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“Estamos em 2022 e, neste momento, a maioria das transações bancárias, segundo o Banco Central, é realizada na modalidade Pix. Essa modalidade já superou a TED e o DOC.
Sabemos que no Brasil existe muita sonegação, muitas empresas, principalmente as menores, não declaram tudo aquilo que movimentam. Porém, do outro lado da mesa, está a Receita Federal — com supercomputadores e com analistas bem treinados para auditar as milhares de informações que chegam aos bancos de dados do órgão.
As Secretarias de Fazenda Estaduais e as Prefeituras estão se modernizando cada vez mais (é o caso do DF, que possui a Malha Fiscal), com o uso de tecnologia para tratamento das informações recebidas através das obrigações acessórias, a fim de evitar a sonegação fiscal por parte das empresas e não deixar de arrecadar tributos.
A Receita Federal, através do sistema SPED (Sistema Público de Escrituração Digital), montou uma verdadeira armadilha para as pessoas físicas e jurídicas que não declaram suas movimentações financeiras.
O que antes era feito em papel passou a ser digital e online, ou seja, hoje em dia a Receita Federal pode identificar uma operação clandestina antes mesmo de ser concluída.
E, a partir de 2023, será possível cruzar a movimentação bancária gerada pelas empresas (de qualquer porte) com as informações repassadas pelas instituições financeiras, intermediadores financeiros e instituições de pagamento para arrecadar os tributos devidos nessas operações.
Não importa a forma de transferência utilizada pelas empresas, TED, DOC, Pix etc. Tudo será informado para o fisco e, como já dissemos, no caso do Pix, a informação será retroativa.”

(Arvi Consultoria)


“Estamos em 2022 e, neste momento, a maioria das transações bancárias, segundo o Banco Central, é realizada na modalidade Pix. Essa modalidade já superou a TED e o DOC.”

Sobre a estruturação sintática e semântica desse primeiro parágrafo do texto, assinale a afirmação correta.
  • A: A forma verbal “estamos” se refere apenas ao conjunto de leitores do texto
  • B: No termo “neste”, a forma do demonstrativo utilizada se prende ao fato de o momento estar anunciado antes.
  • C: A expressão “a maioria das transações bancárias” pode levar o verbo da frase também para o plural.
  • D: O termo “segundo o Banco Central” indica a falta de credibilidade dos autores do texto.
  • E: No termo “a TED e o DOC” há um erro gramatical no emprego do primeiro artigo.

“Estamos em 2022 e, neste momento, a maioria das transações bancárias, segundo o Banco Central, é realizada na modalidade Pix. Essa modalidade já superou a TED e o DOC.
Sabemos que no Brasil existe muita sonegação, muitas empresas, principalmente as menores, não declaram tudo aquilo que movimentam. Porém, do outro lado da mesa, está a Receita Federal — com supercomputadores e com analistas bem treinados para auditar as milhares de informações que chegam aos bancos de dados do órgão.
As Secretarias de Fazenda Estaduais e as Prefeituras estão se modernizando cada vez mais (é o caso do DF, que possui a Malha Fiscal), com o uso de tecnologia para tratamento das informações recebidas através das obrigações acessórias, a fim de evitar a sonegação fiscal por parte das empresas e não deixar de arrecadar tributos.
A Receita Federal, através do sistema SPED (Sistema Público de Escrituração Digital), montou uma verdadeira armadilha para as pessoas físicas e jurídicas que não declaram suas movimentações financeiras.
O que antes era feito em papel passou a ser digital e online, ou seja, hoje em dia a Receita Federal pode identificar uma operação clandestina antes mesmo de ser concluída.
E, a partir de 2023, será possível cruzar a movimentação bancária gerada pelas empresas (de qualquer porte) com as informações repassadas pelas instituições financeiras, intermediadores financeiros e instituições de pagamento para arrecadar os tributos devidos nessas operações.
Não importa a forma de transferência utilizada pelas empresas, TED, DOC, Pix etc. Tudo será informado para o fisco e, como já dissemos, no caso do Pix, a informação será retroativa.”

(Arvi Consultoria)


“Sabemos que no Brasil existe muita sonegação, muitas empresas, principalmente as menores, não declaram tudo aquilo que movimentam. Porém, do outro lado da mesa, está a Receita Federal — com supercomputadores e com analistas bem treinados para auditar as milhares de informações que chegam aos bancos de dados do órgão”.

Nesse fragmento do texto observamos que
  • A: nem todos os delitos são punidos, porque falta modernização tecnológica e dedicação dos funcionários públicos.
  • B: a sonegação fiscal tende a desaparecer no país, em função das providências legais tomadas contra ela
  • C: a conjunção “porém” faz a oposição, respectivamente, entre a legalidade e a ilegalidade.
  • D: as providências legais aparecem sempre após a verificação de delitos.
  • E: o termo “órgão” se refere ao termo anterior “supercomputadores”.

“Estamos em 2022 e, neste momento, a maioria das transações bancárias, segundo o Banco Central, é realizada na modalidade Pix. Essa modalidade já superou a TED e o DOC.
Sabemos que no Brasil existe muita sonegação, muitas empresas, principalmente as menores, não declaram tudo aquilo que movimentam. Porém, do outro lado da mesa, está a Receita Federal — com supercomputadores e com analistas bem treinados para auditar as milhares de informações que chegam aos bancos de dados do órgão.
As Secretarias de Fazenda Estaduais e as Prefeituras estão se modernizando cada vez mais (é o caso do DF, que possui a Malha Fiscal), com o uso de tecnologia para tratamento das informações recebidas através das obrigações acessórias, a fim de evitar a sonegação fiscal por parte das empresas e não deixar de arrecadar tributos.
A Receita Federal, através do sistema SPED (Sistema Público de Escrituração Digital), montou uma verdadeira armadilha para as pessoas físicas e jurídicas que não declaram suas movimentações financeiras.
O que antes era feito em papel passou a ser digital e online, ou seja, hoje em dia a Receita Federal pode identificar uma operação clandestina antes mesmo de ser concluída.
E, a partir de 2023, será possível cruzar a movimentação bancária gerada pelas empresas (de qualquer porte) com as informações repassadas pelas instituições financeiras, intermediadores financeiros e instituições de pagamento para arrecadar os tributos devidos nessas operações.
Não importa a forma de transferência utilizada pelas empresas, TED, DOC, Pix etc. Tudo será informado para o fisco e, como já dissemos, no caso do Pix, a informação será retroativa.”

(Arvi Consultoria)

“As Secretarias de Fazenda Estaduais e as Prefeituras estão se modernizando cada vez mais (é o caso do DF, que possui a Malha Fiscal), com o uso de tecnologia para tratamento das informações recebidas através das obrigações acessórias, a fim de evitar a sonegação fiscal por parte das empresas e não deixar de arrecadar tributos.”

Assinale a observação que está em desacordo com as informações e com a estruturação desse segmento textual.
  • A: a forma do adjetivo “Estaduais” está errada, pois devia obrigatoriamente concordar com o substantivo “Fazenda”.
  • B: o segmento entre parênteses mostra um exemplo da modernização dos órgãos de fiscalização.
  • C: o termo “uso da tecnologia” indica uma valorização dos processos fiscalizatórios.
  • D: o termo “para tratamento das informações recebidas” equivale a “para que se tratem as informações recebidas”.
  • E: a locução “a fim de” mostra a finalidade das duas orações seguintes.

“Estamos em 2022 e, neste momento, a maioria das transações bancárias, segundo o Banco Central, é realizada na modalidade Pix. Essa modalidade já superou a TED e o DOC.
Sabemos que no Brasil existe muita sonegação, muitas empresas, principalmente as menores, não declaram tudo aquilo que movimentam. Porém, do outro lado da mesa, está a Receita Federal — com supercomputadores e com analistas bem treinados para auditar as milhares de informações que chegam aos bancos de dados do órgão.
As Secretarias de Fazenda Estaduais e as Prefeituras estão se modernizando cada vez mais (é o caso do DF, que possui a Malha Fiscal), com o uso de tecnologia para tratamento das informações recebidas através das obrigações acessórias, a fim de evitar a sonegação fiscal por parte das empresas e não deixar de arrecadar tributos.
A Receita Federal, através do sistema SPED (Sistema Público de Escrituração Digital), montou uma verdadeira armadilha para as pessoas físicas e jurídicas que não declaram suas movimentações financeiras.
O que antes era feito em papel passou a ser digital e online, ou seja, hoje em dia a Receita Federal pode identificar uma operação clandestina antes mesmo de ser concluída.
E, a partir de 2023, será possível cruzar a movimentação bancária gerada pelas empresas (de qualquer porte) com as informações repassadas pelas instituições financeiras, intermediadores financeiros e instituições de pagamento para arrecadar os tributos devidos nessas operações.
Não importa a forma de transferência utilizada pelas empresas, TED, DOC, Pix etc. Tudo será informado para o fisco e, como já dissemos, no caso do Pix, a informação será retroativa.”

(Arvi Consultoria)

Sobre as siglas empregadas no texto – DF, TED, DOC, SPED – assinale a afirmativa incorreta.
  • A: A sigla DOC corresponde à forma abreviada de “documento”.
  • B: A sigla SPED tem sua explicação entre parênteses por não ser de amplo conhecimento do público.
  • C: As siglas TED e DOC são vistas pelo autor do texto como de amplo conhecimento dos leitores.
  • D: O emprego de siglas traz como uma de suas consequências a economia de espaço gráfico.
  • E: Todas as letras das siglas correspondem a palavras significativas da expressão original.

“Estamos em 2022 e, neste momento, a maioria das transações bancárias, segundo o Banco Central, é realizada na modalidade Pix. Essa modalidade já superou a TED e o DOC.
Sabemos que no Brasil existe muita sonegação, muitas empresas, principalmente as menores, não declaram tudo aquilo que movimentam. Porém, do outro lado da mesa, está a Receita Federal — com supercomputadores e com analistas bem treinados para auditar as milhares de informações que chegam aos bancos de dados do órgão.
As Secretarias de Fazenda Estaduais e as Prefeituras estão se modernizando cada vez mais (é o caso do DF, que possui a Malha Fiscal), com o uso de tecnologia para tratamento das informações recebidas através das obrigações acessórias, a fim de evitar a sonegação fiscal por parte das empresas e não deixar de arrecadar tributos.
A Receita Federal, através do sistema SPED (Sistema Público de Escrituração Digital), montou uma verdadeira armadilha para as pessoas físicas e jurídicas que não declaram suas movimentações financeiras.
O que antes era feito em papel passou a ser digital e online, ou seja, hoje em dia a Receita Federal pode identificar uma operação clandestina antes mesmo de ser concluída.
E, a partir de 2023, será possível cruzar a movimentação bancária gerada pelas empresas (de qualquer porte) com as informações repassadas pelas instituições financeiras, intermediadores financeiros e instituições de pagamento para arrecadar os tributos devidos nessas operações.
Não importa a forma de transferência utilizada pelas empresas, TED, DOC, Pix etc. Tudo será informado para o fisco e, como já dissemos, no caso do Pix, a informação será retroativa.”
(Arvi Consultoria)

“A Receita Federal, através do sistema SPED (Sistema Público de Escrituração Digital), montou uma verdadeira armadilha para as pessoas físicas e jurídicas que não declaram suas movimentações financeiras.”
Nesse segmento do texto, o vocábulo “verdadeira” mostra o mesmo significado que na seguinte frase:
  • A: Os caixas dos supermercados verificam sempre se as cédulas de alto valor recebidas são verdadeiras.
  • B: As verdadeiras afirmações de Cristo deviam ser ouvidas com mais atenção, pois, não sendo falsas, geram o bem.
  • C: As moedas achadas no navio naufragado são verdadeiras e foram cunhadas no século X.
  • D: Os supercomputadores são verdadeiros espiões contra o crime.
  • E: A única afirmação verdadeira do ministro foi desprezada pelos ouvintes.

Leia o período a seguir.

O trabalho não só traz alegria, como também prosperidade.
Considerando o período analisado, é correto afirmar que a conjunção apresentada é
  • A: aditiva e há uma elipse.
  • B: aditiva e não há uma elipse.
  • C: comparativa e há uma elipse.
  • D: comparativa e não há uma elipse.

Assinale a opção em que a oração sublinhada foi classificada incorretamente.
  • A: “Parece que a situação melhorou” . (Oração subordinada subjetiva).
  • B: “Maria esperou que o marido voltasse” . (Oração subordinada objetiva direta).
  • C: “Vives mentindo; logo, não mereces fé.” (Oração coordenada sindética explicativa).
  • D: “Os livros não somente instruem, mas também divertem ” (Oração coordenada sindética aditiva)

No trecho “todos os médicos a quem contei as moléstias dele foram acordes em que a morte era certa, e só se
admiravam de ter resistido tanto tempo.”, é correto afirmar que o período é
  • A: simples.
  • B: composto por subordinação.
  • C: composto por coordenação.
  • D: composto por subordinação e coordenação.

O QUE É MOBILIDADE URBANA
Mobilidade urbana é definida como a capacidade de deslocamento de pessoas dentro do espaço urbano por motivos
econômicos, sociais e pessoais. Nesse sentido, é possível entender que todos participam e dependem, de alguma
forma, da mobilidade urbana para irem de um local a outro com qualidade e eficiência.
De acordo com um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), existem diversos desafios da
mobilidade urbana no Brasil. Dentre eles, destacam-se o rápido desenvolvimento urbano e investimentos em
infraestrutura. Segundo o Ipea, o rápido crescimento populacional aparece como um dos principais desafios para a
mobilidade. Hoje, aproximadamente 85% da população brasileira vive em centros urbanos e cerca de 36 cidades têm
mais de 500 mil moradores. O estudo também aponta o alto custo de projetos de infraestrutura como mais um desses
cenários desafiadores, uma vez que são necessárias vias e sistemas de transporte adequados para deslocar o
cidadão.
Enquanto são criadas políticas públicas para melhorar a infraestrutura das cidades, existem algumas alternativas que
pessoas e empresas podem desenvolver, desde já, para contribuir com a mobilidade urbana. Um exemplo é a carona
solidária. Gestores podem estimular, dentro das empresas, a prática de carona entre membros da equipe que moram
próximos uns dos outros.
Outro exemplo é o deslocamento sem motor. Para colaboradores que gostam de ir trabalhar utilizando meios de
transporte não-motorizados – como bicicletas, por exemplo –, é interessante desenvolver espaços que facilitem o dia
a dia de quem adota a prática. Estacionamento para bikes e vestiários são boas alternativas.
Ao somar os desafios da mobilidade urbana no Brasil com as boas práticas que podem melhorá-la, é possível entender
que são muitos os benefícios trazidos por um ambiente de melhor mobilidade. Dentre eles destacam-se:
• Ganho de tempo – Se mais pessoas dividissem um mesmo veículo em caronas para ir e voltar do trabalho, haveria
menos congestionamento nas ruas em horários de pico. O resultado é menos tempo em engarrafamentos e mais
tempo produzindo ou descansando.
• Networking – Outro ponto interessante despertado pelas boas práticas de mobilidade urbana é a possibilidade de
criar uma rede de contatos profissionais durante as caronas solidárias.
• Menos poluição – Além de melhorar o trânsito, deixar menos veículos em circulação também reduz a emissão de
poluentes e gases responsáveis pelo efeito estufa.
O futuro perfeito – e esperado – para a mobilidade urbana envolve a possibilidade de deslocamento fácil, eficiente e
seguro para todos.
BLOG FROTAS LOCALIZA. O que é mobilidade urbana? Localiza, 11 nov. 2022. Disponível em:
https://frotas.localiza.com/blog/mobilidade-urbana. Acesso em: 09 jan. 2023. (Adaptado).


“O futuro perfeito – e esperado – para a mobilidade urbana envolve a possibilidade de deslocamento fácil , eficiente e seguro para todos”.

São acentuados pela mesma regra gramatical que o termo destacado no fragmento os vocábulos
  • A: freguês e hífen.
  • B: avós e pólen.
  • C: chapéu e bíceps
  • D: elétron e látex.



O QUE É MOBILIDADE URBANA
Mobilidade urbana é definida como a capacidade de deslocamento de pessoas dentro do espaço urbano por motivos
econômicos, sociais e pessoais. Nesse sentido, é possível entender que todos participam e dependem, de alguma
forma, da mobilidade urbana para irem de um local a outro com qualidade e eficiência.
De acordo com um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), existem diversos desafios da
mobilidade urbana no Brasil. Dentre eles, destacam-se o rápido desenvolvimento urbano e investimentos em
infraestrutura. Segundo o Ipea, o rápido crescimento populacional aparece como um dos principais desafios para a
mobilidade. Hoje, aproximadamente 85% da população brasileira vive em centros urbanos e cerca de 36 cidades têm
mais de 500 mil moradores. O estudo também aponta o alto custo de projetos de infraestrutura como mais um desses
cenários desafiadores, uma vez que são necessárias vias e sistemas de transporte adequados para deslocar o
cidadão.
Enquanto são criadas políticas públicas para melhorar a infraestrutura das cidades, existem algumas alternativas que
pessoas e empresas podem desenvolver, desde já, para contribuir com a mobilidade urbana. Um exemplo é a carona
solidária. Gestores podem estimular, dentro das empresas, a prática de carona entre membros da equipe que moram
próximos uns dos outros.
Outro exemplo é o deslocamento sem motor. Para colaboradores que gostam de ir trabalhar utilizando meios de
transporte não-motorizados – como bicicletas, por exemplo –, é interessante desenvolver espaços que facilitem o dia
a dia de quem adota a prática. Estacionamento para bikes e vestiários são boas alternativas.
Ao somar os desafios da mobilidade urbana no Brasil com as boas práticas que podem melhorá-la, é possível entender
que são muitos os benefícios trazidos por um ambiente de melhor mobilidade. Dentre eles destacam-se:
• Ganho de tempo – Se mais pessoas dividissem um mesmo veículo em caronas para ir e voltar do trabalho, haveria
menos congestionamento nas ruas em horários de pico. O resultado é menos tempo em engarrafamentos e mais
tempo produzindo ou descansando.
• Networking – Outro ponto interessante despertado pelas boas práticas de mobilidade urbana é a possibilidade de
criar uma rede de contatos profissionais durante as caronas solidárias.
• Menos poluição – Além de melhorar o trânsito, deixar menos veículos em circulação também reduz a emissão de
poluentes e gases responsáveis pelo efeito estufa.
O futuro perfeito – e esperado – para a mobilidade urbana envolve a possibilidade de deslocamento fácil, eficiente e
seguro para todos.
BLOG FROTAS LOCALIZA. O que é mobilidade urbana? Localiza, 11 nov. 2022. Disponível em:
https://frotas.localiza.com/blog/mobilidade-urbana. Acesso em: 09 jan. 2023. (Adaptado).

Considere o trecho a seguir.
“Ao somar os desafios da mobilidade urbana no Brasil com as boas práticas que podem melhorá-la, é possível entender
que são muitos os benefícios trazidos por um ambiente de melhor mobilidade. Dentre eles destacam-se:
• Ganho de tempo – Se mais pessoas dividissem um mesmo veículo em caronas para ir e voltar do trabalho, haveria
menos congestionamento nas ruas em horários de pico. O resultado é menos tempo em engarrafamentos e mais
tempo produzindo ou descansando.
• Networking – Outro ponto interessante despertado pelas boas práticas de mobilidade urbana é a possibilidade de
criar uma rede de contatos profissionais durante as caronas solidárias.
• Menos poluição – Além de melhorar o trânsito, deixar menos veículos em circulação também reduz a emissão de
poluentes e gases responsáveis pelo efeito estufa”.

O uso de travessões ao longo do trecho analisado serve para
  • A: isolar e enfatizar cada um dos benefícios da mobilidade urbana.
  • B: separar as explicações dadas aos benefícios da mobilidade urbana.
  • C: restringir as explicações dadas aos benefícios da mobilidade urbana.
  • D: remeter às explicações dadas aos benefícios ao final de cada parágrafo.

Exibindo de 6171 até 6180 de 25035 questões.