Questões de Português para Concursos

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Para responder à questão, leia a crônica “A obra-prima”, de Lima Barreto, publicada na revista Careta em 25.09.1915.

O cronista narra uma série de fatos ocorridos no passado. Um fato anterior a esse tempo passado está indicado pela forma verbal sublinhada em
  • A: “Eram duzentas e uma e, em um lance único, genial, destacou em relevo, ao alto da página ‘duzentas e uma palavras ao leitor’.” (6º parágrafo)
  • B: “A obra seria, segundo o velho hábito, precedida de ‘duas palavras ao leitor’ e levaria, como demonstração de sua submissão intelectual, uma dedicatória.” (5º parágrafo)
  • C: “A dedicatória, como todas as dedicatórias, seria a ‘pálida homenagem’ de seu talento ao espírito amigo que lhe ensinara a pensar...” (7º parágrafo)
  • D: “E Marco Aurélio resolve meditar.” (4º parágrafo)
  • E: “Leiam-na e verão como a coisa é bela.” (9º parágrafo)

Para responder à questão, leia a crônica “A obra-prima”, de Lima Barreto, publicada na revista Careta em 25.09.1915.

Em “Professor, autor de um livro de filologia, cair na vulgaridade da expressão comum: ‘pálida homenagem’?” (8º parágrafo), o termo sublinhado está empregado na acepção de
  • A: “lançar-se rapidamente; atirar-se, jogar-se”, como em “ela caiu no colo da mãe”.
  • B: “incorrer em erro, falta; incidir”, como em “durante o depoimento, caiu em contradição”.
  • C: “deixar-se enganar, ser vítima de logro”, como em “ele caiu no conto do vigário”.
  • D: “criticar severamente; acusar”, como em “a imprensa caiu em cima dos corruptos”.
  • E: “entrar em determinado estado ou situação”, como em “durante o filme, caiu no sono”.

Para responder à questão, leia a crônica “A obra-prima”, de Lima Barreto, publicada na revista Careta em 25.09.1915.

As modificações feitas pelo gramático nas expressões empregadas no prefácio e na dedicatória de sua obra manifestam seu desconforto
  • A: com o sentido figurado da expressão inicialmente pensada para o prefácio e com o caráter trivial da expressão inicialmente pensada para a dedicatória.
  • B: com o sentido figurado da expressão inicialmente pensada para o prefácio e com o sentido literal da expressão inicialmente pensada para a dedicatória.
  • C: com o sentido literal da expressão inicialmente pensada para o prefácio e com o sentido figurado da expressão inicialmente pensada para a dedicatória.
  • D: com o caráter trivial das expressões inicialmente pensadas para o prefácio e para a dedicatória.
  • E: com o sentido literal da expressão inicialmente pensada para o prefácio e com o caráter trivial da expressão inicialmente pensada para a dedicatória.

Para responder à questão, leia a crônica “A obra-prima”, de Lima Barreto, publicada na revista Careta em 25.09.1915.

O cronista traça um retrato do gramático Marco Aurélio, evidenciando, sobretudo, a sua
  • A: ambiguidade.
  • B: informalidade.
  • C: concisão.
  • D: afetação.
  • E: meticulosidade.

Examine a tira de Alex Culang e Raynato Castro.

Para que a história tivesse um desfecho favorável à garota, seria necessário
  • A: inserir uma vírgula após “Help” (1º quadrinho) e suprimir a vírgula após “Commas” (4º quadrinho).
  • B: inserir uma vírgula após “Help” (1º quadrinho), apenas.
  • C: suprimir a vírgula após “Commas” (4º quadrinho), apenas.
  • D: inserir uma vírgula após “Why” (3º quadrinho) e suprimir a vírgula após “Commas” (4º quadrinho).
  • E: inserir uma vírgula após “Why” (3º quadrinho), apenas.

No início da crise do coronavírus no Brasil, em março de 2020, alguns dos principais jornais do país publicaram a mesma capa, com a mensagem “Juntos vamos derrotar o vírus. Unidos pela informação e pela responsabilidade”

Com base no texto das capas, analise as afirmativas a seguir.

I. A imprensa decidiu veicular a mesma mensagem na capa dos jornais por não haver outro assunto à época.
II. A imprensa destacou a importância da informação e, na capa dos jornais, assumiu a responsabilidade de combater as notícias falsas sobre a Covid-19.
III. A imprensa conclamou a união de esforços dos meios de comunicação pela valorização da informação jornalística contra o coronavírus.
IV. A imprensa reconheceu a situação dramática da pandemia e criou um meio de assumir a divulgação de informação responsável sobre a Covid-19.
V. A imprensa demonstrou que os jornais brasileiros estavam reunidos em torno de uma mesma causa comum: servir a população com jornalismo de qualidade para, com a responsabilidade que o momento exigia, enfrentar e vencer a pandemia. Apresentam atitudes evidenciadas pela imprensa nacional, por meio dessa iniciativa, os itens
  • A: I, II e III, apenas.
  • B: I, III e IV, apenas.
  • C: II, IV e V, apenas.
  • D: III, IV e V, apenas.

Leia esta tirinha.

Na construção dessa tirinha, há ambiguidade que gera humor. São elementos que participam da composição do sentido desse texto, exceto:
  • A: A informação de que a música foi composta pelo casal, o que, certamente, reduz a possibilidade de presença de romantismo no caso de ela ser instrumento de boas recordações.
  • B: A interação oral entre os interlocutores que dificulta a explicitação da referência do uso do pronome “nossa” empregado na fala do primeiro quadrinho.
  • C: A palavra “música”, no segundo quadrinho, que pode fazer menção àquela música que lembraria o tempo em que o casal se conheceu.
  • D: O pronome “nossa”, no primeiro quadrinho, que pode se referir tanto à música eleita pelo casal como à preferência dos dois quanto à música composta pelo casal.

Leia este texto.

Do ponto de vista de sua tipologia, esse texto é, predominantemente,
  • A: argumentativo, porque apresenta palavras-chave, buscando mudar a visão do leitor a respeito de ideias defendidas.
  • B: descritivo, porque apresenta situações sem mudança ou progressão temporal, descrevendo comportamentos.
  • C: injuntivo, porque apresenta instruções para o leitor, procurando orientá-lo a agir de determinado modo.
  • D: narrativo, porque apresenta uma unidade temática, caracterizando-se por uma sucessão de acontecimentos.

Leia este texto.

Em tom humorístico, o autor defende, em seu texto, o fato de que, sendo o verbo falir defectivo,
  • A: contribui para a atual crise, por ser ilegítima sua conjugação.
  • B: gera preconceito linguístico em relação ao uso desse verbo.
  • C: faz com que, no presente, nenhum brasileiro possa falir.
  • D: leva qualquer brasileiro à falência no futuro do presente.

Leia este texto.



Ao se fazer uma reflexão sobre o uso de determinados verbos, na construção desse texto, é(são)
  • A: empregadas as palavras – mau, pior, melhor, gente – invariáveis da língua portuguesa.
  • B: empregado o prefixo des- que, nas palavras “desrespeitar” e “desiludir”, indica negação.
  • C: empregado o sentido do verbo “iludir” como algo pior do que o sentido do verbo “desiludir”.
  • D: empregada a vírgula em “se faz o contrário, é pior” para separar o sujeito do predicado.

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