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                                                                                 Pela primeira vez, vício em games é
                                                                               considerado distúrbio mental pela OMS


 

        A 11ª Classificação Internacional de Doenças (CID) irá incluir a condição sob o nome de “distúrbio de games”. O documento descreve o problema como padrão de comportamento frequente ou persistente de vício em games, tão grave que leva “a preferir os jogos a qualquer outro interesse na vida”. A última versão da CID foi finalizada em 1992, e a nova versão do guia será publicada neste ano. Ele traz códigos para as doenças, sinais ou sintomas e é usado por médicos e pesquisadores para rastrear e diagnosticar uma doença.
        O documento irá sugerir que comportamentos típicos dos viciados em games devem ser observados por um período de mais de 12 meses para que um diagnóstico seja feito. Mas a nova CID irá reforçar que esse período pode ser diminuído se os sintomas forem muito graves. Os sintomas do distúrbio incluem: não ter controle de frequência, intensidade e duração com que joga video game; priorizar jogar video game a outras atividades.
        Richard Graham, especialista em vícios em tecnologia no Hospital Nightingale em Londres, reconhece os benefícios da decisão. “É muito significativo, porque cria a oportunidade de termos serviços mais especializados.” Mas para ele é preciso tomar cuidado para não se cair na ideia de que todo mundo precisa ser tratado e medicado. “Pode levar pais confusos a pensar que seus filhos têm problemas quando eles são apenas ‘empolgados’ jogadores de video game”, afirmou.
                                                                                                                                                                                                                                                                              (Jane Wakefield. BBC Brasil. www.bbc.com/portuguese. 02.01.2018. Adaptado)


Segundo o texto, uma vantagem de o vício em games estar incluso no guia de Classificação Internacional de Doenças (CID) diz respeito
  • A: à facilidade em diferenciar o vício em games de dependências que ainda não foram catalogadas.
  • B: ao barateamento imediato dos tratamentos especializados no controle da doença.
  • C: à possibilidade da ampliação da oferta de serviços mais especializados no tratamento dessa condição.
  • D: ao acesso mais fácil a medicamentos que impedem o surgimento desse tipo de vício.
  • E: à rapidez com que os viciados em games decidem procurar um médico.


                                                                                 Pela primeira vez, vício em games é
                                                                               considerado distúrbio mental pela OMS


 

        A 11ª Classificação Internacional de Doenças (CID) irá incluir a condição sob o nome de “distúrbio de games”. O documento descreve o problema como padrão de comportamento frequente ou persistente de vício em games, tão grave que leva “a preferir os jogos a qualquer outro interesse na vida”. A última versão da CID foi finalizada em 1992, e a nova versão do guia será publicada neste ano. Ele traz códigos para as doenças, sinais ou sintomas e é usado por médicos e pesquisadores para rastrear e diagnosticar uma doença.
        O documento irá sugerir que comportamentos típicos dos viciados em games devem ser observados por um período de mais de 12 meses para que um diagnóstico seja feito. Mas a nova CID irá reforçar que esse período pode ser diminuído se os sintomas forem muito graves. Os sintomas do distúrbio incluem: não ter controle de frequência, intensidade e duração com que joga video game; priorizar jogar video game a outras atividades.
        Richard Graham, especialista em vícios em tecnologia no Hospital Nightingale em Londres, reconhece os benefícios da decisão. “É muito significativo, porque cria a oportunidade de termos serviços mais especializados.” Mas para ele é preciso tomar cuidado para não se cair na ideia de que todo mundo precisa ser tratado e medicado. “Pode levar pais confusos a pensar que seus filhos têm problemas quando eles são apenas ‘empolgados’ jogadores de video game”, afirmou.
                                                                                                                                                                                                                                                                              (Jane Wakefield. BBC Brasil. www.bbc.com/portuguese. 02.01.2018. Adaptado)


 
De acordo com Richard Graham,
  • A: nem todos os jovens viciados em games precisam ser tratados e medicados, já que essa condição costuma ser passageira.
  • B: a classificação de um indivíduo como viciado em games deve ser feita com cautela, pois ele pode ser apenas um jogador entusiasta.
  • C: a decisão de se considerar o vício em games como distúrbio mental é benéfica e não existe restrição para ser posta em prática.
  • D: os pais de jovens viciados em games também precisam de tratamento especializado, para saberem como medicar os filhos.
  • E: os serviços especializados no tratamento de pessoas com inclinações ao vício carecem de maior apoio dos governantes.



                                                                                 Pela primeira vez, vício em games é
                                                                               considerado distúrbio mental pela OMS


 

        A 11ª Classificação Internacional de Doenças (CID) irá incluir a condição sob o nome de “distúrbio de games”. O documento descreve o problema como padrão de comportamento frequente ou persistente de vício em games, tão grave que leva “a preferir os jogos a qualquer outro interesse na vida”. A última versão da CID foi finalizada em 1992, e a nova versão do guia será publicada neste ano. Ele traz códigos para as doenças, sinais ou sintomas e é usado por médicos e pesquisadores para rastrear e diagnosticar uma doença.
        O documento irá sugerir que comportamentos típicos dos viciados em games devem ser observados por um período de mais de 12 meses para que um diagnóstico seja feito. Mas a nova CID irá reforçar que esse período pode ser diminuído se os sintomas forem muito graves. Os sintomas do distúrbio incluem: não ter controle de frequência, intensidade e duração com que joga video game; priorizar jogar video game a outras atividades.
        Richard Graham, especialista em vícios em tecnologia no Hospital Nightingale em Londres, reconhece os benefícios da decisão. “É muito significativo, porque cria a oportunidade de termos serviços mais especializados.” Mas para ele é preciso tomar cuidado para não se cair na ideia de que todo mundo precisa ser tratado e medicado. “Pode levar pais confusos a pensar que seus filhos têm problemas quando eles são apenas ‘empolgados’ jogadores de video game”, afirmou.
                                                                                                                                                                                                                                                                              (Jane Wakefield. BBC Brasil. www.bbc.com/portuguese. 02.01.2018. Adaptado)

 





Considere a relação de sentido estabelecida pelos vocábulos destacados nas seguintes passagens do texto:

● “... esse período pode ser diminuído se os sintomas forem muito graves.” (2° parágrafo)

● “‘É muito significativo, porque cria a oportunidade de termos serviços mais especializados.’” (3° parágrafo)

Com relação às afirmações que os antecedem, os vocábulos “se” e “porque” introduzem, respectivamente, ideias de

  • A: conformidade e proporção.
  • B: hipótese e consequência.
  • C: condição e explicação.
  • D: modo e oposição.
  • E: tempo e concessão.

A concordância verbal está em conformidade com a norma-padrão na frase:
  • A: O novo guia recomenda que se passe doze meses para que um diagnóstico seja estabelecido; excetua-se os casos graves.
  • B: O comportamento típico dos viciados em games passam a ter descrição no guia, o que contribui para tratar a doença.
  • C: Os jogos, para quem é viciado, revela-se muito mais atraentes do que quaisquer outros interesses na vida.
  • D: Os viciados em games acabam se distanciando de amigos e familiares, cuja companhia é facilmente trocada pelo jogo.
  • E: Consultar as informações no guia de Classificação Internacional de Doenças ajudam médicos e pesquisadores em seu trabalho.


A partir do texto verbal, conclui-se que
  • A: desobediência ao empregador pode causar acidentes.
  • B: o trabalhador deve se responsabilizar por sua imperícia.
  • C: acidentes de trabalho podem e devem ser prevenidos.
  • D: a prevenção de acidentes deve ocorrer de forma esporádica.
  • E: os riscos do trabalho devem ser compensados pelo patrão.


O trabalhador é tomado como interlocutor do cartaz, o que se evidencia por meio do vocábulo
  • A: “seu”.
  • B: “segurança”.
  • C: “orientação”.
  • D: “acaso”.
  • E: “acontecem”.

                                                                           O trabalho dignifica o homem. O lazer dignifica a vida
 
        “Escolha um trabalho que você ame e não terá que trabalhar um único dia em sua vida.” A frase do pensador Confúcio tem sido o mantra de muitos que, embalados pela concepção de que ofício e prazer não precisam se opor, buscam um estilo de vida no qual a fonte de renda seja também fonte de alegria e satisfação pessoal. A questão é: trabalho é sempre trabalho. Pode ser bom, pode ser até divertido, mas não substitui a capacidade que só o lazer possui de tirar o peso de um cotidiano regido por prazos, horários, metas.
        Não são poucas as pessoas que eu conheço que negligenciam o descanso em prol da produção desenfreada, da busca frenética por resultado, ascensão, status, dinheiro. Algo de errado em querer tudo isso? A meu ver, não. E sim. Não, porque é digna a recusa à estagnação. Sim, quando ela compromete momentos de entretenimento, minando, aos poucos, a saúde física e mental de quem acha que sombra e água fresca são luxo e não merecimento.
        Recentemente, um construtor com o qual eu conversava me disse que estava havia nove anos sem férias, e lamentou o pouco tempo passado com os netos. O patrimônio veio de dedicação e empenho, mas custou caro também. Na hora me perguntei se era realmente preciso escolher entre sucesso e diversão.
        Poucas coisas são tão eficazes na função de honrar alguém quanto o ofício que se exerce. Momentos de pausa, porém, honram o próprio ofício. A vida se equilibra justamente na possibilidade de converter o dinheiro advindo do esforço em ingressos para o show da banda preferida, passeios no parque, pipoca quentinha e viagens de barco.
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                           (Larissa Bittar. Revista Bula. www.revistabula.com. Adaptado)

 
A autora defende a opinião de que
  • A: a dedicação exclusiva ao trabalho é justificável, quando gera alegria e satisfação pessoal.
  • B: o lazer não pode ser substituído pelo trabalho, especialmente porque este não é fonte de prazer.
  • C: o lazer deveria ser a única preocupação das pessoas e não o trabalho, como é comum.
  • D: a busca por ascensão e dinheiro não deve ser vista como dignificante, pois compromete o lazer.
  • E: o ideal é que se encontre prazer no trabalho, mas o lazer não deve ser negligenciado.

                                                                           O trabalho dignifica o homem. O lazer dignifica a vida
 
        “Escolha um trabalho que você ame e não terá que trabalhar um único dia em sua vida.” A frase do pensador Confúcio tem sido o mantra de muitos que, embalados pela concepção de que ofício e prazer não precisam se opor, buscam um estilo de vida no qual a fonte de renda seja também fonte de alegria e satisfação pessoal. A questão é: trabalho é sempre trabalho. Pode ser bom, pode ser até divertido, mas não substitui a capacidade que só o lazer possui de tirar o peso de um cotidiano regido por prazos, horários, metas.
        Não são poucas as pessoas que eu conheço que negligenciam o descanso em prol da produção desenfreada, da busca frenética por resultado, ascensão, status, dinheiro. Algo de errado em querer tudo isso? A meu ver, não. E sim. Não, porque é digna a recusa à estagnação. Sim, quando ela compromete momentos de entretenimento, minando, aos poucos, a saúde física e mental de quem acha que sombra e água fresca são luxo e não merecimento.
        Recentemente, um construtor com o qual eu conversava me disse que estava havia nove anos sem férias, e lamentou o pouco tempo passado com os netos. O patrimônio veio de dedicação e empenho, mas custou caro também. Na hora me perguntei se era realmente preciso escolher entre sucesso e diversão.
        Poucas coisas são tão eficazes na função de honrar alguém quanto o ofício que se exerce. Momentos de pausa, porém, honram o próprio ofício. A vida se equilibra justamente na possibilidade de converter o dinheiro advindo do esforço em ingressos para o show da banda preferida, passeios no parque, pipoca quentinha e viagens de barco.
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                           (Larissa Bittar. Revista Bula. www.revistabula.com. Adaptado)
  • A: “converter o dinheiro advindo do esforço” (4° parágrafo).
  • B: “busca frenética por resultado” (2° parágrafo).
  • C: “ofício que se exerce” (4° parágrafo).
  • D: “escolher entre sucesso e diversão” (3° parágrafo).
  • E: “recusa à estagnação” (2° parágrafo).

                                                                           O trabalho dignifica o homem. O lazer dignifica a vida
 
        “Escolha um trabalho que você ame e não terá que trabalhar um único dia em sua vida.” A frase do pensador Confúcio tem sido o mantra de muitos que, embalados pela concepção de que ofício e prazer não precisam se opor, buscam um estilo de vida no qual a fonte de renda seja também fonte de alegria e satisfação pessoal. A questão é: trabalho é sempre trabalho. Pode ser bom, pode ser até divertido, mas não substitui a capacidade que só o lazer possui de tirar o peso de um cotidiano regido por prazos, horários, metas.
        Não são poucas as pessoas que eu conheço que negligenciam o descanso em prol da produção desenfreada, da busca frenética por resultado, ascensão, status, dinheiro. Algo de errado em querer tudo isso? A meu ver, não. E sim. Não, porque é digna a recusa à estagnação. Sim, quando ela compromete momentos de entretenimento, minando, aos poucos, a saúde física e mental de quem acha que sombra e água fresca são luxo e não merecimento.
        Recentemente, um construtor com o qual eu conversava me disse que estava havia nove anos sem férias, e lamentou o pouco tempo passado com os netos. O patrimônio veio de dedicação e empenho, mas custou caro também. Na hora me perguntei se era realmente preciso escolher entre sucesso e diversão.
        Poucas coisas são tão eficazes na função de honrar alguém quanto o ofício que se exerce. Momentos de pausa, porém, honram o próprio ofício. A vida se equilibra justamente na possibilidade de converter o dinheiro advindo do esforço em ingressos para o show da banda preferida, passeios no parque, pipoca quentinha e viagens de barco.
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                           (Larissa Bittar. Revista Bula. www.revistabula.com. Adaptado)

 
A referência ao construtor, no terceiro parágrafo, serve para
  • A: exemplificar que a opção pelo lazer pressupõe a recusa do sucesso.
  • B: denunciar um comportamento cada vez mais raro entre as pessoas.
  • C: mostrar como a dedicação excessiva ao trabalho pode levar à frustração.
  • D: ilustrar o quanto o trabalho pode destruir a saúde física e mental de alguém.
  • E: demonstrar que a preocupação com os bens materiais é antiética.



                                                                           O trabalho dignifica o homem. O lazer dignifica a vida
 
        “Escolha um trabalho que você ame e não terá que trabalhar um único dia em sua vida.” A frase do pensador Confúcio tem sido o mantra de muitos que, embalados pela concepção de que ofício e prazer não precisam se opor, buscam um estilo de vida no qual a fonte de renda seja também fonte de alegria e satisfação pessoal. A questão é: trabalho é sempre trabalho. Pode ser bom, pode ser até divertido, mas não substitui a capacidade que só o lazer possui de tirar o peso de um cotidiano regido por prazos, horários, metas.
        Não são poucas as pessoas que eu conheço que negligenciam o descanso em prol da produção desenfreada, da busca frenética por resultado, ascensão, status, dinheiro. Algo de errado em querer tudo isso? A meu ver, não. E sim. Não, porque é digna a recusa à estagnação. Sim, quando ela compromete momentos de entretenimento, minando, aos poucos, a saúde física e mental de quem acha que sombra e água fresca são luxo e não merecimento.
        Recentemente, um construtor com o qual eu conversava me disse que estava havia nove anos sem férias, e lamentou o pouco tempo passado com os netos. O patrimônio veio de dedicação e empenho, mas custou caro também. Na hora me perguntei se era realmente preciso escolher entre sucesso e diversão.
        Poucas coisas são tão eficazes na função de honrar alguém quanto o ofício que se exerce. Momentos de pausa, porém, honram o próprio ofício. A vida se equilibra justamente na possibilidade de converter o dinheiro advindo do esforço em ingressos para o show da banda preferida, passeios no parque, pipoca quentinha e viagens de barco.
                                                                                                                                                                                                                                                                       (Larissa Bittar. Revista Bula. www.revistabula.com. Adaptado)



Observa-se uma relação de causa e consequência, nessa ordem, na seguinte passagem:
  • A: “Poucas coisas são tão eficazes na função de honrar alguém quanto o ofício que se exerce.” (4° parágrafo)
  • B: “Não, porque é digna a recusa à estagnação.” (2° parágrafo)
  • C: “‘Escolha um trabalho que você ame e não terá que trabalhar um único dia em sua vida.’” (1° parágrafo)
  • D: “Pode ser bom, pode ser até divertido, mas não substitui a capacidade que só o lazer possui de tirar o peso de um cotidiano regido por prazos, horários, metas.” (1° parágrafo)
  • E: “A questão é: trabalho é sempre trabalho.” (1° parágrafo)

Exibindo de 19631 até 19640 de 25035 questões.