Questões de Português para Concursos

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Nas palavras entristecer e entardecer, temos os seguintes elementos mórficos: prefixo, radical e sufixo. Dentre os processos de formação das palavras elas se enquadram como:
  • A: Composição por justaposição.
  • B: Composição por aglutinação.
  • C: Derivação prefixal.
  • D: Derivação sufixal.
  • E: Derivação parassintética.

Na fala, “[...] A mocinha, filha dele, dezoito, vinte, vinte e dois anos, sei lá, veio lá de dentro, atendeu [...]” há quebra de entoação do narrador observador. Nessa perspectiva, a construção de sentido se dá:
  • A: Porque a ausência de vírgula configura-se em “erro de português”, tão comum na linguagem oral.
  • B: Tendo em vista o narrador transcrever a observação de igual modo como aconteceu, ocasionando um “erro” de ortografia, já que a linguagem escrita é divergente da linguagem oral.
  • C: De forma falha, portanto é fácil identificar que o narrador erra os padrões da escrita, já que poderia omitir esta parte: “[...] dezoito, vinte [...]”, na qual não traz qualquer sentido/informação ao texto.
  • D: Porque o texto foi escrito em conformidade com o contexto anunciativo de realização, em que existe proximidade das marcas de oralidade na linguagem escrita.
  • E: Por conta da quebra de sentido presente neste fragmento semelhante ao analisado: “Alô. Dois quatro sete um dois cinco quatro”, no qual, em decorrência da ausência de entoação, fere a gramática normativa.

Pelos comentários feitos pelo narrador, pode-se concluir CORRETAMENTE que:
  • A: O pai tem um conhecimento de mundo que lhe permite supor que Mauro teve um filho, já que a mocinha dissera: “Que maravilha! Meus Parabéns!!! Homem ou mulher?” Entretanto, houve uma quebra da linguagem artificial ao se aproximar da linguagem natura
  • B: O conhecimento de mundo do pai é limitado e age em desconformidade com o texto apresentado, uma vez que ao perceber o que Mauro dissera à mocinha, na reação dela em: “É mesmo? Que maravilha! Meus parabéns!!! Homem ou mulher?” é aplicado, no fim do
  • C: Percebe-se que, todas as análises interpretativas do texto são auferidas pelo narrador em 1ª pessoa, no qual consegue manipular o sentido do texto para o leitor. Assim, o texto por si consegue cumprir o processo de construção de sentido, dispensando todo
  • D: No texto, há apenas a presença de coesão em um nível microtextual, uma vez que há quebra da linguagem natural ao se aproximar da linguagem artificial, quando a mocinha responde que Mauro havia se casado; essa quebra confirma-se na moral em destaque.
  • E: A moral apresentada no texto é prova categórica do entendimento do pai de todo o contexto discursivo, já que a ideia central da tessitura textual gira em torno do que foi dito pela mocinha em: “Homem ou mulher? Ah! Que bom!...”, fazendo o narrado

Apresente a afirmativa que traz o nome do gênero textual classificado no texto em destaque e a sequência tipológica predominante nele, respectivamente.
  • A: Narração e fábula.
  • B: Fábula e narração.
  • C: Telefonema e narração.
  • D: Narração e telefonema.
  • E: Fábula e telefonema.

Leia a tira e responda a questão.

Em conformidade com o bom uso da crase quando relacionada à ideia de movimento já prescrita na gramática normativa, mencionada na tira em análise, assinale a frase INCORRETA quanto ao uso ou não do assento grave.
  • A: Vou à Bahia.
  • B: Fui a Roma.
  • C: Fui a Roma antiga.
  • D: Vou à velha Curitiba.
  • E: Vou à praia amanhã.

Na perspectiva de Bechara (2009), a língua possui unidades que são capazes de unir orações em um mesmo enunciado, nomeadas pela gramática prescritiva de conjunções. As conjunções são dispostas em dois tipos: coordenadas e subordinadas.

Nas tiras apresentadas nesta questão, é possível identificarmos dois tipos de conjunções coordenadas, uma com ideia de soma e outra com ideia de oposição, respectivamente. Por conseguinte, no fragmento do texto base da questão anterior, “Pelo menos no Brasil, a soja sempre foi tida como um alimento de sabor desagradável. E é por isso que as bebidas derivadas de soja nunca fizeram muito sucesso por aqui.”, há estrita relação linguística com uma das tirinhas apresentadas nesta questão, expressando a mesma circunstância de:
  • A: TEXTO I - circunstância de soma, tendo em vista que a conjunção coordenada “e” é classificada pela gramática normativa como aditiva, tanto no texto base como na tira.
  • B: TEXTO I - circunstância de soma, uma vez que, devido à pontuação do fragmento do texto base, a conjunção “e” sofre alteração semântica, tendo o mesmo sentido de “e não” na tira.
  • C: TEXTO II - circunstância de oposição, porque a conjunção coordenada “mas” é classificada pela gramática normativa como adversativa, tanto no texto base como na tira.
  • D: TEXTO II - circunstâncias de soma e oposição, visto que as conjunções coordenadas “e” e “mas” são classificadas pela gramática normativa como aditiva e adversativa, tanto no texto base como na tira.
  • E: TEXTO II - circunstância adversativa, porquanto devido à pontuação do fragmento do texto base, a conjunção “e” sofre alteração semântica, tendo o mesmo sentido de “mas também” na tira.

“Pelo menos no Brasil, a soja sempre foi tida como um alimento de sabor desagradável. E é por isso que as bebidas derivadas de soja nunca fizeram muito sucesso por aqui.” Aponte a alternativa que, ao alterar a pontuação, mantém a mesma função semântica e correção gramatical.
  • A: Pelo menos, no Brasil a soja sempre foi tida como um alimento de sabor desagradável. E, é por isso, que as bebidas derivadas de soja nunca fizeram muito sucesso por aqui.
  • B: Pelo menos, no Brasil, a soja sempre foi tida como um alimento de sabor desagradável. E, é por isso que, as bebidas derivadas de soja nunca fizeram muito sucesso por aqui.
  • C: Pelo, menos no Brasil, a soja sempre foi tida como um alimento de sabor desagradável. E é por isso que, as bebidas derivadas de soja nunca fizeram muito sucesso por aqui.
  • D: Pelo menos no Brasil, a soja sempre foi tida como um alimento de sabor desagradável e, é por isso que as bebidas derivadas de soja, nunca fizeram muito sucesso por aqui.
  • E: Pelo menos, no Brasil, a soja sempre foi tida como um alimento de sabor desagradável, e é por isso, que as bebidas derivadas de soja, nunca fizeram muito sucesso por aqui.

“[...] bem menos lisonjeira para o grão, nativo da China.” A palavra sublinhada pode ser substituída, sem prejuízo semântico para o texto, por:
  • A: Natal.
  • B: Genuíno.
  • C: Inato.
  • D: Adventício.
  • E: Exótico.

“Os produtos derivados de soja sempre foram conhecidos por duas características.” Na reconstrução dessa ideia, tem-se:



Na retextualização foi utilizado um recurso intertextual conhecido como:
  • A: Intertextualidade.
  • B: Perífrase.
  • C: Paráfrase.
  • D: Alusão.
  • E: Síntese.

Em conformidade com o texto, pode-se afirmar:

I. Um dos motivos dos derivados de soja não serem comercializados no Brasil é devido ao seu sabor desagradável.
II. O tratamento especial da soja pelas indústrias rendem aos fabricantes maiores lucros.
III. Os investimentos na soja se deram pelo sucesso do grão ser taxado pelos seus ricos valores nutritivos.
IV. As bebidas derivadas da soja não são consideradas bebidas comuns, mesmo que no Brasil o seu sabor seja desagradável.

É VERDADEIRO o que se afirma em:
  • A: II e IV apenas.
  • B: I, II e III apenas.
  • C: I, III e IV apenas.
  • D: II e III apenas.
  • E: I, II, III e IV.

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