá

O apartamento que ele habita

No Castelo há dois anos já.



 

 

 
 É um pátio, mas é via pública,




E estando ainda por calçar,

Faz a vergonha da República

Junto à Avenida Beira-Mar!





Indiferentes ao capricho
Das posturas municipais,

A ele jogam todo o seu lixo

Os moradores sem quintais.



 

 



                                                                              (Manuel Bandeira, As cidades e as musas. Org. Antonio Carlos Secchin)



 

 
Assinale a alternativa que contém informações coerentes com o poema, organizadas em conformidade com norma-padrão.
  • A: O eu lírico, um senhor que mora na Avenida Beira-Mar, anseia por uma solução para os problemas que o afetam cotidianamente, a saber, a falta de calçamento do pátio e os lixos ali depositados.
  • B: O eu lírico sente-se já velho pois seu dia a dia é de solidão, já que ele não aspira mais nada na vida, senão que o prefeito mande vistoriar o pátio de seu edifício, lugar que têm acesso os moradores sem quintais.
  • C: O eu lírico, por ser já velho como o prefeito, recorre a este para que mande vistoria e visita ao pátio que ele mora, local onde os moradores sem quintais jogam lixo, com o que ele discorda.
  • D: O eu lírico, amigo de sessenta anos do prefeito, solicita-o na vistoria e visita no prédio o qual mora, uma vez que o local ainda carece de calçamento e aonde os moradores sem quintais têm jogado lixo.
  • E: O eu lírico exige do velho prefeito da cidade que este se dedique em vistoriar e visitar o pátio aonde ele mora, pois existe ali muito lixo devido ação dos moradores sem quintais na região.



Carta-Poema



 

 


 Excelentíssimo Prefeito
Senhor Hildebrando de Góis,
Permiti que, rendido o preito
A que faz jus por quem sois,



 
 Um poeta já sexagenário,




Que não tem outra aspiração

Senão viver de seu salário

Na sua limpa solidão,






 Peça vistoria e visita

A este pátio para onde dá

O apartamento que ele habita

No Castelo há dois anos já.



 

 

 
 É um pátio, mas é via pública,




E estando ainda por calçar,

Faz a vergonha da República

Junto à Avenida Beira-Mar!





Indiferentes ao capricho
Das posturas municipais,

A ele jogam todo o seu lixo

Os moradores sem quintais.



 

 



                                                                              (Manuel Bandeira, As cidades e as musas. Org. Antonio Carlos Secchin)



 

 
Ao dirigir-se ao Prefeito, o eu lírico o faz com
  • A: controlada submissão, como sugerem os versos “Faz a vergonha da República / Junto à Avenida Beira-Mar!”
  • B: explícita ofensa, como sugerem os versos “Excelentíssimo Prefeito / Senhor Hildebrando de Góis”.
  • C: evidente descaso, como sugerem os versos “Indiferentes ao capricho / Das posturas municipais”.
  • D: respaldo da alegria, como sugerem os versos “Senão viver de seu salário / Na sua limpa solidão”.
  • E: suposto respeito, como sugerem os versos “Permiti que, rendido o preito / A que faz jus por quem sois”.



Carta-Poema



 

 


 Excelentíssimo Prefeito
Senhor Hildebrando de Góis,
Permiti que, rendido o preito
A que faz jus por quem sois,



 
 Um poeta já sexagenário,




Que não tem outra aspiração

Senão viver de seu salário

Na sua limpa solidão,






 Peça vistoria e visita

A este pátio para onde dá

O apartamento que ele habita

No Castelo há dois anos já.



 

 

 
 É um pátio, mas é via pública,




E estando ainda por calçar,

Faz a vergonha da República

Junto à Avenida Beira-Mar!





Indiferentes ao capricho
Das posturas municipais,

A ele jogam todo o seu lixo

Os moradores sem quintais.



 

 



                                                                              (Manuel Bandeira, As cidades e as musas. Org. Antonio Carlos Secchin)



 
Assinale a alternativa cujo enunciado atende aos sentidos do texto, em conformidade com a norma-padrão.
  • A: Excelentíssimo Prefeito, a inexistência de calçamento no pátio fez ele se tornar um lugar de vergonha para a República, pois se vê que, a nível de administração municipal, vistoria e visita falta ao local.
  • B: Eu que não tenho outra aspiração, vivo do meu salário. Ele é suficiente para mim viver na limpa solidão, que só não existe porque falta calçamento ao pátio do Castelo onde fazem dois anos que moro.
  • C: Quando se dirige ao prefeito, o poeta espera que sua ideia de evitar a vergonha da República prevaleça, porém o pátio está sem o devido calçamento e ali joga-se os lixos dos moradores sem quintais.
  • D: A Avenida Beira-Mar, com o pátio do Castelo ainda por calçar, fazem a vergonha da República, pois as pessoas olham ela e não entendem porque está sem vistoria e visita, recebendo até lixo.
  • E: O pátio do Castelo, na Avenida Beira-Mar, Excelentíssimo Prefeito, é um lugar de cujos cuidados não podemos nos esquecer, já que a falta de calçamento e os lixos ali jogados fazem a vergonha da República.


Com relação às ideias do texto CB1A1-I, julgue os itens subsequentes.
Por ser calcado em fatos exteriores, o preconceito constrói-se como um fenômeno social externo às pessoas, as quais, conscientemente, internalizam, ou não, práticas preconceituosas.
  • A: Certo
  • B: Errado


Com relação às ideias do texto CB1A1-I, julgue os itens subsequentes.
Subentende-se do texto que o preconceito positivo, por ter origem em uma ideia favorável a determinada  pessoa, não resulta em discriminação ou segregação.
  • A: Certo
  • B: Errado



Carta-Poema



 

 


 Excelentíssimo Prefeito
Senhor Hildebrando de Góis,
Permiti que, rendido o preito
A que faz jus por quem sois,



 
 Um poeta já sexagenário,




Que não tem outra aspiração

Senão viver de seu salário

Na sua limpa solidão,






 Peça vistoria e visita

A este pátio para onde dá

O apartamento que ele habita

No Castelo há dois anos já.



 

 

 
 É um pátio, mas é via pública,




E estando ainda por calçar,

Faz a vergonha da República

Junto à Avenida Beira-Mar!





Indiferentes ao capricho
Das posturas municipais,

A ele jogam todo o seu lixo

Os moradores sem quintais.



 

 



                                                                              (Manuel Bandeira, As cidades e as musas. Org. Antonio Carlos Secchin)



No verso “É um pátio, mas é via pública”, o poeta reforça o fato de o local ser
  • A: uma via pública, usando uma construção de período também presente em: “A Avenida Beira-Mar faz a vergonha da República, conquanto moradores sem quintais joguem nela todo o seu lixo”.
  • B: um pátio, usando uma construção de período também presente em: “Como são indiferentes ao capricho das posturas municipais, os moradores sem quintais jogam lixo na Avenida Beira-Mar”.
  • C: uma via pública, usando uma construção de período também presente em: “A Avenida Beira-Mar é muito bonita, no entanto vem sofrendo com o descaso da administração pública”.
  • D: uma via pública, usando uma construção de período também presente em: “Os moradores sem quintais ignoram o capricho das posturas municipais, por isso sujam a Avenida Beira-Mar”.
  • E: um pátio, usando uma construção de período também presente em: “A Avenida Beira-Mar sofre com alguns problemas localizados, pois os moradores do local não lhe dão o devido valor”.



Millennials são iguais aos pais,
porém mais pobres, conclui Fed



 


      A turma nascida entre 1981 e 1997 não tem tantas particularidades assim na análise dos gastos com automóveis, alimentação e moradia. Aos olhos da opinião pública americana, os jovens da geração Millennial são assassinos em série — responsabilizados pela morte lenta do queijo processado, do cartão de crédito, do táxi, do peru de Ação de Graças e até do divórcio. Poucos setores saíram ilesos da matança cultural promovida pela juventude americana.
      Agora surgiram argumentos em sua defesa. Um novo estudo do banco central dos EUA (Federal Reserve) afirma que a turma nascida entre 1981 e 1997 — famosa por adorar aplicativos — não é tão diferente dos pais. Essa geração é apenas mais pobre nesta mesma etapa da vida, já que muitos de seus integrantes chegaram à idade adulta durante a crise financeira.
      “Encontramos pouca evidência de que lares de millennials têm gostos e preferências de consumo inferiores aos de gerações passadas, quando se leva em conta idade, renda e uma maior variedade de características demográficas”, escreveram os autores Christopher Kurz, Geng Li e Daniel J. Vine. As conclusões deles se baseiam em uma análise de gastos, renda, endividamento, patrimônio líquido e fatores demográficos de várias gerações.
      A impressão de que os millennials não têm tantas particularidades assim também se revela na análise granular dos gastos deles com automóveis, alimentação e moradia. “São principalmente as diferenças de idade média e então as diferenças de renda média que explicam grande parte da diferença de consumo entre os millennials e outros grupos”, segundo o estudo.





(Jeremy Herron e Luke Kawa. Exame. 01.12.2018.https://exame.abril.com. br. Adaptado)


 


De acordo com o estudo do banco central dos EUA, a geração Millennial distingue-se da anterior principalmente por
  • A: haver desencadeado a crise financeira.
  • B: gastar de modo mais consciente.
  • C: ter um menor poder aquisitivo.
  • D: exibir gostos e preferências excêntricos.
  • E: dar preferência a gastos com bens duráveis.



Millennials são iguais aos pais,
porém mais pobres, conclui Fed



 


      A turma nascida entre 1981 e 1997 não tem tantas particularidades assim na análise dos gastos com automóveis, alimentação e moradia. Aos olhos da opinião pública americana, os jovens da geração Millennial são assassinos em série — responsabilizados pela morte lenta do queijo processado, do cartão de crédito, do táxi, do peru de Ação de Graças e até do divórcio. Poucos setores saíram ilesos da matança cultural promovida pela juventude americana.
      Agora surgiram argumentos em sua defesa. Um novo estudo do banco central dos EUA (Federal Reserve) afirma que a turma nascida entre 1981 e 1997 — famosa por adorar aplicativos — não é tão diferente dos pais. Essa geração é apenas mais pobre nesta mesma etapa da vida, já que muitos de seus integrantes chegaram à idade adulta durante a crise financeira.
      “Encontramos pouca evidência de que lares de millennials têm gostos e preferências de consumo inferiores aos de gerações passadas, quando se leva em conta idade, renda e uma maior variedade de características demográficas”, escreveram os autores Christopher Kurz, Geng Li e Daniel J. Vine. As conclusões deles se baseiam em uma análise de gastos, renda, endividamento, patrimônio líquido e fatores demográficos de várias gerações.
      A impressão de que os millennials não têm tantas particularidades assim também se revela na análise granular dos gastos deles com automóveis, alimentação e moradia. “São principalmente as diferenças de idade média e então as diferenças de renda média que explicam grande parte da diferença de consumo entre os millennials e outros grupos”, segundo o estudo.





(Jeremy Herron e Luke Kawa. Exame. 01.12.2018.https://exame.abril.com. br. Adaptado)



 
A descrição dos jovens da geração Millennial como “assassinos em série” destaca a maneira como eles são considerados responsáveis pela
  • A: escassez de tecnologias promotoras da mobilidade.
  • B: súbita extinção de serviços essenciais à população.
  • C: aceleração da ação exploratória do meio ambiente.
  • D: redução de investimentos em saneamento público.
  • E: descontinuidade de algumas tradições culturais.

Exibindo de 19901 até 19910 de 25035 questões.